VERDADEIRA CAUSA DA MORTE DO PAI DE LIONEL MESSI… (JORGE MESSI)
VERDADEIRA CAUSA DA MORTE DO PAI DE LIONEL MESSI… (JORGE MESSI)
O mundo do futebol está em luto. Morre Jorge Messi, o homem que mudou o futebol para sempre. No dia 16 de junho de 2026, durante a Copa do Mundo, a Argentina estreou contra a Argélia. Em campo, Lionel Messi teve uma atuação brilhante, marcando três gols na vitória da seleção.
Porém, logo após o apito final, a imagem que correu o mundo não foi a de comemoração. O camisa 10 se curvou no gramado e chorou. Na zona mista, visivelmente abalado, ele deu uma declaração curta aos jornalistas. Foi um dia por motivos pessoais, algo que não tem a ver com futebol. O que poucos sabiam naquele momento era que Jorge Messi, seu pai e empresário de toda a vida, estava internado em estado grave em hospital em Buenos Aires, enfrentando situações complicadas de uma doença detectada ainda no ano anterior.
E na madrugada do dia 8 de agosto de 2026, veio a confirmação oficial de Rosário que pegou o Messi de surpresa. Jorge Messi, seu pai faleceu aos 68 anos. Ausência de Jorge nos camarotes durante aquele mundial já havia chamado a atenção de quem acompanha a carreira do astro. Mais do que pai, Jorge foi o maior torcedor e arquiteto da carreira de Lionel Messi, a pessoa que tomou as decisões mais arriscadas quando o futebol argentino virou as costas pro garoto.
E é por isso que hoje vamos entender quem foi Jorge Messi, a engenharia financeira que ele precisou fazer para salvar a carreira e a vida de seu filho e como sua gestão moldou o futebol moderno e quais são as verdadeiras causas de sua morte. Eu sou o Je. Se você gostar de verdade do vídeo, lá no final você deixa um like. As coisas nunca foram fácil para Jorge Horácio Messi.

Ele cresceu em Rosário, uma cidade industrial marcada pela paixão no futebol, dividida entre Rosário Central e New Old Boys. Na juventude, Jorge trabalhou como técnico químico e mais tarde tornou-se operário de uma indústria metalúrgica assindar, uma das maiores da região. Ele casou com Célia Maria Cutitini, que trabalhava em uma oficina de fabricação de ímãs.
Juntos no bairro da Labarrada, uma comunidade humilde de classe trabalhadora criaram quatro filhos: Rodrigo, Matias, Maria Sol e o Caçula Lionel. Nascido em junho de 1987. A rotina de Jorge era muito pesada. Ele trabalhava longas horas na metalúrgica e no tempo livre treinava o time de futebol infantil do bairro, o clube abasto social e deportivo Grandoli.
Foi ali que ele percebeu que seu filho mais novo tinha uma coordenação motora fora do comum para sua idade. Aos 7 anos, Lionel foi levado por Jorge às categorias de base do New Old Boys, integrando a famosa geração conhecida como a Máquina de 87, equipe infantil que ficou o ano e sem perder uma única partida.
Jorge acompanhava todos os treinos após sair da fábrica, atuando como o primeiro conselheiro técnico e protetor do garoto. Em 97, quando Leonel tinha 10 anos, a família recebeu uma notícia que mudaria a dinâmica da casa. O endocrinologista Diego Schwarzen diagnosticou o garoto com deficiência do hormônio do crescimento. Sem a medicação, Lionel Messi jamais passaria dos 1,40 m de altura, o que inviabilizaria qualquer carreira em qualquer tipo de esporte profissional.
O tratamento consistia em injeções diárias de somatropina sintética. O custo era absurdo. A família não poderia pagar 900 a 1300 por mês para uma família que dependia do salário de operário de Jorge e do trabalho informal de Célia. O valor era simplesmente inalcançável. Nos primeiros anos, o plano de saúde da empresa metalúrgica de Jorge e uma fundação local cobriram parte das despesas.
Mas a crise econômica que começava a se desenhar na Argentina no final dos anos 90 fez com que esses subsídios fossem cortados. Jorge então iniciou uma peregrinação pelos clubes de futebol da Argentina. No New Old Boys, o clube até cobriu algumas doses, mas parou de pagar quando a crise financeira da instituição se agravou, gerando atritos diretos com Jorge.
Em 2000, Lionel Messi fez um teste no Riverplate em Buenos Aires e impressionou a comissão técnica. Porém, a diretoria do River condicionou a contratação a uma liberação do passe do New Old Boys, que recusou e se negou a arcar com a totalidade do tratamento médico. Percebendo que o futebol argentino não resolveria o problema do filho e vendo a situação financeira da Argentina piorar, Jorge tomou uma decisão radical, buscou contatos no exterior através de intermediários e conseguiu uma avaliação no Futebol Clube Barcelona.

Os meses passaram e o Barcelona não dava uma resposta definitiva. Em dezembro de 2000, cansado da indecisão e prestes a retornar à Argentina para procurar alternativas na Itália, onde tinha descendência, Jorge pressionou os dirigentes em uma reunião no restaurante do clube de tênis Pompeia. Foi quando um dirigente, para garantir que não perderia o garoto, pegou um guardanapo de papel do restaurante e escreveu o termo que entrou pra história do esporte.
Em Barcelona, no dia 14 de dezembro de 2000, na presença dos senhores Minguela e Horácio Gadioli, Carles Rezac, secretário técnico do FC Barcelona, compromete-se sob sua responsabilidade e, apesar de algumas opiniões em contrário a assinar com o jogador Lionel Messi, desde que mantidos os valores acordados. A partir dali, com aquele contrato de guardanapo, Jorge pediu demissão e foram rumo a Barcelona buscar o sonho desse menino.
Com a evolução de Lionel na base até o time principal do Barcelona a partir de 2004, Jorge assumiu formalmente o papel de empresário do seu filho e representante legal através da empresa Léo Messi Managem. E ao contrário de outros agentes do futebol europeu, o pai de Messi mantinha uma postura reservada sem dar entrevistas, sem entrar em polêmicas, mas centralizando todas as decisões contratuais do filho.
Foi ele quem negociou as nove renovações de contrato com Messi e com Barcelona entre 2005 a 2017, transformando seu filho no atleta mais bem pago do mundo na época. Mas sua gestão nem sempre foi um mar de rosas. Uma investigação fiscal quase colocou tudo abaixo entre 2013 a 2016 por irregularidades na gestão dos direitos de imagem.
Jorge assumiu a responsabilidade pela gestão financeira nos tribunais. O pai e filho acabaram condenados apenas convertidas em multas milionárias. Também passaram por uma crise com a seleção argentina em 2016. Após vários vice-campeonatos e a renúncia temporária de Messi na seleção, foi Jorge quem condenou as reuniões com a Associação de Futebol Argentino, a AFA, e organizou a estrutura para o retorno do camisa 10.
A saída do Barcelona em 2020 a 2021 também foi algo turbulento na carreira dos dois. Em 2020, foi Jorge quem enviou o famoso Burofax pedindo a saída do jogador do clube e negociou diretamente com a diretoria do PSG em 2021, quando o contrato não pôde ser renovado por restrições de fair play financeiro da La Liga.
A relação entre o pai e filho sempre foi o eixo central da vida de Lionel Messi. Jorge esteve presente no gramado do Maracanã na Copa América de 2021, onde viu seu filho se sagrar campeão. e no estádio Lusa no Qatar em 2022, quando a Argentina finalmente conquistou o tricampeonato mundial e colocou o Messi em um dos patamares mais altos da história do futebol.
No entanto, a partir do segundo semestre de 2025, a saúde de Jorge começou a deteriorar-se devido a problemas cardíacos e metabólicos grave, o que o afastou das viagens internacionais para acompanhar o filho que tanto orgulho lhe deu. Durante o Mundial de 2026, nos Estados Unidos, a ausência de Jorge no camarote da família, onde estavam Antonela Rocuso, os filhos Thago, Mateu e Ciro, além de amigos próximos, gerou questionamentos na imprensa argentina.
Lionel Messi disputou o torneio mantendo o contato diário com os médicos em Buenos Aires, o que explica a carga emocional demonstrada ao longo da competição. Podemos ver várias vezes Messi aos prantos, chorando como nunca ou vimos antes. E além do impacto direto no esporte, a atuação de Jorge moldou a forma como o próprio Lionel administra sua vida pessoal.
Messi casou com Antonela Rocusa em 2017, na mesma cidade de Rosário e hoje acompanha de perto o passo de seus três filhos. O mais velho Thiago, atualmente com 13 anos, atua na base do Inter Miami e já teve rumores de que ele vai assinar com Barcelona, mantendo o vínculo da família com o futebol sob a supervisão do pai.
É muito lindo ver como o pai de Messi foi presente e o quão importante ele foi na carreira do filho e o grande espelho que ele foi, que faz hoje Messi ser um paizão para seus filhos. Isso é muito nítido nas redes sociais e em todos os lugares. Messi nunca está distante de seus pequeninos, sempre incluindo eles, trazendo para perto.
E os garotos parecem estar sendo muito bem educados e com uma personalidade absurda. Jorge Horácio Messi viveu 68 anos. A história de um operário metalúrgico de Rosário, que largou a vida na Argentina por um contrato rascunhado em um guardanapo com o Barcelona confunde-se com a própria história do futebol moderno.
Sem o rigor, a insistência para conseguir o tratamento médico e a firmeza nas negociações de Jorge, o esporte mundial provavelmente não teria testemunhado a trajetória absurda que tem Lionel Messi. A Federação Argentina os Old Boys e o Barcelona publicaram notas oficiais de pesar, destacando Jorge como a figura central que permitiu a construção da carreira de um dos maiores camisa 10 de todos os tempos.
Os problemas cardíacos podem ter vencido essa batalha e levado o pai de Messi, mas o que ele deixou nessa terra foi algo muito além do que o futebol pode proporcionar. Ele mostrou o que é ser um pai de verdade, cuidar de seu filho, brigar com dirigentes, sair fora de seu país, ir para outra nação simplesmente para buscar o sonho de um filho e a melhoria pra sua família.
Descanse em paz, Jorge Horácio Messi. Deixa aqui nos comentários algo em respeito à família de Messi. Inscreva-se no canal para acompanhar tudo sobre o mundo da bola. Eu sou JR. Se você gostou de verdade, já sabe.