POBRES, ESQUECIDOS E MAIS: COMO ESTÃO 10 CANTORES DOS ANOS 80 HOJE! -H
Veja o antes e agora de 10 cantores famosos lendários dos anos 80. Como eles estão e por onde andam hoje em dia com idade e aspeto atual. Kattia é uma cantora brasileira que ficou nacionalmente conhecida entre o finalzinho da década de 70 e os anos 80, período do seu auge enquanto artista. Ela emplacou sucessos com rits como tão só recordações e Cedo para mim.
Além disso, teve o rei Roberto Carlos como seu padrinho artístico, o que, de certa forma a ajudou a crescer ainda mais como artista. Depois de anos de sucesso a ser reconhecida pelo seu talento e premiada, Katia passou a dedicar-se à causa dos deficientes visuais, dado que nasceu cega.
E por esta razão também foi reconhecida. Vivenciou um período de iato que durou de 2006 a 2014 quando regressou às suas atividades artísticas. Mas pouco tempo depois teve de se afastar novamente dos palcos após o falecimento da sua mãe no ano de 2018. Algo que a fez desenvolver uma depressão e que a levou a passar mais 3 anos distante das atividades no meio artístico.
Hoje, Ktia tem 63 anos e continua com a sua carreira ativa, fazendo espetáculos e, por vezes, sendo convidada para programas de TV, como quando participou do programa Altas Horas em 2024, no qual recordou os seus êxitos ao cantar para a plateia. Recentemente ela ganhou um cão-guia, o que a deixou bastante feliz.
O grupo Catinguelê foi outro a fazer fama nos anos dourados, mais precisamente na década de 90. Embora estivesse em atividade desde os anos 80, a explosão de êxitos dos grupos de pagode romântico deu-se entre o final da década de 80 e início dos anos 90. Catinguelê embalou as estações de rádio e os programas de televisão com os seus diversos êxitos, como Inaraí e tantos outros.
Com o passar do tempo, o grupo mudou de formação várias vezes com o cantor Salgadinho, principal compositor da banda, saindo em 2001 para se dedicar à a sua carreira a solo. No entanto, algumas as reuniões foram feitas ao longo do tempo para determinadas apresentações. Apesar de ter menos espaço nos media, atualmente o grupo segue uma carreira celebrando o sucesso das décadas passadas e inovando com outros lançamentos, para além dos concertos feitos por todo o país.
Mas apesar de se manter no gosto popular, em julho de 2024, a banda envolveu-se numa espécie de polémica após pedir a saída de Mário Rosa, percussionista que estava no grupo desde a sua fundação. Segundo a justificação para a demissão, foi-lhe mandado embora pelo uso de roupa inadequada em apresentação do grupo, sem mais detalhes.

Já salgadinho, esteve recentemente no Altas Horas, celebrando o pagode dos anos 90. Netinho de Paula é outro nome que ficou muito conhecido nos anos 90 por ser vocalista de uma banda de pagode, o Negritude Júnior, que alavancou a sua carreira com os êxitos da época. Mas mais para a frente, Netinho decidiu deixar a banda para seguir o seu carreira a solo, onde emplacou alguns hits contagiantes e bastante tocados na época, como quer casar comigo? Netinho aventurou-se ainda como apresentador, tendo passado por algumas estações como
Globo e Rede TV, mas é mais lembrado pelo programa Domingo da Gente na Record. Ele ainda entrou para a política exercendo alguns mandatos como vereador, mas chegou a ser caçado em 2015 por infidelidade partidária devido às acusações de alegado reembolso da Câmara dos Vereadores por apresentar notas fiscais de empresas fantasmas.
Antes, ainda teve os seus bens congelados por outra condenação. Entre as suas várias polémicas, está a agressão a uma ex-mulher em 2005 e, mais recentemente, uma citação do Ministério Público do seu nome com a Giota do PCC, onde o Netinho supostamente teria levado dinheiro emprestado. Segundo investigações da Polícia Federal, Netinho está com 55 anos e diz que a sua relação com Ademir Pereira seria de negócios, logo desconhece tais atividades criminosas.
Conhecida como Rainha da Lambada, a A cantora Márcia Ferreira ficou nacionalmente conhecida pelo sucesso do Hit e Chorando Seoi. Versão da música boliviana e Oranda Sefu. A sua música repercute até aos dias de hoje, desde os anos 80. Mas apesar do sucesso, Márcia teve de enfrentar uma batalha judicial em relação ao seu maior sucesso.
Isso porque a banda francesa Caoma gravou uma versão não autorizada. E mais tarde, a justiça francesa deu ganho de causa à Márcia Ferreira, tendo ela inclusive que ser indemnizada após o processo ganho em 1991. Aos 67 anos, Márcia Ferreira continua fazendo os seus espetáculos, mas também trabalha como comunicadora da rádio Estúdio Brasil em Brasília, onde vive.
E a sua agenda de concertos também contempla apresentações internacionais. A cantora foi homenageada em fevereiro de 2025 no programa Aparecida Sertaneja para celebrar a sua carreira e contar a a sua história na música. Ao que parece, A Márcia é frequentemente lembrada e convidada a participar em programas televisivos, onde canta e comenta a sua trajetória.
Outra atração ainda mais recente, a qual foi convidada a participar foi no programa do cantor Frank Aguiar. Buzão do forró, também no TV Aparecida agora em maio. O cantor Belor teve uma trajetória diferente, sobretudo no fim da sua vida. Mas depois de ter feito bastante sucesso nos anos 70 e 80 com os seus inúmeros êxitos, o cantor cearense realmente desistiu da fama e do dinheiro.
Em dado momento, deitou tudo para o ar para viver a vida como nómada. É de conhecimento público que Belkior viveu décadas de sucesso e acumulou fortuna com a sua carreira. No entanto, parece não ter dado tanta importância assim aos bens materiais. tendo abandonado os palcos e a sua carreira para viver por quase uma década distante dos media.
Assim, a maioria das pessoas, os seus próprios fãs, nem sequer sabiam por onde andava. Desse período, existem diversos relatos de que contraiu dívidas em estacionamento de aeroportos, estadias em hotéis e acumulou outras polémicas, como dois mandados de detenção pelo não pagamento de pensões e ter ficado sem dinheiro após a conta na qual recebia os os seus valores dos direitos de autor ter sido bloqueada.
Tempos depois, foi encontrado a viver no Uruguai, a relatos de que tenha vivido em casa de fãs. E por último, em 2017, faleceu no interior do Rio Grande do Sul, vítima de um aneurisma aos 70 anos. Formada na Baía nos anos 80, a banda Mel é um verdadeiro expoente do aché Music, género musical muito conhecido devido a bandas como Chiclete com banana, Asa de Águia, além de cantores como Ivete Sangalo, fez bastante sucesso com os seus hits amplamente divulgados, tipo prefixo de verão, que tocou nas rádios de todo o país. É bem verdade que a banda passou
por alterações na sua formação ao longo dos anos, mas continuou a ser lembrada pelos êxitos lançados, especialmente em períodos de carnaval. Também é verdade que o grupo fez uma pausa nas as suas atividades durante um longo período de 30 anos, embora tenha feito um breve regresso para comemorações das três décadas em 2014, com alguns espetáculos realizados.
Mas pelo menos desde o início de 2024, a banda Melorou com as suas apresentações e até realizou alguns espectáculos no carnaval de Salvador no ano passado. Espetáculos esses que marcaram e celebraram não só os 40 anos da formação do grupo, mas a nostalgia vivida pelos fãs com as suas atuações que continuam a acontecer.
Os espectáculos em questão foram realizados nos principais circuitos do carnaval de Salvador e há relatos de que existem projetos no audiovisual previstos para 2025. Outro grupo conhecido durante a dourada década de 90 foram Os Morenos, uma banda do género pagode romântico que chamou a atenção e marcou a época com os seus rits de sucesso, como o castanho bombom lançados em meados dos anos 90.
Assim como vários grupos do mesmo estilo, tocou bastante em todas as rádios do país. Outro grande sucesso lançado mais para o início dos anos 2000 foi Mina de Fé, uma música marcante e que certamente quem é da época se vai lembrar. Em 2001, o vocalista Vaguinho decidiu deixar a banda para tentar uma carreira a solo e alguns anos depois o grupo decidiu dar uma pausa nas atividades até regressarem em 2014 depois de 10 anos parados.
Nesse retorno, quase toda a formação original reuniu, com exceção de Vaguinho. Nisto, lançam um novo álbum, sendo o sétimo do grupo. 2016, para além dos 20 anos do grupo, marcou também um dos últimos lançamentos de Os Morenos com a música Bombom Feito Vinho, composta por ninguém mais, ninguém menos do que o craque Ronaldinho Gaúcho.
Em notícias de 2023, o grupo planeava um regresso a a comemoração dos 30 anos de carreira com concertos e digressão, mas ainda sem a presença de Vaguinho. Tê Espíndola ficou amplamente conhecida no Brasil pelo seu hit escrito nas estrelas, bem como por a sua voz única e exótica. Os anos 80 foram bastante marcantes para a cantora, já que foi neste período em que ela atingiu o seu auge na carreira, tendo inclusive feito a banda sonora de um filme qual ainda chegou a atuar, que é Mónica e a Sereia do Rio, de 1987.
E é bem verdade que a cantora diminuiu o ritmo das apresentações nos anos 90 após ser mãe, mas ainda assim não parou, já que chegou a lançar um álbum acústico. Assim, a sua carreira prosseguiu e ela continuou com concertos e lançamentos a a partir dos anos 2000. Hoje, no auge dos 71, TT segue com a sua carreira e celebra quase 50 anos na estrada com as suas apresentações, lançando novos trabalhos e sendo ainda reconhecida pelas suas contributos para a música brasileira.
Ela até voltou a ser muito falada desde 2023, após a atual geração descobrir o seu grande hit, quando a ex-atleta Márcia Fu cantou a sua música ao participar no reality a Fazenda. Assim, escrito nas estrelas, acabou por ir parar no top das tabelas do Spotify Brasil depois da repercussão positiva. Com mais de 50 anos de carreira, José Augusto é conhecido pelas diversas canções presentes em bandas sonoras de inúmeras novelas da televisão brasileira, o que fez dele um dos artistas com maior número de músicas utilizadas nestas produções, sendo
20 ao todo, 14 faixas só em novelas globais. Um feito incrível e bastante notável. Mas José Augusto não é só isso. Além de um grande compositor de música memoráveis, é um artista único, marcou uma época e continua a celebrar os fãs com as suas apresentações, já que aos 71 anos segue na sua carreira repleta de grandes espetáculos, alimentando uma impecável carreira de cantor e compositor.

Neste ano de 2025 foi publicado um artigo no site Terra falando a propósito das cinco décadas só de carreira e que como forma de celebração José Augusto está em digressão. Nela canta grandes êxitos como De que Vale Ter tudo na vida, aguenta coração e Beijinho Doce. A sua atual turnê se chama Histórias em Canções 50 anos.
Apesar do tabagismo que o fez perder a voz e até ficar parado durante um tempo sob tratamento médico, José Augusto conseguiu superar o vício e não parece disposto a se aposentar. O maranhense Lairton Paulino da Silva ou Lairton e os seus teclados ganhou bastante notoriedade no final dos anos 90 devido ao sucesso da música Morango do Nordeste, sucesso que o alavancou nacionalmente, fê-lo tocar em todas as rádios e atuar em diversos programas de auditório.
Mas isto não foi tudo, uma vez que o seu maior sucesso foi ainda regravado por vários artistas com o passar do tempo. Depois da febre deste hit, quando o seu primeiro álbum foi lançado, chegou a vender mais de 350.000 cópias, o que lhe consagrou ainda mais. Infelizmente, com apenas um único grande sucesso, os grandes media acabaram, de certa forma esquecendo o artista.
Mas apesar disso, continua firme com a sua carreira musical, apresentando-se com diversos espectáculos pelo Brasil e até partilha um pouco da sua rotina e das novidades no o seu perfil oficial no Instagram. Laíton tem atualmente 53 anos e fora do música, tentou a vida na política quando em 2018 se candidatou a deputado federal pelo estado do Maranhão.
Mesmo não sendo badalado como antes, Lairton também não pensa na reforma, manteve a agenda preenchida no período junino e é bastante comum que outros artistas marquem presença nos seus concertos. O que achou das mudanças e qual era o seu favorito na época? Já me diga nos comentários, subscreva e deixe o seu gostei.
Preparei um vídeo especial para você. Ele está a aparecer aí na sua tela. Espero-te lá. Ah.
eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.
Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.
Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.
A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.
As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.
Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.
Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.
Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.
Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.
Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.
Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.
Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.
Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.
Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.
Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.
E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.
Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com
sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.
Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.
Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.
A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.
A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.
talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.
A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.
Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.
Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.
Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.
Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.
Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.
Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.
O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.
Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.
Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.
Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.
Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.
Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo
sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.
nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.
Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.
mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.
Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.
E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.
Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.
porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o