15 MUSAS DA TV QUE JÁ NOS DEIXARAM: O DESTINO TRÁGICO E A SAUDADE DAS MULHERES MAIS BELAS DO BRASIL – H
Eram os rostos mais admirados do Brasil, mas as suas luzes apagaram-se cedo demais. De despedidas súbitas, como a de Mila Moreira, a batalhas silenciosas, como a de François Forton, ou fim trágico e precoce de Daniela Peres. Estas 15 musas deixaram um rasto de saudade e mistério. Neste vídeo, você vai recordar as trajetórias brilhantes e os destinos marcantes de mulheres que ajudaram a construir a história da nossa TV.
Começando por Mila Moreira. Com certeza lembra-se daquela mulher que transpirava classe e sofisticação em cada cena. Esta atriz parecia ter nascido pronta para o ecrã. Mas existe uma curiosidade que rondou a sua vida por décadas. Afinal, era ou não irmã do icónico Clodoville. A verdade é que eles não eram irmãos de sangue, não, mas sim parceiros inseparáveis na moda.
Mila Moreira foi a grande musa do estilista, desfilando as suas criações na base de uma amizade profunda muito antes de brilhar na TV. Ela começou nas passadeiras e teve de quebrar um enorme tabu da época. Provar que uma modelo belíssima podia também ser uma grande atriz. E como provou, a partir da sua estreia em marron glacê, ela tornou-se a rainha das personagens elegantes, marcando presença em clássicos como plumas e paitês, tititi e anjo.
Mau, ; olha isto daqui, Amanda. 1500 cruzeiros de luz nesse mês. Como é que vamos parar assim? Mas a nossa 15ª musa teve uma despedida que apanhou o Brasil inteiro de surpresa. Em dezembro de 2021, aos 75 anos, após um malestar arrepentindo e uma rápida complicação de saúde grave, Mila Moreira deixou-nos de forma inesperada.
Uma partida súvita que deixou uma saudade imensa da mulher que eternizou a elegância da nossa televisão. Quando falamos das mulheres mais velas da nossa teledramaturgia, é impossível não voltar ao princípio de todo. A nossa 14ª musa não só desfilou talento na tela, ela ajudou a reerguer as paredes do que hoje chamamos televisão no Brasil.
Estamos a falar da incomparável Ioná Magalhães. O que poucos sabem é que a arte entrou na vida de Ion Magalhães por uma questão de pura sobrevivência. Lá nos anos 50, ela teve de ajudar a família e mergulhou de cabeça no rádio e no teatro. Esse faço, dado pela necessidade revelou um dos maiores talentos do país. Ela tornou-se uma das grandes protagonistas da televisão brasileira.
Além de marcar a história do o nosso cinema no clássico Deus e o Diabo, na Terra do Sol, com uma versatilidade impressionante, Ion Magalhães ia da mulher sofisticada a personagem popular com uma naturalidade que hipnotizava o público em gigantes como Roque Santeiro, tieta e senhora do destino. ; Quando o Zé Estev era vivo, tu não te importava nada com ele.
Agora, despois de morto, vais querer defendê-lo. É. Mas cada estrela tem a sua hora de afagar os holofores. Em 2015, aos 80 anos, a nossa pioneira teve de tratar um delicado problema no coração. O que deveria ser um procedimento dirigido a a recuperação da sua saúde, trouxe complicações graves e inesperadas. E ela, infelizmente, não resistiu.
A sua despedida fechou um capítulo de ouro. Leonar Magalhães nunca foi apenas uma musa, foi o alicece de uma TV que o O Brasil adorou, deixando uma saudade eterna. É o que maravilha. Se existe uma palavra para a definir, essa palavra é inesquecível. Ela nunca foi apenas mais uma musa da nossa televisão. É, que maravilha era simplesmente impossível de ser ignorada.
Dona de um visual vibrante, exagerado e totalmente fora dos padrões, ela transformou a própria estética na sua maior assinatura. Enquanto a maioria tentava seguir tendências, ela inventava as suas. Nascida na Europa no período pós-guerra, é que maravilha chegou ao Brasil ainda criança e construiu aqui uma trajetória fascinante.

Poucos sabem, mas antes da fama ela deu aulas de línguas, aproveitando a sua influência em várias línguas. Mas logo a sua beleza fora do comum chamou a atenção nas passerelles, abrindo as portas definitivas para a televisão. E foi na TV que ela se tornou um verdadeiro fenómeno. Como jurada icónica ao lado de gigantes como Chacrinha e Silvio Santos, é o que Maravilha misturava humor, irreverência e uma rara liberdade de pensamento.
Era uma mulher tão intensa e destemida que chegou a enfrentar graves consequências por defender publicamente o que acreditava durante períodos muitos rígidos da nossa história. Infelizmente, o adeus chegou após complicações de saúde. Em 2016, aos 71 anos, o que deveria ser apenas uma internamento para tratar um problema de saúde no sistema digestivo se transformou numa dura batalha.
O quadro agravou-se e após semanas de cuidados médicos intensivos, o Brasil precisou de se desperdir dessa grande estrela. Que maravilha não foi apenas uma das mulheres mais bonitas da TV. Ela foi a prova viva de que a maior beleza de um mulher é nunca aceitar ser igual a ninguém. E esta atriz aqui, lembra-se dela? Ela era um rosto da televisão que parecia fazer parte da nossa própria família, François Forton.
Ela foi exatamente assim, uma estrela que cresceu literalmente diante dos nossos olhos. Ainda na juventude, lá em 1976, o Brasil inteiro parou para se afaixonar fila doce TT de estúpido convido. O sucesso foi tão gigantesco que ela mal conseguia andar pelas ruas. Com uma rara elegância e aquele olhar marcante, ela enfilerou personagens inesquecíveis em grandes clássicos, como tieta, bebé a bordo e o clone.
; Foi porque descobri que ainda te amava. ; É cínica. ; Ascâ, não sabia como te ia encontrar. Custa muito que ele tenha feito o que fez, atropelado todos os princípios éticos que aprendi com ele. ; François Forton era o sinónimo absoluto de leveza e talento. Mas por trás daquela doçura nas telas existia uma guerreira silenciosa.
Ainda nos anos 80, muito jovem, ela enfrentou um problema de saúde grave e escondeu essa luta do grande público. Com muita garra, ela venceu aquela primeira batalha. O destino, porém, pode ser implacável. Décadas depois, o cancro voltou de forma mais agressiva. Após meses de internamento, ele de demonstrar muita bravura.
Em janeiro de 2022, aos 64 anos, a nossa eterna musa não resistiu às complicações deste quadro tão delicado. A sua despedida levou um pedacinho da nossa memória afetiva, daquela época áurea da TV. As estrelas assim nunca se apagam verdadeiramente. Agora quero saber de si que acompanhou esta trajetória linda. Qual foi a personagem de François Forton que mais marcou a sua vida? Foi a inesquecível TT ou alguma outra novela que não sai da a sua cabeça? Deixa aqui em baixo nos comentários.
Eu vou ler e responder todos. Continuando com o número 11, Bet Lago. Há mulheres que não só aparecem na TV. Elas dominam o ambiente. E essa musa era exatamente assim. Bet Lago, antes de conquistar o Brasil nas telenovelas, era já um ícone internacional. Nos anos 70 e 80, ela brilhou nas passadiços da Europa e dos Estados Unidos, ocupando um espaço que muito poucas brasileiras conseguiam na época.
Mas foi em 1992, na minissérie Anos Reveldes, que o grande público descobriu aquele olhar marcante e aquela voz inconfundível. Eu já não estou a saber o que fazer não. Ela é demasiado irrequieta, sempre foi. Não sei. ; Logo a seguir, ela parou o país como a Abigail de 4×4, uma mulher forte e sofisticado que se tornou o símbolo máximo de elegância dos anos 90.
; Eu não vou agora contigo para casa porque não vou perder a entrevista coletiva. ; Não vais comigo para casa? ; Bet Lago tinha um brilho muito próprio, uma mistura rara de inteligência. humor ácido e uma classe que parecia provir de dentro. Além das telenovelas, ela brilhou como apresentadora, mostrando que era muito mais do que um rosto bonito.
Era uma mulher autêntica e cheia de opinião. Infelizmente, em 2012, a vida limpôs o maior dos seus desafios. Ela enfrentou uma batalha severa contra um cancro na vesícula que evoluiu de forma difícil. Mesmo nos momentos mais complicados, ela não perdeu a fibra, encarando o tratamento como uma coragem que inspirou a todos.
Depois de 3 anos de uma luta admirável, em setembro de 2015, o Brasil despediu-se dessa estrela aos 60 anos. A partida de Vet Lago deixou um vazio imenso, mas a sua marca na moda e na a teledramaturgia é eterna. Ela nunca será esquecida. E a história da nossa próxima musa deste vídeo é uma das mais intrigantes desta lista.
Ela tinha o apelido mais poderoso do meio artístico e o mundo aos os seus pés, mas optou por desaparecer completamente dos olhos do público. Antes de te contar o que aconteceu com esta estrela, quero pedir-te o teu like aqui neste vídeo. Faz um favor, inscreva-se aqui no Quem Quem também. A maioria das pessoas que assistem aos os nossos vídeos pela TV não se inscrevem porque acham mais complicado, mas você pode fazer diferente.
Dá lá uma pausinha e faça essa gentileza. Escreva-se que não custa nada, mas ajuda imenso. Desde já te agradeço. E continuando com o número 10, agora vamos descobrir por onde andou e como se despediu a degenaneo. Imagine ter o mundo aos seus pés. O apelido mais influente do entretenimento. Esse era o rosto que o Brasil queria ver no ecrã.
Essa foi a realidade de de Genane Machado, filha de um dos nomes mais influentes do entretenimento da época, o produtor Carlos Machado. Ela não só entrou para o meio artístico, mas nasceu no trono dele com uma beleza magnética e um talento que parecia brotar sem esforço, Genani tornou-se a primeira grande bebé da série A Grande Família.
Ela era a personificação da juventude e do sucesso nos anos 70. ; Ele é muito mais novo do que o Júlio, que na flor da idade está ali todo ranzisa. É, ; mas por detrás do brilho das câmaras e da sofisticação do teatro de revista, uma sombra começou a crescer no auge da carreira, quando todos esperavam que ela se tornasse a maior estrela da sua geração, o destino tomou um rumo inesperado.
Batalhas pessoais complexas e o enfrentamento das dependências delicadas começaram a cobrar o seu preço. que antes eram aplausos transformou-se em silêncio. Os convites diminuíram, as luzes do estúdio tornaram-se afagaram. Eden Machado tomou uma decisão drástica, o isolamento total. Por décadas, uma das mulheres mais desejadas do país passou a viver de forma discreta e reclusa num apartamento do Rio de Janeiro, longe de qualquer holofote.
A sua despedida em março de 2022 foi tão discreta quanto à sua vida final. Ela tinha 70 anos. A notícia só chegou ao público dias depois. que Genen Machado deixou-nos um poderoso livrete sobre a fragilidade da fama. Uma trajetória que começou soblheu o silêncio absoluto para o seu acto final. No final dos anos 70, uma jovem Paulistana de sorriso fácil e olhar expressivo rapidamente se tornou o novo rosto favorito dos realizadores de TV.
Thaí Andrade. Ela não era apenas uma promessa, era uma realidade que transbordava carisma. Revelada no programa de Moacir Franco, ela saltou para o Estrelato em 1977 na icónica novela Locomotivas e não parou mais, brilhando em êxitos com o pai Herói e Chega Mais. O que tornava Thís Andrade tão especial era a sua versatilidade.
Enquanto muitas musas ficavam presas ao estigma da jovem, ela atirava-se no humor, conquistando o público em programas como A Frác é Nossa e na escolinha do Golias. ; Mimosa. Datinografou toda a correspondência de hoje? ; Não teografei, não, professor, porque muito trabalho para mim sozinha. ; A vida pessoal viveu momentos intensos.
incluindo um casamento marcante com o ator Cláudio Márcio. Ela parecia ter o tempo a seu favor e uma carreira inteiro para consolidar. Infelizmente, o destino apresentou um guião muito mais curto e severo. Em meados dos anos 90, Beatriz recebeu o diagnóstico de um cancro no sistema linfático. Foi uma batalha rápida e dolorosa.
Em Abril de 1996, no auge da sua maturidade artística, a atriz deixou-nos com apenas 39 anos, interrompendo uma trajetória que ainda tinha muito para oferecer. Para a sua partida precoce, deixou no público aquela sensação amarga de uma história interrompida demasiado cedo, mas o seu O talento permanece vivo na memória de que acompanhou a idade de ouro da nossa TV.
E o número oito, Márcia Mendes. Você se lembra-se dela? Ela foi uma daquelas mulheres que reuniam beleza, inteligência e presença em palco de um jeito raro na televisão brasileira. Nascida em 1946, no Mato Grosso do Sul, ela iniciou a sua percurso artístico pela música. era pianista, estudou formalmente e, ainda jovem, já se apresentava em concertos, mostrando uma sensibilidade que depois marcaria também a sua comunicação perante das câmaras.
Mas o caminho mudou. em São Paulo, entrou para o mundo da moda, ganhou destaque como modelo e a partir daí surgiram oportunidades no jornalismo. Em pouco tempo já estava nas redacções e logo a seguir na televisão, onde tudo aconteceria de forma muito rápida. Na TV Globo, Mácha tornou-se um dos rostos mais conhecidos dos anos 70.
apresentou hoje o jornal, participou no Fantástico e comandou o Amanhã, sempre com o estilo mais leve e próximo do público, ajudando a modernizar a linguagem do jornalismo televisivo. ; Uma das apresentadoras foi a Márcia Mendes. ; Ó Clara, vieste da Bahia? ; Não, Márcia. E há ainda um marco importante.
Ela foi uma das primeiras mulheres a ocupar a bancada do Jornal Nacional, abrindo espaço para outras profissionais. Fora das câmaras vivia uma fase intensa, inclusive ao lado do ator Marcos Paulo. Mas no fim da década a sua saúde passou a exigir a atenção. Márcia Mendes foi diagnosticada com leucemia, uma doença grave que avançou de forma rápida nesse período.
E mesmo perante o tratamento, o quadro agravou-se em pouco tempo. Em 1979, aos 32 anos, faleceu no Rio de Janeiro, interrompendo uma trajetória que ainda tinha muito para oferecer. Há artistas que brilham por um momento e existem aquelas que se tornam os próprios pilares da nossa cultura. A diáconis não era apenas um rosto bonito no ecrã, ela era uma força da natureza que ajudava a sustentar a dramaturgia brasileira.
Nascida no interior de São Paulo em 1923, a sua viagem começou com uma infância simples e desafiante, mas o destino mudou completamente quando ela decidiu seguir os passos da sua irmã, a lendária Cassilda Becker. Ao entrar para o Teatro Brasileiro de Comédia nos anos 50, Clayones revelou algo raro, uma voz poderosa e uma presença que dominava o palco.
Ela tinha o dom de interpretar almas densas e complexas, muitas vezes dando vida a personagens muito mais velhas do que ela própria, com uma maturidade que assombrava a crítica. No teatro, esta atriz foi absoluta, mas foi na TV que ela entrou definitivamente para a casa de milhões de brasileiros. Quem não se lembra da sua postura irrepreensível em clássicos como Rainha da Sucata, Vanf ou Torre de Vavel? Continua o mesmo, hein, Monchian? Ai, nem parece que passaram tantos anos.
O seu estilo era inconfundível, uma mistura de rigor e elegância que hipnotizava o público. Mesmo no seu último trabalho na novela Passion, ela provou que o talento não envelhece, entregando uma prestação memorável, mesmo com a saúde já fragilizada. Alguns dizem que estou caduca. Caduca não, desconfiada. Infelizmente, em 2013, após complicações de saúde decorrentes de uma queda e de um quadro de isquemia, a nossa grande senhora despediu-se aos 89 anos.
A sua partida marcou o fim de uma era de ouro. Clay Dones não foi apenas uma musa, não. Ela foi o alice de uma história que o Brasil nunca deixará de contar. E o número seis, Dina Sfat. Esta atriz foi muito mais do que um rosto bonito na tela. Ela foi uma das forças mais intensas e respeitadas da nossa dramaturgia.
Nasceu em 1938, filha de imigrantes. Dina Isfat começou a sua trajetória no teatro dos anos 60, num período de grandes transformações. E foi nos palcos que ela moldou a sua identidade. Uma atuação profunda, corajosa e capaz de dar vida a personagens que desafiavam o óbvio. televisão.

Ela tornou-se rapidamente um dos pilares da era dourada, protagonizando clássicos como Selva de Pedra, Gabriela e o Astro. Os seus papéis eram quase sempre de mulheres magnéticas e à frente do seu tempo. No cinema, ela imortalizou-se em obras primas como Makuna. Fora do ecrã, viveu uma união marcante com o ator Paulo José, formando uma família dedicada inteiramente à arte.
Mas o capítulo que mais demonstrou a sua fibra foi a batalha que ela enfrentou a a partir de 1986. Mesmo perante um diagnóstico severo de saúde, Dinasfat não parou. A sua entrega foi tal que ela continuou a gravar e emocionando o público até ao fim. O seu último trabalho foi em bebé a bordo. E apenas um mês após o término da novela, em março de 1989, despediu-se aos 50 anos.
Tina Esfat não apenas atuava, ela deixava uma marca eterna em cada cena, provando que a verdadeira beleza de uma musa está na intensidade da sua alma. À Cláudia Magno. Ela foi o rosto de uma geração inteira. Com uma beleza magnética e uma energia que transbordava no ecrã. Tornou-se uma das atrizes mais requisitadas entre os anos 80 e 90.
Quem acompanhou a novela Tieta nunca esqueceu a sua notável prestação. ; Bem, Laura, como nos despedimos como amiga, eu eu quis vir logo lhe falar, ser sincera consigo. E ela ainda brilhou em sucessos como fera radical e meu bem, meu mal. Mas Cláudia Magno não era apenas uma musa da TV. No cinema, ela provou a sua versatilidade ao conquistar o prémio de melhor atriz no festival de Brasília.
Ela estava no auge com um futuro brilhante a bater a porta quando o destino foi interrompido de forma abrupta. No final de 1993, durante as gravações do seu último trabalho, a atriz enfrentou um quadro severo de infecção respiratória, que evoluiu com uma rapidez assustadora. Apesar da luta intensa, ela deixou-nos em janeiro de 1994, com apenas 35 anos.
Na altura até surgiram boatos sobre a sua saúde, mas nunca foram confirmados oficialmente. O que ficou para a história foi a imagem de uma mulher talentosa que partiu cedo demais. Cláudia Magno deixou o público com aquela eterna pergunta: “Até onde esse brilho poderia ter chegado? Ela partiu muito jovem e deixou muitas saudades.
E esta atriz aqui, lembra-se dela, Sandra Vreia? Ela foi, sem dúvida, uma das presenças mais marcantes da televisão brasileira. Era dona de uma beleza intensa, uma sensualidade natural e uma segurança rara diante das câmaras. Sandra Vreia se tornou um verdadeiro símbolo dos anos 70 e 80, uma época em que poucos nomes tinham o impacto que ela tinha.
Nascida no Rio de Janeiro em 1952, a atriz começou cedo como modelo e rapidamente chamou a atenção. Bem pouco tempo já estava no teatro e logo a seguir nas telenovelas. Ganhou destaque em produções como o bem amado, Escalada, Elas Porelas e Titi, consolidando a sua imagem como uma das grandes musas da a nossa televisão.
; Oh, meu amor, mas logo hoje que eu ia fazer aquele surpresinho de queijo para nós. ; Para além das novelas, também marcou presença no cinema popular da época, assumindo uma postura ousada e à frente do seu tempo. Era uma mulher que não seguia padrões. Ela criava os seus. Na década de 90, tomou uma decisão corajosa ao falar publicamente sobre a sua condição de saúde num período ainda rodeado de desinformação e preconceito.
Isto mudou a sua relação com os media e com o público. E ela passou a viver de forma mais reservada. Anos mais tarde, enfrentou um novo problema de saúde, desta vez nos pulmões. Mesmo perante a gravidade, manteve a sua postura firme até ao fim. Sandra Velia deixou-nos no ano 2000, aos 47 anos. Ela foi uma pioneira que transformou a dor em coragem, deixando um legado de autenticidade que o Brasil nunca vai esquecer.
E por falar em mulheres que desafiaram o seu tempo, a nossa próxima musa foi talvez a maior força da natureza que a nossa cultura já viu. Ela não só viveu, como rompeu todas as correntes de uma época proibida. Mas antes de te dizer os pormenores da trajectória e do destino desta lenda, eu Quero falar-te do nosso clube do canal. Pode assinar para assistir os os nossos vídeos sem a interrupção dos anúncios.
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Ela não foi apenas mais uma musa, ela foi uma revolução na forma de mulher. Numa época em que o O Brasil vivia sob regras rígidas, Leila O Dinis surgiu lá nos anos 60 quebrando todos os tavus. Ela protagonizou a primeira novela da Globo, Ilusões Perdidas, e brilhou no cinema, mas foi a a sua coragem que a tornou imortal.
Leila falava o que pensava. Vivia com uma liberdade que desafiava o conservadorismo. O país inteiro parou quando ela apareceu grávida de vikini na Fraia, um gesto de libertação feminina que marcou gerações. Infelizmente no auge desta trajetória brilhante, o destino foi implacável. ; Faço o que quero. Durmo com toda a gente.
; Gosto de ti. Em 1972, ao antecipar o seu regresso de uma viagem à Austrália para reencontrar a filha pequena, Leila Diniz foi vítima de um trágico acidente aéreo na Índia. Com apenas 27 anos, a sua luz afagou-se fisicamente. Mas a sua luta pela liberdade feminina nunca terminou. Ela partiu cedo demais, deixando um legado de autenticidade que a indcoua na nossa cultura.
Uma mulher que não só passou pela vida, mas a transformou e muito. E o número dois, Daniela Ferz. Foi uma daquelas jovens atrizes que pareciam ter um futuro inteiro pela frente. Bonita, delicada e com carisma natural. Ela conquistou o público no início dos anos 90 e rapidamente passou a ser vista como uma das grandes promessas da televisão brasileira.
Filha da autora Glória Féz iniciou-se na dança e cedo encontrou espaço nas novelas. Participou em produções como barriga de aluguer e o dono do mundo. Mas foi em de corpo e alma em 1992 que viveu o seu momento mais marcante. Interpretando a personagem Yasmin, Daniela Féz estava em plena ascensão, ganhando destaque a cada capítulo.
; Interessa o que podia ter sido. Me interessa o que foi. Desculpe. ; Está. Se não tivesse acontecido nada disso, podíamos ter vivido muita coisa boa, não é? Mas aconteceu. ; Ela estava pronta para conquistar o Brasil, mas no final desse mesmo ano, a a sua história tomou um rumo inesperado e profundamente triste.
Após um dia de gravações, a atriz foi vítima de um crime que esmurrou o país inteiro. O caso ganhou uma enorme repercussão, mobilizou a opinião pública e trouxe debates importantes sobre segurança e justiça. Daniela Féries tinha apenas 22 anos. Estava no início de uma carreira promissora e a viver um momento especial ao lado do marido, o ator Raul Gazola.
E talvez seja isso aqui que torna a sua história tão marcante. Não foi apenas uma despedida precoce, foi um futuro inteiro interrompido demasiado cedo, de um forma que o público nunca esqueceu. Ora, para fechar esta nossa lista de homenagens, chegamos a um nome que ainda desperta uma saudade profunda e reflexiva.
Leila Loves. Ela foi o rosto da doçura na televisão brasileira dos anos 90. Quem não se lembra da inesquecível professora Lu em Renascer? Com um olhar sereno e uma presença delicada, ela rapidamente se tornou uma das musas mais amadas do país, brilhando também em sucessos como o rei do gado. ; Mataram-no. Mataram.
Porém, o brilho dos ecrãs escondia uma realidade que muitos de nós não conseguimos ver. Com o passar do tempo, as oportunidades na dramaturgia tornaram-se escassas. E Leila Lopes enfrentou imensas pressões, tanto profissionais como financeiras. Em busca de novos caminhos, ela tomou decisões que geraram intensos debates na época, o que acabou por aumentar o seu sentimento de isolamento.
Infelizmente, em Dezembro de 2009, o O Brasil recebeu a notícia de que ninguém queria ouvir. Aos 50 anos, no seu apartamento em São Paulo, a sua história terminou de forma triste após um período delicado. Numa emocionante carta de despedida, ela revelou que procurava finalmente encontrar a face que o mundo não lhe deu.
A sua partida foi um choque, deixando um vazio imenso e um alerta sobre as batalhas invisíveis que muitas estrelas enfrentam longe dos olofortes. Estas 15 mulheres não foram apenas rostos bonitos, foram o coração da a nossa TV e deixaram marcas que o tempo jamais vai afagar. Agora quero saber de si, qual destas musas nunca conseguiu esquecer? E olhando para todas estas histórias aqui, qual delas mexeu mais consigo hoje? Deixa o teu comentário aqui em baixo, ó.
Não te esqueças de deixar o o teu like, ok? e dizer também a cidade de onde está a assistir. Eu vou deixar outro vídeo para si aqui nos cartões que é sobre algumas musas da Globo que mudaram bastante. Basta clicar aqui neste card que vai conhecer a história de 25 musas dos anos 80 e 90 que hoje estão praticamente irreconhecíveis.
É um vídeo bastante emocionante que vale a pena ver. Eu vou ficando por aqui, mais uma vez o meu muito obrigado e até ao nosso próximo vídeo.