Boneco Do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo Arrasado! CRISE MIGRATÓRIA – H

ouvindo os líderes europeus, eh, Pedro Costa, se se visões mais extremadas ou porventura até visões populistas são agora mais comuns, eh, ouvir Itália, A Dinamarca e outros países atacarem abertamente Espanha por uma emergência. Boa noite. Claro, vamos lá ver. Nós temos assistido a um inclinar do plano do debate político atrás do crescimento da extrema-direita.

Isto não significa que todas as posições que sejam mais restritivas sobre a imigração sejam posições de extrema-direita. A verdade é o crescimento dos movimentos políticos de extrema-direita tem empurrado todos os partidos para a direita. Isto, aliás, nota-se mesmo n alguns partidos de esquerda. Não vou ao caso mais dramático, que é o caso do do Partido Socialista que é governo na Dinamarca, onde o discurso está objetivamente não muito longe de qualquer discurso de qualquer partido de extrema-direita que governar um país da Europa, mas não

estamos em todo o lado. Até em Portugal temos sentido o PS n alguns momentos hesitar na matéria de de da imigração na defesa do do ponto de vista que teve no passado. Mas aquilo a que assistimos, André, verdadeiramente este fim de semana teve pouco de normal, ou seja, não houve não há qualquer relação entre o que teve lugar em Ceuta e os movimentos normais de imigração.

Assistimos a uma coreografia ensenada, aproveitando o desespero de quem está disponível a arriscar a sua vida à procura de uma vida melhor. Convém recordar que neste percurso morreram pelo menos já 100 pessoas e veremos o que é que vai continuar a acontecer. E a exploração do sentimento de medo em relação a uma invasão imaginária que tem sido uma das grandes mentiras que tem sido vendida na política europeia.

E, portanto, perante este acontecimento, aquilo a que nós assistimos rapidamente foi não o debate sobre uma falha de segurança, houve de facto uma falha de segurança. A Helena dizia com razão, é difícil compreender como é que Espanha não tinha conhecimento de que alguma coisa garante mais segurança às papaias e aos ananases do que o estado espanhol aos seus concidadãos, não é? Europa.

Sim, isso, isso já não dou por certo, mas dou porque o at, mas isso pode ser porque não percebo nada de papaias e abacid são os frutos eh que estavam dentro do Mercadona e onde de facto não houve qualquer saque, não é? Porque a fronteira, a verdade é que também há largos meses, talvez até anos, as autoridades de Ceuta têm chamado a atenção do governo espanhol que eh a fronteira não estava de maneira nenhuma.

CL, mas veja, mas nós o que assistimos a partir daí no debate político e em particular nas reações de alguns Os governos europeus foi uma reação como se estivessem perigo os para Schengen, coisa que manifestamente não é verdade. Não só Seuta não faz parte de Schengen Schengen, como nem sequer fica no continente, no na plataforma continental europeia.

Portanto, aquilo que tivemos foi uma reação populista e para o espetáculo. Vamos lá ver. Não sabemos, não sabemos verdadeiramente quem ensaiou esta coreografia. Interessa, sabemos e e porventura não interessa. Sabemos a quem aproveita. só aproveita a que tem uma visão diferente de Pedro Sanchez e a quem queria verdadeiramente pôr isto em causa.

André, só para terminar, dois pontos que eu acho que são relevantes para este debate. Em primeiro lugar, que a Europa compreenda a importância de dar um reforço real às medidas deum accountability, responsabilização das redes sociais, em casos de risco sistémico por manipulação de informação, como é o caso do que estamos aqui a discutir.

E por outro lado, que se Compreender também a importância de quando fazemos este debate não se dizer a esquerda recusa-se a falar de imigração. Não é o caso Pedro Sanchez. É o caso de alguma esquerda. É verdade. Não é o caso de Pedro Sanchez. Pedro Sanchez tem uma posição, uma posição que é minoritário na visão que a Europa tem de imigração, mas não foge ao problema.

Tem apenas uma visão diferente e que tem resultados positivos consequências também naquilo que aconteceu em Marroc. Essa essa visão diferente inclui uma das medidas que foi o objetivo da regularização extraordinária de 500.000 imigrantes que estariam no país. Não, desculpe, não falam muitos. Mas o programa era 500.

000 e depois ficou a saber-se que muitos mais se inscreveram. Portanto, este número já foi ultrapassado. A dúvida, Susana Garcia, é se aqui há um chamariz, digamos, para que estes jovens, estas pessoas que atravessaram para o lado de Ceuta também se sintam impelidas a a tentá-lo, eh, porventura lodibriadas com esta ideia da legalização fácil da via verde ou eh ou se existe de facto outra dimensão que não que não é esta da política que um governo legitimamente eleito acho eu acho que não será muito eh honesto intelectualmente nós olharmos

para este fenómeno e entendermos que terá sido alguma força oculta que decidiu orquestrar este evento para que de alguma forma o Sanchez ficasse fragilizado naquilo que é a visão que tem das políticas de imigração. Não foi isso que aconteceu. Eh, ninguém pode imaginar que existe uma máfia ou uma organização qualquer ou muitas organizações quaisquer que sejam com capacidade para fazer 60.

000 pessoas no mínimo, a tirarem-se pelo mar, crianças, jovens, bebido várias vezes. Ah, pois, é 60.000 é desculpe, 60.000 é h teve a particularidade de ser num curto período de tempo, mas já existiu noutras fronteiras, aliás, num dia não existe. E deixa-me explicar, este episódio que aconteceu agora no dia 30 de julho, não é um episódio que cai no no nada, no éter.

Tínhamos tido precisamente dias antes a entrada de alguns milhares. Não é uma novidade para o Pedro Sanchez isto que aconteceu. Demos de barato que os serviços secretos marroquinos que o reino Ala não tenha partilhado qualquer informação com Espanha. Demos de barato que inclusive o rei na Lauita tenha decidido de não fazer uma fiscalização das suas fronteiras.

Isso damos por certo, vamos dar tudo isso, não é? Vamos dar tudo isto como como um ponto assente, não é responsabilidade de Marrocos. Isto que aconteceu em Ceuta, a única responsabilidade daquilo que aconteceu em Seuta é precisamente da visão da visão que o senhor primeiro-ministro espanhol tem das políticas de imigração.

Uma visão que pensa ser possível, por uma questão argumentativa, aliás, muito semelhante ao do ex-ministro eh António Costa, para salvaguardarmos as pensões no futuro e para acautelarmos a segurança social, devemos ter uma política de portas abertas a todos os aqueles que cá quiserem entrar. Mas esta regularização era muito específica e para as pessoas que já viviam em Espanha, portanto já lá estavam similares aquelas, perdão, similar regular a migração também não éamente aquilo que aconteceu aqui em Portugal

com a manifestação de interesse. Bastava chegarmos ao aeroporto e dizermos: “Eu venho para Portugal para trabalhar”. era suficiente. E aqui ficávamos sem sabermos se havia condições para que estas pessoas pudessem entrar no tecido socioeconómico português. Sim, mas primeiro ponto. Segundo ponto, em relação àquilo que foi aquilo que é a visão que o que o Sr.

primeiro-ministro espanhol tem, que é não só legalizou 1,2 2 milhões de habitantes, como até é agora quer fazer a possibilidade, quer outorgar a possibilidade de milhões e milhões de netos descendentes de espanhóis que não não têm qualquer correlação com Espanha, nem nenhuma proximidade com Espanha, poderem vir votar nas eleições para a eleição de um primeiro-ministro.

Se isto não é traficar a soberania da da nação a troco de um par de de um tantos de tantos votos, eu não sei o que é que é, mas deixe-me ir mais longe. A questão da supressão eh do do acordo de Schengen parece-me que é manifestamente irracional, não é? pelo facto de de Ceuta não estar abrangida pelo espaço Schengen.

Até porque se as pessoas caírem em Ceuta, todos sabemos que aqueles imigrantes todos que não saírem voluntariamente e já saíram milhares, graças a Deus, todos os não não sei se são quase todos, não tenho essa informação, não sei como é que tem essa informação, mas se tiver a fonte, por favor partilhe connosco. São dados divulgados pelas autoridades espanholas.

Sim, mas não seiram quase todos ainda estão ali muitos parados na praia à espera de poder ter uma oportunidade de se legalizar. Agora diria assim, é legítimo que estas pessoas possam querer deixar o país em que estão a viver, quer aqui, quer noutros territórios que entretanto foram para Marrocos, com esta promessa, que é aquilo que nós estamos aqui a falar, para vir viver para Espanha, que é o elourado neste momento, no que diz respeito aos requisitos para podermos entrar em território e europeu.

Ah, pois claro que sim, claro que foram seduzidos, evidente que o foram. E há, por isso responsabilidade política. Fábian Figueiredo, não ouvi se há eh responsabilização política a este governo, precisamente para esta medida de regularização. Ora, há mentiras nas redes sociais e há mentiras ditas na televisão e a A intervenção da Susana Garcia teve a faculdade de aproximar os dois mundos porque não disse quase nada do que disse é verdade. Vamos por partes.

A manifestação de interesse pressupunha ser uma entrada regular em Portugal. é citar a lei. A Sana Garcia que diga onde é que uma entrada ilegal pode dar ao lugar de uma autorização de residência. Peço-lhe que cite o artigo da lei em que que estava na manifestação de interesse. Isso foi mentira n vezes repetida. Deixa aqui o desafio.

Mas entraram imigrantes sem humido controlo? Entraram entraram imigrantes. São coisas completamente diferentes. Não, não. Se quisermos discutir o assunto da manifestação de interesse, discutimos. Mas que contrrole é que está a falar? Os 120.000 que não tiveram. Mas tás a falar de que controlo? Tá a falar do processo de verificação de registo.

Certo? Houve um que é uma coisa completamente diferente. Se o André entrarem for um cidadão brasileiro que entra com vista em Portugal, começa a trabalhar, tem descontos na segurança social é uma coisa. Outra coisa é a verificação administrativa. Confundir as duas coisas contribui para quê? Para a confusão, para a desinformação.

São coisas completamente distintas. Pronto. Falta por isso esta lente humanista. Helena. Ora, é assim, quando 60.000 pessoas entram num território onde vivem 80.000, não há humanidade, pode haver barbário. Claro, ou seja, temos de perceber que a capacidade de integração chama-se integração, porque senão chamava-se eh conquista, invasão.

Portanto, a integração é uma coisa completamente diferente. Comecemos pelas regularizações extraordinárias. Todo o Portugal e Espanha têm tido regularizações extraordinárias, mas é preciso somar os governos de González, Zapatero e Aenar que fizeram regularizações extraordinárias para chegarmos ao valor de Pedro Sanchez nesta regularização extraordinária.

Ou seja, os processos de regularização extraordinária e eram muito mais exigentes em termos de documentação, existem, fazem parte, mas têm não se pode de modo algum de um momento para o outro. Quer dizer, isto quem está à frente de um estado, não é? E se quer governar esse Estado sem o que não sabemos é quantas pessoas é que estavam nessa circunstância comparar a proporção destes períodos com este período em concreto.

A questão é que não se pode fazer isto de repente, tal como Cavac Silva e Goterres em Portugal também regularizaram, mas o que eles regularizaram somado foram 200.000, não foi 1 milhão, não é? Portanto, o que nós temos de perceber é que isto se faz não para que as pessoas à noite olhem para o espalho e dizem: “Eu sou muito bondoso”, porque depois estas pessoas não vivem naqueles sítios, não é? conversa não est não estão não estão em Odmir em Portugal não não estão em se em Espanha vivem nas suas bolhas e não têm noção da

erosão que este provoca. Para lá disto e eu defendo as regularizações extraordinárias temos de perceber que aquilo por exemplo que encontramos em muitos países têm programas de imigração é programas de seleção de imigração. Nós quando, e é isso que a Melón está a fazer, não se estou a dizer se concorda ou se discorda, estou a dizer que é diferente, tal como foi diferente em Portugal nas regularizações extraordinárias, porque foi feita uma discriminalização positiva para os imigrantes dos Palopos. Portanto, nestes

casos polarização administrativa, este não é verdade, não é verdade com que direito é que vai desculpe lá, mas não consegue falar com A ação administrativa envolveu sobretudo imigrantes do leste europeu que não não houve discriminação positiva para o que está a dizer não é verdade o grosso do contingente dos imigrantes indocumentados vieram para Portugal para as grandes obras públicas da década de 90 de início de anos 2000 e o grosso contingente dessa mão-de-obra veio da Europa, veio da Europa de Leste.

Eram ucranianos, eram moldavos. Não houve nenhuma discriminação positiva para tá a confundir uma coisa com a outra. Tá, tá a discriminação positiva que existe. Silv estava lá em agora. Estamos a chegar ao fim. Ainda quero fazer mais uma ronda. Interroguei-me se fazia sentido vir aqui discutir com uma pessoa que está na liderança de um partido, porque acho que isso é profundamente desonesto.

Não vai dizer que os outros estão a mentir. E não isso que e há uma outra coisa. não não explicou nada sobre Marrocos e sobre Cuta. O que fez foi culpar as redes sociais, os partidos que não são solidários consis e as pessoas que não são humanitárias e não têm pena dos imigrantes. Disse disso. E, portanto, mas não o acuso de mentir.

Estou, quer dizer, acho que é profundamente deselegante e se isso fosse noutro partido, nomeadamente no Chega, aquele que está a fazer, que está qu dizer às pessoas que estão a mentir, seria particularmente censurado. Yeah.

eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.

Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.

Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.

A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.

As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.

Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.

Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.

Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.

Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.

Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.

Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.

Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.

Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.

Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.

Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.

E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.

Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com

sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.

Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.

Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.

A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.

A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.

talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.

A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.

Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.

Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.

Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.

Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.

Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.

Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.

O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.

Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.

Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.

Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.

Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.

Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo

sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.

nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.

Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.

mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.

Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.

E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.

Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.

porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

Recommended for You

View Archive arrow_forward