25 ATRIZES MILIONÁRIAS DA GLOBO QUE VIVEM COMO SE FOSSEM POBRES – H
Ganharam fortunas na televisão. Viveram rodeadas por câmaras, roupas caras, motoristas e empregados. Mas longe do glamur, algumas fazem limpezas, apanham autocarros, conduzem carros antigos, trabalham na lavoura e até usam o próprio dinheiro para ajudar quem perdeu tudo. Hoje vai conhecer 25 atrizes milionárias da Globo, que por opção, hábito ou convicção, vivem de uma forma que ninguém esperava.
E a primeira dessa lista vai surpreendê-lo. Começando por Laura Cardoso. Esqueça aquela imagem da grande estrela que exige um tratamento especial. Laura Cardoso atravessou mais de sete décadas de carreira, recebeu prémios, homenagens e o respeito das diferentes gerações. Mesmo assim, nunca gostou de se colocar num pedestal.
A atriz prefere dizer que é uma operária da arte. E ela explica exatamente o que isso significa. Se necessitar de se levantar às 3 ou 4 horas da manhã para gravar, ela levanta-se e vai trabalhar sem reclamação, sem utilizar a idade ou o tamanho da sua história para exigir privilégios. Quem vê a Laura Cardoso sendo recebida com aplausos, talvez imagine uma diva rodeada de bajuladores.
Mas ela ainda fala como a funcionária que precisa de chegar ao horário, decorar o texto e cumprir o serviço. Até o passeio feito para uma homenagem aconteceu no velho Carocha Azul da família. E o número 24, Ciais. Ela poderia ter criado os quatro filhos rodeados por roupas de marca, quartos siques e todos os brinquedos que o dinheiro pudesse comprar, mas tomou uma decisão bem diferente dentro de portas.
A atriz contou que controlava o consumo e evitava o excesso. Segundo ela, no armário dos filhos apenas havia três calças de ganga, um ténis e uma sandália. Os quartos também não ficavam transbordando de brinquedos. Agora pensa comigo. A mãe saía para gravar grandes telenovelas, recebia reconhecimento nas ruas e regressava a uma casa onde os filhos não podiam comprar tudo o que desejassem.
Não era falta de dinheiro, era regra. Caquis dizia querer uma vida simples e tentar mostrar aos filhos que a a felicidade não estava na quantidade de objetos. Ela podia encher cada armário, mas preferia deixar espaço vazio e ensinar os filhos a viver com menos. Camila Queiroz. Ela saiu do interior, trabalhou como modelo em vários países e tornou-se protagonista da Globo quase que da noite para o dia.
Com a fama chegaram campanhas, roupas caras e convite de todos os lados. Mas no início do sucesso, ela fez uma declaração que chamou muito a atenção. A atriz disse que sempre quis juntar dinheiro para comprar uma casa e um carro e completou. Enquanto ainda precisasse de andar de autocarro, não havia motivo para comprar uma mala Chanel. Pense nisso.
Na novela, aparecia rodeada por roupas de grife. Fora do estúdio, ainda calculava prioridades e utilizava o transporte público. Mais tarde, Camila reconheceu que a fama é perigosa porque muitas as coisas começam a chegar de bandeja. A A vida dela mudou bastante desde então, mas aquela reação mostrou que o primeiro grande salário não foi diretamente para uma montra de luxo.
E o número 22, a Cláudia Raia. Quem Viar atriz a entrar em cena com figurinos brilhantes, pernas impecáveis e uma produção grandiosa, pode imaginar que dentro da sua casa ninguém da família aproxime-se de uma vassoura. Mas a rotina mostrada por Cláudia e pelo marido Jarvas, homem de Melo foi muito menos glamorosa.
Durante um período em casa, os dois dividiram os afazeres domésticos. Ele apareceu varrindo o chão, limpando o fogão e lavando a louça. Enquanto Cláudia Raia registava tudo e divertia-se com o marido, ela chegou a chamar-lhe o seu doninho de casa predileto. Aqui não estamos a dizer que o casal vive permanentemente sem qualquer ajuda.
O facto é que numa casa de artistas famosos, a fia suja e as folhas espalhadas pelo chão também precisam de ser resolvidas por quem vive ali. As cortinas fecham-se, mas a louça continua à espera. E a Flávia Alessandra, nas novelas, ela já interpretou mulheres tão sofisticadas que pareciam incapazes de tocar num pano de chão.
Mas quando ficou sem a estrutura habitual dentro de casa, ela não esperou que alguém aparecesse para resolver tudo. Flávia Alessandra colocou música, pegou na vassoura e começou a faxinar. dançou enquanto varria, organizou os quartos e mostrou a rotina para os seguidores. Numa entrevista, afirmou que enfrentava uma limpeza numa boa. Agora observe o contraste.
Cabelos tratados, unhas feitas, rosto de campanha publicitária e pouco tempo depois a mesma mulher enfrentando pó, roupas espalhadas, são para limpar. A situação aconteceu durante o isolamento, quando muitas famílias necessitaram de reorganizar as suas tarefas. Flávia Alessandra não tentou fingir que aquela era a sua rotina diária havia décadas.
Simplesmente mostrou que quando faltou ajuda, ela sabia apanhar os produtos e pôr a sua casa em ordem. E o número 20, Ingrid Guimarais. Ela é estrela de filmes que levaram milhões de pessoas aos cinemas. Há um jacaré ali a olhar para nós. Ah, não. Será que ele está a olhar para a tua roupa, pensando que de repente matou um deles? Poderia tratar qualquer serviço doméstico como um problema de outra pessoa, mas contou que faz precisamente o contrário, coloca uma boa música e parte para faxina.

Hrid Guimarães disse que o O trabalho dentro de casa transformou-se numa espécie de terapia. E a filha também não cresceu apenas assistindo aos outros trabalharem. Clara arrumava a própria cama e lavava a loiça. Imagine Ingrid Guimarães depois de uma estreia maquilhada, fotografada e rodeada de fãs. No dia seguinte a cena pode ser bem diferente.
Música a tocar, objetos fora do lugar e mãe e filha a organizarem a casa. O pormenor é que a atriz não considera a fama uma desculpa para que a filha deixe o prato na via ou a cama desarrumada. Carolina Dickman. No Brasil, ela passou anos a gravar novelas e contando com a ajuda para manter a rotina a funcionar. Mas quando foi viver para os Estados Unidos, a sua vida doméstica mudou completamente.
Atriz passou a cozinhar, a fazer limpezas, cuidar do cão e acompanhar o filho mais novo de perto. Ela própria resumiu a situação. Lá fazia limpezas sempre e cozinhava. Veja a diferença. No estúdio havia maquilhadores, figurinistas, produtores e assistentes. Em casa, nos Estados Unidos, era Carolina Dickman quem precisava de descobrir o que estava em falta, preparar a comida e deixar tudo limpinho.
A atriz admitiu que a sua rotina de trabalho no Brasil não permitia viver estas tarefas com a mesma frequência. A mudança não apagou a sua fama, nem o seu património, apenas retirou parte da estrutura que existia à sua volta. E foi assim que uma das maiores musas da televisão passou a viver dias muito parecidos com os de qualquer dona de casa.
E o número 18, Fernanda Vasconcelos. Ela ficou conhecida interpretando mocinhas delicadas, sempre com maquilhagem suave, cabelos arranjados e mãos aparentemente longe de qualquer sujidade. Eu não estou a julgar nada, ao contrário você que me está a julgar. Aliás, você está condenando-me por conta de um erro que cometi.
Erro destruiu muita coisa, Ana. Só que a atriz revelou uma mania bastante inesperada, limpeza de banheiro. Fernando Vasconcelos contou que passava álcool no telefone e transportava até um pequeno frasco de água sanitária na bolsa. O motivo gostava de limpar casas de banho por onde passava, incluindo-os do avião e dos estúdios. Imaginaria uma protagonista da Glovária na bolsa para verificar se tudo estava realmente limpo? Fernanda Vasconcelos não falava apenas da limpeza da sua própria residência.
A preocupação acompanhava a atriz durante o trabalho e as viagens. Enquanto outras pessoas transportam perfume, maquilhagem ou joias na bolsa, ela reservava espaço para um produto de limpeza. A jovem saía de cena, mas a fiscal da casa de banho continuava a trabalhar. E a graze massa fera, ela faz uma boa parte da vida a ser fotografada.
Vestidos de gala, jóias, cabelos impecáveis e campanhas de grandes marcas fazem parte da sua imagem. Mas o que ela gosta de fazer quando está de férias? Faxina. Isso mesmo. Grsafera já mostrou roupas espalhadas, objetos fora dos armários e sacos a serem preparados para a doação.
E ela até chegou a avisar que não estava de mudança, não. Isso fazia parte da grande arrumação que ela costuma fazer pelo menos duas vezes por ano. E este serviço não termina rapidamente, não. O Atri geralmente começa num dia e continua no outro, retirando tudo, escolhendo o que fica e reorganizando peça a peça. E GR massafera chamou a este processo de terapia.
Quem vê aquele cabelo a brilhar nas telenovelas, talvez não imagine a atriz rodeada de caixas, poeiras e pilhas de roupas. Ela poderia entregar a tarefa inteiro para outra pessoa, mas faz questão de decidir pessoalmente o que sai e o que permanece. dentro de casa. E o número 16, Vian Cavin. Ela estava entre as protagonistas mais requisitadas quando decidiu sair da agitação do rio e viver com Sérgio Guisé numa quinta em Daatuba, no interior de São Paulo.
Desde 2018, o casal prefere uma rotina rodeada pelas árvores, plantas e natureza. Nada de viver próximo dos estúdios, apenas para estar no centro das festas. e dos acontecimentos. Bianca Bin contou recentemente que abrandar fez com que ela recuperasse uma essência que tinha perdido no excesso de compromissos.
Quem a ver com cabelos modelados, figurinos perfeitos e luz cuidadosamente posicionada, talvez não imagine que, ao regressar a casa, ela encontre silêncio, vegetação e uma cascata nas proximidades. Biancav não perdeu espaço, nem foi obrigada a desaparecer. continuou a trabalhar, mas escolheu manter a sua residência longe da correria.
Entre o trânsito da cidade e os dias mais lentos no interior, ela preferiu uma vida noutra frequência. E a dirais, ela nasceu no interior do fará e mesmo depois de se tornar uma das atrizes mais respeitadas do país, manteve dentro de casa uma ligação muito concreta com a terra. Em sua casa, no Rio de Janeiro, ela cultivou um pomar e uma horta.
Imagine só parte das frutas e dos legumes utilizados nas saladas e nas refeições da família saía dali. Agora pensa comigo, aquelas mãos que parecem tão cuidadas e preparadas nas novelas, mexendo em folhas, separando temperos e cultivando alimentos. Tirapaz poderia simplesmente encomendar tudo pronto, lavado e entregue à porta.
Mesmo assim, ela mantém o hábito de colher ingredientes no próprio quintal. A atriz também gosta de cozinhar e já revelou a especialidade na preparação de peixes e frutos do mar. O o seu contacto com a natureza não é apenas uma bonita decoração ao redor da casa. Uma parte dela chega diretamente à cozinha e termina no prato da família.
E Ana Paula Aróio, uma das atrizes mais desejadas, bem-sucedidas e disputadas da televisão. Ela estava no auge quando decidiu afastar-se das novelas e viver longe dos olofotes. Primeiro instalou-se no sítio, no interior de São Paulo, depois mudou-se com o marido para a Inglaterra, onde passou a manter uma rotina ligada ao campo e à criação de cavalos.
A paixão pelos animais cresceu durante as gravações de Terra Nostra. E eu não sou tua irmã. Escuta, Marco António. E eu vou ficar em com esta casa até nascer o meu filho. Pense nesse contraste. À Juliana, que aparecia com os cabelos cuidadosamente preparados e o rosto estampado em todas as as revistas, preferiu trocar a exposição por uma propriedade rural.
Ana Paula Aróio continuou a receber propostas e reapareceu com trabalhos pontuais, mas não voltou à antiga engrenagem das novelas. Ela podia permanecer no centro do espetáculo, mas preferiu cozinhar, cuidar da sua rotina e viver rodeada de animais, sem ter de aparecer diariamente para provar que ainda era famosa. Lídia Vronde.
Ela tinha tudo o que uma jovem atriz desejava nos anos 1980. Papéis importantes, capas de revista, reconhecimento e lugar garantido nas principais telenovelas da Globo. Mesmo assim, saiu da televisão quando ainda estava no auge. O que é que o Osnat disse para te deixar assim cismada desta maneira? Você fala como se esta situação fosse nova.
Ela deixou tudo para trás. Depois de enfrentar crises de pânico, estudou psicologia e abriu um consultório em São Paulo. Desde então, prefere receber doentes a receber guiões. Querem rever Lídia Bronde em Vale Tudo? Roque Saniro ou Tieta encontra uma estrela rodeada por atenção. Na vida atual, ela opta por permanecer sem exposição.
Quando foi procurada para falar sobre a sua trajetória, respondeu que continuava optando por ficar longe dos olofotes. Não mantém redes sociais para alimentar os curiosidade do público e não transforma cada aparição num evento. A antiga protagonista atravessa a cidade, trabalha no seu consultório e volta para casa sem ter de desempenhar o papel de celebridade.
O número 12, Lucélia Santos, conhecida em dezenas de países por causa da escravas aura. Foi recebida como uma grande estrela internacional e muito homenageada fora do Brasil. Por isso, uma foto dela dentro de um autocarro no Rio de Janeiro, provocou tanto espanto. Ela não estava a fazer uma campanha publicitária, nem fingindo ser passageira durante alguns minutos.
A atriz tem o hábito de utilizar o transporte coletivo. A imagem que circulou ainda ajudava outra passageira a assegurar uma bolsa. Quando começaram as brincadeiras, Lucélia Santos não tentou esconder a situação, defendeu o autocarro. reclamou da baixa qualidade do serviço e chamou de pirosa a ideia de que as pessoas famosas não poderia utilizar transporte público.
Ela chegou a dizer que ficou chateada apenas porque não tinha gostado de como saiu na fotografia. A estrela mundial não se incomodou com o autocarro, incomodou-se com a má foto e com o preconceito de quem viu a cena. É a Débora Block. Ela já interpretou mulheres sofisticadas, poderosas e rodeadas por motoristas e empregados.
Queres mesmo saber, amor? Foi ótimo ver a sua cara de pata assustada quando a verdade veio ao de cima. Fora das telenovelas, porém, publicou uma foto dentro do metro do Rio, junto aos filhos Júlia e Hugo. O registo chamou a atenção porque Débora Block tinha todas as as condições de evitar plataforma, escada, espera e vagão cheio.
Mesmo assim, escolheu aquele transporte para fazer o passeio em família. Não significa que ela abandone o carro e utilize o metro todos os dias. A situação concreta já mostra o contraste. Quem acompanhou a Débora Block usando roupas caríssimas como Odet Reutman talvez estranha ainda mais a cena da atriz dentro de um vagão comum.
Ali não havia iluminação de estúdio, camarim ou motorista à espera. Havia uma mãe, dois filhos e o mesmo transporte utilizado diariamente por milhares de locais. Durante alguns minutos, a mulher poderosa da televisão desapareceu no meio dos outros passageiros. E o número 10, Drica Morais. Ela não apenas entrou no autocarro uma vez e foi fotografada por acaso.
Ela própria confirmou que utiliza autocarros e metro para circular pelo Rio de Janeiro. Durante uma entrevista, disse com naturalidade que apanha transporte para locais como Madureira e Duque de Caxias. Noutra ocasião, gravou o percurso de regresso a casa dentro de um vagão cheio. Ele brincou que precisava registar aquilo para ninguém dizer que era mentira.
Quem vê a Drica Morais a sair de um estúdio pode imaginar um carro particular parado à porta com motorista, mas a atriz prefere se misturar aos passageiros, esperar o transporte e enfrentar o deslocamento real da cidade. Ela também lembrou as as suas ligações familiares com a Penha na zona norte. O detalhe mais interessante é precisamente a normalidade com que fala do assunto.

Para a atriz, pegar autocarro não é uma grande demonstração de humildade. É apenas uma forma de chegar onde precisa. Proça. Durante décadas ela carregou a imagem de uma beleza clássica, elegância e sofisticação. Senhor presidente da Câmara, o senhor vai-me explicar qual o motivo que o senhor tem para nos expulsar daquela terra? Recentemente, porém, mostrou uma rotina bem diferente na região serrana do Rio.
Depois de vender um apartamento milionário em Copa Cavana, durante cerca de 4,3 mil milhões de reais, passou a dividir os dias com galinhas, horta, água corrente e muito chão de terra batida. Em um vídeo, Maite Proença apresentou o galinheiro e explicou como era a sua atual vida no campo, incluindo debaixo de chuva.
Ela também já tinha aparecido fazendo a sua própria limpeza quando ficou sem ajudantes. Em vê as antigas fotografias com jóias e vestidos inferáveis, talvez não imagine a atriz caminhando entre os animais e a lama. Ma Proença não perdeu o património, nem foi obrigada a viver num sítio. Pelo contrário, vendeu o valioso imóvel e optou por utilizar parte do tempo numa propriedade onde a natureza determina a rotina, o ruído e até os horários.
E à Thaí Araújo, ela sempre reconheceu que a sua casa funcionava com a ajuda de funcionários. Quando precisou dispensá-los temporariamente, descobriu uma rotina que não conhecia bem. Beatriz contou que trabalhava desde a adolescência e não sabia executar corretamente vários serviços domésticos. Passou a limpar casa de banho, a cuidar do jardim e do cão, enquanto Lázaro Ramos cozinhava e os filhos lavavam pratos e copos.
E acreditem só, a atriz chegou mesmo a pesquisar na internet. por onde se iniciará a limpeza. Mas a história não termina dentro de casa. Numa campanha publicitária, ela decidiu doar todo o cachet que receberia. O banco completou a quantia e a ação atingiu R 1 milhão deais utilizado em cartões de alimentação a cerca de 17.000 pessoas.
E Thaís Araújo doou o que receberia e ajudou a campanha a alcançar o total. E o número sete, Juliana Faz. Ela conquistou fama, dinheiro e uma vida confortável, mas nunca perdeu a ligação com as suas origens. Filha mais velha de quatro irmãos, ela cresceu numa família humilde e começou a ajudar nas contas de casa assim que ganhou o seu primeiro dinheiro na televisão.
Mesmo depois do sucesso, a atriz já mostrou que não faz pose de estrela dentro de casa. Ela varre, lava a loiça, prepara o almoço e organiza os próprios armários. E Juliana Faz já chegou a dizer que fazer limpezas é terapêutico, porque quando começa a varrer, a sua cabeça fica vazia. Ela também ensina os filhos a recolher a loiça e a lavar a própria louça.
Para a atriz, o dinheiro trouxe conforto, mas não apagou os hábitos simples, nem as recordações da vida antes da fama. E a glóriais, ela podia viver completamente distante dos problemas de quem ficou para trás. Afinal, construiu uma das carreiras mais bem-sucedidas da televisão brasileira. Isto é isto é frase genial. Realmente tudo vem a seu tempo.
O que tem de ser será. Mas foi precisamente no momento de dificuldade que ela mostrou que o dinheiro não a fez esquecer uma amizade antiga. Quando N era Tureta, passava por um momento difícil, estava endividada e cuidava da mãe internada num hospital público. Glória Pires não ofereceu apenas palavras de conforto, enviou tudo que poderia tornar a hospitalização menos difícil.
E segundo relatos da época, também ajudou a amiga com despesas como arrendamento e condomínio. E pouco depois, Nargara Tureta foi contratada pela Globo para trabalhar diretamente com Glória Fires, auxiliando nos textos da novela Babilónia. Não foi apenas uma ajuda passageira, foi uma oportunidade para que a amiga recuperasse a sua dignidade através do trabalho.
Esse não foi um gesto isolado, não. Glória Pires e a sua família separaram quase 400 peças dos os seus próprios guarda-roupas para vender e destinar o dinheiro a instituições, entre elas o retiro dos artistas. Ao completar 60 anos, dispensou presentes e pediu aos fãs que transformassem o carinho por ela em donativos para o retiro.
Talvez a A verdadeira simplicidade seja exatamente essa, possuir muito, mas continuar vendo e ajudando quem precisa. E o número cinco, Zezé Mota. Ela poderia passar esta fase da vida apenas recebendo homenagens pelos 60 anos de carreira. Apesar de não ser dona da casa, pode. Eu vim trazer um vaso que a A Cristina encomendou.
Estou a fazer o meu trabalho. Mas ocupa também a vice-presidência do Retiro dos Artistas. Uma instituição que acolhe profissionais idosos é em situação de vulnerabilidade. Meus amigos, eu sou o Zezemota, estou aqui no Retiro dos Artistas e quero partilhar convosco a minha visita. O envolvimento da atriz vai para além emprestar o nome a uma fotografia.
Em 2025, ela levou dezenas de moradores do retiro para assistir ao seu espetáculo no Centro Cultural Banco do Brasil. Entre eles estavam atores, músicos e outros profissionais que já viveram dias de fama, mas envelheceram sem a mesma segurança financeira. Imagine a Zezemota no palco a ser aplaudida e na flateia vários colegas que hoje é independente da instituição que ela ajuda a representar.
Quem vê a atriz pronta para um evento, talvez não imagine as conversas, os pedidos de apoio e problemas práticos que rodeiam o retiro. O prestígio dela também é utilizado para lembrar ao público que aqueles artistas ainda existem. E a Suzi Rego, ela tem uma relação com o o seu carro que parece impossível no mundo da celebridade.
Ai, estou ótima. Por mim aindava a noite inteirinha. Sim, ele já se foi embora, mas ele mandou lembranças, querido. Enquanto muitos famosos trocam de veículo, assim que surge um novo modelo, ela continua ao Monza GLS 1995. Imagine, o carro dela já tem mais de 30 anos. O veículo foi comprado em 2005 e até ganhou o apelido Monzeba.
Susir Rego já disse que o automóvel funciona como uma espécie de templo. É aí que ela canta, reflete, agradece e organiza os pensamentos. A Monza tem um motor 2.0, caixa manual e mais de três décadas de uso. Numa reportagem, já chegou a ser avaliado em cerca de R$ 11.000. Quem vê a atriz produzida fará uma novela ou evento, talvez espere encontrá-la num carro importado com motorista.
Mas ela não esconde o veículo antigo. Não tem orgulho nele. Mostra quando sai da oficina e fala do carro com excitação. Para a atriz, o valor afetivo pesa mais do que o valor na tabela. E o número trina Duarte. Ela foi uma das atrizes mais importantes e bem pagas da história da televisão. Mas tem de haver, tem de haver uma punição legal. Eu lá vou perder o meu tempo com isso.
Por isso, as imagens dela a recolher caixas de cartão, folhas e cascas de árvores nos passeios de São Paulo causaram tanto espanto. Muita gente acreditava que Regina Duarte estivesse enfrentando dificuldades financeiras. ou a passar por algum problema pessoal, mas tem uma explicação. Ariz passou a trabalhar também com artes visuais e recolhe os materiais descartados para transformar em esculturas e peças de arte botânica. Veja a cena.
a antiga A namoradinha do Brasil, que aparecia com cabelos perfeitos e figurinos feitos sob medida, referindo que havia sido abandonado na rua e a carregar caixas com as próprias mãos. Regina Duarte não mandou um assistente buscar o material, ela foi pessoalmente. Depois riu-se dos comentários e brincou com a ideia de que tinha saído da Globo para apanhar papelão.
É a Lúcia Veríssimo. Ela foi um dos maiores símbolos de beleza das telenovelas dos anos 1980 e 1990. Cabelo impecável, unhas bem cuidadas, roupas elegantes e uma imagem que parecia pertencer apenas às festas e aos estúdios. Pois vai-se preparando, senhor Pedro da 20, que agora que vai ver o que é que é trabalhar no campo de verdade.
Vai ficar hoje. Grande parte da sua rotina acontece numa quinta. Ela cuida de cavalos, acompanha o cultivo da propriedade e trabalha na horta. A A própria atriz resumiu: “Trabalho com a horta e alimento-me do que trato. Agora imagine aquelas mãos que pareciam segurando taças em cenas sofisticadas, escavando a terra, colhendo folhas e separando o que vai para a cozinha.
A atriz também acompanha de perto a alimentação e a saúde dos animais. Não é uma personagem rural vestida pelo figurinista. É o quotidiano escolhido por ela. Lucíssimo poderia comprar cada alimento pronto a consumir. Mesmo assim, prefere colocar no prato uma parte daquilo que viu crescer. E a Marieta Severo.
Ela passou por mais de 50 anos no topo do teatro, do cinema e da televisão. Poderia utilizar tudo o que conquistou apenas para aumentar o o seu próprio conforto. Mas aquela mulher é muito ranzinza, não é mesmo? Bem, só quem está a ficar ranzinza sou eu. Faz parte desse dinheiro terminou transformada em paredes, telhados, quartos e cozinhas para outros artistas.
Até janeiro de 2026, Marieta Severo tinha doado sete casas ao retiro dos artistas. Entre elas está a residência destinado a Marcos Oliveira, o eterno beisola de A Grande Família que enfrentava dificuldades financeiras e problemas de saúde. Não foi apenas um cheque entregue diante das câmaras. Foram imóveis construídos para receber pessoas que necessitavam de privacidade, segurança e o endereço.
A ajuda foi tão importante que os moradores passaram a chamar a uma área do espaço de Vila Marieta. Quem viu a atriz a interpretar mulheres rodeadas de luxo, talvez nunca imaginasse que parte da sua fortuna terminaria por garantir teto para os colegas que envelheceram sem casa. No fim, estas atrizes mostram que o dinheiro e a fama não obrigam ninguém a viver de aparência.
Algumas preferem simplicidade, rotina comum e ajudar quem precisa. Agora diga-me aqui qual dessas atrizes mais o surpreendeu e qual atitude merece mais admiração. Deixe o o seu comentário aqui em baixo. Diga também a cidade de onde está a assistir. Ó, não te esqueças de deixar o teu like, ok? Vou deixar outro vídeo para você aqui nos cartões que é sobre algumas atrizes dos anos 70 que andam desaparecidas da TV.
Basta clicar aqui neste cartão que você vai-se lá saber como estão a viver essas 15 belas atrizes hoje em dia. É um vídeo bastante emocionante que vale a pena ver. Eu vou ficando por aqui, mais um aviso, o meu muito obrigado e até ao nosso próximo vídeo.