APÓS CÂNCER RARO, HELOÍSA PÉRISSÉ DESABAFA E REVELA COMO VIVE HOJE!

APÓS CÂNCER RARO, HELOÍSA PÉRISSÉ DESABAFA E REVELA COMO VIVE HOJE!

Não dá, meu filho. Preciso de fazer xixi. Não dá para entrar. Já tentei. A pata prende. Quando a mulher que passou a vida fazendo rir o Brasil, descobriu uma pequena bolinha na boca, ninguém imaginava que ali começava uma das fases mais assustadoras da sua história. Eloía Peric esteve sempre associada ao riso, ao gesto rápido, a frase inesperada.

Marixon, é corno? É isso mesmo. Vai saber tudo. Surpresa, não preciso de ti para nada. Aquela energia de palco que parece não caber dentro de uma só pessoa. Para muita gente, ela era apenas a atriz capaz de transformar qualquer cena em humor. A Tati da escolinha do professor Raimundo. Senão não vou ser mais amigo de vocês.

 Nem eu, nem a Bild, nem a sua, nem a, nem a Roberta Fragou Peda. A Belinha de So nova direcção. Não sei. Sabe porquê? A pessoa que é psicopata, ela não diz que é psicopata e se sabe que é também não assume. Estás louca, Bel? Eu não sou psicopata não. Aí ó, a prova. Ai meu Deus do céu. Acabou de dizer a companheira de Ingrid Guimarães em Cócegas.

É isso mesmo. Vai saber tudo. Surpresa. Não preciso de ti para nada. Enquanto desprezas-me, muitos me querem. Você está sentada. Eu também me estou a sentar, viu? Mar. Espetáculo que marcou uma geração. A artista que entrava em cena e parecia transportar consigo uma promessa simples. Durante alguns minutos, a vida ficaria mais leve, mas em 2019 a vida cobrou-lhe precisamente o contrário.

 Não veio com luz de palco, não veio com aplauso, não veio com gargalhada, veio como um pormenor quase invisível, uma pequena bola na boca que não doía. não sangrava e parecia inofensiva. Estive 8 anos com essa bolinha. E talvez seja essa a parte mais perturbadora desta história, porque algumas tempestades não chegam fazendo barulho.

 Começam pequenas, silenciosas, quase educadas, como se pedissem licença antes de virar tudo de cabeça para baixo. Eloía já tinha reparado naquela bolinha havia algum tempo. Segundo a própria contou em entrevistas, quando mostrava o sinal para algumas pessoas, ouvia que provavelmente não era nada. E diziam-me assim: “Isto não é nada”.

E quem nunca fez isso com o seu próprio corpo? Quem nunca empurrou um incómodo para depois acreditando que o tempo resolveria sozinho? Só que o acaso ou aquilo a que Eloía chama Deus colocou no caminho dela um pormenor decisivo. Ela decidiu fazer um branqueamento dentário. Conversou com o médico dentista, que era o seu sobrinho, e este sugeriu aproveitar o procedimento para retirar aquela bolinha e enviar para Biópsia como protocolo.

Naquele momento, a hipótese de ser algo grave parecia mínima. Em depoimento, Eloía contou que ouviu dizer que havia 99% de probabilidade de não ser nada e apenas 1% de hipótese de ser alguma coisa. Só que ela caiu precisamente nesse 1%. Que depois disseram eu 99% de hipóteses de não ser nada 1% de ser. Eu caí no 1%.

E é aí que a história muda de temperatura. A atriz, que estava habituada a lidar com plateias, câmaras e textos decorados, passou a lidar com uma palavra que ninguém quer ouvir, cancro. O diagnóstico era de um cancro raro nas glândulas salivares. A atriz descobriu um cancro nas glândulas salivares. As glândulas salivares são estruturas responsáveis ​​pela produção de saliva e ficam em regiões como perto das orelhas, abaixo da mandíbula, debaixo da língua e espalhadas pela boca e garganta.

Os tumores nesta região são incomuns. Os especialistas explicam que podem aparecem como nódulos, inchaços, feridas que não cicatrizam, dor persistente, dificuldade em engolir ou alterações nos movimentos do rosto. No caso de Eloía, o alerta começou de forma discreta, numa lesão que não chamava a atenção pelo sofrimento físico, mas que escondia uma notícia enorme.

 Depois da primeira descoberta, surgiu uma cirurgia para uma maior limpeza da área. Ela contou que no dia 11 de junho de 2019 passou por este procedimento e depois decidiu fazer um checkup geral por conta própria. Depois fiz essa segunda cirurgia. Aí eu disse, vou fazer um check-up geral. Muita gente, segundo ela, dizia que não precisava.

 Afinal, a possibilidade de uma metástase parecia quase remota. Mas Eloía insistiu e ao fazer os exames, descobriu que a doença tinha avançado. A atriz disse que depois de cair no 1% ouviu dizer que a hipótese de metástase era algo como 0,03. Mesmo assim aconteceu. E depois quando eu caí nesse 1% disseram: “Relaxa, porque a hipótese de dar metástica é de 0,03”.

E quando fiz o checkup geral, pela a minha própria conta, eu disse: “Não, eu vou fazer só para tirar da minha cabeça”. Todos disseram: “Não precisa, não precisa”. Muita gente não o faria, mas penso diferente. Eu fiz e depois já estava com metástase. Pense nisso por um instante. Uma mulher conhecida pelo improviso, pela leveza e pela rapidez do humor se vê perante uma sequência de probabilidades improváveis.

 Primeiro, a bolinha que quase ninguém o levaria tão a sério. Depois a biópsia, depois a notícia, depois o check-up, depois a metástase. A vida foi fechando portas uma a uma até deixar apenas uma questão no meio do caminho. Como continuar a sorrir quando o próprio corpo parece tornar-se um território desconhecido? Eloía não romantizou o tratamento, ela falou dele como uma guerra nuclear.

E depois mais tarde veio a outra notícia. Você vai fazer uma rádio e uma químio e depois concomitantes. As duas ao mesmo tempo, certo? As duas ao mesmo tempo. Aí começou a guerra nuclear. Foram cinco sessões de quimioterapia e mais de 30 sessões de radioterapia. Em alguns relatos aparecem 30 sessões, noutros ela própria menciona 33 sessões de radioterapia.

 O que não muda é a dimensão do processo. Era um tratamento pesado, concentrado, que atacava não só a doença, mas também a rotina, a energia, a aparência, a fala, o sono e a sensação de controlo. Primeira semana que tomei a químio o meu corpo ainda estava forte, reagi bem. Aí vem a segunda semana. Segunda semana, Draus Grau, foi ao chão.

 Um cansaço extremo, um desânimo. Ela contou que depois da primeira quimioterapia ainda tentou agir como se pudesse vencer tudo na força. Chegou em casa e fez uma hora de passadeira e 40 minutos de musculação. O médico a repreendeu. No dia seguinte, ela entendeu que a relação com o corpo precisava de mudar.

 Até então, o corpo talvez fosse um veículo de trabalho, presença em palco, instrumento de cena. Agora era companheiro de batalha e Eloía passou a falar dele como se falasse com uma tropa íntima, os seus soldadinhos. E havia dias em que nem a atriz do riso queria sorrir. Numa participação no Altas Horas, Eloía recordou um dia de radioterapia em que estava mal disposta, despenteada, de pijama, sem vontade nenhuma de ir ao hospital.

Eu uma vez fui fazer a radioterapia e era uma um dia que eu estava muito malmorada. Eu não queria isso, mas a radioterapia não esperava. Ela explicou que naquele tratamento faltar era como voltar casas no tabuleiro. Eu não queria ir, só que não tinha opção. Porque a radioterapia é o seguinte: andou tantas casas, se não vais, voltas lá para o começo.

Então ela foi, deitou-se na maca, ouviu o máquina e nesse momento transformou o medo numa espécie de brincadeira espiritual. Quando o raio vinha, ela pensou em raio da beleza. Depois vieram raio da saúde, raio da abundância, raio do amor. Pode parecer leve quando contado depois. Quando pensei isso, Deus quer que eu peça, a máquina fez um barulho assim, que era o barulho que a máquina fazia quando vinha o raio.

 A minha primeira coisa que me veio à cabeça, eu disse: “Raio da beleza”. E fim, feio. E a a partir daí foi raio da saúde, fim, raio da abundância, raio do sucesso, raio do amor, tudo o que é raio. Mas imagine a cena real. Uma mulher sozinha em frente a uma máquina, tentando convencer a mente de que aquilo que lhe atravessava o corpo não era apenas ameaça, mas também cura.

 Ela estava fragilizada, mas ainda procurava linguagem. E para uma comediante, linguagem é sobrevivência. Onde muita gente veria apenas o silêncio do hospital, Eloía tentava criar uma cena interior para continuar a respirar. Só que a fé dela não apareceu como frase pronta. Ela sempre falou da fé como algo antigo, anterior ao diagnóstico.

 Para Eloía, Deus já era norte, sul, leste e oeste. Em 2025, no Altas Horas, ela disse que se define como cristã, mas não pelo dogma, e sim pelo religar. Mas deixo bem claro que não sou uma pessoa religiosa pelo lado do dogma, mas sim pelo lado do religar. Para ela, igreja não é apenas o banco em que alguém se senta aos domingos.

 Igreja é a mão estendida, o bom dia, a consideração, a inclusão, o respeito. Como quem diz: igreja para mim não é um banco onde se senta aos domingos. Igreja é a mão que estendes, é o bom dia que dá, é a consideração que tem. Durante o tratamento, esta visão foi fundamental. E aqui entra um dos contrastes mais fortes da história.

 A mulher que fazia rir o público precisava decidir onde poderia chorar. Em entrevista à Conversa com Bial, ela contou que não se quis tratar no Rio de Janeiro. Preferiu ficar fora de casa em São Paulo, porque queria estar à vontade para chorar, vomitar, berrar e se desestruturar, se fosse necessário. Então, quis tratar-me fora da minha casa.

 Eh, eu queria estar à vontade para chorar, para vometar, para berrar, para, entendeu? É uma confissão forte, porque por detrás da imagem pública de alegria existia uma pessoa que necessitava de um espaço onde não tivesse de proteger os outros o tempo todo. Mesmo assim, ela não ficou sozinha. As amigas organizaram-se para estar com ela.

 Maria Clara Gueiros teria articulado uma escala de presença. Cláudia Raia, segundo contou Eloía, aparecia diariamente durante a quimioterapia, dizendo que tinha muitos compromissos, mas um canto da cabeça pensando nela. Ingrid Guimarães também recordou que as amigas se revesavam no hospital e que, de tão impressionante que era a força de Eloía, por vezes quem estava à volta parecia ficar pior do que ela.

 Esta rede de apoio muda o sentido da palavra solidão. Eloía queria estar fora de casa para atravessar o seu caos sem transformar o lar num hospital, mas o amor encontrou o caminho até ela. E talvez seja por isso que ao encerrar o tratamento, escreveu nas redes sociais uma mensagem de despedida dessa fase. Em 9 de outubro de 2019, ela celebrou o fim do tratamento.

 Disse que tinha saído do deserto, que a noite escura tinha passado e que a guerra tinha acabado. agradeceu ao corpo, à família, aos médicos, aos amigos, aos equipa do hospital e a todos os que sustentaram aquele período. Mas o fim do tratamento não significou que todos os voltou imediatamente ao normal. Essa é uma parte que muitos guiões apressados deixam de fora.

 A cura não devolve a vida no mesmo pacote em que ela foi tirada. Eloía falou de sequelas, de movimentos perdidos durante um período, de exercícios com um terapeuta da fala, de uma paralisia parcial na boca. Em 2020, ela chegou a brincar, dizendo que estava rindo tortinho, mas que não deixaria de sorrir.

 A frase tem humor, mas também tem uma camada de dor. Porque para uma atriz, o rosto é um instrumento, a boca é fala, o sorriso é assinatura. Imagine uma humorista a olhar para o próprio sorriso e percebendo que ele mudou. Imagine a pessoa que sempre entregou graça com o corpo inteiro, tendo de reaprender movimentos simples. Aí está a queda que quase ninguém vê.

 Não a queda pública com títulos e fotos, mas a queda íntima, aquela que acontece perante do espelho quando a pessoa precisa reconhecer uma nova versão de si mesma. E se a doença interrompeu planos, ela também se tornou matéria de reflexão. Em 2024, 5 anos depois do último dia de tratamento, Eloía lançou o livro Cheia de Graça, escrito com Isa Pessoa.

Até o título do meu livro que escrevi juntamente com Isa Pessoa chama-se Cheia de Graça. Ela quis que o lançamento acontecesse no dia 9 de outubro de 2024, exatamente 5 anos depois de ter terminado o tratamento em São Paulo. O livro nasceu como uma celebração da cura, mas também como tentativa de transformar experiência em testemunho.

 Não é apenas uma autobiografia tradicional, é uma viagem de humor, amor e cura. Nesse livro e nas entrevistas de divulgação, Eloía revisitou a sua própria trajetória. A menina que subiu ao palco aos 5 anos, a jovem que saiu de Salvador para tentar a vida artística no Rio de Janeiro. A atriz que antes da fama chegou a viver de favor e dormir num carro.

 A comediante que se afirmou na televisão, no teatro e na memória afetiva do público brasileiro. Esta retrospetiva é importante porque mostra que o cancro não caiu sobre uma vida vazia, caiu sobre uma mulher que já tinha enfrentado incertezas, rejeições, mudanças e recomeços. Mas a resposta dela não foi desaparecer.

 Eloía continuou a criar, voltou a falar da carreira, regressou aos palcos. Em 2025 apareceu como Zuma em Etaundo Melhor. Primeiro, não se chega a casa de ninguém a uma hora destas sem ser convidado. Segundo, nem sei quem você é. a sua primeira vilã em novela depois de quase 10 anos longe de folhetins.

 E este retorno tem um peso simbólico, porque a mulher que teve parte dos movimentos do rosto, afetada por um cancro nas glândulas salivares, voltou a colocar esse mesmo rosto a serviço de uma personagem. voltou a usar voz, expressão, humor e presença. Voltou a ser vista não como vítima, mas como artista em atividade.

 Em 2026, ao falar sobre a chegada aos 60 anos, Eloía disse que vive um momento de gratidão. Ela contou que não sente vontade de voltar para mudar decisões porque fez o caminho do coração. recordou que em 9 de outubro de 2019 estava a terminar o tratamento e que em 9 de outubro de 2024 estava a assinar o seu livro. Quando questionada sobre a vida hoje, resumiu com uma imagem simples: coração grato.

Para ela, isso não depende do dinheiro, nem de fase externa. Tem a ver com estar conectada com a vida. Esse é talvez o ponto mais forte da história. Eloía não saiu da doença prometendo uma vida perfeita. Ela saiu a falar de delicadeza. Depois do tratamento, disse que tinha vontade de viver com mais delicadeza.

Hoje em dia, eu tenho vontade de viver com muito mais delicadeza, com mais acolhimento consigo própria e consequentemente com os outros. É uma mudança silenciosa, mas profunda. Porque quem passa por uma ameaça real compreende que o tempo não é infinito. Entende que há conversas que não podem ser adiadas.

Compreende que o corpo envia sinais. Entende que uma pequena bola que parece nada pode ser o início de tudo. E é aqui que a história dela deixa de ser apenas sobre uma celebridade. Ela torna-se alerta. Especialistas reforçam que sinais persistentes na boca, no pescoço, na mandíbula ou na face precisam de ser avaliados.

 nódulos, inchaços, feridas que não cicatrizam, dor que não passa, dificuldade em engolir ou alterações do movimento facial merecem atenção. A identificação precoce pode fazer uma enorme diferença. No caso de Eloía, o pormenor do branqueamento dentário e a biópsia mudaram o rumo da história.

 Mas é também uma história sobre o que acontece depois de o notícia chega. Porque o diagnóstico não encontra apenas células, encontra uma família, encontra filhas, encontra marido, amigos, trabalho, agenda, sonhos, o medo e a fé. Na conversa com Bial, a sua filha Luía recordou que a mãe minimizava as coisas ao contar-lhe. Dizia que tinha um pequeno tumor que já tinha tirado, que estava a resolver.

 A ficha, segundo Luía, só caiu mais tarde. Este pormenor revela algo muito humano. Muitas vezes, quem está doente também tenta cuidar emocionalmente de quem ama. E você, o que faria se recebesse uma notícia destas precisamente no auge de uma vida pública marcada pela alegria? Conseguiria rir? Conseguiria pedir ajuda? Conseguiria permitir-se quebrar longe dos olhares da família? Essas perguntas incomodam porque ninguém sabe a resposta até estar diante delas.

 Eloía Periss não ganhou porque nunca teve medo. Ela venceu atravessando o medo com as ferramentas de que dispunha: fé, humor, pragmatismo, medicina, amigos, família e uma vontade obstinada de continuar. Ela não negou a dureza, chamou o tratamento de pesado. Falou de guerra nuclear, falou de corpo no chão, falou de dias difíceis, mas também falou de raio da beleza, de soldadinhos, de gratidão, de livro, de palco e de coração grato.

 No fim, a história da atriz não é apenas sobre cancro, trata-se de escutar o corpo antes que o corpo grite. é sobre o quanto uma vida de risos também pode esconder noites escuras. É sobre a coragem de admitir fragilidade sem transformar fragilidade em derrota. E é sobre uma mulher que, depois de enfrentar uma doença rara nas glândulas salivares, não voltou a a ser exatamente quem era antes.

 Voltou diferente, mais delicada, mais consciente, mais grata. Talvez seja isso que mais comoove. O público conhecia Eloía pelo riso, mas depois de 2019 passou a conhecer também a mulher que sorriu torto e mesmo assim sorriu. A mulher que saiu de um apartamento em São Paulo sem olhar para trás, como quem deixa uma fase trancada do lado de dentro.

 A mulher que 5 anos depois segurou um livro nas mãos para dizer que aquela dor não tinha sido o ponto final. E se o cancro, como ela já disse em reportagem, não é um ponto, mas uma vírgula, a frase dela continua a ser escrita com fé, com humor, com trabalho, com marcas, com memória e com uma pergunta que fica para quem assiste até aqui.

 Quantos pequenos sinais a gente ignora todos os dias, achando que nada vai acontecer connosco? Comente o que mais te surpreendeu nesta história. Foi a descoberta durante um branqueamento dentário, a força durante o tratamento, a rede de amigas ou a forma como ela vive hoje? A vida de Eloía Periss até quem parece feito de alegria pode enfrentar noites duríssimas e que às vezes sobreviver é precisamente aprender a voltar a sorrir, mesmo quando o sorriso já não é o mesmo. Não.

 

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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