30 ATRIZES DOS TEMPOS DE OURO DA TV QUE JÁ PARTIRAM E DEIXARAM SAUDADES DOS ANOS 70 E 80 -H
Depois você pediu e nós atendemos. Depois da emoção da primeira parte, estamos de volta para recordar grandes estrelas [música] da televisão brasileira. Inaona Magalhães, Tônia Carreiro, Eva Vilma e tantas outras já despertaram aquela saudades de um tempo em que as novelas reuniam as famílias e cada personagem parecia viver dentro da nossa casa.
Hoje a televisão mudou, mas essas recordações continuam vivas. E agora vamos homenagear mais 30 atrizes inesquecíveis que emocionaram gerações e partiram deixando um vazio impossível [música] de preencher. Começando pela querida Glória Menezes. Ela deixou-nos recentemente, no dia 18 de agosto de 2026. [música] Nesse dia, a televisão brasileira perdeu uma das suas maiores atrizes.
Ela tinha 91 anos. Nasceu [música] Nilsed Soares de Magalhães, ela construiu mais de seis décadas [música] de carreira e ajudou a escrever a história das telenovelas. Ao lado de Tarcísio Meira, o seu companheiro por mais de meio século, formou um dos casais mais amados do país, dentro [música] e fora do ecrã. Glória Menezes marcou gerações em irmãos Coragem, [música] vivendo as três personalidades de Lara.
Se quer que a gente se [música] se conhece melhor, não não custa nada, não. Brilhou em guerra dos sexos e surpreendeu como a perversa Laurinha Figueiroa em Rainha da Sucata. Foi um prazer trabalhar consigo. Os nossos cartões de crédito já não são aceites em lugar nenhum. Empréstos nem pensar. O seu último papel fixo em telenovelas foi a divertida Stelinha.
de totalmente demais. 200 camelos por mim. Uma verdadeira pisxincha. 5 anos depois da partida de Tarcísio Meira, ela morreu de causas naturais em seu apartamento no Rio de Janeiro. O seu talento atravessou [a música] as fases da televisão brasileira. Partiu assim discretamente, mas deixou personagens, elegância e uma história de amor que vão permanecer para sempre na memória do Brasil.
E está também entre as despedidas mais recentes a Laura Cardoso, uma verdadeira pioneira da TV. Ela deixou-nos no dia 17 de agosto, aos 98 anos, por causas naturais, em São Paulo. Segundo a sua filha, Laura Cardoso partiu serenamente nos braços da neta Adriana, rodeada pelo carinho da família.
O seu nome nos documentos era Laurinda de Jesus. Cardoso Balerone. Ela começou na rádio aos 15 anos e participou nos primeiros anos da TVF, quando a televisão ainda dava os seus primeiros [música] passos no Brasil. Ao longo de mais de oito décadas de carreira, viveu personagens inesquecíveis nas mulheres de areia. Chocolate com pimenta, Gabriela, sol nascente e o outro lado do paraíso.
Tu ficavas contente a Raquel tivesse viva. O seu último trabalho em telenovelas foi em A dona do Pedaço em 2019, mas ela continuou ligada à arte. Rigorosa, humilde e generosa, Laura Cardoso transformava até pequenos [música] papéis em grandes momentos. A sua partida encerrou uma das trajetórias mais longas, brilhantes e respeitadas [música] da dramaturgia do VIS.
E o número 28, Et Frazer, uma artista que ajudou a transformar a televisão brasileira. Estreou-se nas novelas em Bet Rockfeller, uma produção da TV Tupi, que mudou a forma de contar histórias [música] no pequeno ecrã, aproximando os personagens da vida real. P Fraser também participou em grandes trabalhos no teatro e no cinema, mas [a música] muita gente se lembra dela a apresentar o programa culinário A moda da casa, na Record, durante os anos 80.
Era uma mulher culta, divertida e dona de uma presença muito particular. Na última noite de 2018, no dia 31 de dezembro, ela sofreu um ataque cardíaco [música] e faleceu em São Paulo aos 87 anos. A a sua partida fechou um ano, mas também encerrou uma trajetória fundamental para a cultura do Brasil. E depois da Gomes, a inesquecível doroteia cajazeira de [música] O bem amado.
Ao lado da Judiceia e do Cineia, ela formava o trio [música] de irmãs solteironas que defendia a moral de Sucfira, embora vivesse rodeado de contradições e muita comicidade. Ô Doricula, não, não, não, não faça isso. El, podem aparecer de repente. As as minhas irmãs não sabem nada a nosso respeito.
Ida Gomes esteve também em Estúpido [música] Cupido, vivendo a Madre Encarna e apareceu em Ostro como a divertida tia Magda. Além de atriz, emprestou a sua voz a estrelas de cinema como Bet Daves e John Crawford nas dobragens brasileiras. No dia 22 de fevereiro de 2009, ela nos deixou aos 85 anos depois de uma paragem cardíaca provocada por uma pneumonia.
Beatriz preparava-se para receber uma homenagem no prémio Shell. [música] Partiu antes da cerimónia, mas havia conquistado um lugar na memória da televisão. E a Lup Giliot, um rosto familiar para quem acompanhou as telenovelas e os programas de humor durante décadas. Ela esteve em produções como anjo mau, mulheres de areia e cama de gato, [música] conferindo personalidades aos papéis menores.

Fora do ecrã, Lute fazia parte de uma família artística. Era irmã de Chico Anísio, mãe da realizadora Sininha de Paula e avó da atriz Maia. Curiosamente, antes da carreira artística formou-se em direito e só depois se entregou ao teatro. O visiliote enfrentou um cancro [música] de pulmão por do anos e faleceu na sua casa em Copa Cavana no dia 19 de Dezembro [música] de 2010.
Tinha 84 anos. A sua trajetória prova que não existe personagem pequena quando há talento e presença [música] em cena. É a querida Márcia Real, uma das pioneiras da nossa televisão. Ela brilhou nos telete em direto da TVF, [música] apresentou o clube dos artistas durante 10 anos e foi a primeira vencedora do Troféu Imprensa para Melhor Atriz.
Nas novelas, muita gente se recorda da sua atuação como a durona valquíria de bebé a bordo, uma personagem inesquecível. [música] Esteve também em produções como o direito de nascer e a viagem. Afastada dos holofotes, enfrentou o mal de Alzheimer há mais de [música] uma década. Ela faleceu num hospital de Ibiuna, no interior de São Paulo, no dia 15 de março [música] de 2019, aos 90 anos.
Assim, Márcia Real partiu, [música] mas ficou o legado de uma mulher que ajudou a própria TV brasileira a nascer. que a Consuelo Leandro, uma atriz que transformava cenas em confusão e gargalhada. A sua voz ficou conhecida ainda no rádio, em Balança mais não cai, antes de conquistar a televisão com as suas caretas, o seu devoche e personagens populares.
Na novela Cambaracho, ela viveu a Lili Bolero, a cantora falhada que culpava a Ângela Maria por não ter alcançado o sucesso. Eu sei lá. iração da cabeça dela. Já Eu disse-lhe que esta bruaca não bate bem. Consuelo também marcou presença em A Praça Nossa e a escolinha do Golias. Em Julho de 1999, estava internada para tratar de um cancro na bexiga quando sofreu uma paragem cardíaca e entrou em coma.
Partiu no dia 5 aos 67 anos. Ela partiu cedo, mas deixou um tipo de humor espontâneo e [música] popular que hoje faz muita falta na televisão brasileira. E o número 23, Marina Miranda, a eterna dona charanga da escolinha do professor Raimundo. O seu rosto, a sua voz e o seu jeito de responder às perguntas de Chico Anísio eram inconfundíveis.
Ela também formou uma dupla popular com o tumalé. A imalança mais não cai. [música] Participou em Os trafalhões e esteve nas telenovelas Dona Chefa, Daning e a gata comeu. Nos últimos anos enfrentava a doença de Alzheimer e outros problemas [música] de saúde, internada com uma infecção urinária e uma doença pulmonar, ela deixou-nos no Rio de Janeiro aos 90 anos, [música] no dia 20 de setembro de 2021, apenas 10 dias antes de fazer anos.
[música] A Dona Charanga partiu, mas a sua A irreverência ainda permanece viva na memória dos grandes humorísticos da televisão. E a Ilca Soares, uma das mulheres mais elegantes da história da TV brasileira. [música] Ainda antes das novelas, ela já brilhava como modelo. A apresentadora estrela do cinema nacional.
Na Globo viveu a sofisticada Vera em Ucafona. Apareceu em Anzo Maal e conquistou grande destaque como a celeste em locomotivas. [música] Eu Soares também participou nos primeiros testes da televisão a cores, ajudando a construir a nova fase da a nossa TV. Depois de atravessar décadas diante das câmaras, ela enfrentou um cancro do pulmão e morreu no Rio de Janeiro aos 89 anos, no dia 18 de junho de 2022.
[música] Faltavam apenas três dias para ela completar 90 anos. Foi uma [música] despedida discreta para uma atriz que sempre foi sinónimo de beleza, classe e sofisticação. Maria Helena Dias, uma atriz que marcou uma das novelas mais acarinhadas dos anos 80. Em elas por elas de 1982, ela vivia Carmen, uma das sete amigas que [música] se reencontravam depois de muitos anos, contracenando com Eva Vilma, Sandra Breia e Araci Balabania.
A Maria Helena também esteve [música] em Água Viva, Tieta e Rainha da Sucata, com atuações firmes. Anjo da televisão desde 2007, voltou a ser muito lembrada quando elas por elas ganhou uma nova versão. A Beatriz deixou-nos no dia 1o de agosto de 2023 [música] em São Paulo, aos 91 anos. Estava internada com broncopneumonia e uma trombose na perna.
A causa da morte foi enfarte e pneumonia. Foi uma despedida cheia de saudade. Araci Cardoso, uma daquelas atrizes cujo rosto muita gente reconhece imediatamente. Ao longo de décadas, ela esteve em telenovelas como Água Viva, final feliz [música] e a gata comeu, dando verdade a mulheres populares.
Mais tarde ainda apareceu em mandala de corpo e alma e [música] sol nascente, comprovando a sua longevidade artística. Tarace Cardoso foi premiada no cinema e manteve uma carreira ativa até pouco antes de morrer. Depois de cerca de um mês internada, a tratar de problemas no coração e nos rins, ela sofreu uma infeção pulmonar. A atriz deixou-nos no Rio de Janeiro no dia 26 de dezembro de 2017, aos 86 [música] anos.
Ela partiu discretamente, mas deixou dezenas de personagens que ajudaram a construir a memória das telenovelas brasileiras. E o número 19, a Neusa Amaral. Ela era uma atriz que o público via constantemente, mesmo quando não sabia o seu nome. Participou em sucessos como Irmãos Coragem, Selva de Pedra e Fogo sobre a Terra, para além de outras produções inesquecíveis.
[música] E acreditem, Neusa Amaral começou a trabalhar ainda menina, vendendo marmitas e construiu uma carreira de seis [música] décadas. Nos anos 90, também entrou para a política e foi eleita vereadora no Rio de Janeiro. Em abril de 2017, ela teve de ser internada e não resistiu a uma [música] embolia pulmonar.
Faleceu no passado dia 19, aos 86 [música] anos, deixando um filho e dois netos. Hoje, a sua imagem continua despertando aquela reação tão [música] comum entre os amantes das telenovelas antigas. Eu conhecia aquele rosto, [música] só não se lembrava do nome. É a Susana Fain, uma [canção] artista que começou como bailarina e depois descobriu a força da interpretação.
[música] Ela esteve nas versões de Selva de Pedra e participou em novelas marcantes como Dança [música] 10, Pai Herói e Top Modelo. Em Vida Nova, a sua atuação como a rígida Maria valeu-lhe o prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Depois outra geração conheceu-a em a favorita e Salve Jorge.
[música] Quanto menos se falar no nome desta rapariga, quanto menos se lembrar que menina, para ele vai ser melhor. Artis mantinha uma presença serena, mas sabia transformar personagens comuns em figuras cheias de profundidade. deixou-nos no dia 25 de abril de 2022, aos 89 anos, no Rio de Janeiro, devido à complicações da doença de Parson.
Foram 70 anos de carreira, do valé às novelas, sempre com disciplina e talento. De Genane Machado, lembra-se dela? Era uma jovem atriz que parecia destinada a avôos maiores. Lá nos anos 70, ela chamou a atenção como a RIP Lúcia Esparadrapo em Ucafona e ficou conhecida como a Bebel na primeira versão de A Grande Família.
também esteve em estúpido convido. Filha do empresário Carlos Machado de Genane cresceu rodeada pelos bastidores [música] do mundo artístico e chegou muito cedo à televisão. Porém, depois [música] da morte do pai, afastou-se dos olo e passou a viver de forma reservada. Ela deixou-nos no dia 23 de março de 2022, [música] aos 70 anos.
Ainda hoje, a sua história desperta a curiosidade de quem se lembra daquele rosto jovem, moderno e marcante da televisão dos anos 70. E o número 16, a Jorgia Gomed, [música] a senhora da televisão paulista. Ela brilhou na TVP, na Excelor e participou de produções como mulheres de areia, ninho [música] da serpente e da vereda tropical.
Mesmo tendo apenas cerca de 5% da avisão desde os 18 anos por uma doença congénita, George Gomid nunca [música] permitiu que esta limitação interrompesse a sua carreira. Pelo contrário, conquistou prémios e respeito [música] com interpretações intensas e sofisticadas. Nos últimos anos enfrentava o mal de Alzheimer e afastou-se dos palcos.
Jorge Gomid [música] faleceu em São Paulo no no dia 29 de janeiro de 2011. Tinha 73 anos e morreu vítima de infecção generalizada. A sua vida foi uma demonstração de força, disciplina [música] e amor pela arte, mesmo perante obstáculos que poucos conheciam. Mari Luveno, elegante, engraçada, [música] imprevisível. Nos anos 70 esteve em Ubof [música] e estúpido cofido.
Depois ganhou enorme popularidade como a Olívia em guerra dos sexos. [música] E também marcou presença em Agata comeu, na escolinha do professor Raimundo e no infantil Caça Talentos. Esta gente rica é muito esquisita. Mari Bueno, tinha um tempo cómico privado e conseguia roubar a cena com uma simples expressão. Em maio de 2022, foi internada para passar por uma cirurgia no abdómen.
[música] O pós-operatório apresentou complicações e teve de ser levada para a UTE. A atriz não resistiu, deixou-nos [música] a 22 de junho desse ano, aos 82 anos. Foram sete décadas de carreira [música] e uma coleção de personagens que ainda despertam carinho e boas recordações. E o número 14, a Zilda Cardoso, a inesquecível dona Catifunda.
Com o seu vestido chamativo, o cabelo preso e aquele [música] jeito atrevido, a personagem passou pela Praça da Alegria, a Praça é Nossa, e [música] pela escolinha do professor Raimundo. Zilda Cardoso participou também em trafalhões e apareceu na novela Meu bem, meu mal, como a enfermeira Elsa. Curiosamente, no início dos anos 60, chegou a comandar o seu próprio programa, Zilda 23 polegadas, algo raro nesse período.
No dia 20 de dezembro de 2019, [música] ela foi encontrada morta no seu apartamento em São Paulo. Tinha 83 anos e morreu de causas naturais enquanto dormia. A dona cativa saiu de cena [música] em silêncio, mas continuou a ser uma das figuras mais reconhecíveis do humor brasileiro e à Wilsa Carla, uma presença que ninguém conseguia ignorar.
Atrizet e humorista, ficou eternizada como a dona redonda na primeira versão de Saramandaia. A personagem comia sem parar e teve um dos desfechos [música] mais absurdos da história das telenovelas. Explodiu de tanto [música] comer, espalhando pedaços por toda a parte do cidade fictícia de Bolly Bolly.
Willsa Carla esteve também em Os Trafalhões, Chico City e filmes nacionais. A sua A irreverência transformou o próprio corpo, tantas vezes alvo de preconceito, [música] numa marca de força e humor. Depois, enfrentou [música] a obesidade crónica, diabetes e problemas de saúde. Beatriz nos [música] deixou aos 75 anos em São Paulo, no dia 18 de junho [música] de 2011.
Devido às complicações da diabetes, partiu uma artista popular, ousada e absolutamente impossível de esquecer. E a Zezé Macedo, uma das maiores comediantes que o Brasil [música] já teve. Pequena, magra e dona de uma voz inconfundível, ela participou em cerca de 100 filmes e ficou conhecida como A empregadinha do Brasil. Na televisão marcou gerações em programas de Chico [música] Arísio.
Viveu a dona Carochinha no sítio e fez sucesso como a dona Vela na escolinha do professor Raimundo. Zé Macdo também escrevia poesia e publicou quatro livros. Em agosto de 1999, [música] ela sofreu um AVC após o rompimento de um aneurisma cerebral. Permaneceu internada durante 46 dias, [música] mas não resistiu. Deixou-nos em 8 de outubro.
no Rio de Janeiro, tinha 83 anos. O Brasil perdeu uma [canção] artista que transformou as dores pessoais num talento extraordinário para fazer rir o público. E o número 11, [música] a Sônia Mahed, uma comediante que talvez reconheça primeiro pelo rosto e pelas gargalhadas que provocava. Ela ficou inesquecível como a Ofélia, [música] a granfina atrapalhada de balança, mas não cai, que fazia o marido Fernandinho, vivido por Lúcio Mauro, morrir de vergonha.

Sónia [música] Mamed também passou por planeta dos homens, Chico City e os trafalhões, além de contracenar na novela Jogo da Vida. Em 1985, [música] no entanto, a sua vida mudou quando foi diagnosticada com [música] leucemia. Depois de 5 anos de luta, uma minigite agravou o seu estado. A atriz faleceu no Rio de Janeiro em 25 de Abril de 1990, aos 53 anos.
Partiu cedo demais, mas deixou uma personagem viva que atravessou gerações e ainda hoje faz muita gente a sorrir. É a Clayonis, uma atriz de presença imponente e talento. Irmã de Cassilda Wecker. Ela construiu a sua própria trajetória e [a música] brilhou em produções como mulheres de areia. Ninho da serpente e rainha da sucata. Continua o mesmo, hein? Ai, nem parece que passaram tantos anos.
Lá nos anos 90 voltou a conquistar [música] o público em Vanf e Torre de Vavel. Já em Fion, o seu último [música] trabalho divertiu os espectadores como dona vrígida. Alguns dizem que estou caduca. Caduca não, desconfiada. Clay Dáconis estava internada há meses no hospital [música] sírio libanês depois de sofrer uma isquemia.
Ela faleceu em São Paulo [música] no dia 15 de de abril de 2013 aos 89 anos. [música] E dessa forma partiu uma verdadeira senhora do teatro e da televisão, daqueles que entravam em cena e imediatamente faziam o público prestar [música] atenção. Tadice Miliátio, uma atriz que abriu duas portas [música] poderosas na memória do público.
Em o bem amado viveu a Judiceia Cajazeira, uma das três irmãs moralistas e apaixonadas pelo autarca Odorigo Paraguaçu. [música] Poucos anos depois tornou-se a primeira Emília da versão da Globo do Sítio do Picau Amarelo. Ela também esteve em Saramandaia, marrom glacê, [música] e a gata comeu, sempre com o seu jeito espontâneo e divertido.
Depois de sofrer um AVC, ela passou a viver no retiro dos artistas e teve a saúde bastante debilitada. Miliá [música] deixou-nos no dia 22 de setembro de 2009, aos 75 anos, no Rio de Janeiro, vítima [música] de problemas respiratórios e uma infeção urinária. Faltavam apenas 8 dias [música] para o o seu 76º aniversário. E o número oito, a Lei Francisco, uma atriz de beleza [música] e personalidade inesquecíveis.
Ela participou em mais de 20 novelas e marcou presença em sucessos como a escrava marrom glac e baile comigo. [música] Em louco amor viveu a ambiciosa Gisela, enquanto outra geração reconheceu-a como a Madame Consuelo, [música] de puro amor. Fora dos ecrãs, Lady Francisco era conhecida pelo amor aos animais.
foi precisamente ao tentar proteger os seus cachorros durante uma rixa que sofreu uma queda e fraturou o fêmor. Após a cirurgia, o seu estado torna-se complicou. A atriz deixou-nos no dia 25 de maio de 2019, aos [música] 84 anos, por falência múltipla de órgãos, decorrente de uma isquemia intestinal, [música] uma despedida dolorosa para uma mulher intensa e corajosa.
[música] É a François Fortante [música] dos anos 70. O seu grande sucesso chegou como ATT, a jovem romântica [música] de estúpido Covido, uma novela que retratava os sonhos e os amores de uma cidade do início dos anos 60. Depois, a atriz esteve em bebé a bordo, tieta e explode coração, conquistando gerações.
Mesmo quando fazia personagens duras, conservava uma simpatia que atravessava o ecrã. François Forton já tinha enfrentado um cancro anos antes e voltou a lutar contra a doença nos últimos meses de vida. Ela faleceu cedo aos 64 anos, no dia [música] 16 de janeiro de 2022, no Rio de Janeiro. A a sua partida precoce deixou [música] muitas saudades e uma galeria de personagens ainda recordadas com carinho pelo público brasileiro.
E o número seis, Leila Dinis, uma mulher maior do que as suas personagens. Na televisão, participou em novelas como Shake de Agadir. Eu compro essa mulher e a rainha louca. Eu faço o que eu quero. Durmo com toda a gente, com quem quer dormir comigo e com quem eu quero dormir. Mas foi fora do ecrã que Leila Diniz desafiou costumes, falou sobre liberdade feminina e tornou-se um símbolo de uma geração.
Em 1971, a sua fotografia grávida a usar biquíni na Fraia tornou-se histórica. No ano seguinte, quando regressava da Austrália, o avião da Japan Airlines, em que viajava, caiu perto de Nova Deli, na Índia. Atriz deixou-nos no dia 14 de junho de 1972, aos 27 anos, deixando também uma filha ainda bebé.
A sua vida foi breve, mas intensa o suficiente para mudar comportamentos e fazer o seu nome atravessar décadas. Iara Cortes, uma atriz que sabia transformar mulheres simples em personagens inesquecíveis. Nem o palacete viveu Carolina. Em Marron Glac foi a marcante Madame Claw. [música] Mas o seu maior sucesso veio como a feirante da dona Chefa, a mãe trabalhadora que fazia sacrifícios pelos filhos.
Anos mais tarde, a atriz emocionou uma nova geração como a dona Maroca, a mãe amorosa de A Viagem. Fora dos ecrãs, levava uma vida discreta. Nunca se casou, nem teve [música] filhos e gostava de cuidar de passarinhos no seu apartamento. Ela deixou-nos aos 81 anos, no dia 17 de outubro [música] de 2002, no Rio de Janeiro.
Vítima de insuficiência respiratória. Partiu a atriz, mas ficaram a Dona Chifa e a Maroca, duas mães que o público brasileiro jamais esqueceu. William Lemerts, uma atriz sofisticada, intensa e de um talento imenso. Ela brilhou em telenovelas como O [música] Espigão, Final Feliz e Roque Santeiro, entretanto entrou para a história das novelas como A Helena, de baila comigo, a primeira protagonista com este nome escrita por Manuel Carlos.
Lilian Lemmertes interpretava mulheres reais, cheias de dúvidas, força e contradições, sem precisar [música] de exageros. A sua trajetória foi interrompida repentinamente. A 5 de junho de 1986, [música] a filha de Júlia Lemertou a mãe morta no apartamento onde ela vivia, no Rio de Janeiro.
Liliam tinha sofrido um enfarte fulminante e tinha apenas 48 anos. Faltavam 10 dias para ela completar 49 anos. Uma perda muito precoce que ainda hoje causa profundo espanto e saudade. E o número três, a Zilka Salaverry, a mulher que se tornou avó de milhões de brasileiros. Ela participou em novelas importantes como Irmãos Coragem, O bem amado e o casarão.
Mas foi como a dona Venta no Sítio do Picafau Amarelo, entre 1977 e 1986, que ela entrou para a memória do país. Sentada à mesa ou a contar histórias para a Narizinho e [música] Pedrinho, Zilka Salaverry transmitia carinho e sabedoria, como se realmente fizesse parte da nossa família. Depois de quase um mês internada com insuficiência renal, infeção urinária e desidratação, ela deixou-nos no Rio de Janeiro em 10 de março de 2005, aos 87 anos.
A atriz partiu, mas a voz e o sorriso daquela dona Venta continuam a levar muitos de nós de volta à infância. AC Gonçalves, uma artista que nunca pediu licença para ser quem era. A sua carreira atravessou o teatro de revista, a rádio, o cinema e a televisão brasileira, marcada pelo improviso e reverência e palavrões que desafiavam qualquer censura.
Na Globo comandou Derci espetacular e Derci de verdade, recebendo convidados e transformando cada entrevista num acontecimento imprevisível. DC Gonçalves trabalhou durante mais de oito décadas e continuou a aparecer diante das câmaras mesmo depois [música] dos 100 anos. Em 19 de julho de 2008, ela faleceu no Rio de Janeiro aos 101 anos, devido [música] à insuficiência respiratória, infeção pulmonar provocada por uma pneumonia grave.
Ela não deixou apenas personagens, deixou uma personalidade única, impossível de imitar. E ainda mais impossível de esquecer. É a Sandra Vreia, um símbolo [música] de beleza, liberdade e coragem da nossa TV brasileira. Ela conquistou o público como a Telma, a filha rebelde do Odorico Paraguaçu em Oado. [música] Emocionou como a vanda de Elas por Elas e viveu a determinada Jaqueline em Tititi. Nos anos 70 e 80.
Sandra Vreia era admirada em todo o país. Em 1993, revelou [música] publicamente que vivia com o vírus VIH e enfrentou de cabeça erguida o preconceito daquela época. Anos depois foi diagnosticada com cancro de pulmão. [música] A atriz faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, no dia 4 de Maio do ano 2000, aos 47 anos, uma semana antes de fazer aniversário.
Ela partiu demasiado jovem, mas deixou uma história de talento, beleza e coragem. Agora conta-me aqui, lembrou-se de todas essas atrizes? Qual delas mais gostava de vir à televisão? Deixa o teu comentário, ó. Não te esqueças de deixar o teu like, ok? E dizer à cidade de onde está assistindo. E participe no nosso clube do canal.
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Ó, eu vou deixar outro vídeo para si aqui nos cartões da primeira parte desta [música] homenagem. Basta clicar aqui neste cartão que se vai recordar das outras 30 atrizes da época dourada [música] da TV que já nos deixaram. É um vídeo bastante emocionante que vale a pena ver. Eu vou ficando por aqui, mais uma vez o meu muito obrigado e até ao nosso próximo vídeo.