A MACABRA Verdade das Últimas Horas de Silvio Santos – H
Foram 4:50 da madrugada do dia 17 de agosto do ano de 2024. No leito hospitalar do israelita Albert Einstein da capital do Estado, o coração do maior comunicador da história da televisão brasileira parou para sempre. O que a família da Abraanel nunca contou para o Brasil é que aquela madrugada macabra foi a última cena de uma agonia brutal de 17 dias que a SBT escondeu do país até ao último momento possível.
Fica aqui até ao final deste vídeo porque você vai descobrir a verdade sombria por detrás das últimas horas de Silvio Santos e vai perceber porque deixou por escrito um documento arrepiante, proibindo qualquer [música] obituário antes da própria morte. Mas antes de chegar naquela cama do hospital [música] Albert Einstein, há uma coisa que o senhor precisa de entender primeiro.
Porque a morte trágica de Silvio Santos naquela madrugada de 17 de agosto não começou aí, começou muito antes. Sílvio Santos, nome verdadeiro senhor Abravanel, nasceu no dia 12 de dezembro do ano de 1930, no bairro central da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro. era filho primogénito de imigrantes judeus cefarditas vindos pro Brasil no ano de 1924.
O pai Alberto Abravanel veio da cidade de Tessalónica, hoje território grego. A mãe Rebeca Caro, veio da cidade de Esmirna, hoje território turco. Aos 14 anos de idade, o menino senor Abravanel tornou-se vendedor ambulante nas ruas do centro do Rio de Janeiro. Vendia [música] capinhas plásticas para o cartão de eleitor.
Foi vendedor ambulante por ano e seguidos nas ruas movimentadas do Centro Carioca. Mas o que ninguém previa naquela época é que aquele menino vendedor ambulante da Lapa ia-se transformar no homem mais [música] bilionário e mais poderoso da televisão brasileira e que ia morrer 79 anos depois, rodeado por uma obsessão sombria pelos detalhes [música] mais secretos da própria imagem.
Sílvio Santos apresentou o programa Silvio Santos durante 60 anos seguidos. Fundou o Sistema Brasileiro de Televisão no ano de 1981. Construiu um património pessoal estimado em R$ 6 bil.400 milhões deais. [música] Tornou-se oficialmente o maior comunicador da história da televisão brasileira. Mas, juntamente com essa glória gigantesca que construiu com 60 anos de trabalho, foi construindo também outra coisa que ninguém do Brasil percebeu na altura certa.
Uma obsessão sombria por controlar cada [música] pormenor da própria imagem pública. Passou décadas obsecado por dominar cada aparição na televisão brasileira, cada declaração dita à imprensa e, principalmente, tudo o que ficava trancado longe da família da Abravanel. E foi essa mesma obsessão pesada por controlar a imagem que o fez esconder a sua primeira mulher do Brasil durante 15 anos.
Uma mulher chamada Maria Aparecida Vieira, apelidada carinhosamente de Sidinha, uma mulher que morreu tragicamente [música] de cancro no estômago aos 39 anos de idade, sem que a maioria dos fãs brasileiras soubesse da sua existência. Décadas mais tarde, essa mesma obsessão sombria por controlar a imagem voltou para dominar os últimos dias do apresentador, só que desta vez de um jeito ainda mais arrepiante.
No mês de setembro do ano de [música] 2022, Sílvio Santos gravou a última participação pública [música] dele no próprio programa. Foi a derradeira imagem pública que os arquivos da SBT guardaram para sempre. Esta gravação foi exibida na televisão brasileira só no mês de fevereiro do ano seguinte. Depois disso, Silvio Santos desapareceu da comunicação social brasileira durante quase 2 anos.
2 anos de silêncio devastador em frente das câmaras. Ninguém mais o viu. Por que razão o maior comunicador [música] da história da A televisão brasileira afastou-se dos holofotes tão silenciosamente? O que lhe aconteceu [música] no ano de 2022? E porque é que a família dele guardou este silêncio devastador durante [música] tantos meses seguidos? A resposta a estas perguntas ficou guardada [música] durante muito tempo pela família da Abraanel.
Era uma ordem expressa que Silvio Santos deixou para o SBT antes de morrer. Uma proibição arrepiante que a estação foi obrigada a [música] cumprir até depois do enterro judaico. Esta ordem tinha ligação direta com uma superstição [música] antiga da tradição judaica cefardita que Silvio Santos carregou pela vida. Uma superstição perturbadora sobre [música] o obituário antecipado.
Sílvio acreditava firmemente que se o SBT deixasse pronta uma retrospectiva da vida dele antes da hora certa, que traria azar pesado [música] paraa saúde dele. E vai entender ao longo deste vídeo porque este documento sinistro do obituário tornou-se o segredo [música] mais bem guardado do enterro judaico secreto de Sílvio Santos.
Porque o que aconteceu nos 17 dias sombrios de agonia hospitalar do Albert Einstein foi tudo guiado por esta superstição sombria que ninguém do Brasil conhecia. No dia 18 de julho do ano de 2024, todos os mudou. Silvio Santos, aos 93 anos de idade foi levado de urgência para o O hospital israelita Albert Einstein, da capital do Estado.
Uma caixa branca de medicamentos hospitalares foi preparada apressadamente ao lado do leito. Uma caixa terrível [música] que continha o tratamento para a gripe tipo A, vulgo H1N1. E foi ali, junto daquela caixa branca de medicamentos, que a família da Abravanel enfrentou a trágica decisão mais difícil da vida deles, a decisão calculada de esconder a verdade do Brasil.
Durante 17 dias [música] brutais de agonia hospitalar, Sílvio Santos ficou preso naquele leito do Albert Einstein. 17 dias que o Brasil não soube da verdade. 17 dias que a SBT escondeu o estado da doença atrás de notas oficiais mentirosas. E na madrugada arrepiante do [música] no dia 17 de agosto, quando o relógio desse quarto marcou exatamente 4:50 da manhã, tudo terminou.
O maior comunicador da história da televisão brasileira morreu numa cama do hospital Albert Einstein aos 93 anos de idade. Um dia depois, a 18 de agosto do ano de 2024, [música] o corpo do apresentador foi levado para o cemitério israelita do Butantã, na capital do Estado, sem velório [música] aberto, sem despedida pública, e um portão preto de ferro do cemitério judaico foi fechado atrás do caixão, fechado para sempre ao Brasil que amava aquele homem.
O que aconteceu de facto naqueles 17 dias trágicos de agonia [música] hospitalar? Porque a SBT mentiu duas vezes a imprensa brasileira sobre o estado real do apresentador? Que documento macabro Silvio Santos escreveu antes de morrer? E qual foi a verdade negra que a família guardou em segredo até o portão preto [música] do cemitério judaico ser fechado para sempre? Fica aqui até ao final deste vídeo porque a resposta vai arrepiar-te.
Mas antes de chegar àquela madrugada trágica [música] do dia 17 de agosto, tu precisa de entender uma coisa arrepiante, porque a reclusão sombria dos últimos anos de Silvio Santos começou muito antes do Hospital Albert [música] Einstein. Começou de uma forma silenciosa que ninguém se apercebeu na hora certa. No no dia 12 de dezembro do ano de 2020, o maior comunicador da história da televisão brasileira completou 90 anos de idade, mas não houve festa [música] pública.

Silvio Santos passou o aniversário recluso na sua mansão por causa da pandemia global de COVID que atingia o Brasil naquele momento. Foi um período que marcou o discreto início da reclusão pública do apresentador. Sílvio, que sempre foi conhecido por seis décadas de trabalho diário no programa dominical, começou a diminuir o ritmo de gravações na SBT.
E o que ninguém do Brasil imaginava naquele momento é que aquele aniversário de 90 anos [música] guardado na mansão do Morumbi ia ser o início trágico do sumisso público mais arrepiante da história da televisão brasileira. No mês de outubro do ano de 2021, Sílvio Santos recebeu um diagnóstico grave. Foi confirmou [música] publicamente que ele tinha contraído o vírus da Covid.
A doença chegou aos 90 anos de idade dele e foi aí que a SBT anunciou a decisão pública [música] sobre a substituição temporária no comando do programa Silvio Santos. Patrícia Abravanel, a quarta filha do apresentador, [música] assumiu o comando do programa Silvio Santos no dia 16 de outubro [música] do ano de 2021.
Foi uma substituição inicialmente descrita como temporária. Ninguém do O público brasileiro sabia se [música] ia ser breve ou definitivo e o próprio SBT preferiu não comentar publicamente sobre o futuro da apresentação. Por que razão a família da Bravel escondeu do Brasil o estado real da COVID do apresentador [música] durante meses seguidos? O que aconteceu de facto ali no ano de [música] 2021? E porquê Patrícia Abravanel teve de assumir de forma tão urgente o programa [música] que o pai construiu durante seis décadas seguidas?
Patrícia, a Bravanel apresentou sozinha o programa durante seis meses seguidos, de outubro de [música] 2021 até abril de 2022. E durante este período de 6 meses, Sílvio Santos apareceu muito pouco na televisão brasileira, só em gravações rápidas [música] e curtas-metragens registadas pela emissora. Quando Sílvio finalmente voltou em abril de 2022, foi um regresso breve e discreto.
Não teve um anúncio grandioso [música] da estação, nem festa de comemoração pública, e também não teve entrevista à imprensa brasileira sobre o regresso ao trabalho. O apresentador simplesmente reapareceu no palco para continuar o programa dominical. Mas o que ninguém imaginava naquele mês de abril de 2022 é que a saída do palco pela última vez estava mais próxima do que qualquer telespectador podia adivinhar e que a próxima gravação pública dele ia tornar-se uma das provas mais importantes da reclusão trágica dos últimos anos.
C meses depois deste breve regresso, no mês de setembro do ano de 2022, aconteceu algo que passou quase despercebido pelo público brasileiro. Silvio Santos gravou a última participação pública dele no programa Sílvio Santos. Uma participação registada calmamente pelos técnicos do SBT, sem grandioso alarido, sem comunicado oficial para a imprensa brasileira.
Aquela gravação discreta de setembro de 2022 foi arquivada pela emissora e exibida na televisão brasileira só 5 meses depois, no mês de fevereiro do ano de 2023. E foi aí, em fevereiro de 2023, que Silvio Santos apareceu pela última vez no ecrã do país. Depois desse mês de fevereiro do ano de 2023, Sílvio Santos desapareceu para sempre da comunicação social brasileira.
Um ano e meio de silêncio pesado até que a morte trágica na madrugada [música] de 17 de agosto. Um ano e meio recluso na mansão do Morumbi que ninguém do país conseguia imaginar. Patrícia Bravel assumiu oficialmente o comando permanente do programa Silvio Santos nesse mesmo mês de fevereiro do ano de 2023. 60 anos de apresentação seguida chegavam ao fim silencioso.
Um dos programas mais longevos da história da televisão brasileira mudava de mãos sem festa oficial e sem despedida pública do fundador. E foi assim, sem barulho e sem alarido, que Silvio Santos entrou na fase mais silenciosa da vida pública dele. um período trágico de quase 2 anos em que a família da Bravanel manteve o controlo rígido sobre a informação pública.
Um período em que a estação SBT desmentia constantemente boatos sobre a saúde real do apresentador. E é aqui que a história arrepiante começa realmente a ficar séria. que foi durante este ano e meio de silêncio que a família da Abraanel começou a esconder informação cada vez mais graves do Brasil.
Informações sobre a saúde real do maior comunicador da história da televisão brasileira. Informações que só vieram a público nos dias sombrios da última hospitalização hospitalar. Ao longo do ano de 2023 e ao longo dos primeiros se meses do ano de 2024. Boatos sobre a saúde de Silvio Santos apareceram constantemente na imprensa brasileira.
Colunistas de televisão publicavam informações sobre possíveis internamentos hospitalares e sobre alegados problemas de saúde graves do apresentador. Mas a assessoria oficial da SBT, chefeada pela funcionária Maisa Alves, negava tudo com [música] rigidez paraa imprensa brasileira. Sílvio estava bem, dizia a versão oficial.
apenas recluso por opção pessoal, desfrutando calmamente da reforma [música] informal. Era essa a versão que a emissora repetia para qualquer jornalista brasileiro que perguntasse, mas o que a assessoria oficial [música] escondia com aquela versão pública era muito mais perturbador do que os boatos originais.
Era muito mais devastador do que [música] o público brasileiro conseguia imaginar naquele período reservado da reclusão. E é sobre isso que te vou contar agora. sobre o segredo [música] pesado que só veio a público no dia 18 de julho do ano de [música] 2024. Sobre a primeira grande mentira arrepiante que a estação SBT foi obrigada a admitir apenas horas depois de contar para [música] a imprensa brasileira e sobre o início trágico dos 17 dias que abalaram o Brasil.
Mas foi no dia 18 de julho do ano de 2024 que tudo mudou para sempre. Foi aí que a história trágica dos últimos 17 dias de Silvio Santos começou a sério. E foi ali que a estação SBT foi obrigada a contar a primeira grande [música] mentira arrepiante para o Brasil. Nesse dia 18 de julho, uma quinta-feira comum na capital do país, o hospital israelita Albert [música] Einstein recebeu de emergência o maior comunicador da história da televisão brasileira.
Silvio Santos deu entrada no pronto atendimento hospitalar e aí os médicos Os médicos de serviço identificaram rapidamente o motivo do quadro clínico [música] grave. O apresentador de 93 anos de idade tinha contraído o [música] vírus da gripe tipo A, vulgo H1 N1, uma gripe [música] pesada que poderia ser fatal para qualquer doente idoso naquela faixa etária avançada.
Mas antes que a assessoria da estação conseguisse controlar a informação pública, uma aconteceu uma coisa que mudou tudo. Uma notícia [música] vazou para os corredores da imprensa brasileira e foi ali que a mentira sinistra da SBT começou. O jornalismo da Folha de São Paulo foi o primeiro a descobrir que Silvio Santos estava internado no hospital israelita Albert Einstein.
Uma fonte próxima do caso deu a informação para a redação do jornal e o jornal publicou a notícia oficialmente no dia 18 de julho. E foi aí, minutos depois da publicação da Folha de São Paulo, que a assessoria oficial da SBT tomou uma decisão pública muito grave. A emissora negou veementemente para na imprensa brasileira que Silvio Santos estivesse internado no hospital.
A assessoria oficial da Maísa Alves emitiu comunicados duros, negando tudo aos jornalistas brasileiros. Mas horas depois, quando a Folha de São Paulo publicou a matéria oficial confirmando a internamento, a SBT foi obrigada a voltar atrás publicamente e foi obrigado a admitir a mentira ao Brasil. Naquela mesma manhã de 18 de julho, no programa Chega Mais do SBT, a apresentadora Michele Barros leu em direto uma nota oficial da emissora.
Uma nota redigida à pressa pela assessoria da Maisa Alves. Uma nota que confirmava exatamente o que a assessoria tinha negado horas antes. O que a Michele Barros leu nessa manhã de 18 de Julho no programa Chega Mais deixou a imprensa brasileira desconfiada da versão oficial da estação SBT, porque a nota oficial confirmava exatamente o que a da assessoria tinha negado veementemente algumas horas antes.
A nota lida em direto pela Michele Barros dizia o seguinte: “A SBT confirma que o Silvio Santos está com gripe tipo A. Está a ser medicado [música] e no hospital. A família agradece o carinho que todos estão a ter connosco e ficamos aqui na torcida. Sílvio Santos está internado, mas está bem.” Foi uma nota curta e discreta, uma nota que tentava [música] minimizar o quadro pesado do apresentador, mas continha uma segunda mentira pesada, porque afirmar que Silvio Santos estava bem naquele momento não correspondia ao estado real do apresentador. E aqui é onde tudo
começa a ficar realmente [música] sério, porque durante os seis dias seguintes de tratamento hospitalar, [música] a SBT manteve a versão pública de que o Silvio Santos estava só a cuidar [música] de uma gripe passageira, uma versão que se ia revelar frágil 11 dias depois. No dia 20 de julho do ano de 2024, dois dias depois da mentira admitida pela estação, o apresentador teve alta hospitalar.
voltou paraa mansão do Morumbi, acompanhado da família da Abraanel. E a SBT emitiu comunicado dizendo que estava tudo resolvido, que a gripe tinha passado, que Silvio Santos estava recuperado. O O Brasil respirou de alívio naquele dia 20 de julho. A imprensa brasileira começou a diminuir a cobertura sobre a saúde do apresentador e a família da Abravanel voltou a controlar rigorosamente as informação sobre o quadro [música] real dele.
Mas o que ninguém do Brasil sabia naquele momento aliviado é que aquela alta hospitalar de 20 de Julho ia durar apenas 11 dias. 11 dias sinistros que separavam Sílvio Santos do último internamento da vida dele, da sombria internação que ia terminar na madrugada trágica do dia 17 de agosto. No dia 1 de agosto do ano de 2024, uma quinta-feira comum na capital Paulista, Silvio Santos deu entrada de novo no hospital israelita Albert Einstein e desta vez nunca mais ia sair vivo daquela [música] unidade médica.
A segunda admissão hospitalar aconteceu em circunstâncias [música] discretas, sem alarde imediato para imprensa brasileira e sem comunicado urgente da estação SBT. O apresentador deu entrada diretamente no serviço de urgência do hospital. Só horas depois, quando a imprensa brasileira começou a apurar o regresso hospitalar, a assessoria da Maísa Alves emitiu uma explicação oficial, uma explicação técnica que voltaria a ser questionada pela imprensa brasileira nos dias seguintes.
Segundo a nota oficial da Maísa Alves, lido para da imprensa brasileira, ele está bem. Voltou a fazer exames de imagem que precisam de ser realizados no hospital. Foi uma explicação curta e técnica que a A imprensa brasileira registou nos veículos oficiais. Mas naquela quinta-feira, primeiro de agosto, o que a assessoria oficial escondia da imprensa brasileira era muito mais grave do que a versão [música] pública de exames de imagem.
E o que veio nos dias seguintes ia mostrar a verdade brutal sobre o quadro real do apresentador. No dia 3 [música] de agosto do ano de 2024, dois dias depois do segundo internamento discreta, o jornal O Globo publicou uma matéria pesada. A reportagem do jornal revelava que os médicos de serviço do Albert Einstein estavam preocupados com o quadro de Silvio Santos.
A matéria do jornal O Globo rapidamente se espalhou pela imprensa brasileira nesse sábado, 3 de agosto e obrigou a assessoria oficial da SBT a emitir uma nova nota pública, uma nota que negava tudo o mais uma vez. A nota oficial da SBT, lida nesse dia 3 de agosto, dizia o seguinte: “A SBT informa que, ao contrário do que está a ser especulado na imprensa, o O comunicador Silvio Santos não se encontra em estado crítico de saúde.
Silvio Santos continua no hospital apenas para cuidar dos médicos necessários, sendo medicado para a sua pronta recuperação. Mas o que a nota oficial da SBT escondia daquela declaração do dia 3 de agosto? Era muito mais sombrio do que o público brasileiro podia imaginar, porque a família da Abraanel estava presa-me a uma promessa antiga do apresentador, uma promessa baseada numa superstição perturbadora que Silvio Santos tinha deixado registado anos antes, porque Silvio Santos tinha uma superstição perturbadora [música] que ele carregou
toda a vida. uma superstição pesada ligada à tradição judaica que ele [música] carregou durante toda a vida. Sílvio acreditava firmemente que se qualquer material sobre a sua morte fosse preparado antecipadamente pela emissora, isso traria um pesado azar para a própria saúde dele. E anos antes daquela internamento hospitalar, Silvio Santos tinha deixado uma ordem expressa para SBT sobre isso.
Uma proibição arrepiante [música] que a estação foi obrigada a cumprir, mesmo com o apresentador, entre a vida e a morte. Segundo uma notícia oficial da Folha de São Paulo, confirmada depois pelo jornalista dos Bastidores, Mateus [música] Fragata. O próprio Sílvio Santos tinha proibido a estação SBT deixar pronto qualquer material antecipado sobre a sua morte.
A retrospectiva da carreira, o obituário antecipado e qualquer [música] vídeo póstumo não podiam ser preparados antes da hora certa. Essa terrível proibição criou uma situação negra paraa emissora SBT durante os 17 dias da última admissão hospitalar. Porque enquanto os médicos de serviço do Albert Einstein cuidavam do quadro do apresentador, a equipa de jornalismo do SBT não podia produzir nada antecipado sobre a morte iminente e isso ia gerar consequências pesadas no dia da morte trágica. Consequências que o Brasil só
ia perceber depois de tudo. Uma delas ligado a um desenho animado infantil que continuou a passar ao vivo [música] na ecrã do SBT. enquanto o maior comunicador da história da televisão brasileira estava morto. Mas antes de chegar àquela madrugada trágica do dia 17 de agosto, há duas coisas graves que aconteceram nos dias anteriores.
Duas coisas que precisam de ser explicadas para você compreender a magnitude sombria da mentira que a SBT foi obrigada a manter. A primeira coisa grave aconteceu no dia 14 de agosto do ano de 2024. Uma quarta-feira na capital do país. Nessa noite, o neto do Silvio Santos, o ator Thago Abravanel, esteve presente na noite de autógrafos do novo livro da cantora Preta Gil.
E ali, rodeado de jornalistas de [música] televisão, o Thiago Abravanel fez uma declaração pública pesada sobre o estado do avô hospitalizado. Segundo o próprio Thiago Abravanel, o Silvio Santos estava a melhorar naquele momento. A fé traz muita esperança. A gente tem esperança que ele fique [música] bem cedo.
Foi isso que o neto declarou para os jornalistas presentes na noite de autógrafos. E foi essa a última atualização pública sobre a saúde do apresentador antes da morte trágica. Mas o que Thiago Abraanel afirmou naquela noite de autógrafos ia contrastar [música] dolorosamente com a realidade que veio três dias depois, porque o avô dele, o Silvio Santos, não conseguiu recuperar.
morreu silenciosamente numa cama hospitalar do [música] Albert Einstein. E é aqui que vem a segunda coisa terrível que aconteceu naqueles últimos dias. Uma coisa que ninguém do Brasil imaginava que ia acontecer. Porque quando o Silvio Santos finalmente morreu na madrugada trágica [música] do dia 17 de agosto, a SBT tinha um problema pesado nas mãos.
Como a proibição sobre obituário antecipado tinha sido [música] cumprida com rigidez, a equipa de jornalismo da estação não tinha nada pronto para colocar no ar. E foi por foi isso que aconteceu uma coisa sombria que o Brasil só compreendeu depois. A SBT demorou uma hora e meia para interromper a exibição [música] do desenho animado infantil sábado animado, que estava no ar nessa manhã, 1 hora30, enquanto as crianças brasileiras viam desenho animado e enquanto outras emissoras brasileiras [música] já noticiavam a morte do maior comunicador
da história da televisão brasileira. Mas por que razão Silvio Santos tinha esta superstição arrepiante [música] sobre o obituário antecipado? Por que é que ele proibiu a emissora com tanta [música] rigidez? E o que aconteceu de facto nos últimos três dias de vida do maior comunicador da história da televisão brasileira antes da madrugada macabra do no dia 17 de agosto? Fica aqui até ao bloco seguinte porque a resposta [música] vai arrepiar-te.
Mas antes de chegar naquela madrugada macabra do dia 17 de agosto, tem três dias pesados que precisam de ser contados. Três dias entre a declaração de Thiago Abravanel na noite de autógrafos e a morte trágica do apresentador. Um silêncio arrepiante que a família da Abraanel guardou-o para si. Depois da declaração pública de Thiago Abravanel na noite de autógrafos da cantora Preta Gil, no dia 14 de agosto, o silêncio da família da Abraanel virou pedra paraa imprensa brasileira.
Nenhuma nota oficial foi emitido pela emissora SBT nos três dias seguintes. Nenhuma atualização pública foi feita pela assessoria da Maísa Alves sobre o [música] quadro clínico do apresentador e a imprensa brasileira ficou a aguardar notícias que não chegavam da assessoria oficial. Nenhum comunicado sobre a saúde de Sílvio saiu do interior do hospital nos três dias sinistros que separavam a declaração de Thiago Abravanel da morte trágica [música] do avô.
Mas no interior daquele hospital israelita Albert Einstein da capital do Estado, o quadro clínico do apresentador seguia com gravidade silenciosa. Um quadro que só foi confirmado publicamente depois do boletim médico oficial do dia da morte. Junto ao leito hospitalar [música] do Silvio Santos, a equipa médica médico de serviço do Albert Einstein administrava o tratamento para a gripe tipo A, avançada.
Uma caixa branca de medicamentos permanecia como testemunha muda do combate contra a broncopneumonia bacteriana, que começava a instalar-se nos pulmões do dono da SBT. Aquela caixa branca de medicamentos tornou-se o símbolo [música] trágico daquele momento sombrio, porque o tratamento tinha o objetivo vencer duas doenças ao mesmo tempo, a gripe tipo A original e a broncopneumonia bacteriana secundária que estava a avançar pelos pulmões [música] dele.

O que aconteceu naqueles três dias sinistros? Ligou dois quadros clínicos graves que juntos iam [música] matar o maior comunicador da história da televisão brasileira. E os médicos Os plantonistas do Albert Einstein tentaram separar estas duas doenças para salvar a vida dele até ao último momento possível. A broncopneumonia bacteriana é uma complicação hospitalar sinistra que ataca frequentemente doentes idosos internados por gripes [música] virais.
O sistema respiratório fragilizado pela tipo influenza Abre caminho para bactérias oportunistas se instalarem nos brônquios [música] pulmonares. E foi exatamente isso que aconteceu com o Sílvio Santos naquele hospital israelita Albert [música] Einstein nos primeiros tempos de agosto de 2024. Os médicos geriatras de serviço do Albert Einstein, Dr.
Gabriel Trupel Constantino [música] e Dr. Víctor José Dornelas Melo, juntamente com o cirurgião Dr. José Curado, formaram a equipa [música] médica principal, responsável pelo caso complexo do apresentador. E foi essa equipa que assinou depois o boletim médico [música] oficial, confirmando a causa exata da morte.
Mas antes [música] que o boletim médico oficial fosse assinado por estes médicos de serviço do Albert Einstein, três dias arrepiantes ainda tinham de ser vividos por Silvio Santos naquele leito hospitalar. Enquanto isso, a imprensa brasileira permanecia silenciosa. A assessoria da Maísa Alves não emitia nenhum comunicado oficial durante aqueles dias [música] pesados e a SBT mantinha o discurso público de [música] que o dono da estação estava a se a recuperar bem no hospital.
Mas aquele discurso público da SBT sobre a recuperação do apresentador não correspondia à realidade sombria [música] do quarto hospitalar do Sílvio Santos. Porque a broncopneumonia bacteriana estava a vencer os antibióticos aos poucos e os pulmões fragilizados do apresentador de 93 anos de idade estavam entrando em colapso silencioso.
No dia 16 de agosto [música] do ano de 2024, uma sexta-feira macabra na capital paulista. O quadro clínico do apresentador seguia [música] grave. A A broncopneumonia bacteriana continuava avançando pelos pulmões fragilizados dele, apesar dos esforços da equipa [música] médica de serviço do Albert Einstein.
Aquela sexta-feira macabra de O dia 16 de agosto foi um dia decisivo da último internamento hospitalar e o Brasil ainda não sabia do que estava acontecendo silenciosamente ali no interior daquele hospital da capital paulista. Mas ninguém do Brasil imaginava que nessa mesma noite trágica de 16 de Agosto, o coração do maior comunicador da história da A televisão brasileira já estava a bater mais fraco e que apenas algumas [música] horas depois, na madrugada sombria do dia 17 de agosto, tudo ia terminar.
Aquela madrugada sinistra do dia 17 de agosto do ano de 2024 iniciou-se silenciosamente no hospital [música] israelita Albert Einstein da capital paulista. Silvio Santos, aos 93 anos de idade, deitado no leito hospitalar, entrou nas horas finais da vida. A broncopneumonia bacteriana avançada já tinha-se alastrado pelos dois pulmões do apresentador e os antibióticos pesados administrados pela equipa médica plantonista não estavam a conseguir mais controlar a infecção generalizada.
O que aconteceu naquelas primeiras horas sinistras da madrugada de 17 de Agosto foi o trágico resultado de 17 dias de agonia hospitalar. 17 dias que o Brasil não soube da verdade real e que a família da Abraanel guardou como pesado segredo no interior daquela unidade médica. Nas horas silenciosas da madrugada arrepiante, a equipa médica principal do Albert Einstein acompanhou o quadro do apresentador e o diretor médico principal do hospital, o Dr.
Miguel Cendoroglo Neto, foi um dos responsáveis oficiais pela assinatura do boletim final. Nas horas finais da madrugada macabra, os médicos de serviço do Albert [música] Einstein continuaram tentando reverter o quadro clínico do apresentador até ao último momento possível. Mas o organismo [música] do apresentador, aos 93 anos de idade não conseguiu resistir mais à combinação brutal de gripe tipo A, com broncopneumonia bacteriana.
E os últimos Os batimentos cardíacos começaram a diminuir aos poucos nessa madrugada macabra do hospital israelita Albert Einstein. Nas horas finais daquela madrugada arrepiante, a broncopneumonia bacteriana avançada venceu finalmente os pulmões fragilizados do apresentador. A resistência do organismo de 93 [música] anos de idade atingiu o limite silencioso naquelas horas finais.
O que aconteceu nos últimos minutos daquela madrugada macabra do dia 17 de [música] agosto? Ligou para sempre uma hora precisa, a pesada recordação do maior comunicador da história da televisão brasileira. Uma hora macabra que nunca vai sair da memória do Brasil e que abre o [música] próximo capítulo trágico dessa história.
E foi aí, no exato momento em que os [música] monitores hospitalares registaram o último batimento cardíaco do maior comunicador da história da televisão brasileira, que uma hora precisa entrou para [música] sempre na memória sombria do Brasil. 4:50 da madrugada do dia 17 de agosto do ano de 2024. Foi nesse momento [música] exato que o relógio da parede daquele quarto do hospital israelita Albert [música] Einstein, da capital paulista, marcou para sempre aquela hora arrepiante.
4:50, um horário que os brasileiros [música] nunca mais se vão esquecer. Um horário que se tornou o símbolo trágico do fim de uma era gigantesca da televisão brasileira. Naquele mesmo momento, os médicos [música] médicos de serviço responsáveis pelo caso confirmaram oficialmente a morte do apresentador. O boletim médico oficial daquela madrugada arrepiante foi assinado pelos geriatras Gabriel Trupel [música] Constantino e Víctor José Dornelas Melo, pelo cirurgião José Curado e pelo diretor médico principal do hospital,
Dr. [música] Miguel Cendoroglo Neto. O boletim oficial dizia o seguinte: “Opital israelita Albert [música] Einstein confirma com pesar o falecimento do senhor Abravanel, o Silvio Santos, aos 93 anos [música] no dia de hoje, 17 de agosto de 2024, pelas 4:50, em consequência de broncopneumonia após infecção por gripe tipo A.
Mas o que aconteceu no ecrã [música] do SBT nas horas seguintes? da morte do fundador do canal, ia mostrar ao Brasil a magnitude arrepiante [música] da obsessão sombria por controlar a imagem que Silvio Santos carregou pela vida toda. Enquanto outras emissoras brasileiras já noticiavam em direto a morte do maior comunicador da história da televisão brasileira, o SBT continuava a exibir normalmente o desenho animado infantil, sábado animado.
Uma hora passou, uma hora arrepiante, enquanto as crianças brasileiras viam desenho animado, sem saber que o dono do canal [música] estava morto. E foi só 1 hora e meia depois da morte de Silvio Santos, que a A emissora SBT interrompeu finalmente o sábado animado para colocar no ar SBT plantão. Uma hora e meia arrepiante, durante o qual a equipa de jornalismo da emissora teve de preparar tudo do zero.
Porque a sombria proibição de obituário antecipado que Silvio Santos tinha deixado [música] registada anos antes tinha sido cumprida com rigidez. E foi ali, naquela manhã [música] trágica do no dia 17 de agosto do ano de 2024, que um jornalista de nome Simone Queiroz entrou para da história da televisão brasileira.
Foi a profissional escolhida para ter a pesada missão de anunciar ao vivo a morte do fundador do canal. A Simone Queiroz apareceu perante as câmaras do SBT com voz trémula e leu o comunicado oficial da estação. Nós interrompemos a nossa programação só agora, porque também estamos gerindo a nossa dor, a dor da imensa família brasileira. Agora, falando olho no olho do público da SBT, para dar uma notícia que nunca desejamos dar, a morte do apresentador Sílvio Santos aos 93 anos.
Mas o que a Simone Queiroz ainda ia ler na sequência daquele comunicado oficial da SBT, ia revelar para o Brasil a última obsessão sombria do maior comunicador da história da televisão brasileira. Uma obsessão sinistra sobre a própria morte que a família da Abraanel tinha guardado até aquele momento.
Segundos depois do comunicado inicial, a Simone Queiroz leu uma nota elaborada pela família da Abravanel, uma comunicação que Sílvio Santos tinha ajudado a redigir em vida e que continha os desejos finais do apresentador sobre a própria [música] despedida. A nota lida pela Simone Queiroz dizia o seguinte: “Acredito que estejam partilhando da mesma saudade que nós hoje estamos a sentir.
” Queremos dizer-vos que muitas vezes ao longo da vida, à medida que o nosso pai ia ficando mais velho, ia expressando um desejo dele no que diz respeito à a sua partida. Ele pediu para que assim que ele partisse, que o levássemos diretamente para o cemitério e fizéssemos uma cerimónia judaica.
Ele pediu para que não explorássemos a sua passagem. Ele gostava de ser celebrado em vida e gostaria de ser recordado com a alegria [música] com que ele viveu. E foi aí, naquela trágica manhã do dia 17 de agosto, que o Brasil descobriu pela primeira vez o segredo macabro que a família da Abraanel tinha guardado sobre a morte do patriarca.
Sílvio Santos tinha deixado ordem expressa para que o corpo dele fosse levado diretamente para [música] o cemitério judaico, sem velório público e sem exploração midiática. E foi assim, no dia 18 de agosto do ano de 2024, um domingo pesado na capital do Estado, que o corpo do maior comunicador da história da televisão brasileira foi levado diretamente para o cemitério israelita do [música] Butantã, sem velório aberto para o público brasileiro, nem exposição do corpo em caixão fechado, e sem enfeites nem flores, seguindo a tradição judaica
antiga. A cerimónia judaica foi organizado pela Congregação israelita Paulista, seguindo o desejo expresso que Silvio Santos tinha deixado registado em vida. Uma cerimónia religiosa reservada apenas para a família da Abraanel e para amigos próximos do apresentador. Uma cerimónia arrepiante que aconteceu longe dos holofotes brasileiros.
E ao fim daquela cerimónia sombria [música] do cemitério israelita do Butantã, o pesado portão preto do cemitério judaico foi fechado atrás do caixão, fechado atrás do corpo do maior comunicador da história da televisão brasileira e fechado atrás da vida de um homem que passou 93 anos de idade, construindo uma pesada obsessão por controlar a própria imagem pública.
Mas quando aquele portão preto do cemitério [música] judaico foi fechado silenciosamente atrás do caixão de Silvio Santos, o Brasil ainda não tinha compreendido a verdade macabra por trás dos 17 arrepiantes dias da última internamento hospitalar e ainda não tinha compreendido porque a família da Abravanel tinha guardado tanto silêncio durante o período pesado.
Porque o verdadeiro vilão desta história macabra nunca foi a gripe tipo A, nem a broncopneumonia bacteriana que atacou [música] os pulmões fragilizados do apresentador. E nem foram os médicos Os médicos de serviço do hospital israelita Albert Einstein, que fizeram tudo o que podiam para lhe salvar a vida.
O vilão real desta história macabra foi a obsessão de controlar a imagem pública que Silvio Santos construiu durante 60 anos de trabalho na televisão brasileira. Uma obsessão pesada que consumiu-o silenciosamente desde jovem e que continuou a consumi-lo [música] até depois da morte silenciosa no leito hospitalar do Albert Einstein.
Silvio Santos esteve 60 anos a controlar cada aparição pública dele, cada palavra dita [música] à imprensa brasileira e cada segredo escondido do público que amava-o. E até no leito hospitalar [música] do último internamento, ele continuou a controlar tudo. O silêncio da assessoria oficial, a proibição arrepiante do [música] obituário antecipado e o enterro judaico secreto do próprio corpo.
Guarde isso na sua cabeça, porque a lição pesada desta história macabra do Silvio Santos vale para qualquer pessoa que atualmente trabalha exposta aos holofotes brasileiros. E vale para qualquer pessoa que assiste ao trabalho de figuras [música] públicas com admiração distante. A obsessão sombria pelo o controlo da imagem pública pode consumir a vida de qualquer pessoa que trabalhe em frente das câmaras.
Consome o tempo pessoal, as relações familiares e a saúde física e chega a consumir até mesmo os últimos momentos antes da morte trágica. Silvio Santos tinha tudo o que uma pessoa pode desejar durante os 93 anos da idade dele. Fortuna gigantesca [música] de 6 mil milhões400 milhões de reais. Fama mundial que atravessava seis décadas seguidas.
Amor de uma família da gigantesca Abravanel com a esposa íris, seis filhas e 14 netos. E, mesmo assim, a pesada obsessão pelo O controlo da imagem transformou os últimos anos silenciosos da sua vida numa reclusão silenciosa. E é aí que esta história trágica do maior comunicador da história da televisão brasileira encontra o teu coração pessoal.
Porque pode ser que atualmente conhece alguém próximo, que também passou a vida obsecado pelo controlo da imagem pública. Alguém que também guarda segredos pesados escondidos da própria família. Se esta história pesada de Silvio Santos tocou o teu coração de alguma forma real e emocional, deixa aqui em baixo um comentário sincero contando qual foi o momento mais forte deste vídeo para si e partilha esse vídeo com alguém próximo da tua vida que também está a sofrer silenciosamente com a solidão pesada dos holofotes brasileiros. E se você ou alguém próximo
da tua vida está a atravessar uma dor silenciosa parecida com a reclusão sombria dos últimos anos do apresentador, o centro de valorização da vida está lá para ouvir qualquer pessoa que necessita de apoio emocional. Basta ligar para o número 188. O atendimento é gratuito e confidencial e funciona 24 horas por dia.
Porque nenhuma imagem [música] construída durante 60 anos de trabalho na televisão brasileira vale mais do que a alegria simples de estar presente com quem se ama enquanto ainda vai a tempo. Silvio Santos aprendeu isso demasiado perto do fim.