ILUDIDA ÚLTIMO CAPÍTULO – Resumo Final Iludida novela Turca da Record! – H

No último capítulo da novela Iludida, uma grande reviravolta vai mudar completamente a vida de Ásia, Derim e Volcan. O Canalia vai finalmente ter o que merece. Volcan vai perder absolutamente tudo e também vai compreender quanto dói ser enganado. Clique no joinha que fica aqui em baixo para apoiar o canal. E vamos ao resumo.

Tudo irá acontecer quando Derim e Gonu chegam a casa de Ásia. A menina Pet. Olha só, mãe, quero falar com a Ásia sozinha, ok? Gonu concorda com a filha. Derin aproxima-se então e bate à porta. Ácia atende surpresa. Logótipo Derin pergunta: “Bom dia, será que tem um tempinho para nós conversar?” Receptiva disz: “Está bem, claro.

Quer entrar para conversar?” Derin responde: “Não, não, acho que não vai demorar.” Observando Derin depois da sua internamento, diz: “Há quanto tempo! Fico feliz que tenha saído. Aliviada, a rapariga diz: “É verdade. Sinceramente, parecia uma eternidade, não é?” Aia comenta. “Pareces bem, Derin, emocionada ao lembrar que a salvou disse.

Sinto-me muito bem. Eu só vim aqui te agradecer. Se não fosse por si, quer dizer, você sabia onde me encontrar e você foi embora só para me salvar, mesmo que arriscando. E ah, interrompe-se. Não precisa de agradecer, mas Deri insiste com sinceridade. Precisa sim, Ásia. Obrigada. E olhe, depois de um mês lá internada, não me transformei em alguém diferente.

Embora a minha mãe ache que eu tenha atingido o nirvana e a iluminação, na verdade não é assim. Com franqueza, ela continua. Eu acho que ainda te odeio, vês? Mas isso não é um problema. E é por isso que vim aqui agradecer-te por não deixar a minha filha sem mãe. E você percebe, né? Você é mãe. Asia responde. Pois, sei sim.

Derin querendo encerrar definitivamente a rivalidade diz: “Enfim, tudo o que aconteceu tem de ficar no passado agora e assim se manterá. Eu te asseguro que as nossas querelas estão no passado para sempre. Asia concorda e aconselha. Deixar ir e seguir em frente faz parte da recuperação. Olha, dia a dia vais perceber que está mais leve por deixar aquele peso que te arrastava.

Derin tenta explicar o que sente. É uma sensação um bocado estranha. é que eu Sinto que estou tranquila, apesar deste sentimento bem aqui dentro de de um vazio que, na verdade, não sei se é bom ou se é mau, mas é uma coisa muito indescritível, sabe? Eu acho que poderia ser pior. Eu não saberia dizer, eu não compreendo, mas tá bom.

Á, aconselha novamente. Bem, é melhor talvez não saber. Você precisa de se focar em que em que em breve vai melhorar, viver o presente com a sua filha e ser muito forte por ela. Derin concorda. Tem razão. Eu vou ser forte pela minha filha. Ajudaste-me a entender isto, ainda que de uma forma meio difícil. Ah, se a reconhece.

Pois, foi um bocado difícil, sim. Derin agradece. Eu estou a dever-te isso. Assia responde. Não diga isso, mas eu preciso da sua ajuda. Pouco depois, aparecem de frente para uma autoridade que explica isso mesmo. Assine este documento onde concorda em dar a propriedade que era de Ali e Aslan. A assina e depois Derim.

À saída, a rapariga confessa, se não me tivesse convencido que isso está certo, eu não o teria feito. Responde. Eu sei. Al Nep estarão com certeza melhores. Escuta, Derin, agora está livre, uma vez que lutou muito por isso. Do lado de fora, Gonu recebe uma chamada de Onur. Soube que o seu SUC está prestes a assinar a petição.

Vou levar o escritório para que assine e depois informarei sobre a decisão os advogados do Volkan. Gonu, ainda insegura, diz: “Olha, sinceramente, não sei se isto é uma boa decisão. Esta menina me convenceu a recuar.” Onur fala: “Muito bem, mas o Volkan está a sair amanhã. Gonu disse: “Espero que ele não se aproxime de nós.

Até mais logo. Do outro lado, ainda na cadeia, Volkan tenta fazer uma chamada, mas ninguém o atende, ninguém quer falar com ele. No restaurante, o Seu Su assina o documento e entrega-o ao advogado. Nil repara no semblante dele. Já terminou? Porque está assim, o seu Sque? pensativa, disse, não sei muito bem o que dizer, porque não pensei que fossem tirar a queixa.

Me surpreendi. Ele sai amanhã, falou o advogado. Seus su preocupado completa, Neil. Na verdade, não tenho a certeza se vou conseguir falar com o Vulcan pessoalmente, sabe? Ela tenta tranquilizá-lo. Ninguém tem a certeza, mas também se sentiu-se mal pelo Ale e pela Sinep mais cedo. Talvez isso seja o melhor para todos, o Sr

. S. De repente chega uma mensagem no telemóvel do seu Pode sair do restaurante? Estou aqui fora. Neil vai para a cozinha e o rapaz sai. Já do lado de fora, ele pergunta: “Então, fisioterapeuta? Porque é que não quis entrar no restaurante? A mulher séria diz: “Só lhe vim dizer uma coisa rapidamente. Não te quero incomodar.

O seu Suuk percebe o que está a acontecer. Já sei o que vai dizer. Você está a ir para a cidade.” Ela fica em silêncio e o seu suque continua. Jirem, não sei porque não quis ligar-me. Eu já sei que o nosso bebé vai ser o menino. Emocionada, diz: “Não falei contigo porque não te queria incomodar, o seu vou ficar bem se ficar aqui.

Parece que aceitei tarde demais, certo? Tem sido difícil para mim. Pelo bem do meu filho e pelo meu também, tenho de ir para Istambul agora, se eu sou o que contém emoção”. ao dizer: “Vá, é isso. Se é isso que quer, vá. Mas escuta, eu infelizmente não consegui amar-te do maneira que eu queria.

Eu não sei, tu merecia mais. Mas eu prometi cuidar de ti. Eu vou cumprir essa promessa. Mesmo que você estar do outro lado do mundo, vou continuar a cuidar de si. Eu só quero que não esteja a mudar para me impedir de ser pai. Jiren rebate imediatamente. Não diga isso. Apesar apesar de não sermos mais um casal, não vou deixar que o o meu filho crescer sem o pai.

Você não se vai livrar de nós tão facilmente. Aliviado, seu que fala. Que bom. Jiren emocionada com a despedida pergunta. Acha que pode abraçar-me pela última vez? Os dois se abraçam. À noite, Derin recebe a filha. Ela está muito contente, mas o Onur diz: “Bom, eu vou deixar-vos, tenho que ir, mas ela impede-o.” Não tem que ir embora, não.

Entra aí. Mas o Onur insiste. Tem que ficar com a Seep. Eu venho depois. Mas Derin chama. Não, Onor, entra cá em casa. A gente há muitas coisas para conversar. Por favor, entra. Animada. Gon ped, claro. Por favor, entre. Ninguém deve faltar por aqui. Agora somos uma família feliz. Meninas, tragam alimentos e bebidas para minha filha.

Ela deve estar com muita fome. Mas Derin interrompe a excitação da mãe. Esperem lá, gente, só um bocadinho. Mãe, pode ficar com essa inep? Eu preciso de falar com o Honor sobre um assunto. Bom, eu quero o divórcio o mais rápido possível e o honor vai ajudar-me. Derin fala com raiva. Eu retirei a queixa para o Volcan sair da cadeia.

Eu até estava a pensar em deixar ele apodrecer ali o resto da vida, mas não tem razão para isso. Ele vai ver o sol, mas vai estar afogado no escuro da solidão. Eu quero acabar logo com este assunto. Enquanto isso, Deria conversa com Áaia e revela. A verdade é que fiquei muito surpreendida ao ver o Volka naquele estado, a Amica, porque sabes, o Volka sempre foi o meu amigo, sempre foi forte, não importando o que acontecesse. Ah, se pondera.

Ele vai ultrapassar, só precisa de tempo. Dar concorda? É verdade. Ele ficou muito chateado por não o ter ido visitar. Continua deprimido por causa do que o Al lhe disse. Senti-me muito triste por ele, de verdade. Ah, se admite. Alien não está bem. Agora que o Volkan vai sair, isso vai ajudar. Deria concorda.

Vai sim. O que fez foi muito nobre. Se não fosse por si, sabe-se lá quanto tempo ainda estaria na cadeia. Assia revela como os seus sentimentos mudaram. Uma parte de mim queria que o Vulcan pagasse na cadeia, mas já não é assim. Assim como eu não queria que ele morresse, sinto mesmo com a cadeia. Por Al.

Ele está claramente muito triste este mês sem o pai. Deria deseja terminar aquela fase. Amiga, espero que esta seja a última coisa má que aconteça. Temos que escrever novas páginas nas nossas vidas, mas de coisas boas. As decididas recomeçar diz: “Depois de a Alice se formar, começarei uma nova página. A amiga lembra-se do plano.

Com certeza. Vou ainda não saber como você enganou-o. É assim, não é? A propósito, disse ao Van que o Ali vai formar-se amanhã. Acha que ele vai? Assia responde. Tomara que não. Ali não quer que ele apareça. A Derin também estará lá. Eu quero estar com o meu filho no seu dia especial e que não haja problemas.

A amiga compreende. Eu compreendo. No dia seguinte, Alice se prepara para a formatura. Anda cá, quero ver como estás. Ah, estás tão bem, meu filho. Aí, percebendo que a mãe está emocionada disse: “Mãe, não vais começar a chorar, não? Se começar a chorar vou tirá-lo. Ah, se orgulhosa fala: “Ai, eu sinto tanto orgulho em ti, mas O Al é carinhoso com ela.

Eu estou orgulhoso de ti. Você me criou com esforço, alimentou-me e suportou até ficar despenteada. Asia repreende a brincadeira brincando também. Não goze comigo. Al pergunta. Então, como é que eu estou? Ah, se admira o filho, mas este fica mais sério. Mãe, quero muito agradecer-te pelo meu pai sair hoje da cadeia.

A Adeirinha acabou por retirar a queixa, certo? Sei que foi graças a si. O Demir ouviu o que fez. Asia brinca. Diga ao Demir que não deve fazer fofoca. Ali emocionado fala: “És a melhor mãe que existe. Eu tenho muita sorte. Amo-te muito. Ah, se abraço filho. Eu amo-te muito. E agora vá aproveitar porque vai formar-se.

” Do outro lado, Volcan deixa a penitenciária e ninguém o vai buscar. Ele fica claramente triste. Ele pergunta ao guarda: “Onde posso encontrar um táxi?”, o funcionário indica. Na rua principal, mesmo ali ao fundo. Em seguida, Volka entra num táxi. Para a escola Gusl, por favor. Ele tenta usar o telemóvel, mas ouve a mensagem automática.

O seu número foi bloqueado por falta de pagamento. Volka, irritado e incrédulo, disse: “Não pode ser. Foi só uma droga de mês. O senhor pode emprestar-me o seu telefone, por favor?” O motorista entrega o aparelho. Tome. Volkan agradece e telefona para o banco. Alô. É Volcan Aslan. Eu acabei de sair. Quero perguntar se sabe o que aconteceu com a minha conta.

O gerente informa: “Senr Volkan ainda está congelada. Como já disse antes, não tem nenhuma solução do nosso lado.” Volcan fica revoltado. Mas porquê, congelada? Agora estou livre e além disso, retiraram aquela denúncia. O gerente explica a situação financeira. O juiz deu-nos ordem para devolver as transferências para a empresa.

Esse dinheiro já não é seu. Volcan fica abatido, mas o homem ainda acrescenta. Aliás, o senhor tem dívidas pendentes e gostaria de pedir que o senhor pague assim que puder. O ofendido. Volkan fala: “Vou pagar. Não vou dar calote. O gerente encerra. Está bem. Obrigado. Voca. Devolve o telemóvel ao condutor.

Mas antes abre a carteira e vê que tem apenas uma nota de 50 e que o taxímetro já está quase rebentando o valor. Podia deixar-me naquele semáforo? Enquanto caminha em direção à formatura de Ali, Volkan recorda o momento com filho. Pai, o que me vais dar no dia em que eu formar-me? Ele respondia carinhosamente: “Vou dar-te o que quiseres, meu filho.

” No presente, fala para si mesmo: “Agora não poderia fazer, mas vou recuperar o meu dinheiro e vou cumprir a minha promessa.” Na formatura, todos estão muito felizes, tirando fotos e cumprimentando-se até que Volkan aparece. Ele surge de repente e ao ver todos felizes e a sua filha com Derim nos braços de Onur, Volkan perde o controlo e grita: “Solta, minha filha!” Todos se assustam com o grito.

Derin pergunta então: “O que é que ele faz aqui?” Volcan furioso, parte para cima do homem. E o que é que eu te disse? Hum? Eu disse que ias pagar caro. Você achou que ia ficar preso? Onur tenta afastar-se. Volcan, não faça uma cena. Mas ele é agressivo. Não me toques, está bem? Deria, desiludida, disse: “O que foi aquilo, Volcan? Parece que tu não aprendeu nada.

Ele exige explicações. Derin, responde-me. O que este idiota tá fazendo aqui? E porque é que ele tá segurando a minha filha? Gonu enfrenta-o. Porque é que tá gritando com a minha filha como um histérico? Volcan tenta justificar. Eu vim aqui agradecer porque me ajudaram a sair e deparo-me com esta cena. Gonu contrapõe. Mas e então? Sai daqui.

Derin toma a frente. Mãe, não. Volcam. Você é um ladrão, sabia? Não me vai dizer que é inocente. Ela continua furiosa. Sabe que me roubou, mas eu acho que não percebeu que não o deixaram sair da prisão porque é inocente. Não, mas sim porque eu fiz com que eles te soltassem. Se alguém responsável por você sair, que alguém sou eu. Volkan fica surpreendido.

Derin, porque é que fez isso? Ela responde friamente: “Porque é verdade, eu sei que não sabe o que isso significa. Queres saber porque é que eu deixei que eles te soltarem? Porque lá tinhas um lugar para dormir todos os dias e tinha alguma comida para comer toda a noite, não é mesmo?” Ela humilha-o ao olhar bem em os seus olhos e dizer: “Só que aqui fora vai ser humilhado e desprezado como merece.

Eu já pedi o nosso divórcio. Não vai demorar a ser notificado. Não sei para que casa vai e nem como o correio te vai encontrar, mas na minha casa nunca mais pisas. Pelo menos desta vez o tribunal vai ficar do meu lado e a minha filha vai ficar só comigo. Não vai ter direito a nada. Derin dá o golpe final ao sussurrar-lhe ao ouvido.

Sabe o que é mais triste? Agora não tem evidência nenhuma para provar o importante. Afinal você podia ganhar alguma coisa, porque eu também te traí, amor. Com o honor. Volkan fica em choque e muito zangado, mas não pode fazer nada. Derin olha para Al e depois troça. Os meus parabéns, conseguiu estragar a formatura do seu filho com esta ceninha.

És tão previsível. Volka tenta aproximar-se de Ali. Filho, passo profundamente desiludido com o pai. Ele interrompe. Vai-se embora. Você já estragou a minha formatura. Por favor, vai-te embora, pai. Asia chama. Ande, Volka. Vamos. A sós com ele. Ela o repreende duramente. Não tem um pingo de vergonha? Você não sente vergonha, Volcan? Pelo seu filho que foi humilhado porque estragou a formatura dele? Eu pedi que te soltassem.

Eu pedi aderim e veja o que fez. É uma vergonha. Ainda me surpreendo do que é capaz. Surpreende-me que não possa aprender com os seus erros. Você não aprende. A detenção não foi suficiente. Se com isso não aprendeu, então significa que nunca vai aprender. Arrependido, tenta justificar-se. Aia, não me consegui controlar. Por favor, peço desculpa, de verdade, mas tem que compreender que eu fiquei, eu fiquei sem dinheiro e e andei muito a pé para chegar até aqui.

Humilhado pela situação em quem se encontra, ele continua. Eu nem tive escolha. Eu tive que caminhar, Ásia, porque não tinha dinheiro nem para um táxi. Ia pergunta sem compreender a sua insistência. Porque vieste, Volkan? Ele reconhece o erro. Eu sei que obviamente nunca deveria ter vindo, queria partilhar isso com Ali.

Irónica, ela disse: “Bom trabalho, perfeito. Volkan tenta acalmá-la. Olha, está bem, Ásia, tu tem razão. Eu sei quando estou errado, de verdade. Só que me doeu tanto de te ver tão feliz com os outros e a festejar com essas pessoas. Mas escuta, eu prometo que vou resolver isso. Eu prometo que vou resolver. Cara de pau, ainda tenta manipulá-la.

Ia, acredita em mim. Agora vamos, vamos. Vamos paraa nossa casa, por favor. Vamos. Ela estranha. De que casa está a falar? Ele responde naturalmente. Como assim? Qual casa? A de sempre. A nossa casa fria. Ela diz. Eu vendi a casa, Volka. Ela explica os seus planos. Assim que a formatura terminar, começarei a fazer as malas para que possamos finalmente deixar essa cidade.

Volcan tenta assimilar a notícia. Está bem. Acho que foi uma boa decisão. Podemos começar noutro lugar. E, além disso, a casa que coloquei em nome do Ali podemos vender para investir, não é? Ela pergunta: “De que casa está a falar?” Eu devolvi-a para Derim. Volkan fica chocado. Para Derim.

Porquê, Ier? Por que razão você fez isso? Era a nossa única reserva, a nossa única poupança e agora, principalmente com a minha conta congelada, interrompe-o. Já não existe nós, Volka. Ele fica confuso. Por que razão diz isso? Ela finalmente revela a verdade. Eu digo isto porque não te amo, Volkan. Volkan fica em choque. Isto foi uma farsa. Ácia responde sem hesitações.

Sim, foi arrasado. Volcan disz. Assia, disseste-me que estavas a dizer a verdade e que eu deveria deixar Derim para ficar consigo. Você prometeu-me que estaríamos juntos outra vez como uma família e que e que era o que mais queria. Ela faz com que Volka encare o próprio passado. Não te lembras como mentiu, Volka? Quando perguntei se estava a me traidor, lembra-se da sua mentira? As pessoas às vezes mentem.

Você me ensinou isso. Desnorteado, Volcan fala. Assia, porquê? Por quê? Por quê? tomada pelo ressentimento, ela diz, para que sinta na pele por tudo o que me fez passar. Eu explicaria mais, mas parece que não aprendeu. Portanto, não adianta explicar algo que nunca entenderá. Volka, emocionalmente destruído, diz: “Foi tudo mentira? Hã? Quando me abraçava ou quando me beijaste, tudo aquilo em que acreditei era uma mentira? Ásia admite a única parte verdadeira.

O que de verdadeiro senti por ti é que não queria que morresse. Senti medo, embora tenha sido pelo Ali. O abalado Volkan pergunta: “Pensavas que eu ia morrer? A se determinada a recomeçar diz: “Finalmente vou-me embora daqui com o Ali para ter uma vida feliz que nunca pude ter por sua causa.” Volkan completamente atordoado, apanha as suas coisas e caminha.

Ia vai na direção oposto, mas leva um susto com o barulho de uma travagem de um carro. Ela volta a correr e o ajuda. Eles aparecem em seguida no carro sem trocar uma palavra, mas a pensa: “Há um ditado popular, que o inferno não se compara à ira de uma mulher enganada e ao querer apagar o fogo da a sua vingança, as chamas crescem ainda mais. Por isso acabarão queimados.

Mas no processo dessa vingança, eu também acabei queimada, porque a minha raiva e a minha consciência estavam lutando. E no final de cada batalha, a voz da minha consciência saía sempre vitoriosa. Com este peso na consciência, leva-a a Volkan até uma casinha simples. Antes que ela parta, ele implora. Ah, fique.

Eu disse esta palavra mil vezes e agora vou repetir. Fique. Eu sei que tu conseguiu vingar-se porque eu estava disposto a regressar. Emocionado, pergunta: “E o meu castigo pela desgraça de te enganar? Será que o meu coração nunca deixará de te amar?” Percebe tarde demais o que perdeu. Agora já entendo.

Antes não entendia, mas agora estou estou a perder-te. Eu posso finalmente compreender. Agora eu entendo. Onde quer que vá, lembre-se que eu vou amar-te para sempre. Você sempre estará aqui no meu coração. A despede-se definitivamente. Cuide-se, Volca. Ela vai-se embora. chega a olhar para trás, mas parte. Já Volkan cai em lágrimas ao finalmente perceber o dimensão do erro que cometeu.

Trs meses depois, Déia cria suspense durante uma ecografia. E então, está pronta para saber? Ne, ansiosa diz. É claro. Daria brinca. Acho melhor contar-te depois. Ne fica impaciente. Ah, não. Já fala. Vá, já dá para ver no ultrassom. Deria revela sorrindo. É uma menina. O seu su explode de felicidade. É a sério? Uma menina? Eu sabia. Eu falei.

Vamos ter uma menina. Ah, o meu Deus. Vai ser uma menina. Deria olha para o seu soque. Vais ser o pai de uma linda menina. O seu su fique emocionado. Nem sei o que dizer, Nil. Eu estava muito feliz. Eu estou muito feliz. Pouco depois, a assistente encontra Der e avisa. Doutora, alguém veio vê-la. Está na sua sala agora.

Na sala, o rapaz mostrou-se apresenta. Olá, Dra. Deria. Eu sou o Cadir. Ela se emociona e recorda o passado dos dois. Voltaremos a encontrar-nos e eu vou me apresentar. Eu vou dizer que o meu nome é Cadir e vais realmente me conhecer. Intrigada, Dia fala: “Está bem, só me resta esperar e te conhecer noutras circunstâncias. No presente, Cadir diz: “É um prazer conhecê-lo.

” Ela responde igualmente. Eles abraçam-se carinhosamente, dando a entender que ali vai surgir uma história de amor. Do outro lado, Gonu caminha com Ravidan e revela-lhe um barco com o seu nome. Gonul conta que mudou de vida mais uma vez e que vai sair da pobreza e vai voltar a ter a vida boa que tinha no passado.

Entretanto, Odur e Derim brincam com Zinep enquanto tomam café da manhã. De repente, pergunta: “Vai estar ocupado amanhã?” Derin responde: “Não, não. Mas porquê? Ele a surpreende? Porque eu vou pedir-te em casamento. Derin fica surpreendida e muito contente. É a sério isto?”, Ele confirma com um sorriso radiante no rosto. Longe dali, Volkan aparece barbudo, desleixado, claramente abalado, caminhando por uma rua até parar em frente à sua antiga casa.

Ele observa por alguns segundos, com muita dor e saudade pelo que perdeu. Em seguida, os novos proprietários surgem. Ao entrarem na propriedade, o homem pergunta: “Ele não se cansa de ver?” A mulher comenta, mas o Aslan não faz mal a ninguém. Volcam chora ao ouvir e continua o seu caminho. Longe dali, está o telefone. Acabei de chegar ao aeroporto, filho.

Ali do outro lado da chamada, diz: “Está bem, mãe. Não vejo a hora de te chegar. Carinhosa, fala: “Está bem, vemo-nos. Eu amo-te. Ali responde: “Eu também te amo, mãe.” A embarca no avião com destino a Londres. Ali sentada, pega num copo de vinho e reflete sobre tudo o que aconteceu. A vida pode obrigar-te a tomar algumas decisões.

Mesmo assim, nunca perdi a esperança de encontrar o meu caminho, sentir outra vez a felicidade no meu coração e poder restaurar a minha alma, partir de uma pequena ação, uma vez que o que importa é abrir uma nova página em branco na minha história. O que descobri nadando em águas profundas, a que vou descobrir abraçando alguém que me ama.

E tudo começa quando apanho um avião que nunca imaginei entrar. De seguida, há uma passagem de tempo, 20 anos. O túmulo de Volkan aparece. Seinep já adulta pergunta ao irmão: “Perdoaste o nosso pai?” Ali responde: “Perdoei sim. Isto porque ele colheu o que plantou, não é? Enfim, vamos, temos de ir. Ele sugere. Já que estamos em Terkdag, é bom dar um passeio. Seep concorda.

Certo, tudo bem. A gente não pode demorar. Onur e a minha mãe estão nos esperando. Al responde: “Está bem, claro. Eu também tenho de ir buscar a minha mãe ao aeroporto e se me atrasar, ela vai ficar zangada.” Assim acaba iludida. Agora deixa a tua opinião. Gostou do fim da novela? Achas que e o Derim fizeram a coisa certa? E quanto ao final do Vulcan? De a sua resposta nos comentários.

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Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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