RAUL SEIXAS PODE TER ESCONDIDO UMA CRÍTICA À DITADURA EM “DOCE DOCE AMOR” – H

Tenho quase a certeza que muita gente conhece Doce Doce Amor, mas não sabe dessa história. A música, ela ficou conhecida na voz de Jerry Adriane. Só que quando se vai olhar para quem escreveu, aparecem dois nomes que mudam completamente a conversa. Raul Seixas e Mauro Mota. Doce, doce [música] amor, eu vou encontrar-te. Meu seja onde for.

Raul Seixes, antes do Maluco Beleza, antes de Ouro de Tlo, antes daquele Raul que se tornou um dos maiores nomes da música brasileira, já estava a escrever para outros cantores e o outro nome, Mauro Mota, também não era um qualquer. Aliás, esta foi uma das coisas que mais chamaram-me a atenção quando eu fui atrás desta história, porque é muito fácil falar: “Ah, o Mauro Mota era parceiro do Raul Seixas”.

Era, mas o tipo tinha uma história gigantesca fora desta parceria também. Então vem comigo, porque esta história tem Jerry Adriani, tem Raul Seixas, há a Jovem Guarda, há a CBS, há Roberto Carlos, tem o Mauro Mota e até tem uma possível leitura política escondida dentro dessa canção. E muita gente pensou que era apenas uma canção de amor, mas talvez tenha outra história.

[música] Agora volta comigo aos anos 60. Raul ainda não era o Raul Seixas. que a gente conhece hoje em dia. Ele tinha uma banda chamada Rausito e os Panteras lá no estado da Bahia. Jerry Adriani, por outro lado, era já um artista conhecido, consagrado, muito respeitado. E os caminhos dos dois acabaram por se cruzar.

Os Panteras chegaram a acompanhar Jerry Adriane em apresentações. Então, essa história não começa em Doce, Doce Amor. Já se conheciam bem antes disso. Raul Zito e os Panteras tentaram a vida no Rio de Janeiro, gravaram um disco, mas o negócio não aconteceu da forma que imaginavam. E isso é muito louco quando olhamos hoje e pensamos: “A égua Raul Seixas é um nome gigante”.

Mas houve uma altura, gente, em que o Raul Seixas também era um tipo que estava a tentar fazer a coisa acontecer e dar certo e não estava a conseguir. E Jerry Adriane aparece de novo precisamente nesse momento. Segundo relatos do próprio Jerry, ele acreditou no talento de Raul e ajudou a abrir-lhe portas trabalhar como produtor na editora na época denominada CBS.

E presta atenção nisso, porque eu acho que essa parte explica muito do Raul que veio depois ali dentro da editora discográfica. Ele estava tocando e fazendo outras coisas. Ele estava a ver como a música era feita, como o repertório era escolhido, como o arranjo funcionava, o que tocava no rádio, o que conseguia chegar ao público.

Ele estava a aprender o jogo por dentro. E nessa mesma altura entra Mauro Mota. Agora segura lá esse nome porque talvez não conheça o rosto dele, mas é bem possível que já tenha ouvido o trabalho dele por aí. O trabalho deste homem muitas vezes, eu acredito que já tenha escutado. Sim, Mauro da Mota Lemos. Ele nasceu no Rio de Janeiro em 19 de fevereiro de 1948.

A música entrou na sua vida muito cedo. A mãe dele tocava piano e ainda criança, o Mauro começou a estudar o instrumento. Depois foi para bailes, começou a tocar em bandas e passou por grupos importantes. Ele fez parte do Blue Jeans e passou também pela banda muito boa, Renato e os seus blue caps. Infelizmente o Renato já partiu. Renato Barros, gigante inesquecível.

Aí já começa a perceber onde é que este gajo estava, no meio da Jovem Guarda, no meio daquela geração talentosa, no meio da música que o Brasil estava a ouvir naquele momento. E foi neste ambiente que conheceu o Raul. Os dois viraram-se grandes amigos e começaram a compor juntos. E não foi só uma música, não. Desta parceria saíram muitas músicas.

Quero saber de ti quais destas músicas que vou citar agora já conhece. Sheila, baby, baby, lágrimas nos olhos. Ontem despedimo-nos com lágrimas nos olhos. Ainda queima esperança também composta pela dupla e gravada na voz da inesquecível, saudosa Diana e Doce Doce Amor, entre outras que não vou lembrar aqui.

Se se lembrar, deixe aí nos comentários, por gentileza. [música] [música] Depois volta para Jerry Adriane. Em 1971 ele lança um disco muito bom, Pensa em mim. E Doce Doce Amor está lá nos créditos, Raulzito e Mauro Mota. E o Raul também esteve envolvido na produção daquele disco. Ali só há pedrada. O disco bom. Agora pensa comigo assim, ó.

Quanta gente ouviu esta música em 1971, sem fazer ideia quem era Raul Seixas, o maluco beleza. O Raul que ia explodir nacionalmente ainda viria mais tarde. Então, de certa forma, muita gente já estava ouvindo Raul Seixas antes de conhecer Raul, só que na voz do Jerry Adriane. E com Mauro Mota acontece uma coisa parecida.

Talvez o nome não seja tão conhecido do grande público como o do Raul Seixas ou Jerry Adriane. Só que quando se começa a olhar para o currículo deste homem, rapaz, a coisa muda de figura. Mauro trabalhou com muitos nomes. Robson Jorge, Lincolet, Cláudia Teles e uma porrada de gente importante. E depois veio um capítulo enorme na carreira dele, Roberto Carlos.

Mauro Mota produziu os discos brasileiros de Roberto Carlos entre 1984 e 1996. É, mano, nome gigante, um nome gigantesco na música brasileira. Para um bocadinho e pensa comigo. Mais de 10 anos a trabalhar diretamente nos discos de Roberto Carlos. Assim, não dá para resumir a história de Mauro Mota, a carreira dele como um parceiro do Raul.

O gajo era compositor, era, mano, pianista, arranjador, produtor e passou por várias fases importantes da música brasileira. Vejam só alguns artistas que trabalhou. Eu vou falar aqui alguns para vocês. Olha, ele trabalhou com Fábio Júnior, Égamano, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Vanderleia, Balão Mágico e outros nomes.

E eu gosto de falar sobre isso porque acontece uma uma coisa muito estranha, muito curiosa, no mínimo curiosa na música. A gente decora quem canta, mas quem escreveu, quem fez o arranjo. A gente, muita gente fica na curiosidade. Epá, Dan, tu falas do cantor, mas quem foi que escreveu? Quem foi que fez aquele arranjo? Pois é, eu estou falando aqui um bocadinho de Mauro Mota, grande artista.

Quem produziu também muita gente me pergunta, quem estava na sala ajudando aquela música a nascer. Muita gente não faz ideia, mas é uma equipa muito grande. E Mauro Mota faz parte desse universo aí gigantesco. Só que agora vamos voltar de novo para a canção Doce Doce Amor, porque tem outra história aqui, é no mínimo curiosa.

Existe um relato atribuído a Ger Adriane sobre uma possível segunda leitura dessa música aí. Segundo essa história, Raul terá mostrado a canção no período próximo do A5. um dos momentos mais pesados ​​da ditadura militar no Brasil. E a ideia seria a seguinte: aquele amor que desapareceu na música, talvez não representasse apenas uma mulher, poderia também representar a liberdade que o país estava a perder.

Edan, eu não nasci nessa altura. O que foi acontecer? O que é o AI5? Foi um decreto naquela época. Aí eu confesso que a música muda um bocadinho, porque tu ouve Doce Doce Amor como uma canção romântica. Depois chega alguém e diz: “Olha, talvez haja aqui outra coisa e você volta para ouvir de novo”. Já pensaste, mano? Aí cinco, um dos momentos mais conturbados da nossa história.

Agora tenho que tomar um cuidado aqui. Eu não encontrei uma prova do próprio Raul Seixas dizendo: “Eu escrevi Doce doce amor sobre o A5, então não vou vender isso como verdade absoluta. O que existe é este relato atribuído a Jerry Adriane. E para mim, a dúvida já é boa ou suficiente? Porque agora pergunto-lhe, pergunto para você, será que o Raul estava a falar só de uma história de amor ou será que tinha outra coisa ali? Não sei, mas depois que conhece esta história, fica difícil não pensar.

E há outro pormenor muito fixe. Os anos passaram, o Raul saiu dos bastidores e transformou-se em Raul Seixas. Jerry, ele continuou com a sua carreira e a amizade dos dois não ficou presa só naquela época. Em 1983, Jerry participou num programa de televisão e Raul Seixas apareceu de surpresa. Os dois cantaram Doce, Doce Amor.

Agora esta cena ganha outro peso quando se sabe o que veio antes. Doce, doce amor, temado. [música] Diga, por favor. Jerry tinha acreditado em Raul numa fase bastante difícil, onde estava a encontrar o caminho dele. Anos depois, aquele mesmo Raul Seixas era já um dos grandes nomes do rock brasileiro. E os dois estavam ali a cantar uma música que o Raul e Mauro Mota tinham feito lá atrás.

E o Mauro Dan, que foi aconteceu com ele? Continuou na música durante décadas, até que no dia 26 de abril de 2025, Mauro Mota partiu aos 77 anos. E eu fui atrás de uma informação que sei que muita gente vai perguntar aí nos comentários. Dan, qual foi a causa do Mauro Mota, a causa da sua morte? As principais reportagens publicadas na altura informaram que não foi divulgada a causa da morte.

Então prefiro, gente, não inventar nada aqui. Senão, está confirmado, não vou chegar aqui e cravar uma coisa só porque apareceu em algum canto da internet. Eu não vou fazer isso. Agora, uma coisa que dá para cravar, o legado do gajo. Mauro Mota passou de mais de cinco décadas ligado à música. Foi músico, compositor, arranjador, produtor, escreveu com Raul Seixas, passou pela Jovem Guarda, trabalhou com Roberto Carlos e deixou o nome dele em músicas que muita gente conhece até hoje.

Assim, da próxima vez que escutar Doce Doce Amor, talvez ela já não seja só aquela música do Jerry Adriani. Agora já sabe que tem Jerry na voz, tem Raul Seixas e Mauro Mota na composição. e tem uma história enorme a acontecer por trás. E é precisamente este tipo de coisas que eu Gosto de descobrir, porque às vezes a as pessoas pensam que conhecem uma música há 40, há 50 anos, depois vai olhar para os créditos e descobre que não conhecia nem a metade.

Agora diga-me uma coisa, você já sabia que Raul Seixas e Mauro Mota tinham feito Doce doce amor? E você conhecia esta história toda do Mauro Mota ou o nome dele é novo para ti? E há uma última que eu quero ver a confusão nos comentários. Não quero nem saber. Quero ver a banda voar aí, mano, nos comentários. Essa possível leitura sobre o A5 faz-lhe sentido ou pensa que o Doce Doce Amor é apenas uma canção romântica e não tem nada a ver com a ditadura militar? Eu quero saber o regime militar que muita gente fala ditadura, regime, é a mesma coisa.

Gente, quero saber de vocês quais músicas do Jerry Adriani gosta de gostar, que quer saber a história do Raul Seixas? Quais as músicas do Raul gosta? E o Mauro Mota, tu conhecia-o? Infelizmente partiu recentemente, no ano passado, não é? Ele partiu em 2025. Mauro Mota, grande compositor, arranjador, exímio compositor, dono da caneta.

E o Raul também, não é? Dono da caneta. Qual a música do Raul Seixas gosta do Gerren? Deixa nos comentários. Para quem não me conhece, deixa-me apresentar-me para você. Eu sou o DJ Daner. Eu falo de canções, conto as histórias, trago informações e faço estas homenagens de certa forma aqui para vocês no YouTube. Para si que gosta do nosso trabalho, deixa o like.

Partilha este vídeo, espalha este vídeo aí para os teus amigos, para os teus familiares que são nostálgicos tal como eu. Sabe que música boa, sabe que a boa música nunca sai de moda. Até o próximo vídeo. Valeu,

eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.

Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.

Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.

A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.

As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.

Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.

Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.

Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.

Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.

Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.

Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.

Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.

Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.

Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.

Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.

E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.

Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com

sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.

Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.

Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.

A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.

A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.

talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.

A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.

Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.

Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.

Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.

Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.

Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.

Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.

O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.

Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.

Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.

Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.

Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.

Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo

sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.

nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.

Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.

mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.

Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.

E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.

Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.

porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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