A NOBREZA DO AMOR: Tonho muda de ideia, VAI PRA BATANGA e vira o GUERREIRO SALVADOR DA PRINCESA!

A NOBREZA DO AMOR: Tonho muda de ideia, VAI PRA BATANGA e vira o GUERREIRO SALVADOR DA PRINCESA!

Lúcia viaja para Batanga com Vera, José e Omar e pensa que Tónio realmente não vai. No entanto, a dona menina dirá algo para Tono, que o fará mudar de ideias. O rapaz também viajará, mas Lúcia não vai saber. Ele chegará a Batanga algumas horas depois de Lúcia. A Binta vai render a Lica, Niara, José e Omar.

 Mas Tonho escondido será o único que poderá salvar a princesa e os seus aliados. Tudo começa quando Lúcia se prepara para viajar para África juntamente com Vera, José e Omar. Antes de subir para a embarcação, ela olha para trás com a esperança de ver o Tonho, mas o seu rosto não aparece entre a multidão.

 Omar tenta consolá-la, mas a princesa finge-se de forte. Temos uma missão a cumprir. Não vou hesitar agora. A Lúcia olha uma última vez para trás e começando a chorar, vira-se e sobe no navio. Enquanto isso, Tónio sofre por a sua amada ter partido e é consolado por Caetana e dona menina. Em dado momento, a sábia pergunta: “Tem a certeza da a sua decisão? Está fugindo do seu destino. Tonio afirma.

 O meu destino é aqui. Cuidar da minha terra, das pessoas que precisam de mim. Dona menina diz: “Estas pessoas estão a ser muito bem tratadas. A Caetana está aqui para cuidar delas e da sua terra.  Caetana concorda e a sábia continua. Mas você, meu filho, desde o teu nascimento, tu foi destinado à Lúcia.

 Tonho volta a chorar e a dona menina continua. Eu não sei se te lembras, mas eu contei-te que no dia do seu nascimento, o espírito de um grande rei te visitou. Ele te abençoou e pediu-me para que te indicara o caminho correto. O seu nome era Rei Chaka. Tonho arregala os olhos. Rei Chaka. Nesse momento, lembra-se de quando Lúcia contou a história deste rei, que foi um grande líder de Batanga e que foi trazido para o Brasil durante um período obscuro da história.

 Dona menina esboça um sorriso e fala: “E eu Tenho a certeza de que o seu caminho é ao lado de Lúcia. E desde o dia em que a vi chegando a Barro Preto, sabia que vocês foram destinados um para o outro. A cabeça de Ton começa a andar à roda e vários pensamentos passam pela sua mente, como se as palavras lhe saltassem pela boca.

Ele diz: “Preciso de ir para Batanga. Eu preciso de ir atrás da Lúcia.” Preocupada, Caetana pergunta: “O quê? Mas como é que vai fazer isso? Não sabe que navio pegar, não sabe o que fazer quando chegar a outro país, a outro continente. Dona menina diz, ele vai saber o que fazer. A Lúcia chegou aqui sem saber de nada e encontrou o Tono.

 E ele vai fazer o mesmo. Emocionado, Ton abraça a sua madrinha, depois abraça a sua mãe. As duas dão a certeza de que cuidarão de tudo e o bom da fita decide partir imediatamente. Entretanto, em Batanga, Binta conversa com o seu pai Jaari e diz: “Eu pensei que o nosso maior problema seria Kenia, mas Shinua também está a ser uma pedra no nosso caminho e ele está tentando convencer Gendal de que não pode assinar um acordo com os franceses.

” Já comenta: “Mas eu pensava que o encontro com Gibert foi bastante proveitoso. Gendal mostrou-se muito interessado nas suas propostas. Binta retruca. O problema, meu pai, é que há um representante inglês a viver em Batanga, o Mr. Camp Bell. Soube que Kenia e Xinua já o alertaram para a nossa negociação com os franceses.

 Dando de ombros, Jaari pergunta: “E qual seria o problema?” Nervosa, Binta responde: “Se a coroa britânica ficar a saber, eles podem não só cobrar uma vultosa multa, mas também invadir batanga e tomar o reino.” Surpreendido, Jaari diz: “Mas se isso acontecer, o nosso plano de tomar o controlo irá por água abaixo.” Binta fala: “Agora o senhor está compreendendo o problema.

 Gendal imagina que estamos apenas a querer vender as minas de Tugsténio aos franceses. Se ele souber que estamos a articular um golpe de poder, é capaz de pararmos no poço das serpentes. Atordoado, Jaari diz: “Então temos de adiantar o plano imediatamente. Um tempo depois, Lúcia, Omar, Vera e José conversam sobre as suas estratégias e o turco diz: “As tropas da rainha Meneme esperar-nos-ão na costa de Zambi.

” José comenta: “Temos de agir com cautela. Pela carta de Chinua, a rainha Binta está a preparar algo com os franceses. Podem estar a vigiar a costa de Batanga. Vera, fala. Mas entraremos por um caminho pouco conhecido que o meu marido criou, pensando em momentos como este. Enquanto continuam a conversar, Lúcia parece estar distante e mal dialoga com os seus aliados.

Omar apercebe-se e chama-a para conversar a Sós. O que está a acontecer? Está pensar no Tonho, não é? Lúcia responde: “Eu sei que devia estar focada, mas não consigo parar de pensar nele. Omar diz: “É por isso que não devias ter sequer te apaixonado por ele. É claro que o Ton iria desistir.

 Ele não faz parte do seu mundo. Lúcia encara-o. Você só está dizendo isto porque não me apaixonei por ti, Omar retruca. Não, mesmo eu não fazendo parte da sua luta, estou aqui disposto a entregar-me a qualquer custo. E o Tonho, mesmo amando-a, não foi capaz de estar ao seu lado num dos momentos mais difíceis da sua vida. E isso não é amor.

 Irritada, Lúcia questiona, o que está a tentar fazer? me desestabilizar. Omar responde: “Não, estou a tentar fazer-te ver que não vale a pena pensar no Tonho. Quando chegarmos à África, o seu foco tem de estar na derrotar Gendal e Binta”. Lúcia afirma: “Eu vou fazer isso. Eu posso estar insatisfeita com o Tony, mas tenho total convicção do que tenho de fazer.

 Mas se continuar a tentar colocar-me contra o Tonho, não me vai estar a fazer olhar para si com outros olhos. Vai estar a fazer-me desviar o rosto de ti cada vez que olhar para mim. E não é é isso que queremos numa guerra, não é? Assim que ela se afasta, o mar respira fundo e coxa. Eu ainda vou casar contigo depois que esta guerra seja ganha, princesa.

Enquanto isso, Ton aparece noutro navio. Ele procura livros sobre batanga e mesmo tendo pouco conhecimento de cartografia, tenta criar uma estratégia para chegar ao castelo. Lúcia disse-me que há membros da resistência na aldeia. Talvez os possa localizar. Eu estou a chegar, meu amor. Eu tô chegando.

 Entretanto, Gendal descobre que Kenia e Xinua estão presos e se revolta contra a sua mulher. Mas eu não permiti nada disso. Solte-os imediatamente. Binta enfrenta-o. Eu não farei isso. A sua filha e o seu conselheiro estão aliados à resistência. Achei que casando com Pasqual, Kenia entraria na linha, mas juntamente com Shinua, ela estava a maquinar uma invasão dos seus inimigos. Eles queriam tirar-te do mapa.

Esta começa a chorar e com ouvido, Gendal a abraça. Mamxima, não fazia ideia disso. Ainda bem que casei com a mulher certa. Enquanto continua a fingir que está a chorar, Binta abre um sorriso, satisfeita por estar conseguindo enganar o rei. Mais alguns passam-se dias e  vários franceses começam a chegar a Batanga.

Pinta mente para agendal e afirma que estão apenas a estudar os terrenos das jazidas antes de fecharem um acordo, mas na verdade estão a começar a se movimentar. Entretanto, Lúcia, Omar, Vera e José chegam a Zamb e descobrem que Shinua e Kenia estão a ser acusados ​​de traição. A jovem desespera ao imaginar que o golpe já começou e decide colocar o plano imediatamente.

Juntamente com Omar, Lúcia comanda o exército oferecido pela rainha Menem e Vera indica o caminho correto que eles precisam de entrar em Batanga. Ao mesmo tempo, o navio de Ton chega a Batanga, mas toda a embarcação é dominada pelos franceses. Os passageiros entram em desespero e começam a ser capturados. Tonho vê-se no meio da confusão e para evitar ser levado como prisioneiro, ele atira-se ao mar e desaparece.

Mais tarde, ainda mais franceses começam a chegar ao castelo e Gendal se preocupa. Mas o que está a acontecer aqui? Isto, isto é uma invasão. Guardas. Binta interrompe-o. Melhor não chamar pelos seus soldados. Gendal. encara-a e por que não? Antes que Binta pudesse responder, um barulho de confronto junto com uma gritaria invade os corredores do palácio.

 Gendal arregala os olhos e Binta esboça um sorriso, imaginando ser o início do seu plano. Mas, de repente Lúcia aparece. Gendal entra em total desespero e pergunta: “AC, mas o que é isso?” Binda tira o sorriso do rosto. “O quê? Esta é a Lica?” Lúcia ergue a cabeça e afirma: “Sou herdeira de Caimã. Eu estou destinada a esse trono e não estou sozinha.

” Nesse momento, aparece Omar, Vera, José rodeados de soldados de Zamb e Gendal sente o mundo a girar à sua volta. Por alguns instantes, o vilão e a jovem rapariga  encaram de forma intensa, até que são interrompidos pela gargalhada de Binta. Acham que me vão conseguir derrotar com estes gatos pingados? Vocês não me conhecem.

Apavorado, Gendal pergunta: “O quê? Como assim? A Lica veio por minha causa.” Binta responde: “Até pode ser, mas serei eu que a vou derrotar, assim como eu te derrotarei.” De repente, a situação altera-se drasticamente. Inúmeros soldados franceses invadem o castelo e entram em confronto com Lúcia e os seus soldados.

Gendal tenta avançar em pinta. Mas ela o surpreende utilizando uma técnica que ele nem sabia que a sua mulher conhecia. Numa questão de minutos,  o rei se vê amarrado sobá ao lado de Lúcia, Omar, Vera e José, enquanto observa Binta a dominar o castelo junto aos franceses. Furiosa, Lúcia diz: “Não acredito que casou com uma mulher ainda mais perigosa do que você.

 Está satisfeito?” Gendal baixa a cabeça e não consegue falar nada. Omar tenta livrar-se daquela situação, mas percebe que realmente foram derrotados. A balada Vera fala: “É o nosso fim. A última linhagem dos nobres de Batanga será extinguida.” Nesse momento, outro barulho de confronto se aproxima. Todos olham em direção à entrada do jardim e sentem os os seus corações saltarem pela boca.

 Alguns sucedem-se minutos tensos, enquanto Lúcia e os outros apenas ouvem gritos e sons de metal a chocar. De repente, pessoas começam a aproximar-se. Ao reconhecê-los, Lúcia sente a esperança voltar e os seus olhos  se transbordarem de emoção. É o Tono. Gendal arregala os olhos. É, é a resistência. metros dali, Ton aparece a liderar um grande grupo, onde também estão Kenia, Shinua, Dumi, Aquim e Ladisa.

 Sem perder tempo, o grupo avança sobre os prisioneiros e começam a desamarrá-los. Kenia solta o seu pai, que mal consegue encará-la, tamanha vergonha. Shinua se alegra ao vera, enquanto Lúcia abraça o seu noivo e chora de orgulho. Mamxima, como conseguiu chegar aqui? Tonho responde: “Eu não sabia o que estava fazendo, mas mesmo assim vim.

O destino fez-me encontrar Dum e os outros e agora estou aqui para salvar minha princesa. Mas a alegria deles dura pouco. Binta aparece ao lado de Pascoal, Jaari e dos seus soldados e diz: “Ora, o que é que eu vejo? Parece que vou poupar tempo tentando encontrar a resistência. Hoje o dia está cheio de glórias.

Ao comando da rainha com sorte, os Os soldados franceses avançam contra a resistência. Vera, José, Omar e Lúcia lutam ao lado deles enquanto o Gendal se encolhe num  canto dominado pelo sentimento de impotência, medo e vergonha. Tonho avalia a situação. Ele procura algum objeto que possa ajudá-lo a defender Batanga.

 Quando, ao olhar para o Baobá, encontra um punhal espetada no seu tronco. Sem pensar duas vezes, o Ton consegue alcançá-la  e, sem fazer grande esforço, tira o punhal do baubá. Nesse momento, o som de confronto torna-se transforma em silêncio. Ton olha para trás e vê que estão todos em choque, o encarando.

 Trémula, Binta diz: “Esta não, não pode ser”. Lúcia leva as mãos à boca e diz: “Tónio, és tu? És tu?” Vera, Kênia, José e Omar arregalam os olhos e mal conseguem acreditar que a profecia está a cumprir-se. Ainda mais emocionada, Lúcia diz: “Tonho, tu és o herdeiro do rei Chaka, o único que eu conseguiria tirar a daga do baubá. E agora és o rei de Batanga.

Sentindo uma onda de emoção e coragem, Ton encara a daga e lembra-se do que dona menina lhe disse. Mas antes que ele pudesse compreender o que realmente está a acontecer, Binta Berra. A rainha de Batanga sou eu. E não vai ser uma profecia ridícula que vai impedir isso. Guardas. Peguem-nos. Tonio ergue a cabeça e agindo de forma intuitiva, ele ergue o punhal e atira-o em direção à Binta.

 Todos à volta arregalam os olhos e congelam-se. Por alguns instantes, o local é dominado por um silêncio angustiante. Gendal olha para Binta, que está deitada ao chão, e começa a rir às gargalhadas. Tonho olha para todos e grita:  “Eu Sou o rei de Batanga. Eu sou abençoado e protegido por um rei e quem tentar contra mim será punido.

” Nesse momento, os soldados franceses tornaram-se desesperam e fogem do castelo após Binta ser derrotada. Aos poucos, os franceses saem de Batanga enquanto o povo festeja o regresso de Alica e Niara e a queda de Gendal. Pouco tempo depois, Lúcia e Tony são coroados os novos reis de Batanga, onde os seus aliados, os membros da resistência, o povo batanguense, convidados de vários países, incluindo Turquia e Zamb, dão vida longa à nova dinastia que se inicia.

 Na sua cela, Gendal ouve a festividade e continua a gargalhar, lembrando-se da derrota de Binta,  como se estivesse completamente perdido a sua sanidade mental. Que nota achas que o Tonho merece por ter tido a coragem de ir atrás de Lúcia e reividicar o reino? Coloque a sua resposta aí nos comentários. Clique no botão de gosto para continuar a receber mais vídeos da novela.

 

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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