Tente não chorar: Ela tem 4 anos, perdeu a mãe e enfrenta o -H

Gente, dêem uma vista de olhos nesta imagem. Nas últimas horas, esta foto tornou-se viral no estado do Pará. Toda a gente publicando, partilhando e esta cena guarda uma história [música] muito triste e também de superação. Na imagem vê-se um homem chamado Robinson e ao lado criança chamada Ster de apenas 4 anos.

O Robson está triste, [música] cansado, abatido, pois enfrenta junto a sua filha uma luta muito complicada. Já a Estsaço. [música] Se esta imagem pudesse falar, com certeza [música] ela falaria do peso que é viver a luta contra o cancro. Esta garotinha de pouca idade já apresenta muita força para lutar por algo [música] muito terrível que tirou a vida à sua mãe.

Nas últimas horas, esta imagem correu o mundo inteiro e nós estamos agora em Barca Arena, no estado [música] do Pará, para te falar melhor sobre esse caso. Você acompanha nesse momento. [música] Criámos, é claro, uma campanha para auxiliar a família que passa por necessidades. O pai Robson teve de deixar o emprego para poder cuidar da filha.

No dia em que a imagem foi tirada [música] por uma pessoa que nem imaginaria a grande repercussão, Robson estava sem dinheiro. Já enfrentou muitas dificuldades desde que a filha adoeceu. Pode colaborar financeiramente acedendo ao Qcode e acedendo de seguida [música] à página da nossa campanha da nossa vaquinha online.

Também pode compartilhar este vídeo, deixar um comentário, deixar uma curtida. E é isto, vamos lá, pessoal. Nós estamos exatamente na casa da Esté, onde ela vive com o seu pai Robson, também com outras pessoas. E nesse momento passa a acompanhar melhor esta história e perceber de forma mais profunda a realidade deles. Aqui temos o Robson.

Boa tarde para você. Tudo bem? Todo estamos eh viemos de longe, na verdade, assim que soubemos aí da situação da pequena Esté. Uma história que repercutiu muito. Inclusive nem você esperava que isto tudo fosse acontecer. foi apanhado de surpresa. Uma pessoa tirou ali uma fotografia, eh, e acabou por postar e de repente isso repercutiu-se muito, porque aquela imagem ela diz muito.

Aquela imagem quando se olha para ela, o que é que tu consegues descrever naquela imagem? Vou dizer naquele momento, não é, naquela hora, não é, que aconteceu. Eh, a minha filha olhou para mim e disse: “Papá, estou quero ir para [música] casa. Tenho fome. E naquele momento eu não tinha 1$ para vir para casa. [música] Baixei a cabeça, comecei a chorar, sabe? E pedi a Deus naquele momento, não é, que me ajudasse e ele, um amigo meu entrou em contacto e enviou-me R$ 10.

Aí eu vim, consegui vir. Quando cheguei aqui, eu chorei, chorei, chorei, a minha internet voltou, não é? E comecei a ver as pessoas enviando-me mensagem no meu WhatsApp. Não sei como conseguiram, certo? Mas começou um monte de gente perguntando onde morava, queria saber, queria ajudar-me. Aí fiquei, não é, que era muita mensagem mesmo, muita, muita mesmo.

Chegou e eu fiquei desnorteado. Sabe o que ficou sem acreditar até? Acreditar até agora. De onde é que vêm tantas pessoas? Até agora estou assim, sem acreditar que muitas pessoas, graças a Deus, ajudou-a, não é? E e é isto. Tu esperavas que isso fosse acontecer algum dia? Não, nunca imaginei. Nunca imaginei dessa forma não. Quando olho para aquela imagem, eu vejo um pai cansado, exausto e vejo também uma menina muito exausta.

A Esté, ela enfrenta uma luta muito difícil. Eu queria que dissesse pras pessoas o que que a Estato. Ela tem leucemia, certo? A gente tá a fazer tratamento nesse dia. Eh, a pessoas, ela tinha passado mal, a gente teve de ir a Belém para ela tomar sangue, não é? Recebeu sangue. [ressonando] A pessoas passaram a noite toda no hospital, certo? Ela acordada e eu também a olhar, observando-a que tem que ficar olhando, não é? E a gente estava muito cansado.

Quando foi de manhã, nós foi libertado, certo? A médica libertou a gente, a gente veio embora. Então eu estava mesmo exausto, tal como você falou, e também muito exausta e com fome. A gente nem sequer tinha tomado café, já era 11 horas da manhã. Então ela disse que que eu que eu disse, não é? Ela com fome disse: “Papá, eu tenho fome e quero para casa”.

Eu disse: “Filha, tem fé que vamos chegar a casa já”. E Deus é tão maravilhoso que demorou um pouquinho, um amigo meu enviou e até e o o Uber, não é? Nem cobrou. Deixou aqui, nem cobrou. Deus é tão bom, não é? E começou a repercussão que eu nem sabia. Muita gente a ajudar. Até a sua conta acabou aí por ser bloqueada. Tem valores que que estão presos, não é? O banco deve fazer ali uma verificação depois para perceber a origem de tanta movimentação ao mesmo tempo.

Mas nós também estamos com uma campanha em curso. Já estamos em quase 50% da meta atingida. Eu estava ansioso por chegar aqui com vós, para vos poder comunicar isso, que também nos estamos a colocar à disposição, porque quanto mais ajuda vocês receberem nesse momento, melhor para os planos que tem e vai partilhar daqui a pouco com o pessoal.

A pergunta que te faço neste momento, quando se olha para a Esté, que que sente no coração? O que é que ela representa na tua vida? A Esté é a minha vida, certo? Ela mudou a minha vida de uma forma muito [música] e especial, muito forte. é o amor da minha vida, minha filha, não é? Eu faço tudo por ela, tudo em pró dela, entendeu? [música] Eu, a minha mulher também, não é? E depois é isso, ela é tudo para mim, tudo, tudo, tudo mesmo.

E tudo o que eu faço é em pró dela, é para ela, é para benefício dela. O momento de maior dificuldade que V. já viveram juntos aqui. [música] Eh, já chegou o dia de não termos o que comer, não é? não temos o que comer aqui. Depois, graças a Deus, houve uma pessoa, houve pessoas que ajudaram, [música] não é? Ficou a saber, mas já chegou o dia de eu não ter nada para dar para a minha filha, não é? E à minha esposa, para mim, não é? Portanto, foi [música] que que a gente passou.

Houve um dia que eu, né, tomei café com farina de manhã e almocei isso também. Um amigo meu que disse que eu [música] podia ir a casa dele, eu fui lá, eram 7 horas da noite para comer alguma coisa. Portanto, não é, muitas, estou-lhe muito grato, não é, e a minha dificuldade é essa, não é, agora neste momento é dar o conforto para minha filha, não é? É isso.

Entendi. Gostaria então de apresentar aqui ao pessoal, podemos apresentar um pouco da casa? Quem é que vive aqui para início de conversa? Você? Eu, a minha mulher e a minha minha princesa, a Ester. Somos nós os três, certo? A Esté também, felizmente acabou perdendo a mãe dela. Isto tem muito tempo. Há, há uns, há um tempo.

Eu não me recordo o tempo, mas já lá vai um tempinho já. Ela morreu lá em faleceu lá em Brasília com com cancro no útero, não é? E desde então cuido dela. Eu, a minha esposa, não é? Graças a Deus, não foi, não é uma mulher que Deus pôs na minha vida, não é? Foi um anjo que ela cuida muito bem dela, não é? Graças a Deus.

É isso. O Robson trabalhava, eu trabalhava de, já trabalhei na nas empresas, não é, aqui na Hidro, já trabalhei no Porto do Conde, percebe? Trabalhei em algumas empresas aí, não é? Mas devido a isso, a situação, as coisas que aconteceu, tive que sair, não é, da empresa por motivo para ter de cuidar dela. Para ter de cuidar dela. Isso.

Entendi. Este quarto aqui que eu tô visualizando é a casa de banho de vocês. Esta casa é própria? É própria. Há quanto tempo vivem aqui? Tem um ano e um ano e meio, acho eu. Esta casa também tá a precisar de um reformazino, não é? É o teu sonho? É o meu sonho dar um a minha princesa. É melhor um quartinho.

Ela tem um quartinho bonito, arrumado. Não tem. Não tem. Infelizmente não tem. E se ela ganhasse um quarto todo bonito, todo renovado, decorado? Ah, ia ficar muito feliz. Era a minha felicidade, a felicidade dela, não é? Muito bem. Eu queria que mandasses um agradecimento às pessoas, todo mundo, pessoas que nem conhece de vários locais do Brasil, as pessoas que estão engajadas nesta campanha pela esté.

O que diria para as pessoas que vos estão a ajudar? Queria agradecer de coração, certo? Muito feliz e agradecer mesmo de coração a todos os que estão a ajudar, não é? E que as pessoas que não ajudou, não é? Ainda, eu agradeço também da mesma forma. Fico muito feliz. Muito feliz mesmo. E obrigado, certo? Muito bem.

Posso mostrar aqui a casa? Pode. Este primeiro quarto aqui, logo na entrada, é uma casa de banho. É uma casa de banho. Aqui é a casa de banho de vocês. O pessoal tá acompanhando aí nesse momento. Precisa de uma reforma, não é, Robson? Banheiro tá numa condição, não está muito agradável, não dá para trocar esse piso aí. Na verdade, toda esta casa dá para passar por uma repaginação. Ela fica bonita.

Fica incrível. Fica não é? Aqui é o quarto. É aqui ou é sala? Explica-me melhor. Aqui é uma sala, certo? Que a gente dorme aqui que aqui é melhor, mais arejado, certo? Porque lá no fundo é muito abafado, não tem ventilação. Tu tens espaço para construir mais cômodo para trás ou não? Tem. Só mais um.

Não, para trás não tem que já está no limite do terreno. Pois, já está no limite lá. Ou para cima, certo? Só pode ir para cima. Entendi. Aqui nós temos então uma sala onde dormem. Aqui há uma cama de casal. A caminha dela é aquela. É aquela ali. Entendi. E ela está aqui, ó. Tá focada aqui no telemóvel a assistir. Ela está com um gorrinho na cabeça, está com uma máscara, porque o Robson tem toda a uma preocupação.

Quando entrámos, tivemos de passar álcool gel nas mãos, não é? E a nossa aproximação a ela deve ser muito pequena, porque ela tem uma unidade baixa. Isso. Ela eh os médicos disseram que não pode haver muita gente contacto com pessoas, tem que ficar mais assim pastor a pessoa que entra, não é? Passar, eu no caso eu, não é? Passar álcool gel e fazer a higienização toda, não é? Entendi. Vamos avançando mais um pouco.

Estou a gravar este vídeo aqui também para mostrar as condições aí de habitação. como vive a família. Talvez o pessoal que está a ver no YouTube não tenha noção, mas esta história repercutiu-se muito, muito mesmo. Está todo mundo no estado do Pará a falar sobre a história da Ester, sobre a imagem que foi publicada.

E quero aqui também agradecer à pessoa que não conheço que deu origem a tudo isto. Sabe o nome? Hum. Não sei o nome, não me recordo o nome dele. Mas já falou com ele? Ele, ele, ele, tenho uma camisola da equipa de som que ele, que ele, que ele faz parte, certo? Só isso que ele me deu de presente, certo? E agradeço-lhe muito, que foi um uma coisa de Deus mesmo, que ele agiu no coração dele de tirar esta foto, não é? E correu tudo bem.

E correu tudo bem. Repercutiu demais. Aqui é a cozinha. Aqui é a cozinha. cozinha, como vocês podem observar, o pavimento. O Robson também disse que gostaria de forrar a casa dele. A casa não é forrada, pelo que é esteticamente ali para a segurança também da pequena, porque o forro acaba impedindo que, não é, e a sujidade, o ar, a poeira possa estar a entrar aqui dentro da casa deles.

Aqui temos um outro quarto. É um quarto ali. Ali é um quarto, certo? Aqui que é o quarto. Aqui que é o quarto. [risos] Só que nós não, não é, que é devido é muito abafado, muita poeira, não é? A gente guarda aqui algumas coisas, não é? Certo. Aí não a deixamos vir. Portanto, aqui praticamente aqui ninguém dorme, mas aqui seria o quarto para ela.

Ela aqui nesse lugar gostaria de fazer o quartinho dela. Era aqui que eu queria o quarto dela. O conforto dela eu que estava aqui. Eu queria um quarto de princesa. É isso que ela merece. Ai, meu Deus do céu. Coisa boa, certo? Vai ficar muito feliz. Eu muito feliz mesmo. E ela muito mais, mais ainda. Mais ela fala consigo, ela comunica.

Como é a Ester no dia a dia? Ou ela é quietinha o tempo inteiro? Fala. Não, ela só é sossegadinha quando a gente dá-lhe o telemóvel. Mas assim, nós apanhámos, tem hora, não é? Quando dá o horário, nós apanhamos e ela fica agitada, não é? brinca, gosta de pintar, gosta de desenhar. Quando ela não está no telemóvel, ela faz isso.

E depois compro, certo? Ela recebeu muita doação de desenho. Ela pinta muito, gosta muito de pintar e queria fazer ballet. Ela falou: “A minha vontade é fazer todas as vontades dela, não é? Dar qualidade de vida para ela, verdade. Com tudo [música] isto, não é? Poder oferecer mais conforto, oferecer mais, é, coisas que ela não pode ter. E agora vai.

Por que é que se emociona tanto assim? É porque não posso dar, não é? Eu não tenho condições para lhe dar, certo? E ela ainda está a passar por isso, não é? A gente como pai, queremos o melhor para o nosso filho, certo? Por isso é que me emociono. [música] Se eu podia estar no lugar dela, eu estaria, percebe? Eu compreendo, a verdade, tento compreender [música] a dor do Robson, não é? Mas mesmo que me esforçar, vou ficar muito longe em relação a tudo isto que ele passa.

Mas eu também estou aqui para dizer que tu és um tipo incrível, admirável, não é? Guerreiro, você e a sua esposa também que ajuda, não é? aqui que está junto ali no dia a dia dos cuidados a esta criança, ela vai frequentemente ali à capital do estado fazer, é, às vezes é, às vezes vamos quatro dias, não é, na semana, três, depois varia.

Sério? Isso tudo é aí varia, não é? Se ela eh tiver uma intercorrência, não é? A gente tem de ir imediatamente. Não era nem para nós estar aqui, não é? no certo mesmo, a gente está em Belém, mas como não tenho, não tinha não tenho, não é, condições para alugar casa, trouxe a minha filha para aqui. Mas o certo é ficar lá numa casa alugada nas proximidades, próximo do do do hospital, porque qualquer coisa que lhe aconteça, a as pessoas têm que correr para aquele hospital.

[ressonante] A a médica disse, não é? E eu que já não no a casa de apoio estava cheia, eu disse: “Não, vamos para casa, vamos para casa”. Entendeu? Entendi. Pessoal, este é o Robson que acabou de acompanhar aqui um pouquinho da história deles, desta história que muito teve repercussão. Muitas pessoas marcaram-me para que eu pudesse estar aqui hoje. Quero agradecer-te.

Eu Sei que não é fácil receber as pessoas, expor um pouco assim da sua vida, mas é por uma boa causa, com toda a certeza. E nós, enquanto seres humanos, temos, graças a Deus, uma sensibilidade apurada. Eu não falo por mim, falo pelos milhares de pessoas que se comoveram com esta causa, que ajudaram. Eu estou aqui só a representar um pouquinho da extensão do nosso trabalho, mas na verdade quem fez a diferença foram vocês, pessoas aqui do nosso estado, pessoas de outras regiões que estão entrando em contacto. O número do Robson

deve ter ido para o espaço de tantos de tantas chamadas. E a gente sabe que é através destas ajudas, destas intenções, agradecer também aos portais de notícias que publicaram, o pessoal que ali fica trabalhando, intensificando as campanhas para que nós consigamos, não é, o objetivo.

A nossa campanha, como eu disse-vos, foi lançada agora 1 hora da tarde, estava a almoçar e alguma coisa me incomodou. criou uma campanha, uma vaquinha online. E eu pensei, mas nem falei com o Robson, nem conheço-o, nem sei se vai dar certo. Mesmo assim, criei uma campanha. A nossa meta, Robson, é de R$ 50.000. Agora há pouco dei uma vista de olhos, nós já temos R$ 30.

000 R angariados nesta vaquinha online. Então eu queria agradecer a todas as pessoas que estão colaborando, que estão a ajudar e o O Robson tem objetivos maravilhosos, empregar esse valor no bem-estar, na saúde, na segurança, no conforto da ST. Quer mandar-lhes um abraço? Quero agradecer a todos de coração. Muito obrigado mesmo. Um abraço a todos.

É por aí. Pronto. Este aqui é o amor da vida do Robson, um dos amores. Pede-lhe para dar um oi ao pessoal. Dá um oi ao pessoal, filha lá. Oi. Como te chamas? Est Sofia. E tem quantos anos? Quatro. E o que é que a Esté Sofia quer ser quando crescer? Eu quero ser quando crescer o amor da Amor da mamã. O amor da mamã e o amor do papá também.

O amor do coração. Ah, que giro. Eu queria que tu mandasse um beijinho ao pessoal que tá te ajudando. Diz assim: “Obrigada. Obrigado, Esté, tens um sonho de ter um quarto bonito, arrumadinho, um quartinho de princesa? Tens vontade de ter? Será que vai conseguir? Vai, não vai? O papá do céu vai ajudar. Então é isto, pessoal. Este foi o vídeo.

Muito obrigado. E as novas atualizações eu informo-vos em breve. Valeu, tchau.

eu tinha visto que ser rejeitado, perseguido, traído e agora tinha-o visto morrer. no sábado começou e com ele começou também um forma diferente de sofrimento. O Sexta-feira foi de partir o coração, Sábado estava vazio. Na sexta-feira houve obrigado a correr, a olhar, a reagir, suportar a violência em tempo real.

Sábado forçado fique quieto com o que lá estava passado. E fique parado com a dor Geralmente é mais difícil do que passar pelo bateu em si próprio. Porque o silêncio vai-se ouça tudo o que quiser ouça. As recordações, as frases, o imagens, expectativas quebradas, sentindo que o mundo continua, mas já não se pode continuar da mesma maneira.

Jerusalém, porém, não era um cidade vazia, era Páscoa, havia peregrinos, havia casas cheias, havia mesas preparadas, houve orações, bênçãos, conversas familiares. A libertação do Egito foi recordada, fidelidade de Deus, a noite em que a morte passou pelas casas marcado. E precisamente por isso o contraste tinha de ser ainda mais insuportável para os seguidores de Jesus.

A cidade celebrou a memória sagrado, mas transportavam dentro de si um ferida aberta Numa Jerusalém que ainda respirava festa religiosa, o pequeno grupo dos que amavam Jesus foi esmagado pelo sentimento de perda. É possível imagine as ruas com calma exterior enganoso. Depois do barulho de no dia anterior, depois do tumulto próximo do Gólgota, após o movimento apressado antes do início do sábado, A cidade entrou num ritmo contido.

As portas foram fechadas, as famílias Eles ficaram lá dentro. A observância de o dia santo impôs uma pausa visível, mas para os discípulos aquela pausa não foi Foi descanso, foi confinamento, foi medo, Foi perplexidade. O mesmo sábado que para muitos Significava descanso, para eles era transformou-se numa longa sala sem respostas.

Os evangelhos mostram que o medo era real, não era uma emoção vago, era uma ameaça concreta. Sim Jesus foi preso, julgado e executado, o que poderia acontecer com aqueles que estiveram com ele? O Pedro usava para além do peso das suas negações. [música] O Juan estava perto do cruz, mas agora também tive de carregar com o eco daquela cena.

Os outros Provavelmente estavam a rever as suas próprias ideias. a sua cobardia, as suas promessas quebradas. Eles tinham disseram que o iriam seguir. Eles tinham garantido fidelidade. Mas quando a noite cai tornou-se perigoso, o grupo dispersou. E agora, no sábado, não só choraram Jesus, também eles se enfrentaram eles próprios.

Este detalhe torna o sábado sagrado ainda mais humano. Não foi apenas o tristeza por uma morte, foi o confusão de uma fé derrotada. Foi o vergonha de ter falhado. Foi o sensação de ter apostado a sua vida inteiro por alguém que estava agora em um túmulo Durante meses, talvez anos, tinham visto milagres, tinham ouvido falar ensinamentos impossíveis de esquecer, teve autoridade testemunhada sobre doenças, sobre os espíritos, sobre o mar, sobre a culpa, sobre a vergonha.

Acreditavam que algo irreversível estava a acontecer. E, de repente, às Aos olhos de qualquer um, Roma continuava de pé. As autoridades religiosas permaneceram em as suas posições e Jesus estava morto. Isso É o que torna este dia tão denso. O Sábado não guardou apenas um cadáver, Eu tinha perguntas.

Eles tinham entendido mal Tudo, enganaram-se. Como caber a morte de Jesus com expectativas pensamentos messiânicos que tantos tinham dentro de si? Eles não estavam a viver uma cena sabendo o que estava para vir. Não Estavam a assistir no terceiro dia desde conforto da história cumprida. estavam dentro do intervalo e o intervalo quando se vive de dentro de nenhum tem música triunfante, tem incerteza.

Talvez seja por isso que este dia Parece tanto com muitos momentos humanos. Há sextas-feiras quando o golpe é visível. Há domingos em que a luz finalmente quebra, mas também há Sábados, dias em que nada acontece que se podem apontar, dias em que O céu parece não responder. dias em aqueles que as promessas de Deus não são negar abertamente, mas nem venha.

Dias em que se continua a acreditar talvez pela memória, não pela evidência. e ali, precisamente ali, no sábado santo Toca algo muito profundo na alma. Maria representa de uma forma única que profundidade. Não há necessidade de colocar o seu palavras de boca que os evangelhos não se registam. Apenas contemple a sua presença à luz de tudo o que viveu.

Eu tinha ouvido dizer que uma espada perfuraria a sua alma e agora aquela espada estava lá. tinha acompanhado a vida escondido de Jesus em Nazaré, seu primeiros anos, maturação silenciosa, o início do ministério, o incompreensão de muitos, a oposição crescendo. Eu não era um seguidor recente, não estava ali por entusiasmo de multidões.

Ela permaneceu e Quando quase todos recuaram, ela Estava perto do fim. Sábado para Maria não deveria ter sido apenas a dor de perder um filho, também deve ter sido peso de guardar tudo no coração o que sabia sobre ele, sem compreender ainda Como poderia eu viver com esta verdade? aquele túmulo fechado. Talvez seja isso uma das imagens mais fortes do dia.

Corações cheios de memória, mas mãos vazio de explicação. Lembrar nem sempre conforta imediatamente, às vezes até dói mais. Lembrar-se da voz de Jesus pode doer. Lembre-se da sua maneira de olhar, de ensinar, aproximar-se dos mais pequenos, tocar os impuros, para ressuscitar os caídos. Tudo o que a meio do sábado não foi ainda alívio, foi ausência feita memória.

E enquanto os discípulos esconderam-se e as mulheres guardaram lugar grave na sua mente também Houve outros que não descansaram da mesma forma. O Evangelho de Mateus retém um facto perturbador. O autoridades, temendo que o corpo foi roubado e depois falou sobre ressurreição, procuraram garantir a grave O medo não vivia sozinho entre os seguidores de Jesus.

Também Os seus adversários sabiam que esse nome Não disparou facilmente. selar um sepultura, definir vigilância, tentar controlar a história. Tudo isto revela que A morte de Jesus não foi percebida como um assunto menor. Mesmo depois morto, continuou a preocupar-se. e sem No entanto, que profunda ironia. Enquanto uns assistiam para preservar derrota e outros choraram acreditando que a derrota era já definitiva, Deus Ele estava a atuar a um nível que ninguém mais poderia medir, não com espetáculo visível, não com o barulho dos exércitos, não com

sinais que acalmariam imediatamente o discípulos, mas no mistério da sua fidelidade. Sábado não foi ausência de Deus, foi o dia em que a ação divina estava velado dos olhos humanos. e isso faz com que seja um dos dias mais intenso espiritualmente de todos os escrevendo. Se esta mensagem já estiver tocando o seu coração, subscreva o canal e escreva sábado nos comentários.

Vamos continuar a avançar juntos em silêncio reverente neste dia, então profundo. Porque o Sábado Santo não foi apenas uma data entre dois eventos, foi uma experiência de espera completa, um espera amarga, espessa, lenta, uma espera sem sinais claros. Para nós é fácil de resumir numa frase. para eles cada hora tinha peso.

Cada secção do O dia deve ter parecido mais longo do normal. A manhã poderia ter amanhecido com cansaço acumulado e com isso sentimento irreal que por vezes deixa um luto recente quando o corpo Acorde alguns segundos antes dor e, de repente, lembre-se do que passou. O meio-dia poderia ter chegado sem apetite, sem conversa, não direção.

A tarde poderia ter sido feita infinito. Neste contexto, o O silêncio de Deus não era um conceito teológica, foi uma experiência concreta. Jesus tinha clamado na cruz, tinha expirou e depois disso nada. não caiu fogo do céu para o vindicar. Não anjos desceram para abrir o túmulo nessa mesma noite. Não havia um restauração imediata que recompôs aos seus seguidores.

A história permaneceu ainda E quando a história permanece ainda no meio da dor, a fé entra numa área muito exigente. Há uma aula de fé que canta quando tudo se abre. Existem outra que resiste quando tudo se fecha. O sábado pertence a este segundo, ao fé que ainda não tem a evidência de mudar, mas não liberta completamente o memória do que Deus disse.

talvez muitos dos que seguiram Jesus Nem sabiam se podiam chamar a isso fé. o que sentiram naquele dia. talvez apenas Permaneceram a respirar entre as ruínas, sem força para formular uma esperança completo. Mas às vezes ficar já é uma forma de fé. às vezes não desista em tudo, mesmo que o coração esteja destroçado, Já é um ato de fidelidade.

A tumba fechado tornou-se o grande símbolo daquele dia. Era uma pedra real, pesado, visível, concreto, não é uma ideia, não é uma metáfora. E precisamente por isso tudo o que aconteceu foi tão chocante aberta por Jesus parecia agora ter terminou diante de uma porta de pedra. Ele Abri os olhos, abri os ouvidos, abriu mesas aos pecadores, abriu um futuro para aqueles que não tinham.

Mas agora o mundo viu um entrada selada e o coração humano geralmente desiste muito rapidamente antes pedras visíveis. Porém, no sábado santo ensina algo decisivo, que um pedra fechada não significa promessa cancelado, significa muitas vezes que o o ser humano chegou ao limite do que O que pode fazer? A partir daí, tudo Depende de Deus.

Os discípulos não poderiam empurrar a história frente. Maria não podia apressar o consolo As mulheres não podiam mudar a noite até ao amanhecer. As autoridades podiam selar, monitorizar, controlar. Roma podia executar, mas ninguém podia governar o que o Pai tinha determinado na sua fidelidade. naquele dia Também mostrou a pobreza de tudo o triunfo meramente humano.

Os inimigos de Jesus, poderiam ter pensado que o assunto Foi resolvido. A cruz fez o seu trabalho. O Mestre Galileu foi morto, o seu corpo foi trancado. O seu seguidores foram espalhados. Mas ele Sábado foi precisamente calmo engano que precede a derrota do ruim. E isto da nossa leitura movimentos posteriores, porque o mal geralmente festejar muito cedo.

Acredite que ele O silêncio de Deus é ausência. acredite nisso a quietude divina é impotência. Acredite que um túmulo selado é o ponto final. Mas Deus não tem de se apressar para seja soberano Talvez seja por isso que o sábado santo continua a falar com tanta força ao coração de quem sofre perdas, crises ou longas esperas.

Há momentos em que aqueles cuja vida parece um túmulo fechado. Sabe o que Deus fez antes. Alguém se lembra da sua bondade. Lembre-se orações respondidas, lembre-se misericórdias antigas, mas o presente Ele vem selado. Olha-se e não se vê sair, rezar e não receber resposta imediato. Espera e não encontra movimento.

Nesses momentos, no sábado de Jerusalém deixa de ser um cenário distante e [a música] torna-se um espelho, porque aí aprendemos que o silêncio de Deus nem sempre significa distância de Deus. Por vezes significa profundidade, por vezes significa que o trabalho é acontecendo abaixo do nosso olhos alcançam. Mais profundo que a emoção imediato, mais profundo do que a lógica do momento, mais profundo do que o desespero.

O grande drama do sábado é que nada vitória anunciada visível. Mas o grande verdade do sábado é que A vitória não dependia do que era visível. Imagine as mulheres a preparar-se após o intervalo os aromas com o que queria honrar o corpo de Jesus, acrescenta outra camada de sensibilidade e dor. Não foram ao túmulo esperando uma explosão de glória.

Eles deveriam servir em meio do duelo. Eles queriam amar até definitivo. Queriam fazer o que ainda podiam feito por um corpo amado. Isso disposição humilde, silenciosa e fiel, Também nasce ao sábado. Quando não sei entenda tudo, ainda existe amor. Quando a esperança não sabe nomear-se, pequena fidelidade ainda se mantém. Quando a alma não sabe cantar, ainda assim sabe curvar-se E isso distingue profundamente até aos dias de hoje.

Não é um dia de grandes discursos. É um dia de estadias discretas de pessoas feridas que não compreende mas não esquece, corações desorientados que não conseguem veja o fim da estrada, mas continue unidos a Jesus, mesmo nas trevas. O sábado é o dia em que o amor não pode resolver o mistério, mas recusa-se a abandonar.

Há também um dimensão espiritual muito profunda, em que Cristo descansou no túmulo durante o ótimo dia de descanso. O corpo que foi entregue permaneceu imóvel. Aquele que carregou o peso do pecado e do sofrimento humano entrou no silêncio da sepultura. A criação todo parecia suster a respiração, não porque a história teria perdido o seu sentido, mas porque estava prestes a revelá-lo de uma forma que ninguém em redor do túmulo ainda poderia entender.

Sábado foi o intervalo mais longo carregado de significado que o mundo tem conhecido e ainda, para quem estavam lá dentro naquele dia, aquela beleza Estava [música] escondida. Essa é a parte que não devemos suavizar. O cristão de hoje conhece domingo. Eles ainda não. Ouvimos ressurreição e os nossos corações correm em direção à vitória. Ainda ouviam a morte, a crucificação, sepultura Nós lemos a história completo.

Eles ficaram presos no capítulo que parecia uma derrota. É por isso que o seu a dor merece respeito e é por isso que no sábado santo não deve ser contado rapidamente como se fosse apenas uma estação intermédia sem densidade própria. Não foi um dia a sério, comprido, pesado, escuro, humano. Talvez lá um dos seus ensinamentos mais importantes está escondido precioso Deus não despreza os tempos intermédios, não elimina da história o espaço de espera, nem sempre responde imediatamente, permitindo por vezes Que a promessa passe pela noite, pelo

sepultura, para silenciar, para não destruir fé, mas levá-la a um profundidade do que o entusiasmo fácil nunca poderia produzir. Há certezas de que Só amadurecem quando tudo parece perdido. E, no entanto, o sábado não é glorificado pela sua dor em si mesmo. Nós não amamos o silêncio pelo amor do silêncio.

nós não adoramos o túmulo como um túmulo. O que contemplamos eis a fidelidade de Deus a passar o dia mais tranquilo. É esperança mantido, mas não extinto. É o promessa coberta, mas não cancelada. É o amor de Cristo aparentemente imóvel, mas não derrotado. Tudo parece parado, tudo parece selado, tudo parece suspenso, mas apenas parece.

Isto faz o fim Este dia tem um tremor especial. Não porque o clímax [música] deva avançar muito cedo, mas porque o mesmo silêncio começa a adquirem uma tensão diferente quando Ele olha para ele à luz da fidelidade dos Deus. Sábado à noite não seria o ontem à noite a pedra não seria última palavra O duelo não seria destino final daqueles que o amavam.

mas ainda havia horas, ainda havia escuridão, o a madrugada encontrará mulheres a caminhar com dor, com especiarias, com perguntas, sem imaginar a magnitude do que estava prestes a acontecer. Portanto, o Sábado Santo continua a ser escola da alma. ensina-nos a não ligar ao final aquilo que Deus apenas colocou em espera.

Nós ensina a não confundir silêncio com abandono Ensina-nos a carregar o coração até à beira do túmulo sem negar a peso da pedra, mas também sem coroar aquela pedra como soberana. Nós ensina a esperar quando não há aplausos, lembrar quando não há resposta imediato, para permanecer quando não há clareza.

E talvez seja essa a palavra para muitos corações hoje, permaneça. Fique quando a dor não parar explica. Fique quando orar Parece saltar do teto. fique quando a fé não tem brilho, mas Ainda tem raízes. fique como Maria, atravessada mas presente. Fique como aquelas mulheres feridas mas fiel. [música] Permanecer como discípulos quebrantados que, mesmo tremendo, não Foram capazes de arrancar da memória o o rosto do professor fica até Deus fale.

Fique até noite de seda, fique até ao túmulo, que hoje parece definitivo, descubra que nunca foi dono do final. O dia mais tranquilo da Bíblia Era um vazio inútil, era o limiar. Foi o momento em que o céu parecia silencioso enquanto prepara a resposta mais decisivo da história. e isso a verdade muda a forma como se olha os nossos próprios sábados.

porque quando Deus parece silencioso, pode ainda estar trabalhar [música] Quando a pedra parece fechar tudo, pode ainda ser para o amanhecer chegar. Quando o coração só sabe chorar, ainda pode há uma promessa a respirar sob o superfície da dor. Se este passeio O Sábado Santo tocou a sua vida, Subscreva o canal, deixe o seu like e escreva sábado nos comentários e fique connosco para continuar indo mais fundo na Bíblia, na vida de Jesus e no contexto real da acontecimentos bíblicos que se seguem falando ao coração com força imenso, porque depois do silêncio o

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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