A NOBREZA DO AMOR: Manoel descobre que Ritinha é filha de Diógenes e ACABA COM CHANTAGEM DE VIRGINIA
A NOBREZA DO AMOR: Manoel descobre que Ritinha é filha de Diógenes e ACABA COM CHANTAGEM DE VIRGINIA
Manoel, escondido na sala de Diógenes, vai descobrir que Virgínia está chantagiando o pai com o segredo dele ser o pai de Ritinha. O rapaz perceberá que esse foi o real motivo que fez ele perder o emprego de gerente. Revoltado, Manuel terá uma grande ideia para acabar com essa chantagem e fazer Virgínia ter a punição que merece.
Virgínia, Virgínia, sua chantagem termina agora. Se prepare. Isso acontece depois que escondido, Manuel vê quando Virgínia dá ordens para Diógenes e percebe que ela pode ter alguma coisa a ver com a sua demissão e que aquela história que o Diógenes contou para ter promovido o Mirinho pode não ser verdade.
Manuel ouve quando Diógenes diz pra filha deixar para conversar em seu escritório. E tem uma ideia, Manuel corre banco e se esconde dentro do armário de Diógenes. Não demora muito e os dois aparecem no escritório. Sem imaginar que está sendo ouvida, Virgínia diz: “É claro que eu não estou satisfeita. Eu quero mais.” Revirando os olhos, Diógenes questiona: “Já não basta você ter saído do castigo e eu ter promovido Mirinho, mesmo ele sendo um completo incompetente?” Manuel arregala os olhos e percebe que aquela história de ter tido a mesma
ideia que ele foi uma farsa. Virgínia responde: “Não, não basta. Está na hora do senhor se aposentar.” Completamente em choque e revoltado. Diógenes retruca. Como é que é? Você pirou. Acho que eu vou ter que te internar numa clínica. Cínica Virgínia R. Você e eu sabemos que não pode fazer isso, painho.
Senão a mamãe vai ficar sabendo que você é o verdadeiro pai de Ritinha. Assustado, Manuel leva as suas mãos à boca e abafa um grito. Trêmulo, Diógenes diz: “Mas, minha filha, eu não posso me aposentar. Como ficará este banco? É o nosso patrimônio. Virgínia diz: “O mirinho vai ficar na presidência. Engolindo em seco, o banqueiro pergunta: “Quê? Você realmente acredita que ele saberia comandar esse banco? Porque eu tenho certeza de que ele destruiria o nosso patrimônio na primeira semana.
Virgínia apoia suas mãos na mesa, se aproxima de seu pai e fala: “Então, escolha. Arruine a sua família ou corra o risco de arruinar o banco. A decisão é sua, papai. Faça uma boa escolha, porque não poderá voltar atrás.” Assim que ela se retira, Diógenes se sentem uma cadeira e Manuel sente o coração disparar ao perceber que a situação realmente é [música] muito grave.

Em prantos, o banqueiro diz: “Meu Deus, me ajude! Eu sei que eu não fui um bom homem, mas apesar disso, eu construí uma família e um bom negócio. Eu não posso deixar que a minha própria família bote tudo a perder. Enquanto enxuga suas lágrimas, ele olha em direção ao esconderijo que Manuel está, como se soubesse que o rapaz está ali.
Um pouco mais tarde, Manuel consegue sair do banco [música] sem ser visto e sai atordoado pelas ruas. De repente, ele sente alguém tocar o seu ombro e, ao se virar, vê o rosto de Ana Maria. Sentindo um arrepio, Manuel a abraça. Graças a Deus é você. Preocupada, Ana Maria questiona: “O que está acontecendo? Que cara é essa?” Com a voz embargada, ele responde: “Aconteceu uma coisa, mas eu não posso te contar e eu não sei o que fazer”.
Confusa, Ana Maria questiona, mas que tipo de coisa? Você está sendo ameaçado? Está correndo perigo. Manuel responde: “Não, eu não, mas um amigo meu. Eu queria proteger ele mesmo ele estando errado, mas eu não sei o que fazer.” Ana Maria segura suas mãos e diz: “Quando a gente não sabe o que fazer, tem algumas coisas que podem nos ajudar.
O que acha que começar pedindo ajuda do padre Viriato?” Momentos depois, Manuel chega na igreja e encontra o padre junto com Belmira. O padre chega a perguntar se ele quer conversar a Sós, mas Manuel diz que não tem problema Belmir estar ali e solta a bomba. Eu sei que Ritinha é filha de Diógenes.
Belmira arregala os olhos e quase cai para trás. Em choque, Viriato questiona: “Como é que é? Confuso, Manuel retruca. O senhor não sabia? Tenso, o padre responde: “É claro que não. Ritinha foi deixada na porta da igreja quando ela era apenas um bebê. Atordoada, Belmira revela: “Não, meu tio, eu a encontrei na porta da casa de Diógenes e ele que pediu para guardar esse segredo.
E em troca ele ajudaria mensalmente a igreja. revoltado, viriado, diz: “Eu não estou acreditando nisso. Você mentiu para mim e ainda barganhou a solidariedade que deveria partir naturalmente de Diógenes.” Belmira retruca: “Não, meu tio, por favor, me escute.” Nervoso, Manuel os interrompe. Me desculpa, mas eu vim aqui para resolver o meu problema.
Se não for pedir muito, será que vocês podem discutir essas coisas internas depois? Os dois o encaram surpresos e envergonhados. Emanuel continua: “Por causa desse segredo, a Virgínia está ameaçando Diógenes. Boque aberto, Viriata diz: “É por isso que aquela farinha azeda saiu do castigo. Trêmula, Belmira continua.
e que Mirinho virou gerente. Ainda mais nervoso, Manuel confirma. Mais do que isso, ela quer fazer o Diogógenes se aposentar do banco. Viriato arregala ainda mais os olhos e em pânico, Belmira implora: “Você precisa fazer alguma coisa. Eu sei que eu tenho uma grande parcela de culpa nessa história, mas você não pode permitir que a Virgínia destrua uma vida inteira por causa desse segredo.
Respirando fundo, Manuel diz: “Eu eu acho que eu sei o que fazer. Será difícil, mas é a única maneira de ninguém sair perdendo. Mais tarde, Manuel vai até a casa de Marta, já sabendo que ela está sozinha. Ao perceber o seu semblante, a esposa de Diógenes pergunta: “O que houve? Se veio falar comigo sobre o seu emprego, saiba que eu já tentei conversar com o meu marido, mas nervoso, Manuel a interrompe.
Não, não é sobre o meu emprego. Embora esteja diretamente ligado. Franzindo o senho, Marta comenta: “Eu não estou entendendo.” O rapaz respira fundo para tentar se acalmar e diz: “Olha, o que eu estou prestes a te falar pode parecer algo horrível e realmente pode ser. Mas você precisa pensar racionalmente antes de fazer qualquer coisa.
Ansiosa, Marta [música] comenta: “Me fala logo, menino, o que está acontecendo?” Com lágrimas nos olhos, Manuel começa a falar tudo que sabe, deixando Marta horrorizada e com muita raiva de seu marido. Mais tarde, Diógenes chega em casa e encontra sua esposa sozinha. Onde estão Virgínia e Aurelinda? Calma, Marta, responde.
Eu as mandei tomar sorvete porque eu precisava conversar a sós com você. Sentindo um frio na barriga, Diógenes pergunta: “Por que o que aconteceu?” Marta o encara de forma séria e questiona: “Quem é Salomé?” Ao escutar esse nome, Diógen sente sua pressão abaixar e cai no sofá, pálido como uma folha de papel.
Marta se senta ao lado dele enquanto ele a segue apenas com o olhar. Bom, acho que eu não preciso dizer mais nada. Eu sei que a Ritinha é sua filha. Sentindo um nó na garganta, Diógenes balbucia. Foi a Virgínia que te disse isso? Uma lágrima escorre pelo rosto de Marta e ela responde: “Não, não foi ela, mas eu sei que a nossa filha tem te ameaçado duramente e isso não é certo.
” Surpreso, Diógenes tira suas costas do assento do sofá e questiona: “Então você não está brava comigo?” Marta o encara com um olhar baixo. É claro que eu estou. Eu estou decepcionada, me sentindo traída, desrespeitada. Diógenes abaixa a cabeça e chora enquanto continua a escutar. Eu mal consigo te reconhecer. me traiu, teve uma filha e entregou para Belmira sem nem conhecer o rosto dela.
Disfarça a tua falta de empatia com caridade e ainda tem a coragem de dizer que tudo isso é justificável com a desculpa de que homens têm suas necessidades. Que necessidades são essas que só traz coisas ruins? Desesperado, Diógenes diz: “Por favor, vamos tentar recomeçar. Eu juro que eu nunca estive com outra mulher desde que a Ritinha apareceu na minha porta”.
Marta enxuga suas lágrimas e fala: “Eu não quero pensar nisso agora, porque se eu pensar, eu pego minhas malas e desapareço junto com Aurelinda para sempre”. É em prantos. Diógenes se joga de joelhos diante de sua esposa. Não, pelo amor de Deus, não faça uma coisa dessas comigo. Não me deixe. Marta se desvencilha e repete. Eu disse que eu não quero falar sobre isso agora.
A gente precisa dar uma lição em Virgínia. É em choque e confuso. Diógenes ergue o seu olhar, ainda ajoelhado. O quê? Como assim? Marta responde. Ela não quer que você se aposente para Mirinho ocupar o seu lugar no banco, pois vamos dar esse gostinho para ela. Mais tarde, Virgínia e Aurelinda chegam em casa e encontram os seus pais se dando incrivelmente bem, como se nada tivesse acontecido.
Marta chama sua filha mais nova e as duas sobem para o andar de cima. Sozinha com o seu pai, a vilã pergunta: “E então, pensou no que eu falei?” Diógenes responde: [música] “Pensei e acho que você tem razão. Eu já trabalhei muito nessa vida e se for a sua chantagem que me obrigue a me aposentar, eu terei que aceitar.
Além disso, eu posso ajudar Mirinho nos primeiros meses dele como presidente. Virgínia abre um largo sorriso e fala: “Quanto a isso, eu mudei de ideia. Eu não quero mais que o Mirinho assuma o seu lugar. Eu mesma quero ocupar a presidência do Banco Almeida Borges. Por um segundo, Diógenes demonstra total surpresa, mas ele disfarça e questiona: “Acha que vão acreditar que você, que nem trabalha no banco, se tornou presidente de forma natural?” Dando de ombros, Virgínia responde: “Não importa o que os outros vão achar. O importante é que eu tenho
você nas mãos. E se eu quiser ser até mesmo dona desse país, você teria que se revirar para conseguir. De forma debochada, ela dá um beijo no rosto de Diógenes, que sente o seu corpo se estremecer enquanto tenta se segurar para não acabar com a farça ali mesmo. Assim que ela se retira, o banqueiro passa a mão na bochecha e sussurra: “Você não perde por esperar.
Seus dias de rainha estão chegando ao fim”. Um tempo [música] depois, várias pessoas começam a chegar no Grêmio Recreativo, inclusive Lúcia e sua família, que estão curiosos para descobrir o motivo de Virgínia estar se tornando a nova presidente do banco. Ao entrar no local, Lúcia vê o rosto da vilã estampado em vários pôsters e comenta: “É incrível como o narcisismo de Virgínia sempre é nutrido por seus pais.
Tonho concorda?” “Pois é, eu achei que depois que o Diógenes a colocou de castigo, as coisas iam mudar, mas parece que as coisas pioraram.” Quando Virgínia chega ao lado de sua família, todo o salão a recebe com uma salva de palmas. A vilã se sente vitoriosa e lança um olhar de superioridade para Lúcia. Em seguida, Diógenes sobe ao palco para fazer o discurso de passagem de gestão e Virgínia, Mirinho, Manuel, Marta [música] e Aurelinda os acompanha.
Quando todos ficam em silêncio, Diógenes diz: “Por muitos anos eu trabalhei duro para construir esse banco. De fato, eu não comecei do zero, já que herdei de meu pai. Mas Virgínia o cutuca e sussurra: “Anda logo, eu não quero ficar parada aqui por muito tempo.” Respirando fundo, Diógenes fala: “Bom, chegou a hora de que todos estavam esperando.
A vilã abre um largo sorriso esperando as rosas, mas recebe um balde de água fria quando Diógenes continua. Mas antes eu gostaria de dizer que Mirinho, você está demitido. Emanuel voltará ao cargo de gerente. Imediatamente um murmúrio se inicia. Mirinho arregala os olhos e não consegue acreditar no que acabara de escutar.
Ele olha para Manuel, que está com um semblante de que quem conseguiu a justiça que esperava. Revoltada, Virgínia pergunta: “Como é que é?” Decidido, Diógenes afirma: “E a minha filha voltará a trabalhar na igreja, onde não sairá tão cedo.” O murmúrio se intensifica. [música] As pessoas começam a olhar para os lados e se perguntar um para os outros o que está acontecendo? Ainda mais revoltada, Virgínia diz: “Quer saber? Chega! Eu cansei disso.
Ela se vira para Marta e revela. [limpando a garganta] Painho tem uma filha fora do casamento e é retitinha. O salão fica em silêncio e as pessoas se viram para o palco tentando digerir o que acabaram de escutar. Marta olha para sua filha e diz: “Eu já sabia disso. Sua chantagem acabou, minha filha.
Você não vai mais controlar o seu pai para conseguir esses seus delírios de grandeza. Olha ao redor. Acha que o seu rosto está estampado nesses pôsteres porque você se tornaria uma rainha? Pelo contrário, estão aí para que todos vejam o quão patética você é. Virgínia sente o seu corpo sair de órbita e cai ajoelhada no chão, completamente derrotada e atônita.
Belmira se aproxima ao lado de Viriato e Ritinha [música] e Diógenes diz: “Ela vai morar com a gente”. Emocionada, Aurelinda abraça a Ritinha e fala: “Eu não acredito. Você é minha irmã. Isso é um sonho”. Atordoada, Virgínia comenta: “Mas nossa casa só tem três quartos. Não cabe mais uma pestinha lá. Marta afirma: “É por isso mesmo que você vai morar na igreja.
A Retinha vai ficar com o seu quarto.” Em choque, Virgínia pergunta: “O quê? Morar na igreja?” Viriato responde: “Agora vai se sentir como o meu irmão que se escondia na igreja até você decidir pagá-lo para destruir o atelier de Lúcia. Mas diferente dele, você vai trabalhar. Enquanto a vilã se desespera e faz o maior escândalo, Lúcia abre um sorriso.
Mas não porque está gostando do que está vendo, mas porque está presenciando a queda de alguém que sempre se achou superior a ela. Você acha que a Marta deveria perdoar o Diógenes? Que nota você acha que o Manuel merece por ter revelado a verdade? Coloque sua resposta aí nos comentários.
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