ISA PANTOJA: REVELOU O QUE ISABEL PANTOJA LHE FEZ – H

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Filha adotiva da cantora mais poderosa de Espanha, nascida em Lima e escolhida entre os berços de um orfanato peruano por Isabel Pantoja, criada na propriedade da família Cantora no meio do desprezo de uma família cigana que nunca a aceitou . E essa mesma mulher, aos 24 anos, fugindo em busca da mãe biológica e sendo expulsa de casa pela própria mulher que a adoptou, confessou a toda a Espanha que Pantoja a tinha descartado como um cão vadio.

Hoje vais conhecer a sinistra rixa entre Isabel Pantoja e a sua filha, Isa. Pior ainda, quem foi que tornou a vida impossível a Isa Pantoja quando esta tinha apenas 10 anos e vivia em Cantora, rodeada de ciganos que a desprezavam? Ainda mais sombrio, o que fez realmente Isabel Pantoja a Isa para que saltasse a vedação e fugisse da propriedade em busca da sua verdadeira mãe? E a coisa mais perturbadora que Isabelita fez quando descobriu a verdade escondida durante 20 anos foi ficar até ao fim, porque quando este

vídeo terminar, nunca mais olhará para Isa Pantoja da mesma maneira, e nunca mais ouvirá o nome Cantora sem se lembrar daquela rapariga peruana que chegou a Espanha nos braços de um cantor viúvo. Mas antes de chegar à noite de 18 de outubro de 2024, quando Isa Pantoja estava sentada no estúdio do programa de sexta-feira da Telecinco e proferiu, perante 3 milhões de telespectadores espanhóis, a frase mais brutal alguma vez dita sobre Isabel Pantoja em toda a história das colunas de mexericos espanholas.

Há algo que é preciso perceber, porque Isa Pantoja não chegou a este set por acaso; Foi levada a esta situação por 28 anos de silêncio. Acumulado dentro dos muros da propriedade Cantora, no município de Medina Sidonia, na província de Cádis; passou toda a sua infância a ser criada por uma empregada doméstica chamada Dulce de la Piedra enquanto a sua mãe adotiva estava em digressão pela América Latina; por uma tarde traumática no pátio da escola privada britânica de Marbella, na qual uma menina andaluza de 7 anos revelou

pela primeira vez que era adotada; por uma avó de nome Dona Ana Martín Ramos, que a tratou com frieza e aspereza desde o primeiro dia; por um tio chamado Agustín Pantoja Martín, que se recusou a falar com ela durante meses, quando a menina tinha acabado de fazer 10 anos. E por uma noite em 2020, em que Isa Pantoja, grávida de 7 meses do seu segundo filho com Asraf Beno, teve de saltar a vedação da propriedade da família a meio da noite em Cádis, desesperada por saber a verdade sobre a sua origem peruana. Isa Pantoja é

atualmente uma das mulheres mais acompanhadas pelos media no panorama das celebridades da televisão espanhola. Nasceu a 8 de novembro de 1995, numa maternidade em Lima, na República do Peru, com o nome biológico de Andrea Celeste Tintaya Luque. Os seus pais biológicos, peruanos humildes chamados Roxana Luque e Juan Carlos Tintaya, vieram das zonas rurais de Cusco e Arequipa.

Ambos tinham empregos modestos na capital peruana para sobreviver em Lima, em meados da década de 90, que na altura era assolada pela crise económica sob o governo do presidente Alberto Fujimori . Roxana Luque e Juan Carlos Tintaya deram à sua filha o nome de Andrea Celeste em homenagem à telenovela argentina Celeste, protagonizada pela atriz Andrea del Boca, que era exibida na época na televisão peruana com enorme sucesso entre as donas de casa.

Mas, apenas dois meses após o nascimento da menina, aqueles pais biológicos peruanos tomaram a decisão mais difícil das suas vidas. Acolheram a bebé Andrea Celeste num orfanato em Lima e concordaram formalmente em deixar que outra família adotasse a filha. Aquela peruana , Andrea Celeste Tintaya Luque, viria a ser Isa Pantoja Martín apenas 5 meses depois.

Cresceria na propriedade Cantora, na Andaluzia, rodeada pela família cigana andaluza mais poderosa do panorama das celebridades espanholas do século XX. Partilharia a mesma mãe com Kiko Rivera, filho biológico de Isabel Pantoja e do toureiro Francisco Rivera Pérez, “Paquirri” . Ela estaria no centro das atenções dos media desde os 10 anos de idade.

Tornar-se-ia mãe aos 17 anos do seu primeiro filho, Alberto Júnior, fruto da sua relação com Alberto Isla, de Cádis, casaria duas vezes e, acima de tudo, protagonizaria a mais dolorosa querela pública entre mãe e filha na história das celebridades espanholas dos últimos 10 anos. E eis que surge a dura realidade: nenhuma avó espanhola que acompanha os mexericos das celebridades se esquece do apelido Pantoja.

Porque o clã  cigano andaluz de Cantora, para onde aquela menina peruana chegou apenas 5 meses depois de ter nascido num orfanato de Lima, era composto por  membros muito específicos que nunca aceitaram publicamente a adoção irregular assinada por Isabel Pantoja Martín na primavera de 1996.

Para compreender a magnitude do  terramoto familiar que Isa Pantoja estava prestes a desencadear naquela noite de outubro de 2024 no estúdio da Telecinco, é preciso primeiro conhecer o  universo familiar em que a jovem peruana nasceu, apenas cinco meses após o seu nascimento num orfanato de Lima. A propriedade Cantora,   situada no município de Medina-Sidonia, na província de Cádis, era, na Primavera de 1996, o epicentro absoluto da cultura  sensacionalista espanhola : 700 hectares da zona rural de Cádis com touros de combate a pastar entre sobreiros centenários, uma mansão principal com 22

quartos, um pátio andaluz com azulejos árabes, uma capela familiar dedicada à Virgem da Esperança de Triana e uma cantora viúva chamada Isabel   Pantoja Martín, que reinava sobre aquele império andaluz como a mulher mais poderosa da vida das celebridades espanholas no final do século XX.

Isabel Pantoja era viúva há 12 anos quando decidiu adotar a menina peruana   . 12 anos inteiros de luto pelo seu primeiro marido, o toureiro Francisco Rivera Perez, “Paquirri”, que faleceu na praça de touros de Pozoblanco, vítima da cornada do touro Avispado, a 26 de Setembro de 1984; Foram 12  anos inteiros a criar sozinhos o primeiro filho biológico do casal, Francisco Rivera Pantoja, popularmente conhecido na infância como Paquirrin e na vida adulta como Kiko Rivera, um rapaz andaluz de  11 anos que, na primavera de 1996, vivia com a mãe, Isabel, em Cantora, rodeado de amas, empregadas domésticas

e os seus tios maternos. Tios maternos de Kiko Rivera. Aí reside uma das chaves brutais para toda a história de Isa Pantoja. A família Pantoja-Martin foi constituída nessa primavera de 1996 pela matriarca, Dona Ana Martin Ramos, mãe biológica de Isabel Pantoja.   Uma cigana do bairro de Triana, em Sevilha, com uma personalidade forte, que governou Cantora com mão de ferro.

O seu irmão, Agustin Pantoja Martin, também cantor melódico com pouco sucesso comercial, três anos mais novo do que Isabel, vivia praticamente colado à irmã mais velha desde a morte do cunhado Paquirri na praça de touros     de Pozoblanco. E o outro  irmão, Bernardo Pantoja Martin, mais discreto nos media, mas igualmente estabelecido no bairro de      Cádis. Aquela família cigana andaluza de Triana funcionava como um clã fechado, um clã endogâmico, um clã que reconhecia a linhagem Pantoja como o laço sagrado acima de qualquer outra consideração humana. Quando Isabel

Pantoja anunciou à sua família cigana, em Outubro de 1995, que tinha decidido adoptar uma menina peruana de um orfanato de Lima, a reacção do clã Pantoja-Martin foi absolutamente unânime. Segundo uma citação reconstruída anos mais tarde por vizinhos e  familiares do clã Pantoja, Dona     Ana Martín Ramos e o seu filho Agustín discordavam totalmente da decisão  de adoptar.

Acreditavam que a jovem peruana desconhecida mancharia a pureza do sangue cigano andaluz da família  Pantoja. O único membro  do clã que apoiou publicamente Isabel nesta decisão familiar foi o seu primogénito, Kiko Rivera, um rapaz de 11 anos que ficou encantado com a ideia de ter uma irmãzinha para partilhar brincadeiras de infância nos jardins de Cantora.

Aquela rejeição silenciosa, mas brutal, por parte da Dona Ana Martín Ramos e do Tio Agustín Pantoja Martín   marcaria para sempre a vida da menina peruana: desde o    primeiro dia, desde a primeira hora, desde o preciso momento em que Isabel Pantoja desembarcou do voo da Iberia no aeroporto    de Madrid-Barajas, a 8 de Maio de 1996, com a pequena Andrea Celeste adormecida nos braços, envolta numa manta de lã andaluza branca.

Dona Ana Martín Ramos, aguardando no hall de chegadas internacionais com o seu lenço preto na cabeça, atado ao estilo tradicional cigano andaluz, mal se aproximou para olhar para a sua neta peruana adoptiva; E o tio Agustín Pantoja Martín, a dois metros de distância com as mãos nos bolsos, nem sequer se dignou a tirar uma fotografia de família com a        sobrinha recém-chegada.

E agora preparem-se, porque o que      Isa Pantoja revelou perante 3 milhões de telespectadores espanhóis naquela noite de outubro de 2024, no programa “Sexta-feira” da Telecinco, é uma das confissões mais brutais alguma vez feitas sobre Isabel    Pantoja na história da imprensa de fofocas espanhola. Ouça com atenção o que lhe vou dizer agora.

Tudo começou numa manhã de maio de 2020. Isa Pantoja, recém-chegada aos 25 anos, participava como concorrente no reality show “La Casa Fuerte”, da Telecinco, um programa de convívio filmado numa casa nos arredores de Madrid.   Durante dias, Isa vinha recebendo informações de fora do programa sobre o estado emocional da sua mãe  adotiva,   Isabel Pantoja.

Aparentemente, a cantora estava a passar por um dos momentos mais difíceis da sua vida pessoal     durante aquelas semanas.   Estava deprimida, não saía da propriedade de Cantora e não atendia telefonemas de amigos ou colegas de trabalho. Isa, preocupada com  a saúde mental da mulher que a adotara 25 anos antes em Lima, tomou a decisão mais impulsiva de toda a sua carreira televisiva. Saiu voluntariamente da competição “La Casa Fuerte” na Telecinco, pegou num carro particular e conduziu durante 6 horas seguidas de Madrid até à cidade de Medina Sidonia, em Cádis. Tinha uma única obsessão em mente: ver

Isabel Pantoja pessoalmente, perguntar-lhe sobre as suas origens peruanas e finalmente descobrir a verdade sobre o processo irregular de adoção que lhe fora ocultado durante 20 anos no silêncio de Cantora. Isa Pantoja chegou ao portão principal da propriedade Cantora em Medina Sidonia pouco depois das 4h da manhã. O portão de ferro forjado estava trancado com um cadeado por dentro. Os holofotes de segurança da propriedade iluminavam o caminho de terra batida que conduzia à mansão principal. Isa tocou à campainha várias vezes seguidas sem obter resposta.

Ela ligou novamente. Ninguém respondeu lá de dentro. A essa hora,  Isabel Pantoja dormia     no seu quarto da mansão, e os empregados domésticos tinham ordens expressas da cantora para não abrir o   portão a ninguém durante a noite sem autorização explícita. Foi então que Isa Pantoja, grávida do seu primeiro filho com Ashraf Beno e desesperada por conseguir aquele encontro com a sua mãe adotiva, tomou uma decisão que marcaria para sempre a relação entre as duas mulheres. Saltou por cima do portão de ferro forjado

da propriedade Cantora, atravessou os 100 metros do caminho de terra batida sob os holofotes de segurança e chegou ofegante  à porta principal da mansão da família. Ao ouvir os latidos dos mastins da      propriedade, despertada pela comoção noturna, Isabel Pantoja levantou-se da cama e desceu as escadas de mármore da mansão envergando uma camisa de  noite branca .

Uma citação direta reconstruída anos mais tarde por Isa Pantoja no set do programa de sexta-feira da Telecinco.   Ao ver a filha adoptiva suada e         despenteada no salão principal da mansão Cantora, em plena noite de Cádis, Isabel Pantoja não a recebeu com um abraço  maternal. Também não lhe perguntou como estava sete meses após o início da gravidez. Ela nem sequer lhe deu um beijo de boas-vindas na face direita.

Isabel Pantoja, em vez de demonstrar a ternura maternal que qualquer mãe biológica teria manifestado naquela situação, expulsou Isa Pantoja de casa, vestindo apenas uma camisola branca, e repreendeu-a duramente  .   Citação reproduzida por Isa no programa de sexta-feira. Foi o seu próprio irmão, Agustín   Pantoja Martín, que também se levantou nessa manhã e ajudou Isabel a expulsar da propriedade da família a sobrinha peruana que ela desprezava secretamente há 24 anos por não ter sangue Pantoja.

Nessa    mesma manhã,   Isa Pantoja teve de abandonar Cantora, chorando inconsolavelmente no seu carro particular, sem ter conseguido trocar um único minuto  de palavras com a mulher que a adotara em Lima 25 anos antes. Também não tinha conseguido fazer uma única pergunta sobre a sua origem peruana. Ela não tinha conseguido absolutamente nada naquela viagem impulsiva de 6 horas pela auto-estrada.

E agora ouçam com atenção o que estava prestes a acontecer      três anos depois daquele amanhecer em Cádis.   Porque a ruptura entre Isabel Pantoja Martín e a sua filha adoptiva, Isa Pantoja, foi selada publicamente numa propriedade na Andaluzia no mesmo dia em que a jovem se casou com o seu segundo marido.   Escute-me.

A separação definitiva entre mãe e filha aconteceu três anos    depois, em setembro de 2023, na propriedade Al-Baraka, na cidade sevilhana de Utrera.   Isa Pantoja, que completou 27 anos, casou-se com o modelo Asraf Beno, natural de Ceuta, numa cerimónia íntima com 100 convidados. Kiko Rivera, irmão biológico de Isa, não compareceu ao casamento      devido à sua disputa pública com Isabel Pantoja pela herança Cantora.

Mas a ausência mais significativa naquele casamento andaluz não foi a do irmão mais velho; Era de Isabel Pantoja Martín, a mulher que acolhera Isa num  orfanato peruano 27 anos antes. A mulher que assinou os papéis da adoção com a juíza Margarita Aguirre no dia 2 de     maio de 1996.  Isabel Pantoja não compareceu ao casamento da sua própria filha adotiva; Nem sequer enviou um ramo de flores frescas, nem um telegrama de felicitações.

E eis que chega a parte verdadeiramente devastadora, que nenhuma   avó espanhola que assistiu àquele programa da   Telecinco naquela sexta-feira à noite de outubro poderá alguma vez esquecer.   Porque 14 meses depois daquele casamento andaluz sem a presença de Isabel Pantoja, Isabel Pantoja tomou uma decisão mediática que estava prestes a explodir perante toda a Espanha, e a noite de 18 de Outubro de 2024 chegou finalmente.

Isa Pantoja, recém-chegada aos  28 anos e grávida do segundo filho com Asraf Beno, aceitou o convite do diretor do programa de sexta-feira da Telecinco para participar em entrevistas em direto no estúdio principal do programa durante quase 3 horas seguidas.

Vestida com um longo vestido preto e com o cabelo castanho apanhado num rabo de cavalo baixo, Isa Pantoja sentou-se na poltrona principal do estúdio com o marido, Asraf Beno, sentado ao seu lado esquerdo, segurando-lhe a mão direita durante toda a entrevista.         Perante 3 milhões de telespectadores espanhóis, vidrados nos seus aparelhos de televisão nas cozinhas e salas de estar   de toda a Espanha, Isa Pantoja proferiu pela primeira vez em toda a sua carreira televisiva as palavras que guardava no seu íntimo há 25 anos.

Uma citação direta dita por Isa Pantoja naquela noite     no set de ‘¡De viernes!’. A frase que se tornaria viral em questão de minutos em todas as redes sociais espanholas. A frase que inundaria as manchetes da ABC, Diez Minutos, Semana e Hola nas semanas seguintes. Citação de    Isa Pantoja: “Ela adotou-me e depois descartou-me como um cão.

” Aquela frase brutal, aquela confissão comovente, aquela comparação cinematográfica entre a adopção legal de um bebé peruano de um orfanato de Lima e o abandono de um animal de estimação  à beira de uma auto-estrada      espanhola marcariam para sempre a relação pública entre Isa Pantoja e a cantora Isabel Pantoja.   Mas Isa não ficou satisfeita com esta declaração inicial. Durante as duas horas seguintes da entrevista    no programa *De Viernes*, a jovem relatou dezenas de episódios traumáticos vividos durante a sua infância na propriedade dos Cantora: os meses de silêncio do tio Agustín, a dureza de Dona Ana Martín Ramos, a constante ausência de     Isabel Pantoja durante as suas digressões pela América Latina, a verdade sobre a sua verdadeira origem peruana escondida durante 7 anos e, sobretudo, a

revelação traumática de que a sua mãe biológica  peruana, Roxana Luke, tentara contactá-la duas décadas após a adoção, e que   Isa Pantoja, num gesto ainda não totalmente compreendido pela imprensa sensacionalista espanhola, se recusara categoricamente a encontrar   a mulher que lhe dera à luz  na maternidade de Lima, a 8 de Novembro de 1995. (Declaração de Isa Pantoja proferida nessa mesma noite.) Sei que ela me amou desde o primeiro momento, mas não sabia como me proteger. Chega a tentar dar mais carinho a um filho adotivo do que a um filho

biológico.   Depois dessa entrevista brutal a 18 de outubro de 2024, no set de *De Viernes*, a relação pública entre   Isabel Pantoja e a sua filha adotiva, Isa, foi destruída para sempre. Isabel não respondeu publicamente às acusações feitas pela filha perante     3 milhões de telespectadores   espanhóis. Não concedeu entrevistas exclusivas a nenhuma revista de fofocas de circulação nacional. Também não apareceu num estúdio de televisão para refutar as declarações de Isa. A cantora sevilhana refugiou-se no silêncio absoluto da propriedade Cantora. Apenas o seu irmão Kiko Rivera, reconciliado com a

sua mãe biológica Isabel Pantoja em 2025      após anos de disputa pública pela herança de Cantora e do toureiro Paquirri, se manifestou publicamente para enviar uma mensagem direta à sua irmã adotiva Isa. Citação reproduzida por Kiko Rivera no programa *De Viernes* em 2025. É preciso engolir o orgulho pelo menos uma vez na vida.

Esta frase de Kiko, carregada de reprovação familiar, resumiu melhor do que qualquer outra a posição actual da família  Pantoja Martín em relação ao rompimento público com Isa.   E neste preciso momento em que ouve estas palavras, a relação entre mãe e filha,            Isabel Pantoja Martín e Isa Pantoja, continua praticamente inexistente. Não há telefonemas semanais, nem visitas a Cantora aos domingos.

Nem sequer há reuniões familiares para  os aniversários do neto Alberto Junior, e nenhuma reconciliação pública está à vista no atual panorama das celebridades espanholas. Para perceber como é que aquela menina peruana, adoptada a 5 de Maio de 1996 em Lima, acabou  por proferir aquela frase brutal perante 3 milhões de telespectadores espanhóis 28 anos depois,  no programa “¡De Viernes!”, é preciso recuar no tempo comigo agora. Recuemos à primeira hora em que a bebé peruana Andrea Celeste Tintaya Luque pisou os azulejos de mármore andaluz do hall principal da

propriedade Cantora. Recuemos até aos primeiros anos da infância daquela menina de cabelos e olhos escuros que cresceria rodeada por uma família cigana andaluza que nunca a aceitou verdadeiramente como mais uma Pantoja.  Regresse ao exato momento em que aquela infância aparentemente perfeita começou a ruir por dentro, sem que ninguém na           propriedade de Cádis se apercebesse a tempo.

Isabel Pantoja Martín chegou a Cantora na tarde de 8 de maio de 1996, com a bebé Andrea Celeste enrolada numa manta de lã andaluza branca. Nessa mesma tarde, a cantora decidiu mudar o nome da menina. A partir desse momento, o bebé peruano passaria a chamar-se Isa Pantoja Martín. E     agora, ouçam atentamente o que aconteceria durante os primeiros 6 anos completos da criação daquela bebé peruana no universo doméstico da propriedade Cantora, porque o biberão das 3 da manhã não seria dado pela própria mãe adoptiva da menina; O pagamento era feito, durante quase 6 anos consecutivos, por uma mulher castelhana empregada como doméstica. A educação diária daquela menina peruana, recém-chegada à

propriedade de Cádis,    não ficou a cargo de      Isabel Pantoja Martín. Na primavera de 1996, a cantora estava no auge absoluto da sua carreira comercial internacional. Tinha grandes digressões agendadas pela Argentina, México e Colômbia. Durante os primeiros anos da infância de Isa, esta mal conseguia dedicar dois ou três dias por mês.

Por isso, Isabel Pantoja delegou completamente a educação diária dos filhos numa criada de Cantora chamada Dulce de la Piedra. Citação reconstruída anos mais tarde por      Isa Pantoja no programa “¡De Viernes!”.   A Dulce alimentava a Isa de     3 em 3 horas. A Dulce mudou-lhe as fraldas. Dulce cantava-lhe canções de embalar castelhanas, para que adormecesse no berço. Dulce era praticamente a  mãe biológica que Isa nunca conheceu na maternidade de Lima.

Com 5 anos de idade, Isabel Pantoja inscreveu Isa numa escola privada britânica situada na cidade de Marbella, em Málaga, uma escola elitista onde estudavam os filhos e filhas das famílias mais ricas da Andaluzia, na Costa do Sol. Aos 5 anos de idade, a  menina peruana parecia ter uma infância de ouro, fotografada por revistas como 10 Minutos, Lecturas, Semana e Hola com a sua mãe   cantora, em momentos de Natal em família         no salão principal da Cantora, vestida com vestidos de veludo vermelho. Mas aquela infância aparentemente dourada da jovem Isa na escola britânica de Marbella escondia um vazio emocional. Durante estes primeiros anos, Isa Pantoja desconhecia uma verdade fundamental sobre a sua própria identidade pessoal. Uma verdade que

Isabel Pantoja Martín decidira esconder-lhe deliberadamente desde o primeiro dia.   Isa Pantoja não sabia que era adotada   .    Isa Pantoja não sabia que tinha nascido numa maternidade em Lima.

Durante os seus primeiros anos na Escola Britânica de Marbella, Isa Pantoja acreditava sinceramente que Isabel Pantoja Martín era a sua mãe biológica, uma crença infantil ingénua que seria desfeita numa tarde comum durante o recreio na escola  britânica.   E agora ouçam-me com atenção, porque aquela tarde, durante o recreio na Escola Britânica de Marbella, seria o momento exato em que a confiança emocional de Isa Pantoja na mulher que se fazia passar por       sua mãe biológica seria destruída para sempre. Um momento que a própria Isa recordaria com a voz embargada 22 anos mais tarde, num aparelho de televisão.

E agora preparem-se, porque o que aconteceu numa tarde de Outubro de 2002 no pátio da     Escola Britânica de Marbella, quando  Isa Pantoja tinha acabado de fazer 7 anos, é um dos momentos mais traumáticos de toda a infância da menina peruana.  Um momento que    Isa Pantoja recordaria 22 anos mais tarde, no estúdio de um programa de sexta-feira à noite da Telecinco, com a voz embargada pela emoção contida. Ouça bem o que estou a dizer.

Naquela tarde de outubro de 2002, no pátio  da Escola Britânica de Marbella, uma colega de turma de Isa Pantoja, uma menina andaluza de 7 anos cujo nome a protagonista desta história nunca quis revelar, aproximou-se de Isa. A colega de turma      ouviu por acaso uma conversa entre os seus pais durante o jantar do sábado anterior, e nessa conversa, surgiu o assunto da adoção da filha  peruana de Isabel Pantoja Martín.

Aquela menina, sem a malícia consciente de um adulto, mas com a brutalidade inocente típica da primeira infância, aproximou-se de Isa Pantoja no parque     infantil e proferiu a frase que mudaria para sempre a vida emocional da protagonista desta história.   Citação reconstruída anos mais tarde por Isa Pantoja no set do programa de sexta-feira. Citação de um colega  da escola britânica. Isa, não és filha verdadeira de Isabel Pantoja. Você é adotado(a).

Os meus pais disseram isso no jantar de     ontem. Isa Pantoja ficou paralisada por alguns segundos ao ouvir aquela palavra que nunca tinha ouvido antes na vida. Adotado  .   Isa Pantoja, que tinha acabado de fazer 7 anos, nem sequer sabia exatamente o que significava aquela palavra em espanhol.

Nessa mesma tarde, quando o motorista particular de Isabel Pantoja a foi buscar ao portão principal da Escola Britânica de Marbella      e a levou de volta para a propriedade Cantora, em Medina Sidonia, a jovem peruana chegou a casa visivelmente perturbada.

Isabel Pantoja estava por acaso em Cantora naquela tarde de outubro, entre as suas viagens pela América Latina, e ao ver a pequena Isa a entrar na sala principal com uma expressão aflita, sentou-se no sofá da família        e acomodou-a no seu colo.   Citação reproduzida anos mais tarde por Isa Pantoja no programa de sexta-feira . Depois, com a voz trémula de uma criança assustada, fez à mulher que considerava a sua mãe biológica a pergunta mais difícil que já lhe tinha feito até àquele momento. ” Mãe, sou  adotada? Uma rapariga da escola disse-me isso, e eu quero saber a verdade.

” Isabel Pantoja Martín ficou paralisada durante alguns segundos no sofá da sala principal da casa de família em Cantora. Aquela espanhola, uma cantora experiente em inúmeras batalhas mediáticas, não tinha preparado uma resposta formal nos últimos 7 anos para aquela questão que sabia   perfeitamente que iria surgir mais cedo ou mais tarde.

Isabel Pantoja tomou uma decisão familiar emocionalmente catastrófica. Ela decidiu mentir à criança. Citação reproduzida anos mais tarde por Isa Pantoja no programa de sexta-feira  da Telecinco.    Isabel Pantoja contou à   pequena Isa, de 7   anos, uma história paralela à realidade histórica, uma citação reconstruída por Isa. Isabel Pantoja disse-lhe nessa tarde: “Sim, minha filha.” Um dia, a minha mãe viajou para o Peru e lá conheceu uma menina muito pequena que não tinha pais.

E a mãe  perguntou àquela menina se queria vir comigo para Espanha  . A menina, que ainda não falava bem espanhol, não me conseguiu responder com palavras, mas abraçou-me com força, e desse abraço peruano soube: “Minha menina, tu e eu somos mãe e filha para sempre.   ” Esta história paralela que Isabel Pantoja contou a Isa, de 7 anos,        marcaria para sempre a confiança emocional da menina peruana.   Porque Isa Pantoja, ao completar 10, 12, 15 e 18 anos, descobriria por conta própria, através de revistas de fofocas espanholas, a brutal verdade escondida pela sua mãe adoptiva: que tinha sido escolhida entre os bebés de um orfanato peruano, que teriam ocorrido alegadas irregularidades administrativas durante o processo de adopção, que Ana Martín Ramos e

Agustín Pantoja Martín discordaram veementemente da decisão de a adoptar e que a sua verdadeira mãe biológica, Roxana Luke, entregara-a a um orfanato oficial peruano devido à extrema pobreza. E agora, ouçam atentamente o que   Isa Pantoja estava prestes a descobrir apenas 3 anos depois daquela tarde de mentiras paralelas no sofá Cantora.   Porque o episódio mais traumático de toda a infância da menina peruana adoptada estava ainda por acontecer na sala de jantar da família cigana andaluza Pantoja Martín.   Um episódio protagonizado pelo irmão biológico mais novo de Isabel Pantoja.   E eis que chega a parte verdadeiramente arrepiante, que

nenhuma avó espanhola que acompanhou os programas de mexericos entre 2005 e 2008 poderia alguma vez esquecer;        porque a doce mentira daquela tarde na sala de estar dos Cantora não foi a única traição emocional que Isa Pantoja viria a sofrer durante os anos seguintes da sua infância no seio do clã cigano andaluz Pantoja Martín. Ouça o que lhe vou contar agora sobre o tio Agustín. No mês de Setembro de 2005, Isa Pantoja acabava de completar 10 anos na propriedade da Cantora.

A jovem      peruana, já identificada como “Chabelita” pela imprensa espanhola de mexericos, começava a ser fotografada com frequência pelos paparazzi posicionados no portão principal da propriedade em Cádis.         E foi precisamente nesse mês de setembro de 2005, quando Isa completou 10 anos, que ocorreu    o episódio mais traumático de toda a sua infância.

Episódio que contaria com a participação do irmão mais novo de Isabel Pantoja Martín, o tio   Agustín Pantoja Martín. Desde esse mês de Maio de 1996, desde o dia em que Isabel Pantoja desembarcou do avião da Iberia com o bebé peruano nos braços, que o tio Agustín Pantoja Martín demonstrava um desprezo persistente e uma rejeição carregada da superioridade andaluza-cigana do apelido Pantoja em relação a uma rapariga peruana desconhecida que considerava uma intrusa no clã familiar.

Citação reconstruída anos mais tarde pelo jornalista Kiko Matamoros no programa “Ni que fuéramos” do Canal 13 de Televisão.   Segundo Matamoros, o tio Agustín passou nove anos a acumular frustrações internas em relação à sua sobrinha peruana adotiva. E             no mês de Setembro de 2005, coincidindo com o décimo aniversário da Isa, o tio Agustín tomou uma decisão familiar que marcaria para sempre o coração daquela menina peruana. Citação reproduzida por Isa Pantoja. Nos bastidores do programa “De Viernes”.

O tio Agustín Pantoja Martín decidiu deliberadamente parar de falar com Isa. Interrompeu-a, deixou de a cumprimentar diariamente, suspendeu a saudação matinal no pequeno-almoço da família     Cantora e retirou o beijo castelhano obrigatório na face direita nos aniversários da família. Negou-lhe absolutamente toda e qualquer interação humana básica em família durante meses inteiros   .

Aqueles meses de silêncio absoluto do  tio Agustín Pantoja Martín em relação a Isa Pantoja, quando a menina peruana acabara de completar 10 anos, marcariam para sempre o coração emocional da protagonista desta história.   Isa Pantoja costumava sentar-se todas as manhãs à mesa do pequeno-almoço       familiar, na sala de jantar principal de Cantora.

A Dona  Ana Martín Ramos sentou-se à cabeceira da mesa. O  tio Agustín Pantoja Martín sentava-se em frente a Isa, e a menina peruana adoptada de 10 anos cumprimentava-os todas as manhãs ao pequeno-almoço com uma tímida saudação castelhana. A Dona Ana respondia-lhe bruscamente.

Isabel respondia distraidamente se estivesse        em casa. O tio Agustín, sentado exactamente em frente a Isa com um copo de sumo de laranja fresco na mão direita, não respondia com absolutamente nada, nem com a saudação matinal ao pequeno-almoço em família, nem com a despedida durante os almoços na sala de jantar principal.

E, claro, nunca se deu ao trabalho de perguntar: “Como estás, sobrinha? ”   Durante os lanches em     família na sala de estar dos Cantora, como se aquela menina peruana adoptada, sentada à sua frente na mesa de jantar da  família, não existisse dentro do       universo emocional do cantor melódico andaluz, e a parte mais brutal de toda aquela história familiar. Isabel Pantoja Martín, mãe adoptiva de Isa, a mulher que assinou os documentos de adopção a 2 de Maio de 1996, perante a juíza Margarita Aguirre, em Lima, nunca defendeu a menina peruana.   Durante aqueles meses de silêncio absoluto do tio Agustín, Isabel Pantoja Martín fingia não ver nada durante

os pequenos-almoços de família na sala de jantar principal de Cantora.  Isabel Pantoja Martín mudava de assunto sempre que Isa, timidamente, tentava abordar o silêncio do tio. Isabel Pantoja Martín, em vez de proteger emocionalmente a menina peruana que tinha adoptado em Lima nove anos antes, optou por manter a paz no seio do clã    cigano andaluz Pantoja Martín, em vez de confrontar abertamente o seu próprio irmão biológico. Aquela infância castelhana de silêncios quebrados e histórias paralelas adocicadas no seio do clã cigano andaluz Pantoja Martín. Aqueles anos em que Isa cresceu praticamente em solidão emocional na propriedade dos

Cantora, rodeada de tios que a desprezavam por  não ter o sangue da família, marcariam para sempre a forma como Isa Pantoja se relacionava com os homens desde o momento em que chegou à adolescência em Sevilha. E agora, ouçam com atenção, porque os namorados adolescentes de    Isa Pantoja durante os anos de 2010, 2012 e 2015, todos eles, sem exceção, se sentaram anos mais tarde num estúdio da Telecinco para vender as intimidades da jovem adotada por Isabel Pantoja a 3 milhões de telespectadores espanhóis. Ouça,

Isa Pantoja procurava afeto masculino desde muito nova.   Nos seus primeiros romances adolescentes, ela procurava afeto de uma forma quase desesperada.   Procurou uma figura paterna substituta que nunca tivera dentro do clã Pantoja   Martín, uma vez que Paquirri falecera  na praça de touros de Pozoblanco 11 anos antes da adoção, e um tio Agustín passara anos inteiros sem lhe dirigir uma única palavra ao pequeno-almoço de família na sala de jantar principal de Cantora. O primeiro relacionamento público de Isa Pantoja aconteceu quando completou 15 anos, em 2010. Chamava-se

Manuel Amador, um rapaz andaluz de 18 anos, natural de Málaga, que trabalhava como empregado de mesa       nos terraços de verão de Marbella na altura.   Manuel Amador e a adolescente “Chabelita” viveram um romance de apenas 6 meses, e quando o casal se separou devido a um choque de personalidades, Manuel Amador tomou a decisão mais infeliz da sua vida pessoal    .

Estava sentado no sofá do estúdio do programa “Sálvame Deluxe”, da     Telecinco, quando vendeu ao realizador do programa detalhes íntimos e privados sobre a sua relação na adolescência com a filha adotiva de Isabel Pantoja, e recebeu uma quantia não divulgada por esta entrevista exclusiva para a televisão. Pantoja, que tinha acabado de completar 16 anos, teve de assistir pela primeira vez na televisão da família em Cantora à transmissão em directo, para 3 milhões de telespectadores espanhóis, de todas as conversas privadas que tiveram durante a relação de seis meses do

seu primeiro amor adolescente. O sentimento de traição emocional foi absoluto e, com apenas     17 anos, no outono de 2012,    Isa Pantoja iniciou outra relação amorosa que marcaria para sempre a sua vida familiar. Chamava-se  Alberto Isla, um rapaz de 21 anos de Cádis, oriundo de uma família humilde da capital, que vivia     uma vida tranquila, longe dos holofotes da imprensa sensacionalista espanhola. Alberto Isla e a jovem Chabelita viveram os primeiros meses do namoro praticamente em segredo, escondendo-se dos paparazzi posicionados no portão principal da propriedade dos Cantora.   Mas, apenas seis

meses após o início da relação, na primavera de 2013, Isa Pantoja descobriu por acaso, após um atraso menstrual, a notícia que mudaria para sempre a       sua relação com Isabel Pantoja. Martín. Isa Pantoja, que tinha acabado de completar 17 anos, estava grávida do primeiro filho biológico de Alberto Isla. A gravidez de Isa Pantoja na adolescência fez as capas de todas as revistas de fofocas espanholas durante o mês de maio de 2013.

Isabel Pantoja Martín soube da notícia ao ler a chamada de capa da revista 10 Minutos nessa mesma semana;  Como a própria Isa revelou anos mais tarde em várias entrevistas televisivas, a reação da cantora sevilhana à gravidez na adolescência da  sua filha adotiva   foi absolutamente devastadora.  Isabel Pantoja Martín não acompanhou Isa às suas consultas ginecológicas pré-natais. Não comprou o enxoval do bebé com antecedência. Nem sequer participou na escolha do nome do seu futuro neto.   O bebé nasceu no outono de 2013 num hospital privado

da capital, Sevilha, e recebeu o nome de   Alberto Junior em homenagem ao seu pai biológico. Isa Pantoja, recém-chegada aos 18 anos e com um bebé recém-nascido nos braços, tomou a decisão familiar mais difícil da sua vida até então. Ela deixou a  propriedade Cantora em Medina Sidonia.

Mudou-se para um pequeno apartamento alugado em Cádis com Alberto Isla e decidiu construir por conta própria a família        biológica que a propriedade da família Pantoja Martín nunca lhe tinha sido capaz de lhe oferecer. Mas a relação com Alberto Isla chegou ao fim apenas 18 meses após o nascimento do pequeno Alberto Júnior, devido a rumores bem fundamentados de infidelidade por parte do homem de Cádis.

E depois deste fim de namoro na adolescência, Isa Pantoja iniciou uma série de romances públicos que constantemente estampavam as capas das revistas de fofocas espanholas           . Alejandro Albalá, um rapaz de Santander que saiu da sua cidade natal para se mudar primeiro para Sevilha e depois para Londres para viver com Isa.   Omar Montes, cantor de música urbana radicado em Madrid; Fausto Cabrera, irmão biológico da modelo Techi; e Tony Casetas, o conhecido influenciador de Barcelona.

Cada uma destas relações públicas terminou exatamente da mesma forma:    o namorado da vez sentado num estúdio da Tele 5, Cuatro ou La Sexta, expondo todas as intimidades da relação a milhões de telespectadores espanhóis em troca de dinheiro. O sentimento de traição emocional acumulado no coração de   Isa Pantoja durante aqueles anos de relações falhadas atingiria níveis absolutamente insuportáveis.

Foi na primavera de 2019, aos 23 anos e com o pequeno Alberto Junior de 5 anos, que Isa Pantoja conheceu finalmente o homem que marcaria definitivamente a sua vida amorosa adulta . O seu nome era Asraf Beno, um modelo de 23 anos de Ceuta, filho de pais marroquinos que imigraram para a cidade autónoma           de Ceuta, e que trabalhava como modelo de passerelle em desfiles de moda na capital, Madrid.   Asraf Beno e Isa Pantoja conheceram-se por acaso no set de um programa de televisão do Channel 4. E desde o primeiro encontro, a ligação emocional entre eles foi tão absoluta que

Isa Pantoja tomou uma decisão familiar rápida.   Apresentou publicamente a         modelo de Ceuta como a sua nova parceira romântica oficial. Foi viver com ele para um apartamento espaçoso na capital, Madrid, e decidiu construir com Asraf Beno a família biológica estável que nunca tinha conseguido ter    com os seus namorados anteriores.

E agora, ouçam-me com atenção, porque há um pormenor obscuro sobre a vida de Isa Pantoja que a maioria do público dos programas de mexericos    espanhóis desconhece por completo . Um pormenor que Isabel Pantoja Martín tentou esconder durante quase 30 anos. Um pormenor que tem a ver com o nome de um presidente peruano condenado por crimes contra a humanidade, um conselheiro presidencial preso por corrupção e um orfanato oficial em Lima onde os procedimentos administrativos legais exigidos pelo acordo bilateral hispano-peruano foram praticamente ignorados. E agora, preparem-se.

Porque para compreender completamente porque é que     Isa Pantoja acabou por proferir aquela frase devastadora no programa “Telecinco Friday” de 18 de outubro de 2024, é preciso voltar comigo à origem brutal de toda esta história da família castelhana.

É preciso recuar ao mês de abril de 1996, a um voo da companhia aérea Iberia na rota Madrid-Lima, a um orfanato peruano       na capital da República do Peru e ao nome de um presidente peruano acusado das maiores irregularidades administrativas de toda a história da América Latina no século XX. Ouçam com atenção o que vos vou contar agora sobre a adopção irregular de     Isa Pantoja. No mês de outubro de 1995, Isabel Pantoja Martín acabava de completar 39 anos. Era viúva há 11 anos, desde o falecimento do toureiro Francisco Rivera Pérez “Paquirri”.

Criava sozinha      o seu primogénito biológico, Kiko Rivera — então popularmente conhecido por Paquirrin —, um rapaz andaluz de        11 anos . E ela sentiu uma crescente necessidade emocional no fundo do seu coração. Isabel Pantoja Martín queria voltar a ser mãe. Queria uma menina pequena para partilhar as tardes em família no salão principal de Cantora, mas enfrentou dois problemas legais insuperáveis.

Em primeiro lugar, ela não tinha um parceiro romântico    oficial naquela altura    . Em segundo lugar, a legislação espanhola vigente não permitia que as mulheres viúvas adotassem bebés unilateralmente em território nacional. Foi precisamente durante estes meses que Isabel Pantoja Martín ouviu pela primeira vez, num   programa de rádio da Cadena SER, sobre o acordo internacional Espanha-Peru de 1995.

Um acordo bilateral assinado pelo governo espanhol e pelo governo peruano de Alberto Fujimori, que permitiu aos cidadãos    espanhóis adoptar crianças  peruanas em situações formais de abandono. Um acordo que não exigia ter um parceiro romântico oficial no país de adoção. Um acordo que apenas exigia ter pelo menos 35 anos de idade e estar em condições económicas, físicas e psicológicas comprovadamente boas. Isabel Pantoja Martín, recém-chegada aos 39 anos, com uma conta bancária multimilionária proveniente de concertos internacionais e uma saúde física perfeita, cumpriu absolutamente todos os requisitos exigidos pelo acordo bilateral

hispano-peruano e tomou uma decisão familiar que marcaria para sempre a história das celebridades espanholas durante os próximos     30 anos. Iria viajar pessoalmente para Lima, na República do Peru, para adotar uma menina peruana. De um orfanato local da capital.

E aqui entra a parte negra, porque o processo de adopção que        Isabel Pantoja Martín iria assinar naqueles meses em Lima — aqueles 7 meses de procedimentos administrativos peruanos anormalmente rápidos — escondia por detrás de si uma rede de nomes poderosos no Peru que só começaram a vir a público 20 anos depois dos acontecimentos.   Escute-me. Às primeiras horas da manhã de segunda-feira, 8 de abril de 1996, Isabel Pantoja Martín embarcou num voo regular da companhia aérea Iberia com destino à cidade de Lima. O voo descolou do Aeroporto Internacional de Madrid-Barajas às 23h30, hora

espanhola. A cantora viajou acompanhada por uma mulher em quem confiava pessoalmente, chamada María Navarro. Aterraram no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, na cidade de Lima.

Por volta das 10 horas da manhã do dia seguinte, hora peruana, Isabel Pantoja transportava na sua mala principal uma pasta de couro castanho com toda a documentação oficial exigida pelo acordo bilateral hispano-peruano: certificados de solvabilidade financeira assinados pelo Banco Santander, na capital Sevilha.   Relatórios médicos atualizados do Hospital Quirón, uma instituição privada em Madrid.   Certificados de boa conduta emitidos pela Guarda Civil Espanhola e uma    procuração assinada pela própria      Isabel Pantoja, delegando a gestão administrativa completa do processo no seu representante peruano.   E aqui reside a parte mais negra de toda esta história espanhola, porque o processo administrativo para a adopção de bebés peruanos por cidadãos espanhóis, estabelecido no

acordo bilateral hispano-peruano de 1995, tinha, em média, uma duração de   dois anos completos. Dois anos de procedimentos administrativos peruanos, verificação de documentos, visitas presenciais ao orfanato oficial peruano, relatórios psicológicos, avaliações financeiras e reuniões com o juiz         peruano competente. Mas o processo de adoção de Isabel Pantoja Martín em Lima durou apenas 7 meses inteiros. 7 meses, quatro vezes mais rápido do que a duração média da regulamentação legal. E esta extraordinária celeridade administrativa peruana levantou suspeitas justificadas nos meios jurídicos peruanos desde o momento em que

ocorreu. Suspeitas que explodiriam publicamente 20 anos depois, em  2016, quando um ex-polícia peruano, que tinha trabalhado durante os anos 90 como motorista privado e guarda-costas de Isabel Pantoja durante as viagens da cantora a   Lima, deu uma entrevista bombástica a um órgão de imprensa de investigação peruano.

Uma citação direta reproduzida anos mais tarde por este ex-polícia peruano, cuja identidade foi protegida pelo veículo de comunicação social por motivos de segurança    pessoal. Esta mulher peruana afirmou publicamente ter sido testemunha direta e pessoal        dos pagamentos em dinheiro efetuados por representantes pessoais de Isabel Pantoja Martín a funcionários administrativos do governo peruano de Alberto Fujimori durante os meses de tramitação do processo oficial. Subornos alegadamente destinados a acelerar o processo de adoção administrativa.

Subornos alegadamente destinados a evitar as rigorosas verificações documentais exigidas pelo acordo bilateral,     e subornos alegadamente relacionados com a figura do conselheiro presidencial Vladimiro Montesinos, então braço direito do presidente Alberto Fujimori e, nesses anos, o verdadeiro gestor paralelo de todas as irregularidades   administrativas do governo peruano.

Isabel Pantoja Martín sempre negou categoricamente, ao longo dos últimos 30        anos, qualquer tipo de ligação pessoal direta com o regime político peruano de Alberto Fujimori. Ela também negou os pagamentos em dinheiro e descreveu as alegações do ex-   oficial peruano como uma série de mentiras difamatórias sem qualquer base documental verificável.

Para além das alegadas irregularidades administrativas peruanas investigadas, o ponto central de toda esta história espanhola ocorreu na sexta-feira, 12 de Abril de 1996, no interior de um orfanato oficial peruano    na capital Lima. Isabel Pantoja Martín, acompanhada pelo seu representante    peruano e pela sua mulher de confiança, María Navarro, entrou pela porta principal do orfanato nessa mesma manhã. Correu pelas divisões comuns com berços de grades brancas, onde dormiam os bebés  peruanos em situação de abandono formal.

E eis que surge a cena mais cinematográfica de todo o processo irregular de adoção      de Isabel Pantoja.   Uma citação direta reconstruída anos mais tarde pela própria Isa Pantoja no set do programa de sexta-feira da Telecinco. Citação de Isa Pantoja. Anos mais tarde, a minha mãe contou-me que havia muitos bebés no orfanato peruano , que passava pelos berços com a      representante peruana ao seu lado, que lhe explicava a situação de cada bebé, que havia muitos rapazes peruanos e que ela queria especificamente uma menina. E quando chegou junto de Mikuna, ela simplesmente disse esta frase, uma citação direta de Isabel Pantoja Martín. Esta vai comigo. Isa Pantoja,

então uma bebé peruana que tinha acabado de completar 5 meses de idade e cujo nome biológico oficial era Andrea Celeste Tintaya Luke, tinha o cabelo curto e preto e pequenas falhas visíveis no couro cabeludo, típicas dos bebés   peruanos desnutridos devido à extrema pobreza económica das famílias humildes de Lima.

Em meados da década de 90, Isabel Pantoja Martín comoveu-se com aquele bebé peruano de cabelos escuros e olhos escuros, que a fitava do berço de grades brancas do orfanato de Lima,     e nessa mesma tarde assinou os primeiros documentos administrativos do processo formal de adoção perante a juíza peruana Margarita Aguirre.     O processo oficial acelerou consideravelmente durante os 20 dias seguintes de procedimentos burocráticos peruanos.

A 2 de maio de 1996, a juíza Margarita Aguirre assinou a sentença oficial declarando Isabel Pantoja Martín a mãe adotiva legal do bebé peruano. A 8 de maio de 1996, Isabel Pantoja Martín   aterrou no Aeroporto Internacional de Madrid-Barajas com a   bebé peruana Andrea Celeste, envolta numa manta de lã andaluza branca.

O rei Juan Carlos I de Espanha, Sua Majestade, enviou um ramo de flores frescas no dia seguinte para a casa da família, felicitando a cantora sevilhana pela    adoção bem-sucedida. E ali, junto ao voo regular da Iberia de 8 de Abril de 1996, junto ao      orfanato peruano na capital Lima, onde Isabel Pantoja proferiu a frase “Aquela vem comigo”, entre os berços com grades brancas, junto às alegadas irregularidades administrativas do governo peruano de Alberto Fujimori e Vladimiro Montesinos, junto ao parque infantil da Escola Britânica de Marbella, onde uma colega de turma de 7 anos  revelou a Isa que era adoptada  .

Ao lado do silêncio brutal  do tio Agustín Pantoja Martín durante meses, quando a menina  tinha apenas 10 anos de idade;   junto ao portão de ferro forjado da propriedade Cantora, que Isa saltou naquela manhã de 2020, grávida do seu primeiro filho com Asraf Beno; junto à Hacienda Al-Baraka em Utrera, onde Isa casou com Asraf sem a presença de        Isabel Pantoja; e ao lado do estúdio do programa de sexta-feira da Telecinco, onde Isa soltou aquela frase devastadora sobre ser adotada como alguém que abandona um cão. A história completa da menina peruana Andrea Celeste Tintaya Luke, hoje universalmente conhecida como Isa Pantoja Martín, está finalizada. Pense agora na sua própria filha, na sua própria neta. Pensem naquela jovem peruana, Andrea Celeste, que chegou a Espanha a

8 de maio de 1996, nos braços de um cantor viúvo, envolta numa manta de lã andaluza branca. Pense-se em  Isabel Pantoja Martín, a castelhana que, tendo acabado de completar 39 anos, decidiu voar até à capital peruana para escolher pessoalmente um    bebé peruano entre os berços de grades brancas de um orfanato em Lima .

Pense-se na Dona Ana Martín Ramos, aquela matriarca cigana sevilhana que desprezou      a sobrinha peruana adoptada desde o primeiro dia por esta não ter o sangue da família Pantoja.   Pense-se no tio Agustín Pantoja Martín, aquele cantor andaluz de sucesso moderado que se recusou a falar com a menina Isa durante meses inteiros, quando ela mal tinha completado 10 anos.

Pense-se em Roxana Luke, aquela mãe peruana biológica que ainda vive em Lima, a criar outros três filhos, sabendo que a        filha que entregou ao orfanato oficial peruano há 30 anos rejeitou pessoalmente um pedido de reencontro emocional entre mãe biológica e filha adotiva. E compreenderá porque é que esta história ainda emociona até as lágrimas das avós espanholas. Cada vez que Isa Pantoja se   senta no estúdio de um programa de fofocas para falar publicamente sobre a relação conturbada com a mulher que a adotou em Lima. Porque esta história não se resume apenas a uma menina peruana adotada por um cantor viúvo há 30 anos. Trata-se da história de famílias humildes peruanas que, há 30 anos, tiveram de entregar os seus

bebés recém-nascidos a orfanatos oficiais de Lima devido à extrema pobreza          . Trata-se dos tios ciganos castelhanos que desprezaram as sobrinhas adotivas durante décadas por não transportarem o sangue sagrado da família.

Trata-se de mães adotivas famosas que esconderam a brutal verdade sobre as suas origens biológicas das suas próprias filhas pequenas durante   sete longos anos. Trata-se dos portões de ferro forjado das propriedades andaluzas que as filhas adotivas grávidas tinham de saltar a meio da noite.

Trata-se dos casamentos de filhas adotivas a que mães biológicas famosas optaram por não comparecer, e trata-se de todas nós,   mães espanholas do século XXI, a carregar histórias familiares que foram silenciadas durante anos. Isa Pantoja Martín tem atualmente 28 anos e 8 meses de idade. É ainda casada com o modelo de Ceuta, Asraf Beno.   Ainda vive com ele na capital, Madrid, criando o  filho Alberto Junior, nascido em 2013, e esperando o segundo filho biológico, previsto para 2025.

A sua relação pública com      Isabel Pantoja Martín, a espanhola que a adotou pessoalmente      em Lima a 8 de maio de 1996, continua praticamente inexistente.    Não aceitamos chamadas telefónicas aos domingos.   Não há visitas familiares a Cantora aos fins de semana, nem reuniões familiares para os aniversários do seu neto Alberto Junior; E a sua relação pessoal com a sua verdadeira mãe biológica do Peru, Roxana Luque, a humilde mulher que lhe deu à luz numa maternidade de Lima a 8 de Novembro de 1995, continua a ser absolutamente inexistente por decisão pessoal de

Isa Pantoja.   Se esta história espanhola o fez pensar numa filha adotiva da sua própria família que ainda não acolheu por completo, faça-o hoje antes que seja tarde demais. Antes que mais um portão de ferro forjado de uma qualquer propriedade andaluza  tenha de ser saltado por outra filha grávida, desesperada por falar com a sua mãe adoptiva; antes de outra cantora      famosa decidir não comparecer ao casamento íntimo  da sua própria filha adoptiva em qualquer outra propriedade rural em qualquer outra Utrera; antes que outra menina peruana adoptada

tenha de se sentar no estúdio de um qualquer talk show, num qualquer canal de TV, para confessar perante 3 milhões de espectadores hispânicos que a sua própria mãe a adoptou e depois a abandonou como um cão à beira de uma estrada. E inscreva-se se quiser que continuemos a contar as      histórias mais secretas das celebridades espanholas, aquelas que mais ninguém se atreve a revelar.   Sim.

 

 

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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