AOS 63 ANOS, MAYARA MAGRI CONFESSA O QUE MUITOS DE NÓS SUSPEITÁVAMOS!
AOS 63 ANOS, MAYARA MAGRI CONFESSA O QUE MUITOS DE NÓS SUSPEITÁVAMOS!
21 de novembro de 2019, um hospital em Orlando, na Florida. Depois de menos de dois dias de tentativas médicas, os médicos norte-americanos confirmaram a morte cerebral do maior apresentador de domingo do Brasil dos anos 80 e 90. O país inteiro parou para chorar. Ninguém entendeu que aquela morte era apenas o início de uma história muito pior, porque poucas semanas depois desse velório, no interior de um cartório em São Paulo, um documento antigo foi aberto na frente da família.
E o que estava escrito naquele papel destruiu para sempre a imagem que todo o Brasil tinha construído sobre a vida particularo. Fica até ao fim porque esta história envolve um testamento escondido durante 18 anos. um chefe de cozinha com 100 páginas de provas na mão, uma companheira de duas décadas cortada sem aviso e uma guerra judicial bilionária que só terminou 5 anos depois daquela morte silenciosa.
Guarda estes quatro elementos na cabeça. Eles vão se ligar no final desse vídeo. O primeiro é o documento antigo, um testamento assinado por Gugu Liberato em 2001 e guardado dentro de um cartório notarial de São Paulo durante 18 anos que só veio à tona depois da sua morte. O segundo é o nome de Rose Miriam de Matel, a médica paulista que viveu ao lado do apresentador durante 21 anos, mãe dos seus três filhos e que descobriu no cartório uma coisa que mudou tudo o que ela pensava saber sobre a própria vida. O terceiro é o chefe de
cozinha, Thiago Salvático, um homem que apareceu na comunicação social brasileira três meses depois dessa morte, com 100 páginas de fotos, mensagens e provas de um relacionamento que ninguém no Brasil esperava. E o quarto é a queda dentro do sótam, o acidente doméstico que aconteceu numa manhã comum dentro de uma casa de férias na Florida e que encerrou para sempre a vida do maior apresentador de domingo da televisão brasileira.
Guarda estes quatro elementos, porque é através deles que toda esta história vai fazer sentido. António Augusto de Moraes Liberato, nasceu a 10 de abril de 1959, na cidade de São Paulo. Filho de uma família trabalhadora com a mãe chamada Maria do Céu. O menino que ia virar Gugu Liberato, aprendeu cedo o que era pegar forte para ganhar a vida.

Não era uma infância de privilégios, não era uma infância de portas abertas, era uma infância comum, de bairro comum, de família comum. Exatamente igual à de milhões de outros meninos de São Paulo dessa mesma década. Ninguém naquela rua, naquele bairro, naquela família podia imaginar que aquele miúdo ia se tornar décadas depois o nome mais assistido das tardes de domingo do Brasil inteiro.
A vida ali era trabalho, escola, a sobrevivência dentro de uma cidade que crescia demasiado depressa. Ainda adolescente, começou como office-boy dentro das estações de rádio e televisão paulistas. batia cartão de manhã cedo, transportava envelope de um andar para o outro, guardava dentro de si um sonho que quase nenhum miúdo daquela idade levava a sério, o sonho de aparecer na frente das câmaras.
Imagina este menino todos os dias de manhã cedo entrando num edifício de televisão pela porta de serviço, enquanto os grandes nomes da época entravam pela porta principal. Ele via de perto o brilho daquele mundo sem fazer parte dele ainda. E foi exatamente esta proximidade silenciosa que plantou dentro dele a determinação que ia definir o resto da vida.
Foi ainda adolescente que este sonho começou a tomar forma de um jeito curioso. O jovem António Augusto passou a escrever cartas para o apresentador Silvio Santos, sugerindo ideias de programas uma carta atrás da outra, sem desanimar. mês depois de mês, carta depois de carta, sem resposta, sem qualquer garantia de que alguém ali dentro estava a ler aquilo.
E num determinado momento, o Silvio Santos leu uma daquelas cartas e chamou o menino paulista para dentro da produção dele. Aos 14 anos, o futuro Gugu entrou na televisão brasileira como assistente de produção do domingo no parque. Pensa no peso simbólico disto. um adolescente que insistiu através de cartas, sem contactos, sem apelido famoso, sem qualquer vantagem para além da própria persistência e que conseguiu abrir a porta certa simplesmente por não desistir.
É este pormenor que a biografia oficial do apresentador sempre destacou. E é este pormenor que explica décadas depois porque ele foi tão discreto e tão cuidadoso com tudo o que construiu. Foi em 1981 que o António Augusto se tornou apresentador a sério quando o Silvio Santos deu para ele um programa próprio dentro do SBT e foi aí que o nome mudou.
O alcunha que a família usava desde criança tornou-se o nome artístico que o Brasil inteiro ia conhecer nas décadas seguintes. Gugu, em 1982, estreou Viva a Noite, um dos maiores êxitos das noites de sábado da A televisão popular brasileira daquela década. Foi aí que o Gugu Liberato revelou para o país grupos musicais inteiros, alguns descobertos por ele, outros criados diretamente por ele para o mercado brasileiro.
Grupos de rapazes jovens que enchiam os estádios de adeptos adolescentes, que venderam milhões de discos, que fizeram digressões nacionais inteiras. O apresentador não era apenas uma cara bonita no ecrã, era também empresário, produtor, revelador de talentos, um menino de família trabalhadora que se tornou um dos maiores nomes do entretenimento popular brasileiro ainda antes dos 30 anos.
Mas Foi em 1987 que a sua carreira quase mudou de rumo completamente. A Rede Globo, maior emissora do país, fez uma proposta direta para o Gugu Liberato. Contrato pesado, salário elevado, uma oferta que quase ninguém naquela época recusaria e o Gugu assinou. Se ele tivesse saído nesse momento, a história do maior apresentador de domingo do O Brasil teria sido completamente diferente.

Mas aconteceu uma coisa que tornou-se parte da sua lenda dentro do SBT. No carnaval de 1988, O próprio Silvio Santos foi pessoalmente até à sala de Roberto Marinho, proprietário da Rede Globo, e pediu a libertação do contrato do miúdo que ele próprio tinha revelado. Roberto Marinho libertou. O Gugu Liberato regressou ao SBT e a a partir desse dia nunca mais deixou o Silvio Santos, tornando-se o herdeiro natural do maior apresentador da televisão brasileira dessa geração.
Em 1993, estreou o programa que ia tornar-se o maior fenómeno da televisão popular brasileira dos anos 90. Domingo Legal. Quadros que todo o país decorou de tanto assistir. Banheira do Gugu, táxi do Gugu, passa ou repassa e um quadro em que o apresentador construía casas novas para famílias que necessitavam de todo o canto do país.
Durante 16 anos seguidos, todos os domingos à tarde, todo o Brasil sentava-se em frente da televisão para ver o Gugu Liberato. Mulheres de meia-idade a lavar louça e a olhar pra tela. Crianças que decoravam cada quadro de cor. Homens trabalhadores a dar risada no sofá depois de uma semana inteira de trabalho.
O Gugu Liberato passou a fazer parte da rotina dominical de milhões de brasileiros. Mas por detrás daquele apresentador simpático que enchia o ecrã do domingo, existia uma vida pessoal completamente diferente da imagem pública. Uma vida que ele manteve escondida durante décadas e que só apareceu de verdade depois de o coração dele parou de bater dentro de um hospital em Orlando.
O Gugu Liberato sempre foi reservado dentro dos media brasileira. Quase nunca falava da vida pessoal em entrevistas. Não pousava com companheira em capa de revista. era discreto de um modo raro entre os grandes apresentadores do país. Numa época em que praticamente todo o apresentador de sucesso expunha casamento, filhos, festas e viagens em revista de fofocas, o Gugu escolheu o caminho contrário.
E foi exatamente esse silêncio construído ao longo de décadas que ia proteger e depois rebentar um todo o segredo da vida dele. Mas em algum momento antes de 2001, ele conheceu uma médica paulista chamada Rosa Miriam de Matel. uma mulher discreta, elegante, culta, que trabalhava na área médica de São Paulo. E a partir desse encontro, ela virou para sempre a mulher associada à vida pública do apresentador nos 20 anos seguintes.
Só que existia um pormenor pequeno dentro desta relação que quase ninguém reparou nessa mesma altura. O Gugu Liberato e a Rose Miriam nunca se casaram no papel, nunca fizeram cerimónia em cartório, nunca assinaram um documento formal de união estável. Viveram 21 anos como marido e mulher aos olhos do Brasil, mas juridicamente nunca formalizaram nada.
E esse pormenor técnico, pequeno, quase invisível para quem via de fora, ia mudar tudo 18 anos depois. Em 2001, nasceu o primeiro filho do casal, João Augusto de Matel Liberato. O Gugu foi pai pela primeira vez aos 42 anos. O nascimento foi celebrado publicamente pela família dentro desse mesmo ano, mas foi dentro desse mesmo ano de 2001 que o apresentador entrou sozinho num cartório de São Paulo e assinou um documento que ficaria ali guardado durante os 18 anos seguintes.
Um documento que só a família dele sabia que existia. Um documento que a própria Ros Miriam nunca soube que estava lá. Guarda este ano na cabeça porque essa data vai voltar mais à frente e vai voltar de uma forma que ninguém naquela família esperava. Em 2003, a família aumentou de novo. Nasceram as gémeas Sofia e Marina.
E o Gugu, agora com 44 anos e três filhos pequenos, tornou-se a imagem pública de uma família Paulistana sólida, bonita, reservada, exatamente da forma que sempre foi o estilo dele. Diante das câmaras, fotos raras que apareciam nas capas de revista mostravam um pai orgulhoso com os três filhos ao colo.
A Rose Miriam, sempre elegante, sempre discreta, sempre ao lado do apresentador. A imagem perfeita de uma família reservada de sucesso. Em algures nos anos 2000, o apresentador investiu parte do património numa casa grande dentro de um condomínio chamado Windery, na cidade de Orlando, na Florida. Uma casa de férias onde a família passava temporadas americanas longe das câmaras brasileiras, longe dos jornalistas de São Paulo.
Uma casa que sem ninguém imaginar ia-se tornar o cenário mais doloroso de toda a esta história. Em 2009, depois de 16 anos no Comando do Domingo Legal, o Gugu Liberato surpreendeu o Brasil deixando a SBT e assinando com a Record. Estreou o programa do Gugu num estúdio novo com equipa inteira renovada.
O programa assegurou a audiência decente durante os primeiros anos, sem repetir o fenómeno absoluto do domingo legal, mas mantendo o apresentador nas noites dominicais brasileiras até 2013. Depois disso, esteve dois anos fora da grade. Regressou em 2015 com o Apenas Gugu e nos últimos anos da sua carreira comandou dois reality shows de sucesso, Power Couple Brasil e Canta Comigo.
E foi exatamente durante estes últimos anos, entre 2009 e 2019, que a vida particular do apresentador começou a dividir-se em duas rotinas paralelas. Uma que o Brasil inteiro conhecia através das câmaras da Record e outra que só apareceu de verdade depois da sua morte. Durante todos aqueles anos, o Gugu Liberato manteve na comunicação social brasileira a mesma imagem discreta que sempre teve.
Homem reservado, homem elegante, homem que quase nunca falava da vida pessoal em entrevistas. Aparições públicas ao lado da Rose Miriam e dos três filhos eram raras. Fotos de família em revistas de mexericos também eram raros. Mas segundo o que veio à tona anos mais tarde no seio de processos judiciais abertos após aquela morte silenciosa em Orlando, foi em novembro de 2016 que o Gugu Liberato conheceu um chefe de cozinha chamado Thago Salvático.
E foi a partir daquele encontro em concreto, ainda dentro daquela movimentada vida pública do Record, que uma rotina discreta escondida das câmaras começou a tomar forma na vida particular do apresentador. Segundo o mesmo processo judicial aberto pelo Thiago Salvático, depois dessa morte, o Gugu Liberato passou temporadas cada vez mais longas na casa do condomínio de Windermer, na Flórida.
A casa nos Estados Unidos tornou-se o refúgio americano do apresentador, longe das câmaras brasileiras, longe da vida pública que o consagrava como o maior apresentador de domingo do Brasil durante 40 anos. Enquanto isso, publicamente, a Rose Mirian de Matel continuava a ser apresentada como a companheira, a mãe dos três filhos. A mulher que estava perto dele nas viagens familiares, que recebia flores em datas comemorativas, que era chamada nas reportagens de imprensa como a família dele.
A imagem pública seguia absolutamente intacta e foi exatamente na mesma casa do condomínio de Windermere em Orlando, no fim de novembro de 2019, que decorreu o acidente que se tornou o divisor dessa história inteira. Um acidente rápido, um acidente doméstico comum, um acidente absurdo que ninguém naquela família imaginava que ia ser fatal.
Numa Quarta-feira de manhã, 20 de novembro de 2019, o sistema de ar condicionado central da casa estava com o filtro necessitando de ser trocado num período de calor forte na Florida. O equipamento estava no sótam da residência, um espaço apertado baixo, que exigia a escada para chegar. O Gugu Liberato pegou numa escada, subiu sozinho, foi trocar o filtro sozinho e naquele espaço estreito alguma coisa saiu errada.
Escorregou, perdeu o equilíbrio e caiu do sótam para o andar debaixo da casa, batendo com a cabeça com violência na queda. O filho mais velho, João Augusto, então com 18 anos, estava dentro daquela casa naquele mesmo instante. Foi o próprio João Augusto quem correu para socorrer o pai depois da queda.
E foi o próprio João Augusto quem chamou o serviço americano de emergência médica, o 112. A ambulância chegou rápido e o Gugu Liberato foi levado de urgência para o Hospital Orlando Saúde. dentro da cidade de Orlando. Mas os médicos americanos perceberam rapidamente o tamanho do problema. A pancada na cabeça durante aquela queda pequena do sóton tinha sido pesada demais.
Segundo o primeiro boletim médico oficial divulgado à imprensa brasileira, o apresentador chegou ao hospital em estado crítico, com traumatismo craniano e necessidade de suporte respiratório imediato. As primeiras notícias sobre a queda começaram a circular nos programas de televisão do Brasil ainda na tarde daquela quarta-feira.
O país inteiro parou para rezar. As redes sociais brasileiras tornaram-se uma corrente de oração pela recuperação do maior apresentador de domingo dos anos 80 e 90. Ninguém no país acreditava que aquele pequeno acidente doméstico numa casa dos Estados Unidos ia ser fatal. Mas o Gugu Liberato não reagiu ao tratamento dos médicos americanos.
Os exames pesados feitos pela equipa médica revelaram uma lesão cerebral irreversível provocada pela queda. Durante todo o dia 20 de novembro e a madrugada seguinte, os médicos tentaram estabilizar o seu estado, mas o dano cerebral era demasiado pesado. Em 21 de novembro de 2019, uma quinta-feira, depois de menos de dois dias de tentativas médicas no Orlando Health, a equipa hospitalar norte-americana confirmou a morte cerebral do apresentador brasileiro aos 60 anos de idade, fora do Brasil, dentro de um hospital de terra estrangeira. Segundo
declarações da própria família concedidas nos programas brasileiros nos dias seguintes, o apresentador tinha manifestado em vida o desejo de doar os órgãos em caso de morte. E foi exatamente isso que aconteceu. Os órgãos do Gugu Liberato foram doados à Os pacientes americanos que esperavam por transplantes urgentes.
O corpo dele foi repatriado para o Brasil poucos dias depois e o velório realizou-se na cidade de São Paulo, com grande presença de artistas brasileiros e fãs comuns se despedindo-se dele. Mas foi exatamente durante aqueles dias imediatamente seguintes daquela morte em Orlando, nos bastidores da família Liberato Paulistana, que o documento antigo assinado pelo Gugu Liberato 18 anos antes veio ao de cima.
E o que estava escrito naquele papel destruiu tudo o que o Brasil pensava saber sobre a vida do maior apresentador de domingo dos anos 80 e 90. Vamos falar do documento antigo, porque foi ele que se virou para sempre o cerne da tragédia recente da família Liberato. E foi ele que atirou a Rose Miriam de Matel num inferno judicial que durou 5 anos seguintes.
Poucas semanas depois do funeral do Gugu Liberato na cidade de São Paulo, a família Liberato Paulistana foi convocada para um cartório notarial na capital do Estado e foi aberta uma pasta à frente dos herdeiros. O documento antigo que o Gugu Liberato assinou 18 anos antes veio para a mesa. E o conteúdo desse papel deixou a família Liberato Paulistana em choque, porque dentro daquele testamento antigo estava escrita uma coisa que ninguém naquela sala esperava ler.
O Gugu Liberato tinha-se declarado por escrito dentro daquele papel como um homem solteiro. Solteiro, sem esposa, sem companheira, sem união estável reconhecida. E o documento antigo distribuía a fortuna do apresentador de uma forma muito específico. 75% da fortuna, estimada em mais de 1 bilião deais ia para os três filhos biológicos deste, João Augusto, Sofia e Marina.
25% restantes iam para os cinco sobrinhos do apresentador. E o Gugu Liberato deixou também uma pensão vitalícia mensal para a sua mãe idosa, Maria do Céu Liberato. Mas dentro daquele testamento antigo, assinado 18 de anos antes, existia uma ausência específico, um nome que não estava escrito em nenhuma parte do papel, uma pessoa que passou 21 anos ao lado do apresentador, uma pessoa que nunca imaginou que ia estar cortada daquele documento antigo.
Pessoa que não estava nesse testamento antigo era Rose Miriam de Matel, a médica paulista, a companheira do Gugu Liberato durante mais de duas décadas, a mãe dos três filhos biológicos do apresentador. Ela não recebia absolutamente nada daquele testamento antigo, nem um cêntimo, nem uma prestação, nem uma menção.
O homem com quem ela viveu 21 anos como marido e mulher tinha oficialmente cortou-a da vida financeira dele 18 anos antes de morrer. e nunca lhe contou isso nos anos seguintes de convívio. A Rosa Miriam de Matel descobriu tudo isto poucas semanas depois do velório do Gugu Liberato. Segundo entrevista concedida pela própria Rose Miriam para os media brasileira, um ano depois daquela morte silenciosa, contou que teve uma briga de casal com o Gugu Liberato no ano de 2001, a mesma altura em que ele assinou o testamento antigo dentro do
cartório de São Paulo. Segundo a própria Rose Miriam, depois daquela briga de casal do ano de 2001, os dois se reconciliaram-se e ela acreditava que o Gugu Liberato tinha-se esquecido daquele testamento antigo nos anos seguintes. A Rose Miriam de Matel recorreu à justiça brasileira alegando união estável de 21 anos com o Gugu Liberato.
Segundo a legislação brasileira, se ela provasse a união estável dentro do tribunal, o testamento antigo perdia a validade e a Rose tinha direito a 50% da fortuna estimada em mais de 1 bilião deais, aproximadamente R milhões deais para a médica de São Paulo. Mas a família Liberato Paulistana fechou posição contra a Rose Miriam de Matel.
Uma das irmãs do Gugu Liberato, a paulista Aparecida Liberato, foi nomeada inventariante do espólio do apresentador e lutou juntamente com os cinco sobrinhos herdeiros para manter o testamento antigo do irmão. Os três filhos biológicos do Gugu Liberato ficaram divididos dentro da batalha judicial.
As gémeas Sofia e Marina tomaram o partido da mãe Rose Miriam. O filho mais velho, João Augusto, então já jovem adulto, ficou do lado da tia inventariante Aparecida Liberato. Só que a Rose Miriam de Matel e à família Liberato Paulistana não sabiam ainda de uma coisa, uma coisa que ia aparecer três meses depois daquela morte silencioso em Orlando e que ia virar a bomba pública mais dolorosa da história recente do entretenimento brasileiro dos últimos anos.
Fevereiro de 2020, três meses depois daquela morte em Orlando, segundo o programa dedicado aos bastidores da disputa da herança do apresentador, apareceu um homem publicamente na comunicação social brasileira dizendo uma coisa que o país inteiro daquela mesma altura não esperava ouvir. O nome dele é Thago Salvatico, chefe de cozinha.
E segundo declarações concedidas pelo próprio para a imprensa brasileira desse período, o Thiago Salvático alegou publicamente que ele e o Gugu Liberato viveram uma união estável dentro do Brasil durante 7 anos de novembro de 2016 até 21 de novembro de 2019, a mesma data da morte do apresentador em Orlando. E o Thiago Salvático entrou no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo pedindo o reconhecimento judicial daquela união estável de 7 anos com o Gugu Liberato.
Segundo o processo judicial completo do chefe de cozinha, a defesa do Thiago Salvático apresentou um documento inicial de 100 páginas de provas, 100 páginas de fotos íntimas dos dois em viagens internacionais, 100 páginas de conversas particulares de telemóvel sobre os planos de futuro dos dois e págs. de declarações públicas, dizendo que viviam juntos como marido e marido dentro dessa mesma altura silenciosa.
A partir desse fevereiro de 2020, a disputa pela herança do Gugu Liberato tornou-se para sempre a maior guerra judicial de sucessão pública do entretenimento brasileiro dos últimos anos. De um lado, o testamento antigo dos filhos e sobrinhos. Do outro lado, a médica Rose Miriam de Matel, com 21 anos de convívio comprovado.
E do terceiro lado, o chefe Thago Salvático, com 100 páginas de provas numa fortuna que passava dos R$ 3 biliões deais naquela disputa. Nos anos seguintes àquela morte silenciosa em Orlando, foram anos de tribunal, anos de reunião judicial no interior do Fórum João Mendes, na capital Paulista, anos de audiência em segredo de justiça, anos de reviravolta que a A comunicação social brasileira acompanhou o passo a passo.
Janeiro de 2023, 3 anos depois daquela morte em Orlando. Segundo o portal que cobriu a decisão judicial completa do caso, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tomou uma decisão sobre a alegação do chefe Thiago Salvático dos 7 anos de relação com o Gugu Liberato. E a decisão apanhou o Thiago Salvático de surpresa. O juiz responsável do Tribunal de Justiça Paulista não reconheceu a união estável entre o chefe de cozinha e o apresentador.
Segundo o próprio juiz, as provas apresentadas pelo Thiago Salvático no processo judicial do mesmo, as páginas de fotografias, mensagens e conversas particulares dos anos 2016 paraa frente não eram suficientes para caracterizar juridicamente uma união estável entre os dois. O juiz paulista escreveu nessa decisão que aquele vínculo entre o chefe Thiago Salvático e o apresentador Gugu Liberato poderia ser interpretado tecnicamente como amizade próxima entre dois homens e não necessariamente como uma união estável entre marido e marido.
O Thiago Salvático recorreu daquela decisão paulista imediatamente, mas foi ainda no mesmo ano de 2023 que a batalha judicial da Rose Miriam de Matel recebeu também uma decisão dura dos tribunais brasileiros. Uma decisão que definiu para sempre o destino da médica paulista naquele espólio bilionário do apresentador Gugu Liberato, junho de 2023.
Segundo o cobertura sobre a decisão histórica do Superior Tribunal de Justiça Brasileiro, o STJ julgou o recurso da Rose Miriam de Matel contra o testamento antigo do Gugu Liberato. E a decisão dos ministros brasileiros foi contra a médica paulistana. O STJ validou o testamento antigo do apresentador e declarou oficialmente que a Rose Miriam de Matel não era reconhecida como uma das herdeiras do espólio de Gugu Liberato.
Depois da decisão do STJ brasileiro desse mesmo mês de junho de 2023, a Rose Mirian de Matel perdeu qualquer direito de tocar naquele espóo bilionário do apresentador Gugu Liberato. não recebia nada do Testamento Antigo, não recebia nada da união estável pedida judicialmente, não não recebia nada daquele quinhão de 50% que ela reivindicou nos tribunais brasileiros dessa mesma altura tensa.
Só que existia uma coisa ainda dentro do processo judicial da Rose Miriam de Matel contra a família Liberato Paulistana. Uma coisa que a defesa da A própria Rose Miriam utilizou como argumento estratégico no tribunal de S. Paulo, uma coisa escrita pela mão da própria médica dentro de um documento particular do processo, uma coisa que ela própria tinha silenciado durante duas décadas de convívio com o apresentador Gugu Liberato.
A Rose Mirian de Matel admitiu por escrito que o Gugu Liberato tinha relações particulares com outros homens durante o convívio dos 21 anos entre os dois. A mesma coisa que o chefe Thago Salvático alegava desde fevereiro de 2020 no Tribunal de Justiça Paulista. A mesma coisa que a família Liberato tinha silenciado durante todos os anos anteriores daquela A morte silenciosa em Orlando não foi só a carta da Rose Miriam de Matel.
Segundo o programa dedicado aos bastidores pormenorizado da disputa, um dos irmãos do Gugu Liberato deu o depoimento público em audiência dentro do fórum João Mendes, na capital do Estado. E o irmão da família Liberato Paulistana declarou juridicamente que o próprio Gugu Liberato era homossexual e que os dois nunca tinham vivido uma união íntima nos termos que a lei brasileira reconhece como união estável entre marido e mulher, uma forte declaração proferida dentro de uma audiência pública do Tribunal de Justiça Paulista. Só que a bomba
maior daquele processo judicial ainda ia vir junho de 2025, 5 anos e meio depois dessa morte silencioso em Orlando, uma bomba lançada não contra a Ros Miriam de Matel, mas contra o próprio chefe Thago Salvático. Segundo a colunista que cobriu a publicação de junho de 2025, a defesa da família Liberato Paulistana alegou dentro do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que tinha provas concretas de uma outra coisa muito grave.
alegou que o próprio chefe Thiago Salvático mantinha um relacionamento paralelo com outro homem durante os mesmos anos, de 2016 a 2019, o período homólogo em que alegava ter vivido em união estável com o apresentador Gugu Liberato. Se esta alegação da família Liberato Paulistana fosse comprovada dentro do tribunal, a hipótese do Thiago Salvático conseguir o 50% da herança bilionária diminuía [a música] muito.
21 de agosto de 2024, quase 5 anos depois daquela morte silenciosa em Orlando. Segundo a cobertura da decisão final da médica paulista, a Rose Miriam de Matel desistiu oficialmente daquela batalha judicial pela herança do Gugu Liberato. Ela assinou uma renúncia formal ao processo de reconhecimento de união estável no Tribunal de Justiça Paulista e declarou publicamente pra comunicação social brasileira que a decisão dela era para que o Gugu Liberato pudesse descansar em paz depois de quase 5 anos de guerra judicial da família Liberato
Paulistana. Mas antes da Rose Miriam de Matel assinar aquela última página no escritório de advogados da capital Paulista, ainda existia uma coisa que ninguém no Brasil sabia dentro da história recente da família Liberato Paulistana. Uma coisa que veio à tona no acordo final assinado em dezembro de 2024.
Uma coisa que fechou para sempre o destino do maior apresentador de domingo do Brasil dos anos 80 e 90. Segundo declarações da defesa jurídica da própria família Liberato Paulistana, durante os últimos meses do processo, existia, dentro dos arquivos particulares do Gugu Liberato, um documento antigo que tratava a relação entre o apresentador e a Rose Miriam de Matel, em termos jurídicos específicos que a médica paulista nunca quis expostos publicamente.
um documento que tratava o convívio dos dois de uma forma muito diferente daquela imagem pública de casal tradicional durante as duas décadas anteriores. Foi depois que esta informação delicada apareceu dentro do processo judicial que a Ros Miriam de Matel decidiu terminar de vez a batalha jurídica pelo reconhecimento da união estável com o apresentador.
15 de dezembro de 2024, um domingo. Segundo vários portais nacionais sobre o desfecho da disputa da herança do apresentador, a porta-voz da família Liberato Paulistana comunicou publicamente que a família tinha assinado um acordo final para dividir a fortuna do Gugu Liberato, uma fortuna avaliada em R. hão400 milhões deais.
E o acordo do no dia 15 de dezembro de 2024 seguiu-se a risca à vontade escrito pelo Gugu Liberato naquele testamento antigo dos 18 anos guardado no cartório. 75% do R 1.hão400 milhões deais foi dividido igualmente para os três filhos biológicos do Gugu Liberato, 25% para cada filho. João Augusto de Maté Liberato, com 23 anos de idade à data do acordo.
Sofia de Maté Liberato com 20 anos de idade. Marina de Maté Liberato com 20 anos de idade. Cada um recebeu aproximadamente R50 milhões deais. Os 25% restantes daquela fortuna do apresentador foram divididos igualmente para os cinco sobrinhos do Gugu Liberato, cada um recebendo aproximadamente R milhões deais. E a irmã do Gugu Liberato, a inventariante Aparecida Liberato, que tinha direito a 5% da herança pela função de inventariança, abdicou do valor daquela percentagem.
Segundo o comunicado publicado pela porta-voz da família Liberato Paulistana, a Aparecida Liberato salientou publicamente que a atuação dela dentro do processo tinha como base o compromisso de preservar os desejos escritos pelo próprio Gugu Liberato no Testamento Antigo. Pouco depois desse acordo, o filho mais velho do Gugu Liberato, o jovem João Augusto de Matel Liberato, então com 23 anos de idade, deu uma entrevista à comunicação social brasileira.
E as palavras que ele disse nessa entrevista foram diretas. Contou que o pai era uma pessoa super discreta, que não se envolvia em polémicas e que foi muito triste para ele ver tudo aquilo a sair na comunicação social. E completou aquela entrevista com uma frase específica que definiu para sempre o desejo dele dessa mesma altura difícil para o resto da família Liberato Paulistana.
Disse que esperava que a família pudesse voltar a ser uma família 100% unida. Existe ainda uma última coincidência dolorosa desta história. Segundo várias reportagens brasileiras dos media de entretenimento sobre a morte do maior apresentador de televisão popular brasileira dos últimos anos, 17 de agosto de 2024, 4 dias antes da Rosa Mirian de Matel desistir da batalha judicial pela herança do Gugu Liberato, morreu o Silvio Santos, o padrinho profissional do Gugu Liberato, desde os 14 anos de idade dele.
aquele Sílvio Santos que salvou o Gugu Liberato da Rede Globo pessoalmente no carnaval de 1988. Aquele Silvio Santos que revelou o menino paulista para o Brasil dos anos 80 em diante faleceu no Hospital Albert Einstein, da capital do Estado aos 93 anos de idade. E a coincidência entre a morte do padrinho profissional e a demissão da médica companheira no prazo de menos de uma semana tornou-se um dos silêncios mais dolorosos dessa mesma altura difícil.
E aqui está a verdade dolorosa desta história inteira. O Gugu Liberato foi o maior apresentador de domingo do Brasil dos anos 8090. Levou alegria a milhões de famílias brasileiras durante 40 anos inteiros. Construiu casas para famílias que necessitavam dentro do quadro construindo um sonho do domingo legal. riscou os domingos brasileiros com riso durante toda uma geração, mas o O próprio Gugu Liberato passou décadas escondendo do público brasileiro uma parte fundamental da vida particular dele, escondendo até da mãe idosa,
escondendo até da própria companheira de 21 anos, escondendo até dos três filhos que estavam a crescer do lado dele. guarda essa parte final da história, porque neste silêncio de 40 anos ocultando uma parte da vida particular, é a maior lição dolorosa desta tragédia toda da família Liberato Paulistana.
O peso de esconder por décadas quem somos. O peso de assinar um documento antigo no notário as escondidas da própria companheira de duas décadas. O peso de deixar três filhos crescerem no seio de uma família que só descobriu a verdade completa depois de o pai já estar morto. A gente nunca sabe o que se passa dentro das pessoas que amamos.
Nem os apresentadores mais amados do Brasil, nem os pais mais orgulhosos, nem os companheiros mais discretos. E se essa história do Gugu Liberato ensina alguma coisa a qualquer pessoa que hoje assiste a este vídeo, é que talvez a maior coisa que podemos oferecer às pessoas que amamos seja o espaço para que possam viver a vida delas sem ter de esconder nada da gente, sem ter de cortar ninguém de um testamento no cartório às escondidas, sem ter de guardar segredos particulares durante décadas, sem precisar de deixar tudo para ser descoberto
só depois de o coração parar de bater. Então, se esta história do Gugu O Liberato tocou-lhe de alguma forma dentro do coração, faz uma coisa por mim hoje mesmo. Envia uma mensagem hoje mesmo para uma pessoa próxima da família de vocês. Uma pessoa que se ama, uma pessoa que precisa de saber isso hoje, porque nunca sabemos quanto tempo ainda tem com quem amamos.
Se essa história tocou-o de alguma forma, liga diretamente para o número 188 do Centro de Valorização da Vida Brasileiro. Fala com uma pessoa preparada para o escutar. M.