PRESENTES PARA MARI E UMA VISITA Á DONA ANA CARVOEIRA. – H

E meus amigos, muito bem-vindos a mais um vídeo aqui no nosso canal. Como é que estás com a gente? Está tudo ótimo? Hoje visito a família da Mari que se mudou recentemente aqui para este local maravilhoso. Hoje há presente para eles, para o pessoal que tá a gostar de acompanhar a sua família. Este vídeo é simplesmente um colírio.

E para si que está preocupado com a dona Ana Carvoeira, vamos agora a sua casa porque parece que as coisas não estão nada bem por lá. Ela ainda não conseguiu melhorar desde a nossa última ida ao hospital, mas continua confiante que os medicamentos vão sim trazer a sua saúde de volta. Peço que fique neste vídeo até ao fim, que deixe o like, deixe o comentário e mais logo nós estaremos a fazer-nos à estrada numa viagem rápida até outra região.

E isso é muito bom porque podemos visitar outras famílias de quem também gostam demais. Se está a gostar do nosso trabalho, se adora este canal sensacional, nunca deixe de exprimir a sua felicidade, porque ontem estivemos com casal maravilhoso, diretamente de Minas Gerais, de Uberlândia. Um casal sensacional, almoçamos juntos, foi muito prazeroso, maravilhoso.

Um bom retorno para vocês. Obrigado pela visita e pela companhia. Gente, também seguimos com a a nossa acção, com a nossa campanha beneficente. Vocês sabem que nós faz sempre campanhas de beneficência para dar continuidade ao nosso trabalho. Estes são os últimos 50% dessa edição. Uma edição relâmpago e o campeão leva para casa.

O iPhone 17 Pro Max é o valor correspondente. Para aceder, você digitaliza o QCO que está a aparecer agora ou acede a links, notou pros comentários ou abaixo desse vídeo. Cuida, cuida. Olha só onde é que nós estamos. No fundo do terreno aqui do senhor Carlos e da nossa vozinha Maria. Gente, este evento é simplesmente esplêndido, maravilhoso.

São 9 horas da manhã aqui no Brasil. você acompanha-me. Vamos andando agora nesse momento. A Mari já está nos aguardando, recebeu-nos com abraço apertado e com palavras de carinho, dizendo ela que tem saudades vossas. E pelos comentários que temos lido, também gostaram muito desta família e é sempre bom poder rever os nossos amigos e irmãos.

Olha, no último vídeo mostrei-vos a situação da dona Ana. Dona Ana, como é que eu posso falar? Como é que eu posso explicar aos vocês? Deu ali um jeito à sua coluna, talvez no seu pescoço, ela está um pouco assim nesta posição, não consegue rodar. Isto é algo comum. Andei a pesquisar, isto acontece com muita gente, já também me aconteceu.

Eh, a gente fica, não é, sem movimento. Isso é horrível. Mas graças a Deus não está a dar febre nela, por isso deve ser só questão mesmo de musculatura. Entrei em contacto depois mais cedo com o médico, ele disse que é para ela continuar a tomar um medicamento específico, não é? Um medicamento, eh, que vai eh direto ao ponto ali dessa musculatura dela.

E acreditamos que daqui para o fim do dia vamos ter boas notícias. Perguntei-lhe se ela quer voltar no hospital. Ela disse que é muito cedo. A já vista que domingo estivemos por lá. Experiência em hospital não é nada boa. Tem como vir aqui comigo, por gentileza? Anda cá, anda cá. A Mari estava a lavar louça, a gente tá retirando-a das suas atividades, mas é por uma boa causa, é para mostrar a vocês como ela está para quem está a pedir a atualização.

Nós viemos tomar o café que tiraste aquele dia, já estás pronto? Já está quase pronto. Ok, eu tirei, mas a a irmã Francilên eh descascamos um bocadinho, não é? E já tem para torrar para a gente bater no lutificador, porque não temos moedor e nem pilão. Aí a gente vai bater noificador. E bom dia para todos do canal, um abraço para todos bem apertado, bem cheiroso.

Que Deus abençoe hoje a vida de todos, certo? Como sempre, certo? Cada dia a gente confia no pai do céu que tudo dá certo. Muito bem. O pessoal tem elogiado muito a sua forma de comunicar, a sua tranquilidade, leveza. a qual transmite às pessoas a fé também por dias melhores. Sim, é muito agradável ouvir-te. Obrigada.

Foram os comentários que nós lemos a seu respeito. Obrigada. Eu acho que esta forma tranquila e feliz e autoastral ao mesmo tempo conquistou o coração do pessoal. Como é que as coisas estão por aqui? Muito obrigado. Graças a Deus está tudo indo em paz, não é? Então, que nem eu já disse que aqui é o cantinho do céu, eh, um lugar de paz, de manhã cedo, tem muitos pássaros, curica, vem visitar-me, [risos] então fico maravilhada.

A natureza é o lugar que sentimos a paz de Deus, certo? Então eu digo a cada um que quiser refugiar, lá para lugar assim que tem natureza, que transmite algo maravilhoso. Muito bem. Hoje estamos a trazer presentes aqui para a tua família. Olha só, acabou de entrar no canal, o pessoal já está enviando presente. É bom. Muito obrigado.

Agradeço demais, de coração. Muito obrigado. Que Deus abençoe a cada dia a vossa vida. Maravilha. O papá está deitado, dormindo, tá? Está a dormir porque de noite ele passa a noite todinha a zonzando pela casa. Nem sei o que fazer. E depois uma proeza que ele fez. Sexta-feira fui ao circo de oração. Quando eu cheguei, o irmão Taí já ia no caminho para me ir buscar.

Porque ele tinha ido para ali, meu filho. E depois, sabe Deus se, certo? Porque dá na cabeça, vai mesmo. Vai embora. Se deixar vai-se embora. Vai. Depois, a irmã Taí, ele disse que ele estava ali no meio do mato e depois ainda bem que ele o apanhou. Mas foi uma questão de segundo, o meu filho. Segundo. Ela, meu Deus do céu.

Se deixar vai-se embora, vai-se embora. E depois ele falou, disse que estava a sonhar, que estava dentro de uma lagoa. Digo que o senhor não estava sonhar não, o senhor estava dentro da lagoa mesmo. Era mesmo verdade, [risos] hein, gente? Que perigo, hein? Eu está atenta, não é, Mari? Eu não posso sair. Então é isto.

Às vezes, muit das vezes, tenho as minhas coisas para fazer, mas deixo de fazer para cuidar dele. Exatamente. É um cuidado extremamente dedicado. Examente demais. Muito bem. Vamos abrir os presentes. Hoje a minha vinda aqui era para saber como você tá. Graças a Deus está todo mundo bem e também te entregar uns presentes, porque presente não é só material, é a representação de um carinho especial, de uma pessoa de tão longe.

Eu quero saber quem foi que lhe enviou, de qual lugar do Brasil. Sim. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá, gente. Ó, eu quero mostrar-vos o café depois de descascado daqui. A gente tem que o pôr ao lume, torrar ele um pouco, que ele fica bem preto. Aí a gente vai e mó no liquidificador. Como não tenho medo nem um pilão, mas era bom no almofariz, não é, que é mais caseiro.

E depois fica assim, ó, a semente. É um processo demorado, trabalhoso, demorado. Por isso é que o café é caro. Isso, meu filho. Aí tem que se dar valor os pros agricultores de café, porque dá trabalho, dá trabalho a fazer. Mas aí no caso só falta agora só torrar e e moer. Eu pensei que ia ele ia ser moído primeiro, depois torrado.

Não, Filipe, é o contrário. É o contrário. [risos] Sensacional demais. A Mari é sempre sorridente. Eu vou chamar-te Mari sorridente. [risos] És tu e a nossa princesa lá do Breu Branco, a Sónia sorridente. Na hora em que eu chega começa a sorrir. Mas é, pode ser o dia pode ser difícil, mas temos que mesmo com as dificuldades não nos podemos abater.

Com certeza. Tem de sorrir, tem de agradecer. Vai adiantar de quê, certo? a tristeza e o murmur, sei que alguns momentos é inevitável na nossa vida que passemos por momentos assim, mas passe esse momento e depois volte a voltar a sorrir, porque a vida continua e não espera por ninguém. Verdade. A nossa princesa que te está a presentear hoje, vejam só de onde ela é.

Rio de Janeiro. Ui, de longe. Vês onde é que está a tua história a chegar? Muito bom. Isto é bom demais. É a nossa querida Rosa Barreiro do Rio de Janeiro. Obrigada Rosa. Que Deus te abençoe princesa. E se quiser um dia aparecer no cidade pode vir que será bem-vinda. Maravilha. [risos] Olha, podes fazer abertura aqui para esse pacote.

Pode abrir. Muito obrigada de coração. E mostra ao pessoal que tá acompanhando. Ui, meu Deus do céu, gente. Vocês são demais. [risos] Vocês são top. A Rose Barreiro está com a gente. Ai, que envia sempre presentes. Meu Deus do céu. Olha que lindo. Parece isso aí. É coxa de cama. Olha que giro. Será? É. Ó aqui a fronha.

A fronha. Muito bem. Coxa da cama de Ah, está fixe. A fronha. Sim. Perfeito. É um, como é que o pessoal chama? Enxoval. Valdica. Valdica. Segura aí que há mais. Eita, meu Deus. Gostou da estampa? Amei. Amei. Eu amei demais. Lindo, lindo, lindo. Obrigada. Vamos abrir aqui outra vez. Pode abrir. Rosa Barreiro novamente.

Está escrito aí capa. Capa de Deve ser capa de alguma coisa. Será que é capa de telemóvel? Não, pois não? É não. [risos] Eita. Muito bem. Uau, que legal. Bem demais, meu Jesus amado. Obrigada, Rosa. Tu és linda. Capa de capa de almofada. Travesseir de Sim. Ah, fixe. Entendi. O travesseiro fica aqui dentro. Isso. Fecha o fecho.

Depois reverte com essa outra. Com a outra, não é, cara? Que giro, hein? Ai, adorei, amiga. Obrigada. Obrigado, Rosa Barreiro. Que Deus abençoe. Mais outra, mais outro pacote. Ela está a renovar aí a o enxoval da casa. [risos] Exatamente. Obrigado. Olha mais capa de travesseiro. [ressonante] Olha que lindo. Olha cor. Bonitão, hein? Bonito.

Lindo, lindo, lindo, lindo. Olha. Olá, obrigada, Rosa. Obrigada de paixão. Deus abençoe muito a sua vida, a de todos nós, não é? Porque Deus é maravilhoso. Ele faz coisas que nós nem imagina. E agradeço-lhe muito, muito de coração. A cada um. Isso aí é o lençol de casal. Sim. Abulso com bainha. Ai, que chique. Antigamente, quando era mais pequeno, lia banha. Banha.

[risos] Mãe, faz a banha desta calça. Bainha. O meu sobrinho fala beiju. Eles chamam-lhe primeiro, não é? Mãe, faz um beijo para mim. [risos] Desse jeito. A Laiana chamava comida era nham nham. Mãe, em paz. Nhaminham. Amei de paixão. Obrigada. [pigarreia] Obrigada. Estou cheia de presente. Para tornar o seu quarto mais bonito.

A próxima vez que aqui retornarmos nós mostramos. Olha, há um presente aqui para a sua filha. Mas ela não está. Ela acabou de sair. Sim, está. Como é mesmo o nome dela? Liana. Laiana. Isso. Olha, é o seguinte. A mamã tem autorização para abrir. Pode abrir. Também [roncando] presente da nossa querida Rose Barreiro do Rio de Janeiro.

Um beijinho para o pessoal do Rio de Janeiro que acompanha a nossa. Uau, que lindo. [risos] Olha lá. Está a ver? Olha que linda. Este já é uma estampa, certo? Aqui já cor linda. Cor de menina mesmo. Cor da princesa Lana. Nossa, adorei de paixão, gente. Obrigada, obrigada, obrigada pelo carinho, pelos comentários. Muito obrigada.

Nossa, olha que lindo, de verdade mesmo. Lindo demais. Olha, impressionante. Pronto, mamã, arrasou. Vou pôr lá no quarto. Tenho a certeza absoluta que ela vai amar. Vai sim. Tem mais um. Mais um. Eita. A Rose Barreiro quando envia um presente, ela manda uma bela sequência, viste? É, não é? Pode abrir. Está escrito capa também.

Deve ser capa. Capa das almofadas aí. Sim. Mais a capa. Olha. Mais capa. Legal. do colchão. É do colchão. É. Tem as fronhas, tem a capa. [risos] Agora sim. Olha para isto. E olha, fixe. Tem fecho. Zíper toda a largura. Nossa. Olha, para proteger, para que ele dure mais tempo, não é? Muito bem. Obrigada.

De paixão, viu, Rosa? Imaginava ganhar um presente destes jamais. Você [risos] surpreende-nos, ó, o meu coração tá cheio de alegria. Muito obrigada mesmo, de paixão, já viu? Deus abençoe sempre a vida de vocês pelo carinho e vocês gostem, partilhem, né? E que estes meninos de ouro eles vão ainda muito longe, que eu creio. Olha, muito bem.

A é Laiane ou é Lauan? Laiana. Laiana. É a Laiana. Está a chegar ali. Está a chegar. Laiana. Encosta-te ali ao lado da mamã. Deixa o pessoal ver-te, por gentileza. Mostra o presente. O cabelo da da Laiana, não é isso? É imenso, pá. É muito grande. Como é que estás? Estou bem. Está bem. Onde está o presente mamã que ela ganhou aqui? Laana.

Olha, a Rosa do Rio de Janeiro mandou-te. Olha que giro. Ai, muito obrigada, Rosa, certo? Linda? Muito bem. Muito bom mesmo. Perfeito. [risos] Eita. É por aí. Vamos andar um bocadinho. [ressonando] Muito obrigado, Mari, pela recepção. Obrigado pelo carinho. Depois regressamos com mais novidades. Se cuidem, tá? Cuidem-se.

O momento em que não tiverem por aqui, cuidem-se, porque eu tenho a certeza que daqui para a frente é só felicidade. Eu creio em nome de Jesus. Abraços. Um abraço. Gratidão sempre. Pessoal, estou aqui com a dona Ana. Ó a situação da mulher não consegue mexer o pescoço, não. De maneira nenhuma. Mas vai ficar boa. Com fé em Deus. Em nome de Jesus, não é? Vamos entrando aqui.

É. Bora devagarzinho. Segura, segura. Não estou a dormir de noite. Não tá a dormir não porque está a doer muito. Vamos, vamos entrar aí. Nem d aí. Ai, e depois nem consigo comer. Eu vou conseguir mexer com a boca. Meu Deus do céu. Vamos aqui à cozinha. Sentar-se ali na mesa. Cuidado, cuidado. Este facão da dona Ana tem que levar para comprar um óculo, porque está cego, viu? [pigarreia] Isto aqui é bom para ela porque ela não não está a comer nada.

É, não é, doutor? Certeza. Acabou. Tem água. A Dona Ana, traz um vaselhinha de alumínio. Já ia tomando aqui, ó. Vou descascar logo o outro. [ressonante] Olha gente, venham cá mesmo. Venha cá comigo. Venha. Quer dizer que vieram hoje atrás da senhora vai para a carroeira? Eu acho que

era ele. Depois eu disse que tava doente, acho que ninguém lhe falou. A gente nem quer ir de uma situação dessa. Mas eu vinha à tarde aqui. Toma, minha filha. Pode beber. Bebe o menos um copo. Vou buscar o seu remédio aqui. Pois, mas eu bebo mtigado, ó. Desmanchado. Eu não sei engolir. Engolir não, porque não estou a abrind muita boca. Está a doer muito aqui, ó.

Travando o meu pescoço. Não estou conseguindo ficar deitada. Não estou conseguindo ficar sentada. Não estou a conseguir fazer é nada. Fui lavar uma bacina, não aguento mexer com o braço. Meu Deus do céu, é muito mau. Ó, eu sou mole para doença. Nem o meu cabelo eu não aguento molar. Eu tenho a roupa bem aqui de molho, ó.

Falta de falar um tantinho, não é? Minha roupa está tudo sujo. Eu fui aqui, eu lavei um bocadinho, arruinei. Ontem. Olha, já são dois, está bem? Esse pequenino aqui. Aqui. Esse primeiro. Este é bem pequenino. Vai. Quer ver este? Esse este aqui. Tá. Mexer com a boca que dói. Não quebra mais. Mais nada. Quebra no dente.

Eu também. Tem. Tem. Tentei. Eu vig lá. Senhora, mas do medicamento? Uhum. [pigarreia] Vai, bebe essa água toda. É barato não. Não é barata, não. Isso aí é do coco mesmo. Mosquito que dá dentro do coco. Quando forem 6 horas da tarde, a senhora vai ligar-me. Muito obrigado. Obrigado. Agora tudo bem, viu? Eu vou descascar o outro, vou pôr no frigorífico para a senhora tomando, viu? Tá bom.

Coisa muito Vou ficar bem. Vai ficar bem, já viu? Eu acho que hoje a senhora já tem um bom resultado também sozinha aqui, ó. É, não é? Onde vieram? Ai o pessoal vi da outra casa para aqui onde está até táando ah a sua família casa é ela faz da minha nor A irmã dela e a qualquer coisa a senhora liga para alguém mas nada de de nada de grave vai acontecer não, porque não há febre é só a questão do só a musculatura mesmo que tá mas vou ficar bem em nome de Jesus o pessoal disse que é por conta dos movimentos na cavoeira li os

comentários e depois deu um jeito ali ao seu pescoço que foi isso. Malta, então é isto, estamos por aqui. A Dona Ana não melhorou, mas seguimos acreditando que vai ficar boa hoje até ao final da tarde. Mas qualquer coisa liga, estás a ver? Liga, liga, liga. Obrigado e até à próxima. Tchau.

eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.

Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.

Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.

A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.

As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.

Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.

Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.

Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.

Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.

Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.

Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.

Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.

Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.

Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.

Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.

E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.

Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com

sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.

Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.

Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.

A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.

A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.

talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.

A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.

Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.

Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.

Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.

Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.

Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.

Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.

O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.

Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.

Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.

Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.

Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.

Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo

sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.

nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.

Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.

mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.

Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.

E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.

Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.

porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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