“DE JEITO NENHUM”: O dia em que Roberto Carlos RECUSOU vestir a cor proibida

“DE JEITO NENHUM”: O dia em que Roberto Carlos RECUSOU vestir a cor proibida

O que era uma tradição de família acabou tornando-se uma das maiores obsessões do maior cantor do Brasil. Tudo começou bem antes da fama, no interior do Espírito Santo. A semente desta história foi plantada pelo pai do cantor, o Senr. Robertino Braga. Ele era um grande contador de histórias e falava com muita admiração sobre o avô do Roberto, o avô Joaquim.

 Joaquim era um homem valente, respeitado na região, mas tinha uma superstição inabalável. Ele nunca montava a cavalo vestido de castanho. Para ele, o castanho na montaria era um sinal de má sorte, um convite ao erro. Roberto cresceu a ouvir que para os homens da família Braga, o castanho e o sucesso não caminhavam juntos. Anos mais tarde, já no auge da Jovem Guarda, o rei decidiu renovar o guarda-roupa.

Foi até uma loja de luxo na famosa Rua Augusta, em São Paulo. O Roberto tinha acabado de ganhar o seu primeiro dinheiro bom. e queria o que havia de melhor. O vendedor, percebendo a presença da estrela maior do Paris, trouxe uma peça exclusiva, uma camisa de corte impecável, tecido nobre, mas era castanho.

 Naquele instante, no provador, a voz do pai e coou na cabeça de Roberto. O vendedor insistiu, mas Roberto, tu nem montas cavalo. E a resposta do rei foi definitiva. Não monto o cavalo, mas o castanho não levo de jeito nenhum. Ali o que era uma história de infância tornou-se uma lei pessoal. Com o passar dos anos, esta superstição se fundiu ao transtorno obsessivo compulsivo, o toque, que o rei assumiu publicamente há anos.

 O castanho foi proibido de forma radical. A coisa é tão grave que as equipas de produção de hotéis e salas de espetáculos recebem uma lista rigorosa, nada de castanho no camarim. Já houve relatos de móveis cobertos com panos brancos e até vasos de cerâmica retirados, porque a cor lembrava cor proibida. Hoje, o azul e o branco não são apenas cores preferidas, são a armadura psicológica do rei contra a negatividade.

Mas atenção, se procurar muito, vai encontrar fotos do Roberto de Marrom nos anos 60. Porquê? Porque é que o toque e essa promessa se intensificaram após a maturidade? Hoje olha para aquelas fotos como se fossem de outra pessoa. O Roberto Carlos transformou uma crença do avô numa marca registada. E tens alguma superstição que leva a sério? Alguma cor que lhe não usa por nada ou um objeto que lhe dá sorte? Se gosta de mergulhar nos segredos da MPB, inscreva-se no Musicando Vozes. A sua inscrição ajuda

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Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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