“ESSA ATRIZ DISSE QUE SAIU COM O ROBERTO NA MINHA CARA” MYRIAN RIOS SOBRE CARREIRA E ROBERTO CARLOS – H

Ia falar do ponto baixo, o que é que é o ponto baixo? Na minha opinião é aqui, mas se foi essa que o que o não sei se é mexericos ou que o Roberto Carlos comprou todas as edições [música] e começou a comecei a ficar sem dinheiro para pagar, porque como não tinha fiador para arrendar o apartamento, que fez, né? Não sei que falei, pois é, porque eu estava a precisar pagar.

Vai, vai à rua. Eu deitava-me muito cedo. Eu tô lembrando-me de uma coisa engraçada para dizer-te que é muito engraçado. Eu dormia muito cedo. Então uma vez o E conheci o Roberto e ele levou o meu telefone, não sei como é que eu estava a viver nesse kitnete ali na Copacabana, chegava ao estúdio Vilela. Depois havia uma atriz, chegava assim: “Malta, ontem fui ver o concerto do Roberto e chamou-me para ir para casa dele depois. Você não sabe.

Eu ficava assim: O Cláudio Cláudio Castro, como ele chamava? Cláudio, Cláudio Corro. Corrêa de Castro. [música] Ele falava assim para mim: Miriam Rios fala qual foi o ponto baixo da sua carreira. Fala como conheceu Roberto Carlos e toda a repercussão desse relacionamento na altura. Se você gosta de ver este tipo de conteúdo, deixe o seu like e subscreva o canal Mateus Aguiar, rede Share de Play Downloads, ativando o sino de notificações.

Mas ia falar do ponto baixo, o que que era o ponto baixo, na minha opinião, é que logo no início, quando cheguei ao Rio de Janeiro, fui convidado para fazer foto sensual para a revista Ele e ela. Era tipo uma corrente da Playboy, não tinha nada a ver. Eu fiz a Playboy também, era concorrente, certo? Concorrente da Playboy.

É, era da era da editora Block. Era da Bloco. E eu fiz. E depois mais tarde eu tinha, eu não tinha 17 anos, acho eu, tinha 16, 17 anos. E o meu pai disse assim: “Se eu quiser processar toda a gente o processo, não é, que eu tinha que ter assinado para você fazer isso.” É isso. Tá lá ele e ela.

Nem me lembro dessa revista, mas pronto, era tipo uma concorrente mesmo, cara. Eles eles sem terem autorização dos Os seus pais, eles nem pediram a na altura não pediram nem a autorização. Sei. [música] Eu sei. Depois fiz isso aí. Achei assim, fiz, mas pronto, é um momento da minha carreira que não tenho saudades. Eh, não foi, não foi confortável fazê-lo.

Ainda bem que não era nua completamente naquela época. Nem sequer na altura foi confortável. Não, não foi. Já não foi confortável na altura, mesmo não estando nua, porque hoje em dia era nua mesmo. Antes era mais sensual, ficava assim sexo, sensual, não sei quê. Mas não mostra mais não, já chega. Que car nem estar a lembrar ponto ô Cratos, [risos] nem preciso falar, não é, Cratos, certo? Não, ele não ia colocar.

Pode deixar. Ele foi rápido, hein? É, já se vê, é para algum, vê-se para para outras coisas que eu pedi. Ele demorou para caramba. Ele, ela e eu coloquei a Miriam Rilla, já apareceu já. É mesmo. Foi a primeira. É, tem problema. Isso. Isso foi o quê? Você 1976. Pois, tinha 17 anos. 17, no máximo.

[música] Eu não tinha 18 anos. Que doideira os gajos colocarem menor de idade. É. Então, o seu pai processou ou não? Só Não, não, não processou, não. Mas ele disse que eu poderia processar se se eu quisesse, porque não podia ter feito isso, não é? Portanto, isso é um ponto assim que lembras-te na altura o que te passou pela cabeça? Tipo, ah, porque é que tu decidiu? Então as pessoas não entendem.

Vou falar mais uma vez, quem sabe, não é? Só para digerir. Claro, claro. Eu chegava a de mudar para o Rio de Janeiro, não conhecia ninguém, estava a alugar um apartamento kitnet em Copacabana, mobilado, muito simpleszinho, e ganhava um salário mais ou menos, não é, da da Rádio Globo, da da Rede Globo, não era nada. começando.

Quando estás começando, tem [música] e começou a comecei a ficar sem dinheiro para pagar, que como não tinha fiador para alugar o apartamento, tive de ter 4 meses de caução nessa altura. E na mesma altura aconteceu esta proposta com um cachet razoável que não me lembro qual era que me pergunta agora. Só me lembro que daria para fazer os quro meses de depósito da renda e poderia guardar mais uns dois meses de depósito do aluguer.

[música] Depois fiquei a pensar, acho que vou fazer, é o caminho, porque uma vez eu comentei isso com uma pessoa, mas por que é que fez, né? Não sei que disse: “Pois, porque eu estava a precisar pagar. Vai, vai para a rua, vai lavar o chão, vai, vai, vai ser empregada de limpeza”. Eu disse, não ia dar tempo para ter o mesmo salário que ganhei da época, sendo fachineira lavando a rua. Tinha só 16 anos.

Você tem outra cabeça. Pois, a época era diferente. A gente amadurece, obviamente. E foi aquilo que chegou. Eu disse, pá, eles fazem de propósito, não é? está a começar, você quer aparecer, quer destacar-se e eu precisando do dinheiro, aceitei. E deve ter vendido para caraças, não é? Ah, deve ter, sei lá, porque tu já eras essa época tu já tinha rebentado, já era famosa já por causa do B Franco e tal da primeira e da segunda novela.

Ah, estava com 17 no máximo. É, tá, tá. 17 no máximo. Não tinha 18 anos. Portanto, assim, eu fiz, isso é um ponto assim que não, não me posso dizer, me arrependo. Eu acho que, pois, mas acho que faz parte da vida, certo? também faz parte da vida, não tem é aí como hoje em dia tenho um outro comportamento assim que eu tenho, eu eu sou evangelizo e participei numa missão de uma comunidade católica Canção Nova, as pessoas às vezes nos meus nas minhas redes sociais falha ali a fazer-se de santa, já fez isso, tirou

aquela foto ali disse: “Gente, eu não estou dizendo que nunca fiz, fiz, fiz, não estou a negar agora, graças a Deus que agora não tenho a mesma mentalidade que tinha aos 16 anos. Graças a Deus que eu estou a evoluir. 16, [música] 18, 20, 25. Vais pensando, não, isto vou fazer até aos 40.

Faz umas roubagens aos 40 de vez em quando também, mas aos 50, 60, se a pessoa não amadurecer agora não vou estar a matar-me [música] porque eu fiz a gente erra para isso, existe o crescer, o amadurecer, não é? houve aqui, a Susana Alves teve aqui e as as pessoas mudam. Era uma época, não sou e eu e era uma época também, principalmente na sua época, mais do que na época delas, de uma uma libertação da mulher também, não é, de corpo, de se afirmar. Era diferente de hoje.

Mas não o fiz por nada disso, certo? Não, nada disso. Devia afirmar-me de pagar o aluguer mesmo, não é? Eu queria pagar cerca de quatro meses de caução. Poderia colocar esse discurso, mas não era. Não é, não é nada disso. Eu queria pagar o aluguer porque tinha que sair de um lugar para um kitnete para o outro.

Falei: “Agora não há chefiador, era só para pagar o aluguer”. Mas foi essa que o que o Não sei se é mexericos ou que o Roberto Carlos comprou todas as edições. Foi essa. Já tinha ido à banca ou não? Já. É mesmo? Já tinha. Caramba. É isso. E e comprou os os negativos. Você 16, 17 está a viver no Rio de Janeiro.

Gosta do Rio de Janeiro a partir de casa? Gosto. Gosto não. Praia não sou. Mas gostou de lá? Gostei muito. Gostei. Adaptei-me super bem lá. A cidade é lindíssima. Não, tinha sozinha. Sozinha. Isto que deve ter sido com Isso. Isso é que foi mais difícil, porque a minha família vive toda em São Paulo. Eh, todos nós somos de Minas Gerais, não é, Belo Horizonte, mas a minha família toda vivendo em São Paulo.

Isto que era chato, que eu estava mesmo sozinha. E mas adaptei-me, gostei deste Tinhas amizade lá, fizeste amizade com o pessoal? Mas é como eu te disse, não gostava de sair, não tinha o hábito [música] de sair à noite, que toda a gente gosta, acaba a gravação, vai sair, vai para não sei onde. Ficava em casa, casa, ficava em casa, eu deitava-me cedo, deitava-me muito cedo.

Tô lembrando-me de uma coisa engraçada para dizer-te que é muito engraçado. Eu dormia muito cedo. Então, uma vez o conheci o Roberto e ele levou o meu telefone, não sei como é que eu estava a viver nesse kitnete ali na Copacabana. E depois uma vez o Roberto me ligou, mas eu não sabia que era ele. [música] Por volta das 10 horas da noite tava a dormir.

Eu estava a dormir. Aí atendi meio sonolenta. É. Falou: “Tosso falar com a Miriam?” Eu disse: “Quem é o Roberto Carlos?” Falei: “Ah, a esta hora da noite estou a passar trote”. Caramba, a esta hora da noite bicho Roberto Carlos. Mas pá, é que nem o muita gente que o Silvio seus ligava, desligava na cara também, nunca vais imaginar, não é? E a voz é muito característica, não é? muito muito e depois ligou novamente.

Lógico, rindo. E aí você depois a rir reconheci a avó, a risada, disse: “Ai, caramba, [risos] desculpa, mas conta essa história como é que foi?” Porque imagino que que tu sozinha lá, como como é que conheceu o Roberto? Como como é que foi esta história? Que na altura era era o casal, o pessoal falava de hoje vocês falam de chipá, era o canal, o casal da época, não é? Era, foi tão interessante.

Eh, eu fazia essa poncha Rio São Paulo, porque a minha família vive toda em São Paulo e numa destas idas a São Paulo, fim de semana vinhas, era assim, é, fim de semana para ficar com com pessoal em São Paulo, sentei-me no na Sapão na na janela. Aí entraram dois homens, sentaram-se no meio aqui ao lado. Depois o avião chegou, era uma época ainda que fumava no avião, lembra-se? Pois, fumava no avião nessa altura.

[risos] Toda a gente fumava no avião. Era de uma de uma polura para a frente. Fumava daqui na fumava toda a gente era todo mundo. Era um absurdo, certo? Eu fumava nessa altura. É mesmo. Imagina fumar no avião no horrível. Eu nem fumo. Há muitos anos que não fumo, mas nessa altura eu fumava com cheiro. É aquele cheiro do avião.

Toda a gente com cheiro a cigarro faz mal para a saúde. Total. Não, mas tudo bem. Todo mundo fumando. É. Depois eles, eu olhei assim de lado para ver quem se tinha sentado e só li a pulseira. Roberto Carlos, a pulseira. Olhou para trás assim? É. Não, aqui ao lado. Ah, do seu lado é na minha poltrona aqui.

Aí olhei assim para o lado para ver quem estava sentada. Eu vi o Roberto, levantei-me e Eu disse: “Que será que é, não é?” [música] Era do Roberto. E depois pensei, foi muito engraçado este dia, porque olhei para a janela, eu ficava sozinha à janela assim, o Roberto estou aqui do meu lado, e agora vou puxar um assunto? Não, não vou.

Eu ficava assim, falo com ele, não, não vou falar. Que que eu vou falar com ele? Eu fingi que não vi que era ele. Vou voltar a dormir. Fingi que não vi que era ele. [risos] Vou fingir de morte aqui. Era, sempre fomos fãs, o meu pai, eu, meu, a gente, já era Roberto, já, lógico, não é? Da Jovem Guarda e tudo mais, não é? Lóg a gente cresceu mu Jovem Guarda, aquelas músicas maravilhosas.

Eu falei: “Não acredito”. Depois vira-se e puxa o assunto e fala assim para mim: “Tu não és aquela menina que ganhou Moacir TV, assir Franco Show?” Eu disse: “Depois você assiste televisão?” [risos] Como assim, certo? Vê televisão. Eu assisti és um relis mortal. Você assiste televisão. Eu torci por ti.

Eu disse: “Gente, que legal”. Legal. [música] E depois foi dormir, tirar um cochilo, não sei quê. Quando nós estávamos quase a chegar, o avião não poôde poar em São Paulo e foi para Campinas. E depois o comandante diz: “Olha, está a haver um problema, vamos ter que descer em Campinas”. E fiquei apavorada.

Eu disse: “Agora vou como para São Paulo?” Eu não tinha, não tinha prática viajando a toda a hora, nem sabia como fazer, não é? Aí o O Roberto disse assim: “Não, não se preocupe, porque a companhia aérea coloca os autocarros para levar todos os passageiros de Campinas para o aeroporto de São Paulo”. Eu disse: “Ah, está bem, mas tu pode vir comigo se quiser”.

De boleia. [música] Depois eu disse: “Quer eu quero, não é?” Não, não, obrigada, vou não. Melhor não, pois não? Fiquei assim, está bom. Aí vi um par, tem a certeza? Você não quer uma boleia? A gente vai de carro, eu paro na minha casa e levo-te para a tua casa? Acho melhor não. Doida para ir querendo ir de boleia, mas aí achava melhor não.

Aí o pousou, toda a gente levantou perguntar pela última vez, quer boleia? Quero. Vamos embora. No carro à espera lá. Aí [música] fomos aí uma hora de Campinas até São Paulo a conversar, não é? É. Estava o motorista, o secretário, sei lá quem estava na altura de uma [música] várias pessoas. Éramos cinco, eu e mais ele, ele e mais três pessoas.

Aí fomos conversando, falando de espectáculo, falando não sei quê. e parou na casa dele no Morumbi na para aí desceu lá perguntou se queria tomar um café. Eu disse: “Não, já demais não, obrigado, não dá”. Nem sequer houve a segunda, na segunda vez também não perguntou que não. Ah, pois. Não, disse que não.

Então, depois o carro me levou para casa e conhecemo-nos nessa altura assim. Mas já tinha ido a um concerto dele ou não? Nunca tinha ido show nada. Nunca tinha nada, não. Já tinha ido. Já tinha ido. Eu já tinha ido aqui a São Paulo. Cantando e olhando para ti. Não foi esse espetáculo? Foi. Como é que sabe? Onde é que viu isso? O que faço é a minha pesquisa, não é, min? Eu faço-me de parvo às vezes, mas sei as coisas.

É no clube espéo TT, não foi? Têt. Tê. Ele estava todo de cor-de-rosa, lindo. E eu dizia que ele estava a olhar para mim. Eu tinha 13, 14 anos, sei lá, 12 anos, não é? 14 anos. 14 anos, Vilela. E eu falava para o pessoal assim: “Gente, tá a olhar para mim? Imagina, é aquele mundo de gente, mar de gente.

Eu falava de mim, ele está a olhar para mim, está a olhar para mim, está olhando para mim. [risos] Fui tinha ido, [música] mas nunca vi pessoalmente. Vi assim, não é? Claro. Portanto na altura que vi pessoalmente é uma alegria, não é? É uma alegria. E depois eu sei que depois desta a gente nunca mais se viu. Ele separou-se da Nice, foi viver para o Rio de Janeiro.

Ele ele não vivia nessa altura no Rio de Janeiro, não? Vivia aqui no Morumbi, em São Paulo, Numa casa que comício e os filhos. Ele mudou-se pro Rio-me com a separação. Eonde foi que eu reencontrei-o a gravar o Globo de Ouro. Ele era o primeiro lugar da parada. Era sempre o primeiro lugar da parada. Era sempre o Roberto. A gente já sabia.

Sabia, não sabia qual era os outros, mas sabia que ser primeiro era Roberto Carlos. Era ele o primeiro lugar na tabela. [música] E encontrámo-nos e me convidou para assistir ao espetáculo que ele fazia uma época de seis meses de [música] concertos no Canecão. Uma pena que fechou o Canecão, não é? Lá no Rio de Janeiro.

Ele ficava seis meses em cartaz. Depois convidou-me para lá, vi o show. Depois fui, levei uma amiga, conheci o pessoal, depois começámos a namorar e depois o Brasil inteiro parou, não é? Mais ou menos. Porque nós ficamos namorar um ano sem falar com ninguém. Época. Sério? Depois naquela época dava assim para não sei como é que conseguimos não.

Porque uma vez fosse hoje em dia não dava, não é? Um ano. Um ano. Um ano seria impossível hoje em dia. Fiquei um ano os dois. [música] E era engraçado, tem umas coisas engraçadas porque eu estava a gravar a novela, depois eu chegava assim, não vou dizer os nomes, dar nome nos boos que é chato, mas eu chegava ao estúdio Vilela, aí tinha uma atriz, chegava assim, gente, ontem fui ver o concerto do Roberto, ele chamou para ir a casa dele depois tu não sabe, eu ficava assim que que estávamos juntos.

É, acho eu. Será, certo? Depois eu qua, ficava quieta, dizia nada, ficava, ah, foste. É mesmo, não é? Eu ficava assim, mas a pessoa com maior cara de pau, não é? A, eu estava ali chamou-me depois nós somos jantar e somos não sei o quê. Eu só olhando assim, quieta, quieta. Claro. [risos] Quando nós saímos até na capa da manchete, os dois juntos.

Depois, depois vê se encontras isso aí, por favor. Pois, nós os dois juntos. Um ano depois, mais ou menos sai. Um ano. É. Depois cheguei à Globo no mesmo lugar, deu aquele aquele malestar, sabe? Sei. Ah, eu sei o que disse. Meu Deus. Malestar. Eu vi que as pessoas me olhavam de forma diferente.

Eu disse: “Ué, eu sou a mesma pessoa, não é? [música] Depois eles me olhavam diferente assim. Caramba, o Cláudio Cláudio Castro, como é que ele lhe chamava? Cláudio, Cláudio Correia de Castro. [música] Ele dizia-me assim: “Nós perdemos você para o sindicato dos músicos”. [risos] Ele era maravilhoso. Que maravilha. Maravilhoso. Lá.

Pois, mas essa teve essa, mas a que a gente está a primeira não, a primeira. Eu estou de cabelo curtinho, mas não há problema. Essa também já já tava junta. Esta teve uma que eles fizeram tipo fizeram um um flagra a sair do barco da lá na Marina Del Rei, certo? Del rei não. Del rei Los Angeles. Fo Marina. O quê? [música] Marina.

Não, mas esta foi a primeira foto, esta saindo do do do Y do barco. É a primeira foto oficial com Roberto. Vamos ver se tem a mesma pressa para encontrar também, não é, Cra? Ah, vamos lá ver. Ah, agora vamos lá ver, não é? [risos] E aí? Depois ele achou, mas foi engraçado porque não as pessoas não sabiam. Ninguém sabia.

Eu acho que contei à mamã e para o meu pai só depois de seis meses. Mas vocês então não iam para restaurante, não iam para público? Não, não, lado nenhum. Lugar nenhum. Não encontrei nem para os meus pais, para ninguém. Mas foi pedido dele ou não? Não, era uma coisa assim, estávamos à procura, não foi pedido aqui. A gente chegou assim, vamos estar mais entre a pessoas porque ele tinha acabado de separar.

Os filhos estavam chateados com a separação, na altura, eram pequenininhos. Portanto, [música] também essa também não. Também não. Essa da época também. É, esta é tem várias fotos, manchete, depois tem várias. E ele disse, vamos deixar para as crianças podem não te receber bem, não aceitar. Então, por tudo isto nós achou melhor ficar discreto, tudo [música] discreto.

Depois depois de um ano que anunciámos, saiu na manchete, a gente a sair do do barco a andar. Aí foi. [música] E tinha o quê? 17, 18, 18, não é? 18, 18. A vossa diferença era o 17 anos, não é? É muito não é a minha mulher tem 22 anos. A gente [música] são 22 anos. Então é é gostou demais deste vídeo? Conhecia alguma destas histórias? [música] Comenta aí, deixa o teu like e subscreve no canal Mateus Aguiar Rede Share de Play Downloads, ativando o sino de notificações.

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eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.

Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.

Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.

A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.

As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.

Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.

Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.

Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.

Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.

Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.

Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.

Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.

Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.

Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.

Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.

E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.

Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com

sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.

Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.

Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.

A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.

A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.

talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.

A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.

Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.

Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.

Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.

Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.

Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.

Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.

O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.

Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.

Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.

Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.

Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.

Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo

sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.

nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.

Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.

mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.

Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.

E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.

Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.

porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o

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