O FIM ATERRORIZANTE de Michael Jackson – O que o SISTEMA Silenciou – H

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O que o médico pessoal de Michael Jackson estava fazendo nos minutos antes de chamar o socorro? O que ele falou e o que ele escondeu que mudou tudo nessa história e por o maior artista pop do mundo morreu sozinho num quarto de mansão sem ninguém do lado. Fica aqui que esse vídeo vai fundo em tudo que aconteceu de verdade no dia 25 de junho de 2009 e que não te contaram. Bora lá.

Infância e o prodígio do Jackson 5. Gary, Indiana, 1958. Se você nunca ouviu falar de Gary, é porque não tem muito o que falar mesmo. Uma cidade industrial no estado de Indiana, coberta por fumaça de fábrica, ruas cinzentas e um sentimento constante de desgaste, violência, pobreza, desemprego.

Foi ali numa casa pequena de dois quartos, onde nove pessoas se apertavam todos os dias, que Michael Jackson nasceu. O pai Joey Jackson trabalhava numa siderúrgica. passava horas cercado por metal, calor e barulho ensurdecedor. Mas dentro dele existia outra ambição. Joy queria ter sido músico, queria ter vivido da música, tentou com sua banda anos antes, mas o sonho não foi pra frente.

E então ele decidiu que os filhos chegariam onde ele não conseguiu chegar, custasse o que custasse. E custou muito. Desde muito pequeno, Michael já demonstrava um talento que parecia absurdo até para quem convivia com ele todos os dias. Não era apenas uma criança talentosa, era algo raro. Ele ouvia uma música uma única vez e conseguia reproduzir ritmo, melodia e entonação com uma naturalidade assustadora.

O corpo dele parecia entender a música antes mesmo da mente processar. Enquanto outras crianças brincavam na rua, Michael passava horas observando os irmãos ensaiarem. Com apenas 4 anos, imitava Tito na guitarra. Com cinco, cantava em frente ao espelho com uma concentração incomum para alguém tão novo. Não parecia uma criança brincando de artista, parecia alguém trabalhando.

Joey percebeu isso rápido e, ao invés de proteger aquele talento, ele explorou. Os ensaios dentro da casa do Z. Jackson eram descritos pelos filhos como ambientes de tensão constante. Joy exigia perfeição, não aceitava erros, gritava. humilhava, batia, chamava Michael de feio, criticava o nariz dele, fazia comentários que ficariam marcados na cabeça do garoto pelo resto da vida.

Às vezes era um cinto, às vezes qualquer objeto que estivesse por perto. Décadas depois, numa entrevista para Opera Winfrey, Michael admitiu que sentia medo físico do pai. Disse que quando Joey entrava no quarto, o coração disparava. O simples som dos passos dele já era suficiente para causar ansiedade. Mas o mundo não via nada disso.

O mundo via o Jackson Five. via cinco garotos talentosos cantando músicas alegres na televisão, coreografias sincronizadas, carisma e sucesso. Em 1969, com o Michael tendo apenas 11 anos, o grupo assinou contrato com a Moto Records. E então aconteceu algo raro. A primeira música I want back chegou ao número um das paradas americanas.

Depois veio ABC. Depois The Love You Save. Três sucessos gigantescos em sequência. Na frente do grupo, o menino magro, tímido e absurdamente talentoso, com uma voz que parecia impossível para alguém daquela idade. Michael era a estrela e Joy sabia disso. Enquanto outros garotos jogavam bola na rua ou iam ao cinema pela primeira vez, Michael estava entrando em ônibus de turnê, aeroportos, hotéis e programas de televisão.

Enquanto outras crianças aprendiam a fazer amigos, ele aprendia a ensaiar até a exaustão. Ele via casais se beijando nos corredores dos hotéis e não entendia aquilo direito porque simplesmente não teve tempo de viver uma infância normal. Não teve rotina comum, não teve privacidade, não teve liberdade para descobrir quem era longe dos holofotes.

Anos mais tarde, já adulto, Michael admitiria o peso disso tudo. Eu choro muitas vezes quando fico sozinho pensando nisso. E talvez essa seja uma das frases mais importantes para entender quem Michael Jackson realmente era por trás da imagem pública. Porque a fama cresceu, o sucesso cresceu, o mito cresceu, mas aquela ferida da infância nunca cicatrizou.

Ascensão solo de After Wall ao Thriller. ; Avançamos para 1979. Michael Jackson tinha 21 anos. E mesmo já sendo famoso desde criança, a verdade é que o mundo ainda não fazia ideia do que estava prestes a acontecer. Até aquele momento, Michael era visto como o garoto prodígio do Jackson 5, só que ele queria mais, muito mais.

E foi nessa fase que surgiu um dos encontros mais importantes da história da música, Michael Jackson e Quincy Jones. Quincy já era uma lenda da indústria musical. Tinha trabalhado com nomes como Frank Sinatra e Code Base. Era respeitado por praticamente todo mundo no meio artístico. Quincy percebeu que Michael não era apenas um cantor talentoso, era uma combinação quase impossível de voz, ritmo, sensibilidade musical e presença magnética.

Daquelas pessoas que entram numa sala e puxam imediatamente toda a atenção sem ter de tentar. E talvez, mais importante do que isso, Michael tinha fome. Fome de provar que podia ser maior do que qualquer expectativa colocada sobre ele. Juntos, os dois lançaram Off a Parede. O álbum misturava Funk, Soul, Disco e Pop, de uma forma extremamente moderna para a época.

Era dançante, sofisticado e cheio de personalidade. E o público respondeu de imediato: Mais de 20 milhões de cópias vendidas. Rits a tocar na rádio o tempo inteiro. Michael começava finalmente a deixar de ser o rapaz dos Jackson Five para se tornar um artista próprio. Mas havia um problema. Apesar do sucesso gigantesco, Michael sentiu que a indústria ainda não levava-o tão a sério como devia, especialmente o Grammy.

O álbum recebeu reconhecimento, mas não da forma que ele esperava, e aquilo mexeu profundamente com ele. Michael acreditava que Off the Wall merecia muito mais. A frustração passou a combustível e dois anos depois essa raiva saiu em forma de arte. thriller. E talvez não exista uma palavra suficiente para descrever o impacto que este álbum teve na cultura pop.

Foi um fenómeno global. As músicas estavam em todo o lugar. Rádio, televisão, festas, automóveis, lojas, discotecas. Parecia impossível escapar a Michael Jackson nesse período. Billy Jean Birit, Wanna Be Starting Something, Thriller, canções que passaram a fazer parte da cultura mundial. E depois veio o videoclipe de Thriller realizado por John Ls.

O clipe tinha mais de 14 minutos de duração, narrativa cinematográfica, maquilhagem de filme de terror e coreografias que seriam imitadas durante décadas. Aquilo praticamente reinventou o conceito de videoclipe. Já não era um artista cantando para a câmara, era um espetáculo. O impacto foi tão absurdo que Thriller se tornou e continua a ser até hoje o álbum mais vendido da história da música.

Mais de 70 milhões de cópias comercializadas no mundo inteiro. Um número tão gigantesco que parece quase irreal. E depois veio o Moonwalk. 25 de março de 1983. Especial comemorativo da Motol na televisão americana. Michael sobe ao palco para cantar Billy Jeans ao vivo pela primeira vez. O público já estava animado, mas ninguém estava preparado para o que aconteceria nos segundos seguintes.

Em determinado momento da apresentação, Michael roda, para e desliza para trás como se o chão tivesse transformado em gelo, como se a gravidade tivesse deixou de funcionar durante alguns instantes, como se o corpo humano simplesmente não devesse ser capaz de fazer aquilo. O estúdio explodiu, as pessoas gritavam, os músicos olhavam sem acreditar.

E, segundo relatos da época, o telefone da emissora ficou congestionado de tanta gente a ligar para perguntar o que tinha acabado de ver. Nessa noite, Michael Jackson deixou de ser apenas uma estrela. Ele era agora um fenómeno cultural. Virou referência. Michael Jackson era o rei do pop e o planeta inteiro sabia disso. ; O preço da fama, das cirurgias, do vitiligo e isolamento.

; Mas por detrás do espetáculo, algo começava a quebrar, porque a fama de Michael Jackson não era uma fama normal, não era só sucesso, era uma coisa quase desumana. Michael não conseguia andar na rua como uma pessoa comum, não conseguia entrar num restaurante, fazer compras ou simplesmente existir em público sem transformar um ambiente inteiro numa cena de caos.

Quando ele aparecia, multidões formavam-se em minutos. Existem relatos de pessoas a arranhar o O carro de Michael com as unhas apenas para dizer que tocaram algo que pertencia-lhe. Outras guardavam copos, guardanapos ou qualquer objeto que tivesse passado pela mão dele, como se fossem relíquias religiosas. A certa altura, Michael deixou de ser tratado como ser humano.

Enquanto o mundo via um homem praticamente sobrenatural, por dentro, as feridas da infância continuavam abertas. As humilhações do pai, as cobranças, a insegurança com a própria aparência, a sensação constante de nunca ser bom o suficiente. Tudo aquilo ainda existia. Foi nesta altura que Michael começou a mudar fisicamente.

Primeiro veio a rinoplastia. Michael dizia que a cirurgia aconteceu por necessidade médica após ter partido o nariz durante uma apresentação. E, de facto, problemas respiratórios foram por ele referidos em entrevistas, mas depois veio outra cirurgia. E depois mais uma. Com o passar dos anos, o rosto que aparecia em revistas e programas de televisão parecia mudar constantemente, parecia cada vez mais distante daquele miúdo de Gary. E a imprensa percebeu isso rapidamente.

Qualquer mínima alteração acabava em manchetes sensacionalistas. Só que em meados dos anos 80 surgiu outro fator importante nesta transformação, o diagnóstico de vitiligo, uma doença autoimune que destrói os pigmentos naturais da pele, provocando manchas claras que podem tornar-se espalhar de forma irregular e irreversível pelo organismo.

Michael revelou publicamente a condição anos mais tarde numa entrevista com Opera Winfrey em 1993. Mas, nessa altura, uma boa parte do público já tinha escolhido a narrativa que queria acreditar. Diziam que Michael queria ser branco. Diziam que odiava a própria raça, diziam que estava pagando quem era. E a crueldade da imprensa nesse período foi brutal.

Os programas de televisão zombavam da aparência dele. Os tabloides transformavam cada detalhe da vida de Michael em piada. Cartoons, manchetes e rumores circulavam praticamente todos os dias. Quanto mais famoso se tornava, mais isolado parecia. E talvez tenha sido precisamente desse isolamento que nasceu Neverland Hch, uma propriedade gigantesca na Califórnia, construída quase como um mundo paralelo.

Parque de diversões, jardim zoológico, cinema privado, carril de comboio, brinquedos. Era como se Michael tivesse tentado construir fisicamente a infância que nunca pôde viver. Uma fantasia em tamanho real, um lugar onde pudesse escapar da pressão absurda do lado de fora. Só que dentro daquele universo aparentemente mágico, outra coisa começou a crescer silenciosamente.

A dependência. Michael lidava com dores físicas constantes por causa do ritmo intenso de apresentações e ensaios. Sofria com insónia severa, ansiedade, exaustão emocional, um cansaço que parecia nunca ir embora. E à sua volta existia uma máquina inteira interessada em mantê-lo funcionando.

Empresários, médicos, funcionários, produtores, executivos. Porque Michael Jackson não podia parar. Havia contratos, digressões, publicidade, milhões de dólares envolvidos. Então, quando não conseguia dormir, davam-lhe medicamentos. Quando o corpo começava a falhar, aumentavam as doses. Muita gente à sua volta não perguntava: “Michael, está bem?” A pergunta era: “Michael consegue continuar?” E se continuar significasse funcionar à base de medicamentos, então que fosse com medicamentos? As acusações de abuso.

; Em 1993, o mundo parou porque até àquele momento Michael Jackson parecia intocável. Estranho para alguns, sim, excêntrico, sem dúvida. Mas ainda assim as polémicas não tinham atingido o seu ápice e então veio a acusação que mudaria a sua imagem para sempre. Jordan Chandler, um miúdo de 13 anos, filho de um médico dentista de Bevery Hills, acusou Michael de abuso sexual. A notícia explodiu.

Telejornais interrompiam a programação para falar do caso. Os programas de fofoca tratavam cada rumor como facto consumado. A imprensa enlouqueceu. A polícia iniciou investigações. A opinião pública começou a escolher lados e o mundo passou a julgar Michael antes mesmo de qualquer tribunal chegasse a uma conclusão. Michael negou tudo de forma categórica.

Disse que estava a ser alvo de extorção e que a sua vida estava a ser destruída diante das câmaras. O caso acabou por ser encerrado fora da esfera criminal através de um acordo civil milionário. Cerca de 23 milhões de dólares pagos à família de Chandler sem admissão formal de culpa.

E foi aí que a opinião pública dividiu-se de vez. Para muita gente, aquele acordo parecia uma confissão indireta, uma tentativa de evitar julgamento, uma admissão silenciosa. Para outros, era o gesto de alguém emocionalmente destruído, tentando encerrar um escândalo que já tinha consumido a sua vida pública. Até hoje, o tema continua profundamente polarizado.

Mas uma coisa é certa, depois de 1993, Michael Jackson nunca mais foi visto da mesma maneira. Os discos ainda vendiam, os concertos ainda estavam lotados, mas a imagem estava rachada. E dali em diante, qualquer comportamento estranho, qualquer rumor ou qualquer excentricidade passou a ser observado sobre outra lente.

12 anos depois, veio o segundo grande colapso. Gavin Arviso, um adolescente que tinha tratado um cancro e recebeu o apoio financeiro da Michael, acusou o cantor de abuso sexual e o circo recomeçou. Só que desta vez parecia ainda pior. O julgamento virou espetáculo mediático global. Era como se a humilhação pública se tivesse tornado parte do próprio processo.

Miguel aparecia fragilizado. Em alguns dias chegava atrasado, noutros parecia completamente exausto. Houve momentos em que apareceu de pijama no tribunal após ter sido levado de urgência por problemas de saúde. A imagem transmitida ao público era de um homem emocionalmente desmoronando diante das câmaras do mundo inteiro.

Muita gente passou a ver Michael como alguém desligado da realidade. Só que em tribunal o desfecho foi outro. Após meses de julgamento, depoimentos, perícias e cobertura incessante da imprensa, o juri absolveu Michael Jackson de todas as 14 acusações. Inocente em todos os pontos, mas existe uma diferença cruel entre absolv. Mesmo absolvido, Michael saiu daquele julgamento profundamente desgastado, mais isolado, mais fragilizado, livre perante a lei, mas publicamente destruído. E no fundo, ele sabia disso.

; A queda dívidas, dependência eit. Depois do julgamento de 2005, Michael Jackson praticamente desapareceu. Era como se tivesse tentado fugir do próprio nome. Depois da absolvição, ele parecia completamente esgotado. Miguel deixou os Estados Unidos por um período e passou algum tempo em Barém como convidado do príncipe Sheik Abdullah.

Depois viveu também na Irlanda, tentando afastar-se da pressão constante dos media americana. Mas nem longe dos holofotes conseguia viver como uma pessoa normal. Quando aparecia em público com os filhos Prince Jackson, Paris e Blunker, os três eram geralmente cobertos por véus, máscaras ou tecidos. Muita gente achava aquilo estranho, mas na cabeça de Michael aquilo era proteção.

Ele sabia exatamente o que significava crescer sem privacidade. Sabia o que a fama podia destruir e parecia determinado a impedir que os filhos fossem engolhidos pelo mesmo círico que lhe tinha consumido a vida. Só que enquanto Michael tentava desaparecer do mundo, os problemas continuavam a crescer, especialmente os financeiros. Neverland Han custava uma fortuna para existir.

Funcionários, manutenção, segurança, animais, energia, impostos. Estima-se que a propriedade consumisse cerca de 5 milhões de dólares por mês. E Michael gastava dinheiro a uma velocidade absurda. Comprava obras de arte, jóias, presentes, mansões temporárias. Ao mesmo tempo, os processos judiciais e os anos de desgaste tinham reduzido drasticamente a sua capacidade de fazer tours e gerar receitas como antes.

Então vieram os empréstimos. Michael passou a utilizar como garantia a sua participação no catálogo da Sony ATV, um dos ativos musicais mais valiosos do planeta. O catálogo incluía direitos de artistas gigantescos, incluindo músicas dos The Beatles. Ironicamente, aquele investimento tinha sido uma das decisões financeiras mais inteligentes da vida dele.

Michael comprou a participação na 1985 por cerca de 47 milhões de dólares e o valor disparou nas décadas seguintes. Mas agora até isso parecia ameaçado. As as dívidas totais rondavam os 400 milhões de dólares. E paralelamente ao colapso financeiro, outro problema avançava silenciosamente, a dependência química, analgésicos, sedativos, medicamentos para dormir.

Assim, em março de 2009, surgiu aquela que parecia ser a solução para tudo, o regresso definitivo. A Aid Live, um dos maiores promotores de eventos do mundo, anunciou a série de espectáculos This Is. 50 atuações na O2 Arena em Londres. O anúncio tornou-se o evento global. Quando Michael apareceu diante das câmaras dizendo: “Tis is!” O público enlouqueceu.

Os bilhetes esgotaram em poucas horas. Milhões de pessoas tentaram comprar entradas ao mesmo tempo. Alguns bilhetes começaram a ser revendidos até 15.000. Mesmo depois de tudo, acusações, escândalos, isolamento, anos fora dos palcos, Michael Jackson ainda conseguia parar o planeta. E para muita gente aquilo representava redenção. Último grande capítulo de uma carreira lendária. Só que havia um problema.

Michael estava extremamente fragilizado. Às vezes parecia elétrico, dançando como nos velhos tempos. Em outros momentos mal conseguia estar de pé. Há relatos de tremores, confusão, exaustão, dificuldade em sair do carro sem ajuda. Alguns membros da equipa disseram que Michael parecia estar noutro lugar durante certos ensaios e mesmo assim a máquina continuava a andar.

A Live precisava dos concertos, os patrocinadores e investidores também. Havia dinheiro demasiado envolvido para alguém apertar o freio. E talvez a parte mais triste da toda esta história seja precisamente essa. Muita gente reparou que Michael não estava bem, mas quase ninguém teve coragem de dizer: “Precisas de parar”.

Antes de avançarmos na história da Michael Jackson, peço-lhe que se subscreva o canal, ative as notificações e deixe o seu gosto. É rápido, fácil e ajuda-nos demais, combinado? Ah, e se Pode deixar um comentário dando sugestões de temas, falando sobre o vídeo ou simplesmente com a frase “Quero mais histórias”, ficamos ainda mais agradecidos.

O seu engajamento e suporte são fundamentais para a continuidade do nosso trabalho. OK? Muito obrigado pela atenção. Agora vamos voltar com o conteúdo Murry e a rotina de Propofall. ; Para resolver o problema do sono de Michael, a Live contratou um médico particular para o acompanhar durante a preparação dos concertos. O seu nome era Conrad Murrey.

O seu salário era de 150.000 por mês. E aqui começa uma das partes mais perturbadoras de toda a história. Marry não era especialista em medicina do sono, era um cardiologista, um médico que tinha clínicas anotexas e em Las Vegas, enfrentava problemas financeiros próprios e que de repente se viu responsável pela saúde do artista mais famoso do planeta.

Mas havia uma diferença importante entre Conrad Murray e outros médicos. Ele dizia que sim. E naquele momento, era exatamente esse o que a máquina em redor de Michael precisava, porque o Michael precisava dormir, ensaiar e trabalhar. Não importava como. Com o passar do tempo, Mury começou a gerir em Michael uma substância extremamente perigosa fora do ambiente hospitalar, o propofol.

E é importante perceber o que este significa. O propofol não é um simples medicamento para dormir. É um anestésico intravenoso extremamente potente, normalmente utilizado em cirurgias para cedar os doentes completamente. Em hospitais, doentes sob efeito de propofol são habitualmente acompanhados por equipas inteiras.

Miguel, porém, recebia aquilo dentro de um quarto. Segundo relatos apresentados mais adiante em tribunal, Michael chamava o propofol de leite por causa da aparência branca da substância. Era o único modo que ele dizia conseguir descansar. Murry aplicava o anestésico a Michael em casa, longe de qualquer estrutura médica adequada, sem monitorização apropriada, sem equipa especializada e sem equipamentos de emergência.

Em alguns momentos existia apenas um oxímetro improvisado e botijas de oxigénio básicos. E segundo as investigações posteriores, Murry chegou mesmo a deixar Michael sozinho no quarto enquanto ainda estava cedado pelo propofall. Um cenário que os especialistas Os médicos considerariam extremamente perigoso até dentro de um hospital.

Mas aquilo continuou a acontecer noite após noite. Enquanto os ensaios de Disit se aproximavam, a dependência química de Michael parecia aprofundar-se ainda mais. Muita gente à sua volta sabia que aquela situação era absurda, mas todo aquele sistema já estava demasiado comprometido para parar. ; A noite da morte e a autópsia.

24 de Junho de 2009. Era o último ensaio de This isit. E o mais assustador neste tudo é que, segundo várias pessoas presentes nessa noite, Michael parecia bem, estava entusiasmado. Testemunhas disseram que dançou com intensidade, cantou, brincou com os membros da equipa e discutiu detalhes do espetáculo com o realizador Kenny Ortega.

Em vários momentos parecia o velho Michael, o homem obsecado por cada pormenor do espetáculo. Há relatos de que dava instruções sobre iluminação, som, coreografia e entradas de palco como alguém completamente focado no futuro. E isso torna tudo ainda mais trágico, porque dava a sensação de que algo grande estava a começar de novo.

Naquela noite, depois do ensaio, Michael voltou para casa logo às primeiras horas do dia 25 de junho. Mas como vinha acontecendo há meses, não conseguia dormir. Segundo os registos apresentados posteriormente no julgamento, Conrad Mury tentou fazer Michael dormir usando diferentes sedativos ao longo da madrugada.

Lorazepan, Midasolan, outros benzodiazepínicos. Nada parecia funcionar. Miguel continuava acordado, ansioso, agitado, desesperado por descansar. Assim, por volta das 10h40 da manhã, Murry tomou a decisão que mudaria tudo. Aplicou cerca de 25 mg de propofol em Michael, dentro do quarto, longe de um hospital, sem estrutura adequada, tudo o que já comentámos antes no vídeo.

E segundo a investigação, em determinado momento, Murry saiu do quarto. Quando voltou, Michael Jackson não respirava. O pânico começou. Murry tentou reanimá-lo, fez massagem cardíaca, tentou reverter a situação, mas havia um problema gigantesco. Ele não tinha o equipamento necessário, não existia uma estrutura real lidar com uma paragem respiratória provocada por anestesia pesada.

E existe outro pormenor. Antes de ligar imediatamente para o serviço de emergência, Murry tentou entrar em contacto com as pessoas da equipa de Michael. Só depois veio a chamada para o 911. O chamado de emergência foi registado às 12:12. Quando os paramédicos chegaram à mansão, encontraram Michael inconsciente. Eles trabalharam durante cerca de 42 minutos, tentando reanimá-lo ainda no local antes de o levar ao Ronald Higan Medical Centro.

Do lado de fora, fotógrafos e os jornalistas começaram a acumular-se, sem imaginar que estavam prestes a testemunhar uma das notícias mais impactantes da cultura poperna. Às 14:26, Michael Jackson foi oficialmente declarado morto. Tinha 50 anos. A notícia atravessou o planeta em minutos. Sites saíram do ar por excesso de acessos.

As emissoras interromperam a programação. Michael Jackson parecia demasiado grande para morrer. Dias depois, a autópsia trouxe uma conclusão objetiva: homicídio negligente. Causa da morte, intoxicação aguda por Propofol, com contribuição de outros sedativos benzodiazepínicos encontrados no organismo. Homem que tinha redefinido a música pop morreu tentando dormir.

; O julgamento e a sentença. ; Conrad Moray foi julgado em 2011. O processo atraiu a atenção mundial. Era para muita gente a tentativa de encontrar um responsável pela morte do maior estrela pop do planeta. Durante semanas, o tribunal mergulhou nos últimos meses da vida de Michael Jackson.

mensagens, registos médicos, testemunhos, pormenores da rotina de sedativos, relatórios da autópsia e depois vieram as gravações. Áudios de Michael registados pouco antes da sua morte foram reproduzidos perante o Jurri. A voz dele era lenta, quase irreconhecível em alguns momentos. Em determinado excerto, Michael falava sobre os espectáculos de Disitconexa, claramente sob.

O impacto daquelas gravações foi enorme, porque pela primeira vez o público ouviu o estado real de deterioração em que Michael encontrava-se nos bastidores. Já não era o artista impecável dos palcos, era alguém física e emocionalmente destruído. Ao longo do julgamento, os especialistas médicos afirmaram que o uso de propofol daquela maneira era completamente irresponsável.

Administrar um anestésico cirúrgico dentro de um quarto sem estrutura hospitalar adequada foi descrita como uma violação extrema dos padrões médicos básicos. A acusação argumentou que Murry tinha abandonado Michael no momento em que mais precisava de supervisão. A defesa tentou sustentar que Michael teria administrado em si mesmo uma dose adicional do medicamento, mas o Juri não aceitou esta versão.

O veredicto veio em novembro de 2011, culpado de homicídio negligente. Quando a decisão foi anunciada, Murry foi algemado imediatamente dentro do tribunal. Recebeu 4 anos de prisão, só que a indignação pública aumentou quando as pessoas descobriram quanto tempo ele ficaria realmente preso. Conrad Murry cumpriu menos de 2 anos.

Em 2013, foi libertado por redução de pena relacionada com o bom comportamento e a sobrelotação do sistema prisional da Califórnia. Depois disso, Murry perdeu a baixa médica na Califórnia e no Texas. A sua reputação ficou destruída. O seu nome passou a estar associado para sempre à morte do rei da pop.

Mais tarde, ele deixou os Estados Unidos e passou a viver fora do país durante um período. Mas mesmo após o fim do julgamento, um pergunta continuou a perseguir muita gente. Conrad Murray foi realmente o único culpado ou ele era apenas a última peça visível de um sistema inteiro que tinha explorado Michael Jackson até ao limite? Porque no fim das quotas, Mary aplicou a substância, mas Michael já vinha sendo destruído há décadas.

Reflexão. A indústria apanhou uma criança extremamente talentosa e transformou o menino em produto antes mesmo de ele compreendesse o que era a infância. Um pai que confundia disciplina com medo, executivos que viam lucro antes de verem limites. Tudo isto contribuiu para o declínio da saúde mental e física de Michael Jackson.

Ao redor dele existiam médicos a dizer sim, pessoas lucrando com a fragilidade dele. Ele nunca foi tratado como uma pessoa comum. E talvez seja essa a parte mais cruel da toda a história. Michael passou a vida inteira sendo observado pelo mundo inteiro, mas nos momentos em que mais precisava de ajuda real, não teve. ; E se ele estiver vivo? Ah, mas claro, quase me esquecia de uma coisa, porque na internet Michael Jackson nunca morreu.

Desde 2009 surgiram dezenas, talvez centenas de teorias e dizendo que Michael teria forjado a própria morte. Tem foto desfocada de um suposto Michael no aeroporto do Japão em 2011. Tem vídeo de uma sombra misteriosa a sair da V do IML. Há gente analisando quadro por quadro entrevistas antigas, procurando mensagens escondidas.

Tem teoria a dizer que o nome Dave Dave de uma personagem ligado a uma aparição pública de Michael seria um nome de código secreto usado por ele. É claro, também existem pessoas que juram até hoje que ele apareceu disfarçado em entregas de prémios, concertos e eventos, incluindo nos Gramy Awards 2014. A lógica por detrás destas teorias quase é sempre a mesma.

Michael estaria cansado, cansado das acusações, do circo em que a sua vida se tinha transformado. Então, teria decidido desaparecer, fingir a própria morte, começar de novo algures distante, em paz. Só Michael a dançar Moonwalk na cozinha de madrugada, enquanto ninguém no mundo sabe onde ele está. E sendo sincero, é até bonito imaginar isso, porque existe algo de melancólico na ideia de que alguém tão consumido pela fama finalmente conseguiu escapar-lhe.

Só que a A realidade costuma ser menos cinematográfica. Tudo aponta para a mesma conclusão. Michael Jackson morreu a 25 de junho de 2009, aos 50 anos. Mas talvez estas teorias nunca desapareçam completamente. Então agora quero saber de ti. Você acha que o Michael Jackson está vivo? Deixe aqui nos comentários.

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Vemo-nos no próximo vídeo.

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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