Dino rebate Fux sobre inquérito, aponta instrução probatória e ministro fica pianinho -H
Ministro Dino, eu queria fazer só uma observação até por uma questão de imparcialidade. >> Nós não temos inquérito, ninguém tá, >> não temos inquérito, não estamos à paz de inquérito, não tem inquérito ainda. >> Nós temos o quê? Nós temos uma apuração, isso não é inquérito. Nós temos aqui, o objeto de hoje é deliberar se haverá inquérito.
O ministro Alexandre Mon tá ainda figurando como sujeito de inquérito. >> Ministro Fulco, se fosse verdade, com todo respeito à afirmação de Vossa Excelência, nós íamos ter que anular tudo que aconteceu até aqui, porque hoje houve instrução probatória. Vossa Excelência diz: “Não há nada”. Vossa Excelência acabou de dizer, >> é um momento que nós estamos >> Não, não, ministro Fuxs, Vossa Excelência acaba de dizer que nós não temos nada, só que >> não, porque Veles quer aplicar as regras do inquérito.
> Claro, ministério não está sobre inquérito, >> há de existir alguma coisa, senão nós não estaríamos aqui. Então, se não há nada, se há um nada processual ou um nada jurídico, >> não jurídico não. O que foi feito até aqui é totalmente nulo. >> É, eu não concordo com essa sua percepção, mas não respeita esses >> não, mas mas é é Aristóteles, é silogismo, é premissa. Premissa.

Então, eh, como nós precisamos ter autos, né, para para deliberar, nós não temos ação penal, nós tínhamos uma PET. Nessa PET, sob relatoria primitiva do ministro André, houve a prática de atos processuais de instrução, inclusive, mediante requisição de elementos eh de convicção, porque se não houvesse, nós não estaríamos aqui.
Imaginemos, o ministro Fux, dois cenários. Cenário um, o ministro André, relator legítimo por distribuição do caso master, encontra lá uma alusão, eh, vamos imaginar o ministro carioca que torce pro Fluminense, né, que é o caso de Vossa Excelência. Providência um, Polícia Federal identifique quem é o ministro carioca, torcedor do Fluminense.
Isso é um ato de instrução. >> Isso é um ato >> de instrução. >> Pelo que eu entendi. >> Providência B. Providência B. Presidente Faquim, encontrei aqui alusão a um ministro carioca que torce por Fluminense. O assunto é com Vossa Excelência. Então, eh, como nós tivemos uma inadequação procedimental, vou chamar assim, nós desbarramos numa situação, repito, em que não tem processualidade, não tem rito.
H escolhas pessoais com o agravante que fiz disse há pouco, ministra Carmen, se fosse escolher o rito só do ministro Alexandre já era grave. O problema é que não é só o ministro Alexandre que está em igual situação. O ministro André, por exemplo, está e outros tantos. Outros tantos, Vossa Excelência, e outros. E aí como é que vai ser? A gente vai escolher um rito para cada um.
Eu em outros como >> eu vou chegar já lá, ministro F, >> como relator. >> É, eu vou já chegar lá. como que nós vamos poder escolher um rito, eh, caso a caso, para vários casos, os que já surgiram e os que surgirão. Eu, como membro desse tribunal acho que para a autoridade técnica do tribunal não é bom e acho que isso conduzirá, presidente, a um caminho de dissolução irreparável, porque vai ser uma crise por semana precificada, porque eu imagino que essas alturas ninguém imagine, ninguém cogite de que nós vamos deliberar só sobre o ministro
Alexandre, né? Então vamos ter que deliberar sobre todos os outros. E aí a cada um que vier, nós vamos escolher um rito. Vou lhe dar um exemplo. Daqui a pouco, se for ultrapassada a questão de ordem, que eu continuo aqui na minha no meu drive B orando para que ela seja acolhida.
Vamos imaginar que a questão de ordem seja rejeitada. Nós vamos passar à votação. A pergunta que vai surgir já já. O ministro André vota? O ministro Alexandre vota. >> Vossa Excelência, me permite uma observação? >> Eh, Vossa Excelência não sabe. Claro que eu permito. Pois não, ministro. >> Não. A, aqui há um dado peculiar. Houve um conflito de decisões.
Houve um conflito de decisões entre membros do mesmo tribunal, sem hierarquia, em relação ao outro. Quem dissipa isso? Não, não, ministro. Eh, esse caso eu já debati de manhã e concordei, nós não estamos mais tratando dele. O que Vossa Excelência falou, eu falei de manhã, é que no caso do diretor-geral da Polícia Federal, >> sim, não tinha outro lugar para dirimir, até porque eu sou da primeira turma e o ministro André da segunda.
Eu não discuti isso. disse, fui lá no gabinete e disse ao ministro Faquim, disse: “Ministro, eu tá bom, tem a decisão lá fastando o diretor geral da PF. Considero que isso atrapalha duas operações que eu já deferi. Eu deferi as operações antes do afastamento do Dr. Andrei, Tark Ross e Cezinha Madureira antes do afastamento.
E como disse o ministro Gilmar, se nós eh apanhámos uma corporação armada e tiramos a chefia, é um ato bastante temerário. Eu diria, e como naquele momento isso significava desarticular operacionalmente a Polícia Federal, considerei que, tal como o ministro André tem e como de facto tem e V. Excelência tem, eu também tenho o poder geral de cautela sobre os meus processos e foi em nome da eficácia de duas decisões minhas, uma Dark Ross, outra Cezinha Madureira.
E os factos mostraram que eu tinha razão, porque no caso do deputado Cezinha Madureira, houve um atraso de cinco dias no cumprimento da medida, exatamente por dificuldades operacionais. Mas isso está superado e com uma vantagem para o ministro Faquim. Tinha autos, tinha um pedido de suspensão de uma providência cautelar.
Ele apenas expandiu, disse-o de manhã e repito, apenas ampliou a suspensão liminar, talvez em demasia, mas não é assunto meu, porque ele suspendeu até um procedimento administrativo na PGR. Disse-o de manhã e repito e repetirei o resto da vida. Agora, pelo menos tinha autos. Não é isso. Nós não estamos a falar de sonos conflituantes.
Nós estamos a falar da seguinte hipótese. O ministro André Mendonça, ele encaminha para o presidente um pedido de ou autorização para a investigação do ministro Alexandre. Acto contínuo, o ministro Alexandre encaminha ao presidente porque houve uma mentira, presidente, de que a mentira, e eu sou contra a mentira, sou contra, mas não foi de ninguém do tribunal, não, de que o ministro Alexandre tinha usado o inquérito das fake news.
Isso é mentira. O ministro Alexandre decidiu no inquérito das fake news que vejam, não foi o ministro Tófalo que inventou, não é outra, é outra mentira. Foi este plenário. Eu não estava aqui, não. Foi este plenário por 10-1 que chancelou o inquérito. Depois não tem um inquérito arbitrário do Tofol e do Alexandre.
Não foi, foi votado aqui. Quando o ministro Alexandre despacha lá no inquérito, encaminha para o presidente. Ele não usou, ele ele não ele decidiu no inquérito remetendo ao presidente. E nós estamos agora neste momento em que temos um pedido do ministro André para investigar o ministro Alexandre e temos um pedido, autorização para investigar e o um pedido do ministro Alexandre a pedir autorização para investigar o ministro André.
E daqui a pouco, hoje, amanhã, vamos ter pedidos de outros tantos colegas na mesma situação. Qual o rito? O ministro André vai votar o pedido de investigação que ele próprio fez pro ministro Alexandre. Vossa Excelência não sabe a resposta. Nem eu. >> Não, porque ele não se colocou isso a si próprio. >> Isso. Claro.
Não, não se colocou porque não está escrito. É isso que eu estou dizendo. Não tem rito. >> Estamos a debater a questão de ordem em relação >> Eu tô eu tô já ministro Fux, eu tô explicando a questão de ordem. Eu estou mostrando que a questão de ordem ela lastreada no facto de nós não termos rito pré-estabelecido, juiz natural, uniforme disto aqui.

>> Exato. Pronto. Eu sabia que a vossa excelência ia concordar comigo. Como nunca houve, >> nunca houve isto aqui, este este [pigarreia] momento constrangedor. É isso que eu estou a dizer. >> Portanto, prosseguindo, presidente, eu eh Fui pesquisar junto de quem sabe mais do que eu. Roxin, Luiz Greco, Rasmer, Francisco Jacif Toledo, por aí fora. São muitos.
Um juiz auxiliar do gabinete ajudou-me muito. Há aqui um que eu não li, não, porque não não ensina nada em condições. É Raulfaron, Nilo Batisfista. Mas eu eu vou citar só um só um eh que inclusive tranquiliza o espírito do ministro FX com a sua justa objecção de natureza teórica. Juiz natural no processo penal, eh, Gustavo Henrique Badaró, juiz natural na investigação preliminar.
Então, se Vossa Excelência acha que não tem inquérito, mas não há dúvida que temos pelo menos uma investigação para eliminar, senão não estaríamos aqui, não é? pergunta é, o ministro Alexandre eh está aqui porquê, presidente? Se a gente não adotar uma resposta isonómica, vai-me parecer que ele não está aqui por pelos seus eventuais erros que devem ser apurados, que ele está aqui e sendo, não por esse tribunal, claro, pelas pessoas que estão fora daqui, havendo uma espécie de ajuste de contas.
Porque é que El Mosque não gostou? Porque é que o Trump não gostou? Porque os autores do homicídio de Mariel não gostaram? Porque os fascinas do 8 de Janeiro não gostaram? Eh, porque um ou outro acha que ele tinha mesmo ser podido na Magnistic porque não gostaram da sua prestação no TSE. Para que serve o devido processo legal? Para impedir que estes juízos do senso comum invadam a seara jurídica.
Autopoesia. Nós temos influxos sociais, económicos e políticos. Claro, somos seres humanos, mas temos o dever de transformar esses influxos em categorias jurídicas. Isto se chama devido processo legal e sem ele não existe justiça. Co?
eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.
Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.
Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.
A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.
As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.
Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.
Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.
Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.
Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.
Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.
Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.
Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.
Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.
Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.
Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.
E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.
Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com
sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.
Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.
Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.
A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.
A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.
talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.
A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.
Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.
Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.
Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.
Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.
Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.
Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.
O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.
Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.
Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.
Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.
Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.
Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo
sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.
nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.
Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.
mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.
Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.
E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.
Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.
porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o