APÓS 41 ANOS, VEJA COMO ESTÃO OS ATORES DE ROQUE SANTEIRO – H

Quem foi que lhe disparou? Eu só queria fazer o bem, Rock. Só isso. Basta eu fazer assim com o dedo mindinho para ele que ele vem a correr para mim. Larga você, larga tudo e o escambal e se Olha bem para mim. Não acha que tá diferente não? 41 anos depois, saberá como estão e por onde andam os atores que transformaram uma cidade fictícia no maior fenómeno da televisão brasileira.

Mas o que parecia ser apenas uma novela escondeu durante décadas um preço que poucos imaginavam. Dos 44 atores do elenco fixo, quase metade já partiu. Alguns em paz, outros tiveram finais que parecem saídos de um guião muito mais sombrio do que qualquer telenovela. E há poucos dias, uma nova morte abalou os fãs.

Uma partida que reaccendeu a nostalgia e trouxe de volta uma questão que ninguém quer responder. Quanto tempo ainda falta da nossa infância? Fica comigo até ao final. Porque a última história que eu vou dizer-te, esta vai mexer contigo. Vamos começar. José Wilker, Luís Rock Duarte, o homem que regressou dos mortos, o Santo de Asa Branca, o galã que fez suspirar o Brasil.

José Wilker era Roque Santeiro. [música] Diz uma coisa, amigo. Aqui é asa branca. Essa senhora foi [música] certeza que aqui é asa branca? Que é as brancas? E não era só porque ele tinha o charme, a voz aveludada, o olhar que desafiava as câmaras. Era porque Wilker transportava dentro de si aquela mesma rebeldia da personagem.

Ele era militante, crítico, intenso, um homem que vivia cada cena como se fosse a última. Antes de Roque, já era gigante. Gabriela, anjo mau, o salvador da pátria. Depois, senhora do destino, onde o Brasil inteiro se derreteu pelo vilão que se tornou bom. [música] Olha, eu não [música] sou um especialista em vinho não, mas tenho um paladar bastante apurado e cheguei à conclusão de que este vinho é fenomenal.

Não, mas a vida a vida não perdoa nem os gigantes. Na madrugada do dia 5 de abril de 2014, José Wilker foi encontrado sem vida no seu apartamento no Rio de Janeiro. José Wilker morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 66 anos. Ele estava na casa da mulher e fez uma paragem cardíaca. Tinha 66 anos, estava em plena atividade, tinha gravado amor à vida pouco antes.

O país acordou órfão, porque quando o Rock morreu, nós Sentiu que uma parte da nossa própria juventude tinha partido com ele. Lilian Lemerts, Margarida, a mulher que carregava o peso de uma família inteira às costas. Lilian Lemmerts foi uma atriz consagrada. Tinha talento, tinha presença, tinha futuro, mas o destino tinha outros planos.

No dia 16 de junho de 1986, apenas alguns meses depois do final do Roque Saniro, Lilian sofreu um enfarte fulminante em casa. E quem a encontrou? A própria filha Júlia Lemmertz, que na altura tinha apenas 23 anos, uma filha encontrando a mãe sem vida aos 48 anos, 10 dias antes de completar 49. Até hoje, Júlia fala da mãe com lágrimas nos olhos.

E eu na altura tinha 23. Eu era, não é, jovem assim, não é, e a minha mãe com 48 anos para mim era velha. assim, velha, era, não é, uma senhora, ela tinha. E eu pensava isso. Quando fiz 48 anos, cheguei à idade que a minha mãe morreu, percebi o quão jovem é era ela. Porque uma perda assim, uma perda assim nunca cicatriza.

Yoná Magalhães. Se Roque era o mito, Matilde era o pecado. Ioná Magalhães deu vida à dona da Boate Sexos, a mulher que desafiava os costumes de asa branca com um copo de whisky na mão e um olhar que desmontava qualquer moralista. Ioná era a transgressão em pessoa. Vamos inaugurar a nossa discoteca. Estão todas convidadas.

Trevida ela, hein, mãe? Como se fossemos iguais a elas. Mãe, vamos embora daqui. Vamos. Eu cúmulo. É o cúmulo sem vergonha. Começou na TV Tupi nos anos 50, quando mulher forte na televisão ainda era escândalo. E ela fez da sua carreira uma trincheira. trabalhou até ao último suspiro, mas o corpo, depois de tantas décadas de palcos e holofotes, começou a cobrar o preço.

Em setembro de 2015, Ioná foi internada, complicações cardíacas. A notícia assustou o país. Durante semanas, os fãs acompanharam cada boletim médico, cada reza, cada corrente de oração. Mas no dia 20 de outubro de 2015, Ioná Magalhães não resistiu. Partiu após uma cirurgia para corrigir uma insuficiência cardíaca. faleceu esta manhã no Rio de Janeiro a atriz Ion Magalhães.

Ela estava com 80 anos e tinha sido internada com problemas no coração. A Matilde de Asa Branca fechou portas da discoteca para sempre e deixou um legado que nenhuma novela depois conseguiu repetir. Arnald Rodrigues, o cego Jeremias, o homem que mesmo sem ver via mais do que todos em asa branca. Eu não acredito que ele faça nenhum benefício, nenhuma caridade a ninguém, a não ser que tenha outros cegos na cidade e eu não esteja a par, certo? Arnald Rodrigues era um ator nordestino, com sotaque carregado com alma de poeta.

O cego Jeremias era uma das personagens mais tocantes da novela, um símbolo de resiliência. Mas o fim de Arnold não não teve nada de poético. No dia 14 de março de 2010, aos 67 anos, Arnaldo Rodrigues morreu num acidente de barco. Nove pessoas foram socorridas com vida. O piloto da embarcação, Francisco da Silva, está desaparecido.

O comediante António Arnô Rodrigue estava a bordo e não sobreviveu ao acidente. Esteve em Tocantins durante uma forte tempestade. A embarcação virou e não resistiu. Um fim trágico, um fim que ninguém, absolutamente ninguém imaginava. O homem que na novela enfrentava a cegueira com dignidade morreu nas águas revoltas de uma tempestade real.

A ironia do destino às vezes é demasiado cruel. Paulo Gracindo, padre Hipólito. O padre que batia na porta de pecado e mandava o diabo para longe. Padre, [música] vi-me confessar. Que final. Há quanto tempo a senhora não faz isso? Mas desta vez é diferente, padre. Eu ando demasiado agoniada. Eu não como nem durmo direito.

Parece que há uma coisa ruendo-me por dentro. São assim tão graves os seus pecados? Paulo Gracindo não foi apenas um ator, era uma instituição. Voz de trovão, presença de gigante. Vinha de uma família de teatro e carregava nos ombros o peso de ser junto com Procópio Ferreira, um dos pilares da dramaturgia brasileira.

Quando aceitou o papel em Roque Santeiro, era já um veterano respeitado. Mas foi como o padre que enfrentava os demónios de asa branca, que ele conquistou o coração das crianças e o respeito dos adultos. O O Brasil inteiro aprendeu a temer e a respeitar aquele olhar severo, mas o tempo, implacável começou a cobrar. No no dia 10 de setembro de 1995, aos 84 anos, Paulo Gracindo faleceu no Rio de Janeiro, vítima de cancro do próstata.

O adeus a Paulo Gracindo, o grande mestre que deu vida a personagens inesquecíveis. Morreu de madrugada no Rio com 84 anos. Ele tinha cancro. A A morte de Gracindo não foi apenas a perda de um ator, foi o fim de uma era. Com ele, partiu um pouco daquela televisão que ainda acreditava no poder da palavra dita com alma.

Elóía Mafalda, dona Pombinha, a primeira dama de asa branca, a mulher que olhava para o mundo como quem olha para uma mancha no tapete. Mas são as desaforadas. Sexo, só o nome Deus do lado da igreja. Bem Eloía Mafalda construiu a sua carreira na base da rigidez cénica. Foi a primeira dona nenê de A grande família em 1972.

A Maria Machadão de Gabriela, uma atriz que sabia transformar uma simples frase numa arma, mas a vida pregou-lhe a peça mais cruel que um artista pode enfrentar. Em 2002, Eloía recebeu o diagnóstico Alzheimer, a doença que apaga gradualmente a própria pessoa. Durante 16 anos, a mulher que dava medo no ecrã começou a esquecer quem ela era.

Esqueceu os palcos, esqueceu os colegas, esqueceu os aplausos. No dia 10 de fevereiro de 2018, aos 93 anos, Eloía Mafalda faleceu em Petrópolis, vítima de problemas respiratórios. A seguir, a morte da atriz Eloía Mafalda. Mas a verdade é que ela já tinha partido muito antes. Alzheimer levou a atriz anos antes de o corpo existir.

E você consegue imaginar o que é ver a pessoa que te fez rir a vida inteira? esquecer o próprio nome? Deixa aqui nos comentários, porque me tira o sono até hoje. Armando Bogos, Zé das Medalhas, o homem que andava pelas ruas de asa branca, coberto de adornos religiosos, como se cada medalha no peito pudesse afastar o mal.

Z, fomos muito amigos quando era criança. Pois é. [ressonante] A gente era tão criança e eu eu era mais velho do que tu, não é? Armando Bogos era um ator de cinema antes de mais. Tinha aquela cara de quem veio de um filme de arte, mas foi na TV, como o folclórico Zé das Medalhas que ele tornou-se património do povo.

A ironia, o homem que vivia coberto de ouro na ficção, morreu num quarto de hospital sem nenhuma daquelas medalhas para protegê-lo. No dia 3 de novembro de 1993, aos 63 anos, Armando Bogos faleceu vítima de leucemia. Foram apenas dois meses de internamento. Demasiado rápido, demasiado cruel. Foi um dos primeiros do elenco a partir.

E a sua morte, ainda nos anos 90, foi o primeiro aviso de que aquela festa um dia teria um fim. Você lembra-se do Zé das Medalhas? Deixa aqui nos comentários, porque aposto que muita gente usava-o como inspiração para pregar partida no Dia das Bruxas. João Carlos Barroso, Toninho Giló, o homem que era a própria alegria de Asa Branca, meio a trocar o sol pela lua, não é? Aí se eu não apronto aquele fuso todo, tu estava até hoje com esta ideia de que é um homem que não pode tocar numa mulher.

Tu és muito engraçado, não é, J? Daqui a pouco vai sair na cidade a dizer que foste tu que me puseste no bom caminho. João Carlos Barroso tinha aquele dom raro. Fazia o Brasil rir sem esforço. O O Toninho Giló era engraçado, era humano, era o alívio cómico que a gente esperava ansiosamente a cada capítulo.

Ele virou uma das personagens mais queridas da novela. E não foi por acaso, mas a vida de João Carlos fora das câmaras era marcada por batalhas silenciosas. No dia 26 de janeiro de 2019, aos 69 anos, João Carlos Barroso faleceu no Rio de Janeiro, vítima de cancro do pâncreas. Uma doença traiçoeira, raramente descoberta há tempo, que avança depressa, que não dá tréguas.

João Carlos lutou, mas o cancro foi mais rápido. E você, qual era o seu personagem favorita de Rock Santiro? Deixa aqui nos comentários, porque eu sei que o Toninho Giló está na lista de muita gente. Osvaldo Loureiro, Aparício Limeira, o navalhada. O homem que metia medo só de olhar. Osvaldo Loureiro era um vilão nato.

Eu sou o homem que dizem que matou o seu marido. Navalhada. Oh, desculpe de perdão. Não sei se o senhor permite que lhe chame pelo apelido. Eu sou inocente, minha senhora. Tinha aquela cara de quem não levava desaforo para casa. E em Asa Branca, ele foi o terror dos fracos e o pesadelo dos inocentes.

Mas o navalhada da ficção nos últimos anos de vida tornou-se uma sombra de si mesmo. Osvaldo foi diagnosticado com Alzheimer, a doença que apaga, que consome, que transforma gigantes em crianças perdidas. Durante anos, ele viveu no silêncio da própria mente, esquecido até pelos que um dia temeram o o seu olhar.

No dia 28 de janeiro de 2018, aos 85 anos, Osvaldo Loureiro faleceu no Rio de Janeiro. O vilão que aterrorizava Asa Branca partiu em silêncio, rodeado pelo esquecimento que ele próprio combatia na ficção. Silvaninho, Filismina, Amina, a mulher simples, sofrida, que carregava às costas o peso de uma vida inteira de dedicação. O Ivaninho tinha aquele rosto que o Brasil conhecia de longe.

Estava em selva de pedra, em O bem amado, em dezenas de novelas, mas foi como a mina de asa branca que ela se eternizou. Ilva viveu 90 anos. Uma vida longa, dedicada, plena de personagens. Mas o fim, como acontece com tantos artistas da sua geração, veio num leito de hospital. No dia 19 de janeiro de 2024, aos 90 anos, Ilvaninho faleceu no Rio de Janeiro, vítima de complicações cardíacas e falência múltipla de órgãos.

A notícia passou rápido nos telejornais. faleceu no Rio de Janeiro aos 89 anos a atriz Ilvaninho. Estava internada desde o início de maio, quando foi submetido a uma cirurgia cardíaca. Mas nos grupos de WhatsApp dos fãs de novela, a comoção foi imensa, porque A Ilva era aquela atriz que sentíamos que conhecia pessoalmente. E lembra-se da mina? Daquela mulher de lenço na cabeça e olhar triste? Deixa aqui nos comentários, porque eu sei que muita gente se identificava com ela.

Elisângela Marilda Matias, a mulher que abanou asa branca com a sua beleza e a sua ousadia. Elisângela não era só atriz, era cantora. [música] de amor. Era capa de revista, era um símbolo sexual de uma geração. Nos anos 70 e 80, o nome dela estava em todas as bancas, em todas as as rádios.

Ela trouxe para o Roque Santeiro esse brilho de estrela pop e funcionou. O Brasil apaixonou-se por Marilda. Eu ainda era virgem. O quê, filhin? O quê? Eu era virgem, mas a vida fora das câmaras foi menos generosa. No dia 28 de outubro de 2023, aos 68 anos, Elisângela faleceu em São Paulo, vítima de uma paragem cardiorrespiratória. A notícia apanhou todos de surpresa.

O funeral da atriz Elisâela, que morreu vítima de paragem cardiorrespiratória, realiza-se hoje no Rio de Janeiro. Porque Elisângela era ainda aquela mulher radiante das capas de revista. O tempo tinha passado, mas o brilho ela manteve até o coração decidir parar. Cláudio Cavalcante, padre Albano Rodriguez, o padre humano, o homem que trazia a doçura a uma cidade consumida pela hipocrisia.

Cláudio Cavalcante foi um ator de presença magnética. Não precisava de gritar para ser ouvido. Bastava entrar em cena e a atmosfera alterava-se. Tinha aquele olhar sereno, aquela voz que acalmava até os ânimos mais exaltados. Em Roque Santeiro, trouxe ao padre Albano uma humanidade rara. Era o padre que acolhia, que ouvia, que compreendia as dores de asa branca sem julgar.

Estamos falando do seu modo de entrar aqui numa igreja e arrancar esta senhora do meio de uma confissão. Acontece que esta senhora é a minha mulher e ela não tem de vir confessar aqui, não. O contraponto perfeito para o caos que dominava a cidade. Mas a vida nos bastidores era pesada. Cláudio enfrentou problemas de saúde graves ao longo dos anos, incluindo uma delicada cirurgia na coluna que o tem limitado nos últimos tempos.

No dia 14 de abril de 2013, com 73 anos, Cláudio Cavalcante faleceu no Rio de Janeiro em consequência de complicações pós-cirúrgicas. Será cremado amanhã no Rio o corpo do ator Cláudio Cavalcante. Ele morreu ontem aos 73 anos de problemas cardíacos depois de uma cirurgia à coluna. A notícia apanhou todos de surpresa, porque o Cláudio ainda tinha aquela energia de quem queria continuar contar histórias, mas o corpo traído pela coluna e pela idade não aguentou.

Hoje, quando revisitamos os capítulos de Roque Santeiro no Viva, é impossível não sentir saudades daquela figura serena que equilibrava o caos da Aa Branca. Maurício do Vale, o delegado Feijó, o homem da lei de asa branca, a autoridade que tentava em vão pôr ordem na cidade.

Maurício do Vale não era apenas um ator de TV, era um gigante do cinema novo, tinha trabalhado com Glauber Rocha, tinha protagonizado filmes que marcaram a história do cinema brasileiro. Quando aceitou o papel em roque santeiro, era já uma lenda vivo, mas a diabetes e os problemas cardíacos o acompanhavam há anos. No no dia 12 de junho de 1994, aos 66 anos, Maurício do Vale faleceu no Rio de Janeiro em consequência de complicações destas doenças.

Um gigante do cinema e da TV a partir em silêncio. Nélia Paula. Amparito Hernández. À Maria do Amparo, uma das figuras mais curiosas de Asa Branca. Nélia Paula foi uma atriz de presença marcante, tinha aquele olhar que dizia mais do que 1000 palavras. Ela construiu uma carreira sólida, sempre em papéis de destaque, sempre com aquela elegância que poucas atrizes da sua geração tinham.

Mas o destino tinha outros planos. No dia 10 de julho de 2002, aos 71 anos, Nélia Paula sofreu um ataque cardíaco fulminante. Morreu em casa, de repente, sem aviso, sem despedida. A família ficou em choque, os amigos em lágrimas. Porque a Nélia não dava sinais de nada. Parecia forte, parecia eterna.

Mais uma vez, a vida mostrou que nunca estamos preparados o suficiente. Nelson Dantas. Beato Salu, o homem da fé, o religioso de asa branca que carregava às costas a devoção do povo. Nelson Dantas era um ator de peso, tinha aquela cara de quem carregava o mundo. E em Roque Santiro, ele trouxe essa gravidade ao Beato Salu.

Mas o cancro no pulmão já o acompanhava há algum tempo. No dia 26 de fevereiro de 2006, aos 78 anos, Nelson Dantas faleceu no Rio de Janeiro, vítima de uma paragem cardiorrespiratória decorrente da doença. O Beato Salu partiu levando consigo a fé de uma cidade inteira. Vanda Cosmo. Marcelina Magalhães, uma das figuras femininas mais marcantes de Asa Branca.

Vanda Cosmo foi uma atriz de presença, tinha elegância. tinha força, tinha aquele olhar que dizia tudo sem precisar de abrir a boca. E a senhora quem é? Eu eu sou a avó dela. Eu não sabia que o senhorzinho Malta tinha mãe. Eu acho que nunca teve. Não, eu sou a sogra. Ah, mas o cancro do pulmão também a encontrou.

No dia 17 de Maio de 2007, aos 81 anos, Vanda Cosmo faleceu em São Paulo, vítima da doença que já se tinha espalhado pelo corpo em metástase. Meses de tratamento, meses de esperança, meses de dor, até que o corpo finalmente desistiu. Waldir Santana, Terêncio Apolinário, mais um rosto conhecido de Asa Branca. Valdir Santana era um ator de confiança.

Estava em tudo. Fazia o trabalho com a seriedade de quem sabe que cada cena importa. Mas o coração traído pelos anos não aguentou. No dia 25 de janeiro de 2018, aos 81 anos, Valdir Santana faleceu no Rio de Janeiro, vítima de problemas cardíacos. Mais um rosto que se foi, mais uma memória que fica. Luís Armando Queiroz, Tito Moreira, França, um dos moradores mais presentes de Asa Branca, envolvido em quase todas as tramas paralelas.

Luís Armando Queiroz era o tipo de ator que a gente via em tudo. Estava em tieta, estava em Valeudo, estava em qualquer novela que precisasse de um rosto fiável. Mas o destino, mais uma vez foi impiedoso. No dia 18 de maio de 1999, aos 54 anos, Luís Armando Queiroz faleceu vítima de falência múltipla de órgãos, consequência de um tratamento contra o cancro linfático. 54 anos.

Uma idade em que um ator ainda tem tanto para dar, tantas personagens para criar, tantos capítulos para gravar. A morte precoce de Queiroz foi um desses golpes a que nunca nos habituamos, porque lembra que a vida, no fim das contas, não deve satisfação para ninguém. Siana, uma das figuras femininas mais discretas, mas não menos importantes, de Asa Branca.

Lícia Magna teve uma das carreiras mais longas da televisão brasileira. Começou nos anos 50 e foi trabalhando, trabalhando, trabalhando até ao fim. No dia 30 de Novembro de 2007, aos 98 anos, Lícia Magna faleceu no Rio de Janeiro, vítima de insuficiência cardíaca. Quase um século de vida, quase um século de arte.

Lia partiu como poucas conseguem, em paz, rodeada de carinho, depois de uma vida inteira dedicada ao que amava. Sandro Souviat, Sua Majestade, uma das personagens mais curiosos de Asa Branca. Sandro Solviati era um ator de teatro com uma presença cénica impressionante. No dia 16 de outubro de 1993, Sandro faleceu. 1993 foi um ano de despedidas antecipadas para os fãs de Roque Santeiro.

Um aviso de que o tempo estava a passar. Rui Rezende, Astromar Junqueira, o lobisomem, o homem que aterrorizava as crianças de asa branca, cada vez que a música do Zé Ramalho começava a tocar. Rui Rezende foi um ator de teatro com passagens por a Grande Família, carga pesada e diversas produções da TV Manchete. Mas foi como o lobisomem de Roque Santeiro que ele marcou gerações.

O Rui estava internado desde o início de julho de 2026 no hospital de São Francisco, na providência de Deus. Vivia havia alguns anos no retiro dos artistas. E no dia 12 de julho de 2026, aos 88 anos, Rui Rezende faleceu no Rio de Janeiro. A notícia apanhou todos de surpresa. E morreu no Rio aos 88 anos o ator Rui Rezende, porque o lobisomem para muita gente era eterno.

Era aquela personagem que a as pessoas tinham medo de encontrar na rua, mas que adorávamos ver na tela. Colegas como Ari Fontoura e Miguel Falabela prestaram homenagens e nas redes sociais uma onda de nostalgia tomou conta do Brasil, porque com Rui foi como se mais um pedaço da nossa infância tivesse partido. E depois, qual destes atores marcou mais a a sua infância? Qual a cena de Roque Santeiro nunca mais se vai esquecer? Deixa aqui nos comentários, porque esta novela, esta novela vive enquanto a gente se lembrar.

Se gostou desta homenagem, deixa o like, subscreve o canal e partilha esse vídeo com quem também cresceu a ver Rock, Porcina e todo o povo de Asa Branca, porque enquanto nos lembrarmos eles nunca vão partir de verdade. Até ao próximo vídeo. E dou-te um tab, cubro-te de tabf, te te aqueço a orelha, tiro-te um bife da orelha.

conseguia dizer-me e eu soube que você tinha vindo para aqui para quê? Para se encontrar com aquela deslambida ali. Dislambida?

Lícia Magna teve uma das carreiras mais longas da televisão brasileira. Começou nos anos 50 e foi trabalhando, trabalhando, trabalhando até ao fim. No dia 30 de Novembro de 2007, aos 98 anos, Lícia Magna faleceu no Rio de Janeiro, vítima de insuficiência cardíaca. Quase um século de vida, quase um século de arte.

Lia partiu como poucas conseguem, em paz, rodeada de carinho, depois de uma vida inteira dedicada ao que amava. Sandro Souviat, Sua Majestade, uma das personagens mais curiosos de Asa Branca. Sandro Solviati era um ator de teatro com uma presença cénica impressionante. No dia 16 de outubro de 1993, Sandro faleceu. 1993 foi um ano de despedidas antecipadas para os fãs de Roque Santeiro.

Um aviso de que o tempo estava a passar. Rui Rezende, Astromar Junqueira, o lobisomem, o homem que aterrorizava as crianças de asa branca, cada vez que a música do Zé Ramalho começava a tocar. Rui Rezende foi um ator de teatro com passagens por a Grande Família, carga pesada e diversas produções da TV Manchete. Mas foi como o lobisomem de Roque Santeiro que ele marcou gerações.

O Rui estava internado desde o início de julho de 2026 no hospital de São Francisco, na providência de Deus. Vivia havia alguns anos no retiro dos artistas. E no dia 12 de julho de 2026, aos 88 anos, Rui Rezende faleceu no Rio de Janeiro. A notícia apanhou todos de surpresa. E morreu no Rio aos 88 anos o ator Rui Rezende, porque o lobisomem para muita gente era eterno.

Era aquela personagem que a as pessoas tinham medo de encontrar na rua, mas que adorávamos ver na tela. Colegas como Ari Fontoura e Miguel Falabela prestaram homenagens e nas redes sociais uma onda de nostalgia tomou conta do Brasil, porque com Rui foi como se mais um pedaço da nossa infância tivesse partido. E depois, qual destes atores marcou mais a a sua infância? Qual a cena de Roque Santeiro nunca mais se vai esquecer? Deixa aqui nos comentários, porque esta novela, esta novela vive enquanto a gente se lembrar.

Se gostou desta homenagem, deixa o like, subscreve o canal e partilha esse vídeo com quem também cresceu a ver Rock, Porcina e todo o povo de Asa Branca, porque enquanto nos lembrarmos eles nunca vão partir de verdade. Até ao próximo vídeo. E dou-te um tab, cubro-te de tabf, te te aqueço a orelha, tiro-te um bife da orelha.

conseguia dizer-me e eu soube que você tinha vindo para aqui para quê? Para se encontrar com aquela deslambida ali. Dislambida?

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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