Janja parte pra cima de Regina Duarte após declaração sobre Bolsonaro — CLIMÃO EXPLODE! e
Janja parte pra cima de Regina Duarte após declaração sobre Bolsonaro — CLIMÃO EXPLODE! e
Regina Duarte deveria ficar no seu lugar como atriz e deixar de falar sobre assuntos que não compreende. A frase saiu da boca de Janja durante uma entrevista ao vivo, mas o que ela não imaginava era que Regina estava a assistir e a resposta que viria a seguir entraria para a história como uma das maiores lições de elegância e classe da televisão brasileira.
Deixa já o like e ativa o sininho, porque vais presenciar um embate que mostrará a diferença entre educação e rudeza, entre classe e truculência. Regina Duarte estava no seu apartamento a preparar um chá quando recebeu dezenas de mensagens de amigos e fãs. Regina, a A Janja está a atacar-te ao vivo na TV. Intrigada, a atriz ligou a televisão bem no momento em que a primeira dama continuava os seus ataques.
Essas manifestações pela prisão domiciliária são um absurdo. E ter artista a defender isso é ainda pior. Regina Duarte perdeu completamente o sentido da realidade. A câmara focou o rosto de Janja, visivelmente irritada, gesticulando de forma exaltada. O entrevistador tentou suavizar.
Mas, dona Janja, a senhora não pensa que cada cidadão tem direito à sua opinião política? Direito tem, mas responsabilidade também. Uma pessoa com a visibilidade da Regina não pode ficar defendendo quem atacou a democracia. Regina observou a cena com serenidade. Conhecia bem aquele tipo de comportamento. Já tinha enfrentado situações semelhantes durante os seus anos de carreira.
Mas algo na agressividade gratuita de Janja incomodou-a profundamente. Pegou no telefone e ligou diretamente para a produção do programa. Boa tarde, aqui fala a Regina Duarte. Vi que a primeira dama está a comentar sobre as minhas posições políticas. Gostaria de exercer o meu direito de resposta. A produção entrou em pânico.
Terina Duarte ao vivo para rebater a primeira dama não estava nos planos. correram para avisar Janja, que ainda estava no ar. Regina Duarte está na linha e quer responder aos seus comentários. Os olhos de Janja brilharam de malícia. Coloca-a. Vamos ver se ela tem coragem para repetir estas disparates à minha frente.
Quando ligaram à chamada, a voz suave e firme de Regina ecoou pelo estúdio. Boa tarde. Boa tarde, primeira dama. Vi que a senhora dedicou parte do seu entrevista para me atacar pessoalmente. Achei importante esclarecer alguns pontos. Yanja interrompeu imediatamente com tom agressivo. Atacar. Eu estava falando a verdade.
Não pode ficar defendendo manifestações a favor de quem está preso. A Regina manteve a calma absoluta. Primeira dama, permita-me corrigir uma informação. O ex-presidente não está preso, está em prisão domiciliária e as manifestações são pacíficas, exercendo um direito constitucional. Quanto a ficar no meu lugar, como a senhora sugeriu, o meu lugar como cidadã brasileira.
é exatamente onde estou, defendendo os meus valores e convicções. Mas é atriz. Política que Regina revelou algo que deixaria Janja completamente desconcertada. Interessante a senhora dizer que, primeira dama. A senhora estudou ciências política? Tem formação académica na área? Porque eu, para além de atriz, sou socióloga formada pela USP.
E a senhora? O silêncio no estúdio foi constrangedor. Janja claramente não esperava esta resposta. Eu sou a primeira dama do país. Ser primeira dama é um cargo, não uma qualificação académica. Mas não vim aqui discutir currículos. Vim falar sobre democracia e direitos. E De Janja, visivelmente irritada com a resposta elegante de Regina, elevou o tom.
Você está a defender o golpista, gente que tentou derrubar o governo democraticamente eleito. Primeira dama, estou a defender o devido processo legal e o direito de manifestação. Conceitos básicos de um estado democrático de direito. A senhora concorda com estes princípios? A pergunta direta deixou Janja numa encruzilhada.
Negar seria admitir autoritarismo. Concordar seria validar as manifestações. Claro que concordo, mas então não compreendo porque é que a senhora critica quem os exerce pacificamente. Janja, perdendo a paciência, partiu para um ataque mais direto. Porque vocês são todos iguais, artistas mimados que vivem numa bolha e pensam que percebem da vida real. Regina respirou fundo.
Era tempo de revelar algo que mudaria completamente o rumo da conversa. Primeira dama, posso contar uma coisa sobre a minha vida que talvez a senhora não saiba? O quê? Janja respondeu com desprezo. Antes de ser atriz, trabalhei como empregada de limpeza, vendedora, secretária. Paguei a minha própria faculdade trabalhando durante o dia e a estudar à noite.
Acordava às 5 da manhã para limpar escritórios antes de ir para as aulas. Isto é viver numa bolha. A Janja ficou visivelmente desconfortável. Isso não muda o facto de que está errada sobre E a senhora primeira dama. Qual foi o seu percurso profissional antes de se casar com o presidente? Porque, tanto quanto sei, a sua principal ocupação era ser esposa de um político.
O ataque foi cirúrgico e educado, mas devastador. A Janja perdeu completamente a compostura. Como se atreve a questionar a minha vida pessoal? Não questionei, apenas respondi às suas acusações sobre a minha alegada vida de privilégios. A diferença é que fi-lo com educação. Se está gostando de ver a elegância a vencer a rudeza, deixa o like.
O que vem agora vai impressionar-te ainda mais. Janja, desesperada por retomar o controlo, tentou uma nova estratégia. Não passa de uma saudosista da ditadura. Todo o mundo sabe disso. Regina riu suavemente. Primeira dama, esta acusação é curiosa vindo de alguém casado com um presidente que já elogiou ditadores.
Mas vamos aos factos. Quando defendi a ditadura. Refira uma frase, uma afirmação. Posso esperar? A Janja ficou muda. Não tinha citação alguma. Toda a gente sabe, é óbvio. Toda a gente sabe, não é argumento, primeira dama, é coscuvilhice. Esperava mais de alguém na sua posição. O entrevistador, percebendo que Janja estava a ser completamente superada, tentou ajudar.
Mas Regina, a senhora não acha problemático defender manifestações em favor de alguém que Regina o interrompeu gentilmente. Desculpem, mas a primeira dama estava falando comigo. Não, o senhor. Ela tem coragem para continuar o nosso diálogo? Janja, encurralada, partiu para o ataque pessoal mais baixo. Você é uma atriz falhada que usa a política para aparecer. Regina manteve a serenidade.
Primeira dama, quando recorremos a ataques pessoais, é geralmente porque ficamos sem argumentos. Isso é o que está a acontecer? Não estou sem argumentos. Estou a falar a verdade. A verdade? Então vamos falar de verdades. Posso partilhar algumas? Janja hesitou, mas a sua arrogância falou mais alto. Pode falar.
Regina então revelou informações que deixariam todos os chocados. Primeira dama, a senhora sabe que tenho amigos jornalistas, não é? As pessoas que cobrem o Palácio do Planalto. Sabe o que me contam sobre os seus bastidores? Janja empalideceu. Que que bastidores? sobre a forma como a senhora trata os funcionários, sobre os seus ataques de fúria, sobre como exige que os jornalistas sejam censurados quando escrevem coisas de que não gosta.
Isto é democrático? Isso é mentira. Calúnia é mentira. Então, por que razão a rotatividade dos funcionários no seu gabinete é tão elevada? Por que razão várias pessoas pediram transferência? Janja estava visivelmente desesperada. Não sabe do que está a falar. Sei sim, primeira dama. E sabe por sei? Porque ao contrário da senhora, eu ouço pessoas de todos os lados.
Não vivo numa bolha de lisonja. O ataque foi elegante, mas mortífero. Janja perdeu completamente o controlo. Você é uma invejosa, uma atriz de segunda que nunca conseguiu ser primeira dama. Regina riu com genuína diversão. Primeira dama, a senhora acabou de revelar muito sobre si própria. Acha que toda a mulher sonha ser primeira dama? Construí a minha carreira com talento próprio, não casando com um político.
Eu não casei por interesse. Não disse que se casou. Disse que construí a minha vida diferente da senhora. Cada um tem a sua trajetória. Janja, completamente descontrolada, gritou. Não passas de uma Regina a interrompeu com voz firme, mas educada. Primeira dama, a senhora está a perder a compostura ao vivo.
Isto é digno da posição que ocupa? O silêncio foi constrangedor. Janja respirava pesadamente, visivelmente fora de si. O entrevistador tentou amenizar. Talvez seja melhor. Não disse a Regina. Deixe a primeira dama terminar o seu raciocínio. Estou curiosa para ver como ela justifica os seus ataques pessoais.
Janja, encurralada e humilhada, tentou uma última cartada. Você defende criminoso. Ponto final. Regina suspirou. Primeira dama. Ponto final não é argumento, é birra. e criminoso pressupõe a condenação definitiva, o que não existe. Mas vejo que a senhora prefere a emoção à razão, ataque ao diálogo. Foi então que Regina fez uma revelação que deixaria todos sem palavras.
Sabe o que me entristece, primeira dama? Há poucos meses recebi um convite para jantar no palácio. Um convite seu? Janja ficou chocada. Isso, isso foi antes. Antes de quê? Antes de eu me posicionar politicamente. Então, a senhora só quer artistas que pensem igual a si por perto? Não é isso? Então, explique por que me convidou quando eu era apenas uma atriz e agora me ataca quando exerço a minha cidadania.
Janja não tinha resposta. Regina continuou. A senhora disse-me nesse convite que admirava o meu trabalho, que eu era um exemplo para as mulheres brasileiras. Mudou de opinião ou sempre foi falsa comigo? A revelação foi devastadora. Janja tentou negar. Eu nunca disse isso. Primeira dama, tenho as mensagens.
Quer que leia aqui algumas? O pânico tomou conta do rosto de Janja. Você está gravar conversas privadas? Não gravo nada, primeira dama. Mas Guardo mensagens de texto, principalmente as carinhosas. Quer que Partilho com o público como a senhora falava comigo quando precisava de apoio? Janja estava completamente acuada. O entrevistador tentou terminar.