30 ATRIZES DA ERA DE OURO DA TV QUE JÁ PARTIRAM E DEIXARAM SAUDADES DOS ANOS 70 E 80
30 ATRIZES DA ERA DE OURO DA TV QUE JÁ PARTIRAM E DEIXARAM SAUDADES DOS ANOS 70 E 80
Aí você pediu e nós atendemos. Depois da emoção da primeira parte, estamos de volta para recordar grandes estrelas da televisão brasileira. Inaona Magalhães, Tônia Carreiro, Eva Vilma e tantas outras já despertaram aquela saudade de um tempo em que as novelas reuniam as famílias e cada personagem parecia morar dentro da nossa casa.
Hoje a televisão mudou, mas essas lembranças continuam vivas. E agora vamos homenagear mais 30 atrizes inesquecíveis que emocionaram gerações e partiram deixando um vazio impossível de preencher. Começando com a querida Glória Menezes. Ela nos deixou recentemente, no dia 18 de agosto de 2026. Nesse dia, a televisão brasileira perdeu uma de suas maiores atrizes.
Ela tinha 91 anos. Nascida Nilsed Soares de Magalhães, ela construiu mais de seis décadas de carreira e ajudou a escrever a história das novelas. Ao lado de Tarcísio Meira, o seu companheiro por mais de meio século, formou um dos casais mais amados do país, dentro e fora das telas. Glória Menezes marcou gerações em irmãos Coragem, vivendo as três personalidades de Lara.
Se você quer que a gente se conheça melhor, não custa nada não. >> Brilhou em guerra dos sexos e surpreendeu como a perversa Laurinha Figueiroa em Rainha da Sucata. >> Foi um prazer trabalhar com você. >> Nossos cartões de crédito não são mais aceitos em lugar nenhum. Empréstos nem pensar. >> O seu último papel fixo em novelas foi a divertida Stelinha.
de totalmente demais. >> 200 camelos por mim. Uma verdadeira pisxincha. 5 anos depois da partida de Tarcísio Meira, ela morreu de causas naturais em seu apartamento no Rio de Janeiro. Seu talento atravessou as fases da televisão brasileira. Partiu assim discretamente, mas deixou personagens, elegância e uma história de amor que vão permanecer para sempre na memória do Brasil.
E também está entre as despedidas mais recentes a Laura Cardoso, uma verdadeira pioneira da TV. Ela nos deixou no dia 17 de agosto, aos 98 anos, por causas naturais, em São Paulo. Segundo a sua filha, Laura Cardoso partiu serenamente nos braços da neta Adriana, cercada pelo carinho da família. Seu nome nos documentos era Laurinda de Jesus.

Cardoso Balerone. Ela começou no rádio aos 15 anos e participou dos primeiros anos da TVF, quando a televisão ainda dava os seus primeiros passos no Brasil. Ao longo de mais de oito décadas de carreira, viveu personagens inesquecíveis em mulheres de areia. Chocolate com pimenta, Gabriela, sol nascente e o outro lado do paraíso.
>> Tu ficava contente a Raquel tivesse viva. >> Seu último trabalho em novelas foi em A dona do Pedaço em 2019, mas ela continuou ligada à arte. Rigorosa, humilde e generosa, Laura Cardoso transformava até pequenos papéis em grandes momentos. A sua partida encerrou uma das trajetórias mais longas, brilhantes e respeitadas da dramaturgia do VIS.
E o número 28, Et Frazer, uma artista que ajudou a transformar a televisão brasileira. Ela estreou nas novelas em Bet Rockfeller, produção da TV Tupi, que mudou a maneira de contar histórias na telinha, aproximando os personagens da vida real. P Fraser também participou de grandes trabalhos no teatro e no cinema, mas muita gente se lembra dela apresentando o programa culinário A moda da casa, na Record, durante os anos 80.
Era uma mulher culta, divertida e dona de uma presença muito particular. Na última noite de 2018, em 31 de dezembro, ela sofreu um ataque cardíaco e faleceu em São Paulo aos 87 anos. A sua partida fechou um ano, mas também encerrou uma trajetória fundamental para a cultura do Brasil. E aí da Gomes, a inesquecível doroteia cajazeira de O bem amado.
Ao lado de Judiceia e do Cineia, ela formava o trio de irmãs solteironas que defendia a moral de Sucfira, embora vivesse cercado de contradições e muita comicidade. Ô >> Doricula, não, não, não, não faça isso. El, elas podem aparecer de repente. As minhas irmãs não sabem nada a nosso respeito.
Ida Gomes também esteve em Estúpido Cupido, vivendo a Madre Encarna e apareceu em Ostro como a divertida tia Magda. Além de atriz, emprestou a sua voz a estrelas do cinema como Bet Daves e John Crawford nas dublagens brasileiras. Em 22 de fevereiro de 2009, ela nos deixou aos 85 anos depois de uma parada cardíaca provocada por uma pneumonia.
Beatriz se preparava para receber uma homenagem no prêmio Shell. Partiu antes da cerimônia, mas havia conquistado um lugar na memória da televisão. E a Lup Giliot, um rosto familiar para quem acompanhou as novelas e programas de humor por décadas. Ela esteve em produções como anjo mau, mulheres de areia e cama de gato, dando personalidades aos papéis menores.
Fora das telas, Lute fazia parte de uma família artística. Era irmã de Chico Anísio, mãe da diretora Sininha de Paula e avó da atriz Maia. Curiosamente, antes da carreira artística se formou em direito e só depois se entregou ao teatro. O visiliote enfrentou um câncer de pulmão por do anos e faleceu em sua casa em Copa Cavana no dia 19 de dezembro de 2010.

Tinha 84 anos. A sua trajetória prova que não existe personagem pequeno quando há talento e presença em cena. É a querida Márcia Real, uma das pioneiras da nossa televisão. Ela brilhou nos telete ao vivo da TVF, apresentou o clube dos artistas por 10 anos e foi a primeira vencedora do Troféu Imprensa de Melhor Atriz.
Nas novelas, muita gente se lembra da sua atuação como a durona valquíria de bebê a bordo, uma personagem inesquecível. Ela também esteve em produções como o direito de nascer e a viagem. Afastada dos holofotes, enfrentou mal de Alzheimer por mais de uma década. Ela faleceu em um hospital de Ibiuna, no interior paulista, no dia 15 de março de 2019, aos 90 anos.
Assim, Márcia Real partiu, mas ficou o legado de uma mulher que ajudou a própria TV brasileira a nascer. que a Consuelo Leandro, uma atriz que transformava cenas em confusão e gargalhada. A sua voz ficou conhecida ainda no rádio, em Balança mais não cai, antes de conquistar a televisão com as suas caretas, o seu devoche e personagens populares.
Na novela Cambaracho, ela viveu a Lili Bolero, a cantora fracassada que culpava a Ângela Maria por não ter alcançado o sucesso. >> Eu sei lá. iração da cabeça dela. Já falei para você que essa bruaca não bate bem. >> Consuelo também marcou presença em A Praça Nossa e a escolinha do Golias. Em julho de 1999, ela estava internada para tratar de um câncer na bexiga quando sofreu uma parada cardíaca e entrou em coma.
Partiu no dia 5 aos 67 anos. Ela se foi cedo, mas deixou um tipo de humor espontâneo e popular que hoje faz muita falta na televisão brasileira. E o número 23, Marina Miranda, a eterna dona charanga da escolinha do professor Raimundo. Seu rosto, a sua voz e o seu jeito de responder às perguntas de Chico Anísio eram inconfundíveis.
Ela também formou uma dupla popular com o tumalé. A imalança mais não cai. Participou de Os trafalhões e esteve nas novelas Dona Chefa, Daning e a gata comeu. Nos últimos anos enfrentava o mal de Alzheimer e outros problemas de saúde, internada com uma infecção urinária e uma doença pulmonar, ela nos deixou no Rio de Janeiro aos 90 anos, no dia 20 de setembro de 2021, apenas 10 dias antes de fazer aniversário.
Dona Charanga se foi, mas a sua irreverência ainda permanece viva na memória dos grandes humorísticos da televisão. E a Ilca Soares, uma das mulheres mais elegantes da história da TV brasileira. Antes mesmo das novelas, ela já brilhava como modelo. A apresentadora estrela do cinema nacional.
Na Globo viveu a sofisticada Vera em Ucafona. Apareceu em Anzo Maal e conquistou grande destaque como a celeste em locomotivas. Eu Soares também participou dos primeiros testes da televisão em cores, ajudando a construir a nova fase da nossa TV. Depois de atravessar décadas diante das câmeras, ela enfrentou um câncer de pulmão e morreu no Rio de Janeiro aos 89 anos, dia 18 de junho de 2022.
Faltavam apenas três dias para ela completar 90 anos. Foi uma despedida discreta para uma atriz que sempre foi sinônimo de beleza, classe e sofisticação. Maria Helena Dias, uma atriz que marcou uma das novelas mais queridas dos anos 80. Em elas por elas de 1982, ela viveu Carmen, uma das sete amigas que se reencontravam depois de muitos anos, contracenando com Eva Vilma, Sandra Breia e Araci Balabania.
Maria Helena também esteve em Água Viva, Tieta e Rainha da Sucata, com atuações firmes. Anjo da televisão desde 2007, ela voltou a ser muito lembrada quando elas por elas ganhou uma nova versão. Beatriz nos deixou no dia 1o de agosto de 2023 em São Paulo, aos 91 anos. Estava internada com broncopneumonia e uma trombose na perna.
A causa da morte foi infarto e pneumonia. Foi uma despedida cheia de saudade. Araci Cardoso, uma daquelas atrizes cujo rosto muita gente reconhece imediatamente. Ao longo de décadas, ela esteve em novelas como Água Viva, final feliz e a gata comeu, dando verdade a mulheres populares.
Mais tarde ainda apareceu em mandala de corpo e alma e sol nascente, provando a sua longevidade artística. Tarace Cardoso foi premiada no cinema e manteve uma carreira ativa até pouco antes de morrer. Depois de cerca de um mês internada, tratando de problemas no coração e nos rins, ela sofreu uma infecção pulmonar. A atriz nos deixou no Rio de Janeiro no dia 26 de dezembro de 2017, aos 86 anos.
Ela partiu discretamente, mas deixou dezenas de personagens que ajudaram a construir a memória das novelas brasileiras. E o número 19, a Neusa Amaral. Ela era uma atriz que o público via constantemente, mesmo quando não sabia seu nome. Participou de sucessos como Irmãos Coragem, Selva de Pedra e Fogo sobre Terra, além de outras produções inesquecíveis.
E acredite só, Neusa Amaral começou a trabalhar ainda menina, vendendo marmitas e construiu uma carreira de seis décadas. Nos anos 90, também entrou para a política e foi eleita vereadora no Rio de Janeiro. Em abril de 2017, ela precisou ser internada e não resistiu a uma embolia pulmonar.
Faleceu no dia 19, aos 86 anos, deixando um filho e dois netos. Hoje, a sua imagem continua despertando aquela reação tão comum entre os amantes das novelas antigas. Eu conhecia esse rosto, só não lembrava o nome. É a Susana Fain, uma artista que começou como bailarina e depois descobriu a força da interpretação.
[música] Ela esteve nas versões de Selva de Pedra e participou de novelas marcantes como Dancing 10, Pai Herói e Top Model. Em Vida Nova, a sua atuação como a rígida Maria lhe rendeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Depois outra geração a conheceu em a favorita e Salve Jorge.
>> Quanto menos se falar no nome dessa garota, quanto menos se lembrar essa garota, para ele vai ser melhor. >> Artis mantinha uma presença serena, mas sabia transformar personagens comuns em figuras cheias de profundidade. nos deixou no dia 25 de abril de 2022, aos 89 anos, no Rio de Janeiro, devido à complicações da doença de Parson.
Foram 70 anos de carreira, do valé às novelas, sempre com disciplina e talento. De Genane Machado, você se lembra dela? Ela era uma jovem atriz que parecia destinada a avôos maiores. Lá nos anos 70, ela chamou a atenção como a RIP Lúcia Esparadrapo em Ucafona e ficou conhecida como a Bebel na primeira versão de A Grande Família.
também esteve em estúpido convido. Filha do empresário Carlos Machado de Genane cresceu cercada pelos bastidores do mundo artístico e chegou muito cedo à televisão. Porém, depois da morte do pai, se afastou dos olo e passou a viver de modo reservado. Ela nos deixou no dia 23 de março de 2022, aos 70 anos.
Ainda hoje, a sua história desperta a curiosidade de quem se lembra daquele rosto jovem, moderno e marcante da televisão dos anos 70. E o número 16, a Jorgia Gomed, a dama da televisão paulista. Ela brilhou na TVP, na Excelor e participou de produções como mulheres de areia, ninho da serpente e vereda tropical.
Mesmo tendo apenas cerca de 5% da avisão desde os 18 anos por uma doença congênita, George Gomid jamais permitiu que essa limitação interrompesse sua carreira. Pelo contrário, conquistou prêmios e respeito com interpretações intensas e sofisticadas. Nos últimos anos enfrentava o mal de Alzheimer e se afastou dos palcos.
Jorge Gomid faleceu em São Paulo no dia 29 de janeiro de 2011. Tinha 73 anos e morreu vítima de infecção generalizada. A sua vida foi uma demonstração de força, disciplina e amor pela arte, mesmo diante de obstáculos que poucos conheciam. Mari Luveno, elegante, engraçada, imprevisível. Nos anos 70 esteve em Ubof e estúpido cofido.
Depois ganhou enorme popularidade como a Olívia em guerra dos sexos. E também marcou presença em Agata comeu, na escolinha do professor Raimundo e no infantil Caça Talentos. Essa gente rica é muito esquisita. Mari Bueno, tinha um tempo cômico particular e conseguia roubar a cena com uma simples expressão.
Em maio de 2022, foi internada para passar por uma cirurgia no abdômen. O pós-operatório apresentou complicações e ela precisou ser levada para a UTE. A atriz não resistiu, nos deixou em 22 de junho daquele ano, aos 82 anos. Foram sete décadas de carreira e uma coleção de personagens que ainda despertam carinho e boas lembranças.
E o número 14, a Zilda Cardoso, a inesquecível dona Catifunda. Com seu vestido chamativo, o cabelo preso e aquele jeito atrevido, a personagem passou pela Praça da Alegria, a Praça é Nossa, e pela escolinha do professor Raimundo. Zilda Cardoso também participou de trafalhões e apareceu na novela Meu bem, meu mal, como a enfermeira Elsa.
Curiosamente, no começo dos anos 60, chegou a comandar o seu próprio programa, Zilda 23 polegadas, algo raro naquele período. Em 20 de dezembro de 2019, ela foi encontrada morta em seu apartamento em São Paulo. Tinha 83 anos e morreu de causas naturais enquanto dormia. A dona cativa saiu de cena em silêncio, mas continuou sendo uma das figuras mais reconhecíveis do humor brasileiro e a Wilsa Carla, uma presença que ninguém conseguia ignorar.
Atrizet e humorista, ela ficou eternizada como a dona redonda na primeira versão de Saramandaia. A personagem comia sem parar e teve um dos desfechos mais absurdos da história das novelas. Explodiu de tanto comer, espalhando pedaços por toda a parte da cidade fictícia de Bolly Bolly.
Willsa Carla também esteve em Os Trafalhões, Chico City e filmes nacionais. A sua irreverência transformou o próprio corpo, tantas vezes alvo de preconceito, em uma marca de força e humor. Depois, enfrentou obesidade crônica, diabetes e problemas de saúde. Beatriz nos deixou aos 75 anos em São Paulo, no dia 18 de junho de 2011.
Devido à complicações do diabetes, partiu uma artista popular, ousada e absolutamente impossível de esquecer. E a Zezé Macedo, uma das maiores comediantes que o Brasil já teve. Pequena, magra e dona de uma voz inconfundível, ela participou de cerca de 100 filmes e ficou conhecida como A empregadinha do Brasil. Na televisão marcou gerações em programas de Chico Arísio.
Viveu a dona Carochinha no sítio e fez sucesso como a dona Vela na escolinha do professor Raimundo. Zé Macdo também escrevia poesias e publicou quatro livros. Em agosto de 1999, ela sofreu um derrame após o rompimento de um aneurisma cerebral. Permaneceu internada por 46 dias, mas não resistiu. Nos deixou em 8 de outubro.
no Rio de Janeiro, tinha 83 anos. O Brasil perdeu uma artista que transformou dores pessoais em um talento extraordinário para fazer o público rir. E o número 11, a Sônia Mahed, uma comediante que talvez você reconheça primeiro pelo rosto e pelas gargalhadas que provocava.
Ela ficou inesquecível como a Ofélia, a granfina atrapalhada de balança, mas não cai, que fazia o marido Fernandinho, vivido por Lúcio Mauro, morrir de vergonha. Sônia Mamed também passou por planeta dos homens, Chico City e os trafalhões, além de atuar na novela Jogo da Vida. Em 1985, porém, a sua vida mudou quando ela foi diagnosticada com leucemia.
Depois de 5 anos de luta, uma minigite agravou o seu estado. A atriz faleceu no Rio de Janeiro em 25 de abril de 1990, aos 53 anos. Partiu cedo demais, mas deixou uma personagem viva que atravessou gerações e ainda hoje faz muita gente sorrir. É a Clayonis, uma atriz de presença imponente e talento.
Irmã de Cassilda Wecker. Ela construiu a sua própria trajetória e brilhou em produções como mulheres de areia. Ninho da serpente e rainha da sucata. Continua o mesmo, hein? Ai, nem parece que se passaram tantos anos. >> Lá nos anos 90 voltou a conquistar o público em Vanf e Torre de Vavel.
Já em Fion, seu último trabalho divertiu os espectadores como dona vrígida. >> Alguns dizem que eu estou caduca. Caduca não, desconfiada. Clay Dáconis estava internada havia meses no hospital sírio libanês depois de sofrer uma isquemia. Ela faleceu em São Paulo no dia 15 de abril de 2013 aos 89 anos. E dessa maneira partiu uma verdadeira dama do teatro e da televisão, daquelas que entravam em cena e imediatamente faziam o público prestar atenção.
Tadice Miliátio, uma atriz que abriu duas portas poderosas na memória do público. Em o bem amado viveu a Judiceia Cajazeira, uma das três irmãs moralistas e apaixonadas pelo prefeito Odorigo Paraguaçu. Poucos anos depois se tornou a primeira Emília da versão da Globo do Sítio do Picau Amarelo.
Ela também esteve em Saramandaia, marrom glacê, e a gata comeu, sempre com o seu jeito espontâneo e divertido. Depois de sofrer um AVC, ela passou a viver no retiro dos artistas e teve a saúde bastante debilitada. Miliá nos deixou no dia 22 de setembro de 2009, aos 75 anos, no Rio de Janeiro, vítima de problemas respiratórios e uma infecção urinária.
Faltavam apenas 8 dias para o seu aniversário de 76 anos. E o número oito, a Lei Francisco, uma atriz de beleza e personalidade inesquecíveis. Ela participou de mais de 20 novelas e marcou presença em sucessos como a escrava marrom glac e baile comigo. Em louco amor viveu a ambiciosa Gisela, enquanto outra geração a reconheceu como a Madame Consuelo, de puro amor.
Fora das telas, Lady Francisco era conhecida pelo amor aos animais. foi justamente ao tentar proteger os seus cachorros durante uma briga que sofreu uma queda e fraturou o fêmor. Após a cirurgia, seu estado se complicou. A atriz nos deixou no dia 25 de maio de 2019, aos 84 anos, por falência múltipla dos órgãos, decorrente de uma isquemia intestinal, uma despedida dolorosa para uma mulher intensa e corajosa.
É a François Fortante dos anos 70. O seu grande sucesso veio como ATT, a jovem romântica de estúpido Covido, uma novela que retratava os sonhos e os amores de uma cidade do início dos anos 60. Depois, a atriz esteve em bebê a bordo, tieta e explode coração, conquistando gerações.
Mesmo quando fazia personagens duras, conservava uma simpatia que atravessava a tela. François Forton já havia enfrentado um câncer anos antes e voltou a lutar contra a doença nos últimos meses de vida. Ela faleceu cedo aos 64 anos, no dia 16 de janeiro de 2022, no Rio de Janeiro. A sua partida precoce deixou muitas saudades e uma galeria de personagens ainda lembrados com carinho pelo público brasileiro.
E o número seis, Leila Dinis, uma mulher maior do que os seus personagens. Na televisão, ela participou de novelas como Shake de Agadir. Eu compro essa mulher e a rainha louca. Eu faço o que eu quero. Durmo com todo mundo, com quem quer dormir comigo e com quem eu quero dormir.
Mas foi fora das telas que Leila Diniz desafiou costumes, falou sobre liberdade feminina e virou um símbolo de uma geração. Em 1971, a sua fotografia grávida usando biquíni na Fraia se tornou histórica. No ano seguinte, quando voltava da Austrália, o avião da Japan Airlines, em que viajava, caiu perto de Nova Deli, na Índia. Atriz nos deixou no dia 14 de junho de 1972, aos 27 anos, deixando também uma filha ainda bebê.
A sua vida foi breve, mas intensa o suficiente para mudar comportamentos e fazer seu nome atravessar décadas. Iara Cortes, uma atriz que sabia transformar mulheres simples em personagens inesquecíveis. Nem o casarão viveu Carolina. Em Marron Glac foi a marcante Madame Claw. Mas o seu maior sucesso veio como a feirante de dona Chefa, a mãe trabalhadora que fazia sacrifícios pelos filhos.
Anos depois, a atriz emocionou uma nova geração como a dona Maroca, a mãe amorosa de A Viagem. Fora das telas, levava uma vida discreta. Nunca se casou, nem teve filhos e gostava de cuidar de passarinhos em seu apartamento. Ela nos deixou aos 81 anos, no dia 17 de outubro de 2002, no Rio de Janeiro.
Vítima de insuficiência respiratória. Partiu a atriz, mas ficaram Dona Chifa e Maroca, duas mães que o público brasileiro jamais esqueceu. William Lemerts, uma atriz sofisticada, intensa e de um talento imenso. Ela brilhou em novelas como O Espigão, Final Feliz e Roque Santeiro, porém entrou para a história das novelas como A Helena, de baila comigo, a primeira protagonista com esse nome escrita por Manuel Carlos.
Lilian Lemmertes interpretava mulheres reais, cheias de dúvidas, força e contradições, sem precisar de exageros. A sua trajetória foi interrompida repentinamente. Em 5 de junho de 1986, a filha de Júlia Lemertou a mãe morta no apartamento onde ela vivia, no Rio de Janeiro.
Liliam havia sofrido um infarto fulminante e tinha apenas 48 anos. Faltavam 10 dias para ela completar 49. Uma perda muito precoce que ainda hoje causa profundo espanto e saudade. E o número três, a Zilka Salaverry, a mulher que se tornou avó de milhões de brasileiros. Ela participou de novelas importantes como Irmãos Coragem, O bem amado e o casarão.
Mas foi como a dona Venta no Sítio do Picafau Amarelo, entre 1977 e 1986, que ela entrou para a memória do país. Sentada à mesa ou contando histórias para Narizinho e Pedrinho, Zilka Salaverry transmitia carinho e sabedoria, como se realmente fizesse parte da nossa família. Depois de quase um mês internada com insuficiência renal, infecção urinária e desidratação, ela nos deixou no Rio de Janeiro em 10 de março de 2005, aos 87 anos.
A atriz partiu, mas a voz e o sorriso daquela dona Venta continuam levando muitos de nós de volta à infância. AC Gonçalves, uma artista que nunca pediu licença para ser quem era. A sua carreira atravessou o teatro de revista, o rádio, o cinema e a televisão brasileira, marcada pelo improviso e reverência e palavrões que desafiavam qualquer censura.
Na Globo comandou Derci espetacular e Derci de verdade, recebendo convidados e transformando cada entrevista em um acontecimento imprevisível. DC Gonçalves trabalhou por mais de oito décadas e continuou aparecendo diante das câmeras mesmo depois dos 100 anos. Em 19 de julho de 2008, ela faleceu no Rio de Janeiro aos 101 anos, devido à insuficiência respiratória, infecção pulmonar provocada por uma pneumonia grave.
Ela não deixou apenas personagens, deixou uma personalidade única, impossível de imitar. E ainda mais impossível de esquecer. É a Sandra Vreia, um símbolo de beleza, liberdade e coragem da nossa TV brasileira. Ela conquistou o público como a Telma, a filha rebelde do Odorico Paraguaçu em Oado. Emocionou como a vanda de Elas por Elas e viveu a determinada Jaqueline em Tititi. Nos anos 70 e 80.
Sandra Vreia era admirada em todo o país. Em 1993, revelou publicamente que vivia com o vírus HIV e enfrentou de cabeça erguida o preconceito daquela época. Anos depois foi diagnosticada com câncer de pulmão. A atriz faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, no dia 4 de maio do ano 2000, aos 47 anos, uma semana antes de fazer aniversário.
Ela partiu jovem demais, mas deixou uma história de talento, beleza e coragem. Agora me conta aqui, você se lembrou de todas essas atrizes? Qual delas você mais gostava de vir na televisão? Deixa o seu comentário, ó. Não esquece de deixar o seu like, ok? E dizer à cidade de onde você está assistindo. E participe do nosso clube do canal.
Você pode assinar e já vai poder assistir aos nossos vídeos sem a interrupção dos anúncios. É apenas um valor simbólico e você ainda colabora mantendo a nossa equipe motivada. Mas se não puder assinar, não tem problema, não. É só se inscrever aqui no Quem Quem que não custa nada. Mesmo assim você ajuda muito, incentiva o nosso trabalho aqui no YouTube.
Ó, eu vou deixar outro vídeo para você aqui nos cards da primeira parte dessa homenagem. Basta clicar aqui nesse card que você vai se recordar das outras 30 atrizes da época de ouro da TV que já nos deixaram. É um vídeo bastante emocionante que vale a pena ver. Eu vou ficando por aqui, mais uma vez o meu muito obrigado e até o nosso próximo vídeo.