ANTÔNIO MARCOS MORREU HÁ 33 ANOS, AGORA SUA ESPOSA FINALMENTE QUEBRA O SILÊNCIO! – H

Nem parece, mas já lá vão 33 anos que o cantor António Marcos nos deixou. E [música] agora Dévora Duarte, que sempre foi muito discreta, decidiu finalmente falar. [música] Quando me lembro Toninho, só me lembro de coisa muito boa. E o que ela revela nesse momento não é mexericos, [música] nem disputa de memória.

É a verdade de quem viveu ao lado dele [música] 7 anos de amor intenso, fragilidade, luta e poesia. Pela primeira vez, [a música] a atriz descreve o homem por detrás do ídolo, o poeta doce, generoso, [música] brilhante e destruído pela vivida. Ela fala de um encontro de almas, da [música] filha que tiveram, das batalhas silenciosas e da dor de o ver [música] ir embora tão cedo.

Débora Duarte foi casou com ele depois de o cantor se separou-se de Vanusa. A atriz confessou que estava apaixonada por ele, mas o amor não resistiu. [música] Eles também se separaram. E quando faleceu em 1992, [música] O António Marcos estava casado com a Ana Paula Braga, a filha do Roberto Carlos. António [música] Marcos, Pensamento da Silva, teve uma ascensão meteórica no panorama artístico [música] brasileiro, impulsionada por um carisma innegável e uma voz marcante.

Nasceu na zona leste de São Paulo, vinha de origens humildes, sendo o segundo de oito filhos de um alfaiate e de uma costureira. [música] O seu talento, no entanto, suplantou rapidamente os modestos ofícios de office boy e caixeiro que desempenhava na juventude. Desde cedo, [a música] ele dedicava-se ao violão participando em programas de talentos e aos 19 anos [música] integrando o coro Golden Gate e atuando no teatro de arena.

A sua entrada definitiva no estrelato musical [música] aconteceu na década de 1960. Após uma breve passagem pelo conjunto Os Iguais, [música] ele lançou-se como solista, conquistando público com a regravação de Há um amor melhor que o seu, um sucesso instantâneo de Roberto e Erasmo Carlos.

No entanto, [a música] a a sua grandeza reside tanto na interpretação como na composição. Entre os seus maiores sucessos como intérprete [música] são as intemporais oração de um jovem triste e o homem [música] de Nazaré. Irmão, vamos seguir por ter tudo o que [música] o homem de Nazaré. [música] Como compositor está ao lado do seu irmão Mário Marcos, cravou o seu nome na história com Como vais em 1972.

Como vai você? Esta balada romântica tornou-se um estrondoso sucesso, imortalizada na voz de Roberto Carlos. António Marcos também se aventurou na atuação, aproveitando o seu porte de [música] galã e elegância. Participou em filmes como Pais Quadrados, filhos avançados e atuou em produções televisivas importantes.

Foi protagonista da novela da ATV, [música] Toninho On The Rocks, em 1970. integrou o elenco de cara a cara em 1979 [música] na TV Bandeirantes. A gente tinha feito uma novela antes estará a namorar, que o Lima dirigia. Ai, é? É. que chamava Toninho Under Rocks. Era muito querido pelos FAS, talentoso, era [música] conhecido por ser uma pessoa extremamente educada e generosa.

Mas, infelizmente, [a música] António Marcos teve problemas graves com a bebida e acabou por nos deixar cedo demais. Da Vanusa costumava falar que o cantor tinha dificuldade em aceitar as [música] injustiças do mundo. Ela contava que, quando questionado sobre o motivo de beber [música] tanto, António Marcos defendia-se com esta frase: “Não sou deste planeta.

O mundo é cruel e desigual”. O cantor era muito sensível. Vivia incomodado com as coisas que via. Ele não aceitava, por isso [música] bebia. Vanusa comentou muito a relação com o António [música] Marcos. Os dois estiveram casados ​​cerca de 4 anos e se separaram por causa disso. Nos anos finais da década de 1960, [música] António Marcos e Vanusa cruzaram-se pela primeira vez nos bastidores da editora RCA [música] Victor em São Paulo.

uma jovem cantora ligada à Jovem Guarda, [música] recém contratada pela editora. Ele, o galã romântico em ascensão, [música] dono de uma voz grave e inconfundível. Vanusa contaria mais tarde que o ar parou quando viu [música] pela primeira vez e que se apaixonou de vez ao ouvir o disco que lhe deu nessa ocasião.

Na altura, ainda namorava com o cantor paraguaio Fábio e rompeu o relacionamento depois [música] de perceber o encantamento por António Marcos. O romance começou intenso e por algum [música] tempo discreto. Dá relatos de que o casal tentou manter o início da relação em segredo para não avalar a imagem de ídolo romântico de António Marcos e não enfrentar a reação das fãs.

Quando a união se tornou pública no início dos anos 70, os dois passaram a ser vistos [música] como um casal perfeito da música brasileira. Bonitos, [música] carismáticos, presentes em programas de TV, capas de revista e fotonovelas. Em 1972, já com a primeira filha, Amanda, [música] oficializaram o casamento. Pouco depois, nasceria da segunda [música] filha, Areta, que mais tarde seguiria uma carreira artística.

O período coincidiu com o auge profissional de ambos. Vanusa [música] rebentava nas rádios com canções como Manhãs de Setembro e em 1975 Paralelas. Ao mesmo tempo, [a música] interpretava em discos e programas de TV músicas do marido, como sonhos de um palhaço. E como vai? Eu fui palhaço sem querer. Como vai? [aplausos] Por detrás da imagem glamorosa, porém a A vida doméstica era marcada por uma sombra crescente, [música] o alcoolismo de António Marcos.

entrevistas e na sua autobiografia, Vanusa relatou que tentou [música] de várias formas ajudá-lo, procurando internamentos, impondo limites e, em determinado momento a chegar [música] a um ultimato. Ou escolhia a família ou a bebida. [música] Segundo ela, não conseguiu largar o álcool. Sim, pegou na garrafa, deu um gole, pôs a garrafa e disse assim: “Eu nunca vou deixar de beber”.

Um episódio relatado ilustra o tamanho do problema. Em 1975, [música] durante o pequeno-almoço, a filha mais idosa, Amanda, disse que não queria ir mais à escola, porque [a música] no recreio, os colegas gritavam que o pai era bêbado. Vanusa contou que nesse momento entendeu [música] que a situação já tinha ultrafaçado qualquer limite saudável para as filhas.

as recaídas eram [música] constantes, com relatos de acidente de condução de automóveis alcoolizado, perda de contratos e crescente instabilidade [música] profissional do cantor. Depois de tantas tentativas [música] de ajudar, de terapias, apelos e promessas, Vanusa confrontou o marido. António Marcos, é o seguinte, ou a bebida ou a sua família.

A resposta veio no silêncio de um gesto. Ergueu o copo, bebeu sem olhar para ela e disse que não largava o vício. Perante isto, Vanusa foi clara. Levanta e vai [música] embora. Ele foi e, segundo ela, nunca mais voltou. Décadas mais tarde, [música] já distante dele, Vanus ainda se referia a António Marcos como o homem que mais amou.

e reafirmava que a separação não foi [música] por falta de amor, mas pela impossibilidade de o salvar da bebida. [música] Ele vai voltar. Ele vai deixar de beber e vai voltar. Nem nunca parou de beber e nem nunca pediu para voltar. Depois de deixar Vanusa com as duas filhas, [música] António Marcos iniciou um relacionamento com a atriz Débaro Duarte.

Com ela ficaria cerca de 7 anos. Após a dolorosa separação de Vanusa, em meados da década de 70, António Marcos vivia um período de instabilidade emocional [música] e profissional. A carreira já não tinha o mesmo brilho do início da década e o alcoolismo, que tinha deteriorado o seu casamento anterior [música] continuava presente com uma sombra que o acompanharia até ao fim da [música] vida.

Foi neste contexto turbulento que o cantor reencontrou Débora Duarte, a atriz [música] consagrada desde cedo e filha adotiva do ator Lima Duarte. Os dois tinham trabalhado juntos antes, [música] mas só após o rompimento de António Marcos com Vanusa é que o vínculo afetivo floresceu. Évora, já uma artista respeitada, trazia [música] consigo um olhar maduro sobre a vida.

Para muitos, a união entre ela e António O Marcos parecia representar uma [música] nova etapa, uma tentativa legítima de reconstrução emocional para um dos maiores intérpretes [música] românticos do país. Alguns registos biográficos situam [música] o início da União por Volta de 1976, ano em que [a música] passaram a viver juntos.

A imprensa da época noticiou o relacionamento com curiosidade. Tratava-se de duas figuras [música] populares, cada um com uma forte presença na TV ou na música. Ao ao contrário do casamento anterior, amplamente explorado pelos media, António Marcos e Débora Duarte tentaram inicialmente manter certa [música] descrição, especialmente por causa das filhas e relações anteriores e da carreira intensa dela.

Esta união nasceu a Paloma Duarte em 1977, futura atriz e uma das mais talentosas da sua geração. Segundo relatos, a chegada da filha representou um raro período de estabilidade emocional para o cantor. A própria Débora confirmaria décadas depois de António Marcos ter chegado a deixar de beber durante a gestação, permanecendo sóbrio durante cerca de 3 meses.

algo de excepcional na sua trajetória marcada pela vivida. Mas para fazer a paloma, parou três meses. Acho que foi a única vez na vida dele que conseguiu ficar três meses sem beber. A rotina familiar misturava gravações de Débora, compromissos musicais de António Marcos e o desejo dos [música] dois de construir um lar equilibrado.

Na altura, já atuava em novelas e projetos televisivos. enquanto ele, embora distante do auge, ainda se apresentava e alimentava planos artísticos. A comunicação social repercutia a imagem do casal como dois talentos renascendo juntos. Mas as feridas do passado não desapareceram. O alcoolismo de António Marcos, que tinha destruído a sua relação com Vanusa, voltou a intensificar-se.

A dificuldade em retomar o brilho artístico, as crises emocionais, da oscilação entre a sobriedade e a recaída e a instabilidade financeira pressionaram o casamento. António Marcos, ele bebia para dormir e acordava para beber. Ao todo, a união durou cerca de 7 anos, chegando ao fim no início dos anos 80.

º A separação não foi marcada por escândalos. Débora Duarte sempre falou de António Marcos com carinho, o descrevendo como um homem generoso, doce e de alma bela, mas reconhecendo que a convivência tornou-se inviável face ao abalo emocional provocado pelo vício. Tinha um coração enorme, era um homem generoso, belo, poeta de a história entre os dois terminou, mas deixou marcas profundas.

Para Dévora Duarte, ficou a recordação de um amor intenso e de um homem que, apesar dos erros, nunca deixou de ser afetuoso. Para Paloma ficou a herança artística e emocional. Para António Marcos, mais um capítulo interrompido pela doença que nunca conseguiu vencer. Foi isso que o levou mais cedo. Foi ele que o levou mais cedo.

O quem era muita amigo del não aguentou. Foi rosa. Débora Duarte nunca revelou detalhadamente os motivos que levaram à separação. Só agora, depois de tantos anos, é que ela decidiu falar sobre o numa entrevista que deu recentemente. Mas após se separar da atriz naquela altura, Antônio Marcos ainda engatou outros relacionamentos.

Ele, apesar do problema com a [música] vivida, era muito educado, muito querido e cativava as pessoas facilmente. Embora as relações com Vanusa e Dévora Duarte sejam os mais recordados pelo público, [música] a vida afetiva dos António Marcos foi muito mais ampla e complexa do que costuma aparecer em retrospectos televisivos.

Depois do fim do seu segundo casamento, o cantor viveu uma série de laços afetivos marcados [música] por momentos de ternura, tentativas de recomeço e também pelas dificuldades trazidas pelo alcoolismo. E esses amores renderam-lhe mais dois filhos, [música] para além da A Amanda e a Areta com a Vanusa e a Paloma com a Débora Duarte.

São eles o Manuel e o o Pablo Marcos. E ele teve também um relação marcante com a Ana Paula Ross, a filha do Roberto Carlos, que embora não tenha gerado filhos, marcou profundamente os últimos anos de vida do cantor. Antes de se tornar um dos maiores intérpretes românticos do país, António Marcos teve um relacionamento com Miriam Mota quando era ainda um jovem ator.

e tentava ingressar no mercado artístico do Rio e de São Paulo. Dessa relação nasceu o Emanuel, mais tarde conhecido artisticamente como Manuel Marcos ou até como António Marcos Júnior em alguns registos culturais. Esse filho aparece pouco nos media e durante muito tempo a A sua existência foi praticamente desconhecida do grande público.

Alguns perfis de memória afirmam que o António Marcos não chegou a conviver plenamente com o Manuel, pois a A paternidade teria sido reconhecida de forma discreta e tardia. Após a separação de Débora Duarte, António Marcos viveu um relacionamento mais reservado com Rose, conhecida por várias fontes como a sua terceira esposa.

Esse relacionamento é mencionado com menos detalhe pela imprensa da época, mas consta em registos biográficos tradicionais. Com Rosa, António Marcos teve o seu filho mais novo, o Pablo Marcos. Na altura da morte do cantor, em 1992, O Pablo tinha cerca de 7 anos. E em muitas homenagens feitas após o falecimento mencionam a dor do filho e o vínculo profundo que ele tinha [música] com o pai, mesmo no meio de algumas turbulências da vida adulta de António Marcos.

Nos últimos anos de vida, já com [música] a saúde fragilizada pela vivida e por problemas hepáticos, António O Marcos viveu um relacionamento com a Ana Paula Braga, a filha de Nice, [música] a primeira mulher de Roberto Carlos. Ou seja, Ana Paula era enteiada do rei. Ela foi apontada por amigos e familiares como uma das maiores cuidadoras de António Marcos nos anos finais.

Foi ela quem o acompanhou em internamentos, crises e tratamentos. Na verdade, a filha de Roberto Carlos conheceu António Marcos no final dos anos 80, num período em que o cantor já enfrentava graves problemas de saúde e vivia uma fase de forte oscilação profissional. Ana Paula era uma mulher serena, reservada e extremamente dedicada ao companheiro.

Enquanto os relacionamentos anteriores de António Marcos foram marcados por grande [música] exposição, nos media, a união com Ana Paula aconteceu de forma bem discreta, longe dos oloforotes. Ela foi a pessoa mais próxima dele nos anos finais, cuidando da sua rotina, o acompanhamento em internamentos [música] e ajudando-o em momentos de agravamento físico provocado pelo alcoolismo e [música] pelas complicações hepáticas.

Ana Paula assumiu as funções de cuidado que antes recaíam sobre familiares e amigos. Ela tornou-se a sua principal base afetiva. Obrigado, Ana Paula. Eu amo-te. [aplausos] E mesmo com a situação em que vivia António Marcos, a sua relação com Roberto Carlos sempre foi muito boa. Da família Ross não se opôs à relacionamento.

Foi Ana Paula quem permaneceu ao lado dele até ao fim. Quando ele partiu, ela era uma das pessoas mais abaladas com a despedida. [música] Nos últimos anos de vida, o brilho da António Marcos já estava duramente corruído pelo alcoolismo e por sucessivos [música] internamentos. Desde o final dos anos 80, ele entrava e saía [música] dos hospitais com diagnóstico de problemas graves no fígado.

Em 1991 ainda tentou uma retoma. fez uma época de espetáculos na discoteca, inverno e verão em São Paulo, [música] tentando provar que ainda conseguia cantar e manter-se em pé diante do público, mas o fim [música] já estava desenhado. Na manhã do dia 5 de Abril de 1992, António Marcos saiu de casa em Alfaville, em São Paulo, foi mesmo uma padaria do [música] bairro e pediu uma dose de whisky.

Ao abandonar o local, conduzindo a sua carrinha, perdeu o controlo do veículo e embateu num poste. O impacto projetou o seu tórax violentamente contra a parte interna do carro. Ferido, foi levado pela então companheira Ana Faula para o Hospital Osvaldo Cruz, na capital do Estado. Ali, os médicos lidaram não só com o trauma do acidente, mas com o organismo já extremamente enfraquecido durante anos [música] de consumo de álcool.

No início da noite, cerca das 21 horas, António Marcos faleceu e de acordo com as informações, a causa oficial foi insuficiência. [música] Consequência direta do alcoolismo crônico. Morre em São Paulo o cantor e compositor António Marcos. Estava internado no Hospital Osvaldo Cruz. O velório [música] e enterro do cemitério parque dos giraçóis em São Paulo mostraram que o carinho do público ainda persistia.

Dezenas de fãs apareceram com lenços brancos nas mãos, acenando em silêncio, enquanto o caixão descia a sepultura. Foi um momento de bastante [música] comoção. António Marcos deixou-nos muito cedo, no dia 5 de abril [música] de 1992. Foi um dia muito triste. Muitos fãs acompanharam o cortejo em silêncio, enquanto outros itoavam excertos [música] das suas músicas.

Especialmente Como vai você? Eu preciso de saber [música] da sua vida. Entre os familiares estiveram presentes a Vanusa e a Débora Duarte, as duas mulheres [música] que fizeram parte das fases mais importantes da vida do cantor. Elas encontraram-se ali naquele momento de angústia. Todos estavam muito avalados, [a música] todos precisavam de um abraço.

A cantora Vanusa e a atriz Débora Duarte, ex-mulheres de António Marcos, também estiveram no velório. Era um ambiente carregado de tristeza. Vanusa, mãe de duas filhas do cantor, estava profundamente avalada. Éora Duarte, com quem teve a Paloma, permanecia ali reservada junto da família. Assim, companheira, a Ana Paula também [música] estava presente, avalada e em silêncio, pois tinha acompanhado António Marcos nos últimos anos e nos momentos finais [música] antes do falecimento.

O funeral aconteceu no cemitério Parque dos Giraçóis, encerrando a percurso de um artista que marcou [música] gerações e que deixou no seu desfedida a reunião silenciosa das pessoas que fizeram parte [música] de a sua vida. Após a triste [música] despedida de António Marcos, com quem ficou entre 1990 e 1992, [música] Ana Paula Ross reconstruiu a sua vida em torno da família de Roberto Carlos.

Nos últimos anos da sua vida, ela trabalhava como produtora da banda do Pai, cuidando da produção artística e tendo contacto diário com o Roberto Carlos, [música] segundo a própria assessoria do cantor. Ana Faula casou com o guitarrista Paulinho Ferreira, membro da banda do Roberto e vivia [a música] uma fase descrita pelos amigos como feliz e estável.

não fumava, tinha hábitos saudáveis ​​e não teve filhos. Mas na madrugada de 16 para 17 de abril de 2011, Ana Paula morreu de forma súvita [música] no seu apartamento em Moema, na zona sul de São Paulo, vítima de problemas cardíacos. Tinha 47 anos. Roberto Carlos e o Genro [música] acompanharam o funeral visivelmente avalados.

A notícia comoveu todo o Brasil. Ela faleceu às vésperas do Pai Completar 70 anos, um ano depois de o cantor ter perdido a mãe, a conhecida Lady Laura. Já a Vanusa sempre falou [música] do António Marcos com enorme carinho. Entrevistas, ela recordava-o como um homem doce, amável, divertido [música] e insistia que ele nunca a tinha magoado, nunca foi agressivo, nem desrespeitoso.

O que o separava, dizia ela, era apenas a doença da vivida. Ela contava que chegou a encostá-lo à parede, pedindo que ele escolhesse entre a família ou o álcool. E que incapaz de vencer o vício, simplesmente partiu. Apesar da dor, Vanlusa nunca guardou mágoa. Ela dizia [música] que era um homem muito bom, apenas destruído por um sofrimento que não sabia lidar.

Depois da separação, Vanusa seguiu com a sua carreira, gravou [música] discos, viveu novos amores e continuou a ser uma das grandes vozes da música brasileira. Mas os anos 2000 foram difíceis, crises de [música] depressão, uso de medicamentos controlados, internamentos e mais tarde um quadro de demência.

Já afastada dos palcos, ela viveu os seus últimos anos numa [música] lar de idosos em Santos, rodeado por cuidados e visitas dos filhos. No dia 8 de novembro de 2020, aos [música] 73 anos, Vanusa faleceu de insuficiência respiratória. [música] Na véspera, ela teve um dia leve, cantou, sorriu e recebeu a visita do filha Amanda, uma despedida [música] suave para uma mulher que viveu um grande amor, uma grande dor [música] e uma carreira inesquecível ao lado de António Marcos.

[música] Hoje, aos 75 anos, Dévora Duarte está bem viva, lúcida, actuante, e muito diferente da imagem de atriz desaparecida e arruinada, que muita gente repete sem verificar nada. Nascida em 2 de janeiro de 1950 em São Paulo. [música] Ela soma mais de cinco décadas de carreira na TV, no teatro e mais recentemente [música] no streaming.

Em 2017, numa entrevista longa ao blogger Paulo Sampfaio do Parede, a Beatriz foi muito clara [música] sobre a sua situação financeira. Ela disse que não soube fazer dinheiro, que não tem rendimento fixo [música] e que depende de convites pontuais de trabalho. Não tenho rendimentos, preciso trabalhar, disse ela, explicando que nunca transformou o dinheiro em património e que vive do que [a música] ganha quando é chamada a atuar.

Não é miséria, mas é uma velice típica de muitos artistas brasileiros. Prestígio, enorme currículo e nenhuma reforma confortável garantida. Apesar de algumas pausas, ela não está aposentada, não. Depois de Babilónia, em 2015, esteve alguns anos longe das novelas. [música] Regressou em 2021, num lugar ao sol, em uma participação especial.

Em 2023 apareceu no streaming em Look Indiscreto, [música] produção da Netflix, muito vista no Brasil. Em 2024, [a música] regressou a uma participação na novela A Caverna Encantada do SVT. Ela mantém laços fortes com o pai, que [música] recentemente comemorou publicamente os 75 anos da filha nas redes [música] sociais.

ve com as suas filhas, a A Daniela e a Paloma Duarte, também atrizes. Fotos recentes em eventos, homenagens e posts [música] de Paloma mostram A Débora ativa, em viagem, indo a ensaios, [música] participando em encontros culturais, longe da caricatura de reclusa deprimida. Recentemente, ela deu uma entrevista ao podcast Papagaio Falador [música] e quebrou o silêncio sobre a sua relação com António Marcos.

O discurso de Débora Duarte sobre o cantor é talvez o retrato mais sincero e afetivo já dado por alguém que com ele conviveu durante tantos anos. Em poucos minutos, a atriz reconstrói sem exageros, sem mágoas e sem disputa [música] com ninguém. A imagem de um homem que ela define como uma alma maravilhosa, um doce, generoso, poeta lindo e dono de um coração [música] enorme.

Uma voz, não é, poeta. Uau, um grande compositor [música] e cantor. Grande compositor. É evidente que para Dévora António Marcos permanece como uma das figuras [música] mais marcantes da sua vida pessoal. Ela recorda que os dois se conheceram a trabalhar, ainda sem romance, em novelas dirigidas por Lima Duarte.

Mas quando finalmente aconteceu a aproximação, ela resume com uma frase poderosa: “Da primeira vez que ficámos juntos, já estivemos diretos, 7 anos. Para ela foi um encontro de almas, intenso, imediato, transformador. A primeira vez que ficámos juntos já esteve direto 7 anos. É mesmo? Pois, foi assim. Débora Duarte também descreve pormenores íntimos do quotidiano, o seu humor, a sensibilidade, o talento [música] e até as lutas internas, como o alcoolismo, que ela nunca romantiza.

Conta que para conceber faloma, ele conseguiu estar três meses sem [música] beber, algo raro na trajetória do cantor. Recorda com carinho [música] o presente que foi a filha e reforça como ele fazia-a feliz. Mas o momento mais forte [música] da entrevista é quando ela admite: “Ninguém me conseguiu fazer [música] sentir-se tão amada como ele se sentiu”.

Eu acho que ninguém me conseguiu fazer sentir-se tão amada como ele fez. Olha, sem revanchismo, [música] sem atacar outras mulheres na sua vida, Débora Duarte apenas fala do que viveu, [música] um amor profundo, marcante e cheio de contradições. António [música] Marcos partiu há 33 anos, mas permanece [música] para sempre como aquele artista raro, cuja sensibilidade transbordava em cada [música] música, mas que também transportava uma alma incapaz de suportar as injustiças e as durezas do mundo.

Ele não feriu ninguém além de si próprio, [música] e a vivida que procurava como fuga acabou por lhe roubar o brilho antes da hora. Ainda assim, deixou amores profundos, filhos que o honram, memórias inesquecíveis e uma saudade que o público nunca superou. E você, o que lembra-se de António Marcos? Qual a música dele marcou a sua vida? Deixe o seu comentário e diga também a cidade de onde está a ver, [música] ó.

Não te esqueças de deixar o teu like neste vídeo, está bom? Eu vou deixar outro vídeo para si aqui nos cartões que é sobre [música] alguns cantores dos anos 70 que já nos deixaram. Basta clicar [música] aqui neste card que te vais recordar de 15 cantores que partiram esquecidos. [música] É um vídeo bastante comovente que vale a pena ver.

Eu vou ficando por aqui, mais uma vez o meu muito obrigado e até ao nosso próximo [música] vídeo.

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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