Tente não chorar: Idosa de 99 anos vive muito doente em casa precária quase caindo -H

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Eu queria que prestasse a máxima atenção [música] nesta história, porque ela é diferente de tudo o que já viu por aqui. Que que esta mulher que tem 99 anos representa [música] na sua vida? Tudo ela representa-me tudo. Falo da cidade de Abaituba, no Pará, e estou exactamente numa casa onde vive [música] uma idosa que não tem 70, nem 80, nem 90.

Ela tem 99 [música] anos. Duas coisas me impressionam neste caso. A primeira delas é a idade. Infelizmente, nem todos conseguem alcançar [música] tal proeza e bênção. A segunda coisa que me parte o coração [a música] é a triste realidade que ela vive com a sua família. A casa [música] em situação precária, correndo o risco de derrocada, risco de acidentes, [música] onde não proporciona ela qualidade de vida, nem tão pouco dignidade.

[música] Esta história merece ser contada. E para que ela tenha um final feliz, peço [música] que faça pelo menos três coisas agora. A primeira delas [música] é que goste deste vídeo e o partilhe para o máximo de pessoas que conseguir. [música] A segunda coisa é que deixe um comentário de motivação, fé, [música] pensamento positivo.

E a terceira coisa, uma das mais importantes, é que colabore na campanha, [música] na vaquinha online que estamos a criar a partir de agora. É muito simples. Com a câmara do seu [música] telefone, você digitaliza o Qcode que aparece agora, faz a sua dádiva e aguarda os próximos [música] capítulos conscientes de que nós vamos conseguir mudar o rumo desta história.

A dona Maria é muito forte, mesmo enfrentando [música] vários problemas de saúde, persiste e tenta levar uma vida independente. quer fazer as suas coisas, apesar [música] de ter 99 anos, ela não pára. O que me deixa triste mais uma vez no meio a isto tudo é que ela vive num lugar precário como este. É Deus que me ampara. Todo o tempo rezo a Deus, peço para Deus, Deus dei-me força, dei-me força.

Vou cuidar da minha mãe até ao fim da vida dela. Muito bem, malta. Nesse momento nós estamos a aceder à habitação onde vive a a nossa querida vozinha de 99 anos, a dona Maria. Quem me recebe é a sua filha, a dona Ana. O pessoal mandou-nos essa história e aqui estamos nós por entendermos que é uma situação grave.

Não é fácil a realidade por vós vivida. A primeira coisa que eu noto aqui nesta habitação é a temperatura elevada dessa casa. Os Os ventiladores precisam de estar ligados o tempo inteiro, principalmente porque o telhado é muito baixo e esta telha aquece muito, por isso dá uma sensação de desconforto. Muito obrigado por nos receber.

É um prazer estar aqui convosco hoje. Para nós é um prazer também. Eu quero começar por te perguntar que que esta mulher que tem 99 anos representa na sua vida. Tudo. Ela vai representar-me tudo. Ela é demasiado importante na sua vida. Muito importante. Ela é muito importante para mim. É você que dedica os dias a cuidar dela.

Casa, eu é que cuido dela. É, eu poderia est a trabalhar. Posso trabalhar, não é? Porque não posso deixá-la só. Eu tenho que estar a cuidar dela todos os momentos. Ela chama-me. Eh, tem que a estar a ver para ela não descer, para ela não cair. Ela depende 100% de si. Ela depende 100% de mim. Como é cuidar de uma pessoa com 99 anos? Ai, gente, é preciso ter muita paciência porque não é fácil, não é? Se torna uma criança, a gente tem que tá tem que tá sempre, não é? Tenho que estar sempre perto dela, dizendo-lhe as coisas,

entendeu? Porque ele se torna uma criança e não é fácil, não é? Ela está com 99 anos, no dia 3 de julho ela completa 100 anos, certo? E depois toda a minha vida é para ela, certo? É para ela. Eu não posso trabalhar porque tem de se dedicar, porque tenho que dedicar a ela. Qual o momento mais difícil? que viveu com ela durante essa trajetória.

Ah, o momento mais difícil, olha, o momento mais difícil foi quando ela não pôde ouvir mais. É porque quando ela ouvia e já nos dava mais para me perceber, né? Acho que falar com ela, conversava melhor. Depois depois que ela já perdeu, não é, a audição que não viu mais, depois ficou meio difícil porque tem que estar a fazer o gesto, não é? Aí é assim, tem um problema maior que assola a saúde da sua mãe.

Ela ela tem o testino da minha mãe é dilatado, não é? Não pode operar devido à idade e muitas das vezes fica inflamado, certo? Dou medicamentos para desinflamar. Depois hoje a médica veio cá, não é, receitou uma receita para eu comprar, porque eu não posso estar a dar rebelde na minha cabeça para ela.

E ela deu um quisto, quisto muito grande na costa. Esse quisto, foi operada, foi-lhe tirado esse quisto, só que depois ele voltou, depois pela idade dela aí não pode operar, percebe? Aí ela fica todo o tempo, ela fica cansada devido da da coluna, não é, que ela caiu também, foi uma queda que ela apanhou, não é, depois ela partiu espinha, a espina dela é torta. Aí então levei-a ao médico.

O médico disse que, tipo assim, que eu tenho que ir levando assim porque não tem que não pode operar. E o cansaço dela é tudo da espírita, não é? Ele falou para mim é tudo da escola. Ela sente um cansaço. É todo o tempo. Muito tempo. Portanto, ela tem ali um histórico de problema de saúde e cuidados intensivos.

Isso. Que devem ser mantidos. Muito, muito, muito. É, ela está neste quarto aqui. Pois, ela está aqui no quarto. Todo o tempo ela fica, pode ser. Ela, ela todo o tempo ela fica assim, ó. Todo o tempo deitada, ó. Este aqui é o quarto. Este aqui é o quarto onde ela fica. Onde fica a dona Maria. É aqui que ela dorme.

É aqui que ela dorme. Ela é aqui que ela passa a maior parte do termo. É. É porque ela não pode est a sair todo tempo. É aqui na net, certo? E a noite assim ela passa para a cama, da cama para rede. É assim a vida dela é aqui. Agora diz-me uma coisa, honestamente falando, esta casa ela está muito complicada.

Ela está, o quarto dela, olha, abana, está muito complicado. A a minha preocupação é, tenho medo que de repente caia, porque a forma como esta casa está, ela está muito complicada, muito mesmo, percebe? A gente percebe que tem vários problemas na estrutura. O pessoal já colocou incluindo plásticos aqui para evitar a goteira. A goteira é, há tábuas aí que estão em falta.

A casa balança inteira. A casa ela balança, as tábuas vão-se soltando. Depois quando cai aquela chuva, aquele vento, as talbas que já tão a sair, né? Inclusive aqui na lateral há uma escola, tem uma escora, uma logarina que nós colocou, não é? Para firmar para casa não que não virar, descer para este lado aqui, descer, porque ela parece que está indo.

A senhora não tem medo de viver aqui? Tenho muito medo. Tenho, tenho medo. A senhora é muito apegada com Deus? muito há muita ele que dá força. [suspirando] Que que a senhora pede nas suas orações para o pai do céu? Então olha, há muito tempo, não é? Eh, o meu sonho era ajeitar a casa dela muito tempo. E n é de hoje que estou nesta luta, certo? Orando, pedindo a Deus que me dê força com ela, não é? que parecesse um um anjo, uma uma pessoa de Deus para olhar para nós, que viesse ajudar.

Pessoal, esta senhora que vêem neste momento é a dona Maria, tem 99 anos, está se escondendo, achar graça. Ela tá a esconder-se. Se nunca viu uma pessoa com essa idade, senhora costa. Ela disse que tá a doer a costa operação que eu fiz de uma operação que ela fez. Ela tá falando sócar o checa para ele por três vezes faz.

Ela está a falar, ela está a falar de uma operação que ela fez de um quisto que tem na costa, mas esse quisto voltou e há a formação aqui na na parte da costa dela. Portanto, ela tem muitos problemas de saúde, incluindo a questão do intestino. [ressonante] Intestino dilatado. Dilatado. A cirurgia já não é não. Não pode mais. É lá lá. Está bom.

A cirurgia já não é viável neste caso. É, já não é. Assim, ela passa a maior parte do tempo assim como podem observar. O que é que ela gosta de comer, por exemplo, ela gosta é que gosta mais a o a comida é frango. Ela gosta muito de frango. Frango frito, cozido ou assado assado cozido. É. Ela gosta muito de frango.

E o almoço dela hoje vai ser o quê? Frango. Frango. É. A que horas ela come? Olha, a hora que ela come. Não é assim. Vamos, ó. Pronto, o almoço, 11 horas, me dia, ela não come. Ela vai comer 2 horas. 2 horas ou 3 horas da tarde. Duas ou três da tarde. É. Depois ela gosta de estar só ela à vontade.

Se estiver alguém na cozinha, ela não come. A dona Maria é teimosinha? Não, ela é teimosinha. Muito temosa, muito temosa. Eu tenho que ficar a vigiá-la, que quando eu a vejo está ali no quintal no meio das galinhas. É mesmo? É. Ela gosta de ela própria fazer as coisinhas dela. E agora ela é um pouco zangada, né? Vocês estão a ver que leve faz, faz 100 anos em julho, dia 3 de julho. Ela completa 100 anos.

Ela teve quantos filhos? 13. 13 filhos. 13 filhos. Todos vivos. 13 filhos. Tem uma história, certo? É uma história muito grande. Esse o quarto dela? Sim. Ela quer mostrar o Ela vai mostrar o quisto. Eliseu. Olha. Ai, meu Deus. É. Arde. Coça. Posso ver? Pode sim, hein. É, amor, é esse mesmo. Este aqui, esta região aqui é pessoal aqui tem aqui tem um quisto.

Ela já fez a cirurgia, mas ele voltou de novo. Voltou de novo. Agora já não pode operar. Não pode. Doutor João Neres que operou e tirou, depois voltou. Aí já não há como operar, certo? Só tá só deu mesmo. Depois quando coça aquela vez que está a coçar, ela ela pede assim para me furar. Ela diz: “Não, mãe, não posso furar.

Não pode furar”. Depois pego, atiro um álcoolzinho assim. É. E muit das vezes também o aborrecimento dela às vezes é tudo isso, não é? Também dizer do problema dela, não é? Porque não é fácil, certo? É. Ela está a mandar a gente embora agora. Ela [risos] é quando dá para ela falar, ela fala. Agora há pouco ela passou-me perfume.

Foi. É assim. É assim. É. Onde está o perfume que ela passou? Há momento em que ela tá bem. Tem momento que ela põe toda a gente. Tem um um [ressonante] Ela não ouve corretamente não. Ela não ouve nada. Não, não, não. Ela fala, ela conversa. Eu dá. Ó, ela está a dizer que me deu. Pois agora. Passa por aqui, passa por aqui na mão.

Diz é desodorizante, que às vezes ela enche de álcool. É álcool ou é álcool? É álcool. É. A senhora enganou-me. [risos] Esse desodorizante. Álcool. Pega este aqui. Não é desadorante. Aqui é álcool, estás a ver? Ela enche-se de álcool. Meu Deus. É. Ela ela l Põe aqui vazinho. Pronto. Agora é o álcool. Está bom.

Ela tem uma coleção de perfume, certo? Hum. Ixe, tá bom. É, ela quer mesmo banhar-me, ó. E todos os que aqui vêm, ela gosta de de passar desadorante. Obrigado, viu? Desodorizante. Isso é desodorizante. Obrigado. Acho que ela está a querer dar-me de presente. Será que estou fedendo tanto assim? Todos os que aqui vêm, ela quer filmar-te. Eu quero. Leva. Quero. Quero.

Ó, estás a ver? Tu queres leva para ti. Leva-te. Obrigado. Obrigado. [risos] Eu quero. Eu quero guardar. Ela tem. É, é. Ah, ela tem vários guardados. Me conta uma coisa, o que é que ela faz no dia a dia? Fica só aqui deitadinha. Olha, sim. Ela passa o tempo deitada, mas ela levanta-se, vai para a casa de banho, toma banho, lava-lhe a roupinha, toma café.

Faz tudo isso com essa idade. Meu Deus. Ela ela quando eu vejo ela está lá no quintal, vou buscá-la, ela zanga-se comigo, ela atira-me pedra. É, [risos] é assim, Deus o ela é muito temosa, viu? Muito, muito temosa. Acredito. Muito. E o seu esposo é falecido há quanto tempo? Olha, o meu papá já está com uns, acho que já tem uns 20 e tal anos falecido.

Entendi. É, eu sempre viveu aqui nesta casa? sempre, na verdade, eh, sempre vivi com eles. Entendi. Sempre cuidou dele e cuidou dele e cuidava dela, certo? Depois depois que o meu pai faleceu, aí fiquei só com ela, entendi. Cuidar dela, certo? A minha vida toda é cuidar dela. É quando eu saio tua nem pensa. Esta cama aqui é onde ela dorme, ela sai da rede, sai da rede, vai para a cama sozinha, só e olha, e há uma coisa, ela não gosta de rede baixa, não.

Cama só alta. A rede dela é um pouco alta, dando, percebe? Pois, ela gosta, mas às vezes fico preocupada porque de repente ela pode cair, não é? Depois quando eu vou baixar ela fica zangada, ela fica irritada. Depois eu tipo assim, já faço a vontade dela porque se ela fala muito, ela fica ainda mais cansada.

Entendi. Entendeu? E isto aqui que está em cima da cama, quer? Ela que coloca. É ela que coloca. Ela só tira quando ela vai dormir. É tipo por causa do pó. É ela que coloca. Ah, olha. Olha, gente. Olha, ela não quer. Vamos deixá-la quietinha. Vamos lá na cozinha conversar um pouco. Olha aqui, nós estamos numa espécie de sala.

Aqui está a porta de entrada. Logo ali é a rua. Quem dorme nesta cama? Você, o seu esposo. Eu que durmo com o meu marido para ficar próximo a ela. Ela dorme aqui ao lado. É. Depois qualquer coisa eu estou a olhar para ela, estou a ver, corro lá para a ver. Eu dizesse que eu ah, que eu durmo bem. Não, não durmo bem por causa dela, que tenho que estar a toda a hora levantando-a olhando, porque muit das vezes ela levanta-se à noite, não é? Inclusive já houve mais vezes que ela caiu da rede, certo? Aí então por causa desta situação

que tenho de estar de vez em quando olhando para ela o tempo inteiro. E estes buracos aí atrás? Esse buraco é as talbas, rapaz. A casa está complicada, viu? Está complicada. A, estes buracos é que estão a soltar-se tudinho, as talbas tudo, tudo está tudo ó. Malta, o negócio aqui está terrível. Não tem medo dessa casa cair? Tem, certo? Tem, tenho sim, tem, tenho muito medo sim.

É uma casa super baixa. É baixa, é muito quente. Muito. Vamos andando aqui um bocadinho, por gentileza. Então, este aqui é o quarto da dona Ana e aqui é o quarto da dona Maria. Vem cá voltar a ver a dona Maria, ó. Eu queria saber, eu queria saber em que é que ela está a pensar agora, hein? Que é que ela tá pensando? Pois, ela vive todo o tempo assim, não é? Aí, ela fica, ela fica um bocadinho, [risos] ela fica um um assim sentada.

É. Aí depois ela levanta-se. É. Depois quando tem gente assim, não é? Ela fica na rede, é difícil ela levantar-se. Ela fica. Ela só se vai levantar depois de irem todos mundo embora. Gente, olhem. É muito gira, né? É muito gira. Não posso deixar de elogiar. Princesinha. Olha o chão aqui, ó. Aqui tem um forro porque o chão está abrindo ali uns buracos.

Então, pessoal Colocou ali para para ela não ter algum tipo de acidente. É, meu Deus do céu. Depois quando ela vai dormir, que ela diz que ela vai dormir, ela chama o meu amor. Ela fala: “Meu amor, tem eu, certo”. Aí, ó, podes fechar que eu já estou, já estou preparada, eu já vou dormir, ó. Não quero falar com ninguém. Se vi alguém de quem já estou a dormir.

Meu Deus, é todo o tempo assim. É, ela tem dificuldade em escutar. Pois, não é para escutar. Praticamente não ouve nada. Ouve nada, não. E a visão? A visão dela é pouca. Bem pouquinha também. Bem pouquinha. Pois, é muito pouquinho. São coisas da idade. Coisa da idade, com certeza. Entendi. O que mais preocupa é a questão da intestino dilatado.

Ah, é este intestino dela é tudo para fora. É tudo dilatado. Muito tem muita das vezes quando vejo o chão está sujo. Por quê? Porque ela não sente-se mais, não é? Ela não se sente. Aí eu vou de pano porque é tudo próprio dela inflama. Aí ela sente dor, não é? Ardimento. Aí quando ela ela faz necessidade dá. [ressonante] Depois ela, depois vai para a cama, depois ela vai ao chão, porque não se se sente. Eu que tenho que a avisar.

Fala: “Mãe, a senhora está suja aí. A Senora tá suja. Tem de limpar a senhora”. Ai gente, não é fácil. Não é fácil, não. É triste. De onde é que vem a sua força para poder cuidar dela? Olha, a minha força vem de Deus. Deus que me dá força. É só Deus meu. É Deus que me ampara. Todo o tempo eu rezo a Deus.

Peço para Deus. Deus deu-me força. Dei-me força. Vou cuidar da minha mãe até ao fim da vida dela. Faço todas as vontade dela. Toda a vontade dela. Tudo o que ela quer, tudo, tudo. Eu não saio daqui. [música] Se eu saio como umas coisinhas, já cá estou com ela. Nem é difícil visitar as minhas irmãs, porque a minha vida é com ela.

Deixe-me perguntar-lhe uma coisa, dona Ana. Se essa casa passasse por uma pequena melhoria, faria-te feliz? Muito feliz, porque eu, na verdade, o o meu sonho no tempo de a minha vontade era tão melhor para ela, não é? Ia ficar mais confortável para mim, para ela, mais seguro também, não é? Mais seguro, certo? Nós estamos a fazer uma campanha e as pessoas têm nesse momento a oportunidade de ajudar a história de dona Maria de 99 anos.

E a depender das ajudas vamos verificar o que de facto vai ser aqui realizado. A prioridade, na verdade, o que devíamos fazer era deitar abaixo parte dessa casa e construir algo de tijolos mais seguro, pelo um quartinho ali para ela. Não precisa de ser grande, não. Não, não precisa, não precisa. precisa ter segurança.

O que ela quer é uma segurança, certo? É uma segurança, porque vocês viram, não é, a condição que a casa está, o quarto dela, certo? Depois porque assim agora ela ela não está a precisar de assim muita coisa assim, tipo assim de eu estar a dar banho nela, não é? Ela própria vai tomar banho, vai chegar uma altura em que ela não vai poder mais levantar-se, não é? Vai ficar.

Inclusive vamos mostrar agora ao pessoal também a casa de banho. E o quarto de banho dela? É, pois tem de ter um WC digno. Ela está a chamar alguém. Ela chama-me toda hora. É, a toda a hora ela chama-me. Vamos ver. Vamos ver. Vai lá com ela. É a toda a hora. É assim. É assim a minha vida. Eu largo tudo. Senhora, senhora, senhora.

Tá. É assim. É a toda a hora ela chama-me. A toda a hora a vozinha chama por ela. Eu tenho que vir a correr. É assim, a minha filha eh quando tu ela fica com ela, mas ela não, o negócio ser mais é que vai viver aqui. Não é alc é alco. Aleluia. Não é alto isso. Este aqui é dourado. É dourado apenas. Tá, o prazer dela está a mexer nisso aí.

Pois, ela fica até a noite toda com isso aqui. Ela repete várias vezes. É, ela já perguntou. Ela fica até às 10, 11 horas, meia-noite a mexer aqui no quartoão. Ela pess ela. E o incrível dela também, Ana, é que ela consegue estar de pé, certo? É, ela fica, não estou a limpar ela fica um pou depois ela vai saindo, ela fica de pé. Ela anda, vai indo aí.

Ela já vai para lá. É, mas a postura dela está bem, é bastante inadequada, certo? Ela está bem torta. Torta. É por isso que ela sente esse cansaço. Ela está a mexer em alguma coisa. É. Vamos ver o que é que ela vai tirar. Ela mexe muito. Ela mexe muito. Pessoal, vamos lá abraçar esta história. Vamos ajudar este caso.

Ela mexe muito. Vamos acompanhar de perto a história dela aqui. Uma família que merece. Pelo menos um quartinho bom para a dona Maria já ajuda demais. Esse cômodo aqui é a cozinha. É a cozinha. Ela vem fazer a refeição à mesa ou ela come no quarto? Não, ela come aqui mesmo. Ela come à mesa. Muito bem.

Olha, se também parar para observar um telhado muito muito antigo, muito velho, não é? Aqui, por exemplo, ó, as madeiras a soltarem-se. Aqui já vivemos muitas realidades assim com os outros casos que nós contamos para vocês. Aqui não é diferente, ó. O, é as tábuas já bastante apodrecidas. Portanto, para ela que ainda anda, isto aqui é um negócio, é um veneno.

É um crime, ó. É um crime ela ter de andar num negócio destes, ó. Não é fácil. Este frango aqui é o que vai preparar. Está descongelando. Ela gosta. E ela come bem. Come. Ela come. Não diz assim que ela come assim com nós comemos não. Ela come, não é? Pouco. Ela não é de dentro da sua possibilidade ela come.

É. Ela não é de encher muito, certo? Porque ela ela sabe e a quantia, não é? Que ela pode comer. Porque ela é assim, ó. Ela não gosta de muito assim café com leite. Ela diz que não gosta porque qual do estômago, não é? E sopa quando eu faço ela toma muito pouca. Ela gosta mesmo. É frango, estás a ver? Entendi.

E o açaí? E ela toma a saí com açúcar. E é todos os dias. Todos os dias tem que ter o açaí dela. Meu Deus. E o açaí dela com açúcar. Se não tiver açúcar, ela não toca. Olha, bem-vindo à equipa. Eu também gosto de açaí com açúcar. Vixe, vamos mostrar aqui a casa de banho neste momento para o pessoal que tá acompanhando.

Gente, olhem, deixem-me fazer mais uma vez um pedido especial para si. Chegar a uma idade destas, já se sabe que é praticamente um milagre nos dias atuais. E viver numa casa destas não é fácil também. É uma habitação bastante aí comprometida e a estrutura já bastante apodrecida. para ela que ainda anda, é um risco, é um risco sem discussão.

Ela pode se acidentar, pode cair. Se ela chegar a cair, magoar-se, meu Deus do céu, a recuperação é extremamente lenta. Então, o nosso objetivo aqui com este caso é que consigamos arrecadar um valor suficiente para, pelo menos, fazer a metade da casa. Tendo o quartinho dela de alvenaria com segurança, a caminha dela, rede, tudo organizadinho, a Ana com o marido dela, vão-se organizando porque são mais novos. Isso.

A prioridade no caso é ela. Você pode aceder à campanha agora digitalizando Qcode ou acedendo aos links. Faz a sua doação e aguarda os próximos episódios. Mas ajuda de coração, mesmo. Aqui nós temos a passagem pro banheiro. Banheiro. Este aqui é o quarto de banho da dona Maria. Tem galinha. Tem até galinha. Tem galinha a chocar ali.

Tá chocando aí. Quer dizer que este quarto de banho aqui é o amor da vida dela. Ixe. O amor da vida dela. Esse que é o casa de banho dela. Ela tomou banho. Ela toma banho sozinha. Sozinha. É. Toma banho sozinha. Ela fica todo o tempo. Depois ela senta-se aqui na cadeira, vai lá fica a deitar água devagar. É. É assim. É o prazer da vida dela.

É o prazer da vida dela. É um banheirinho diferente, hein? É. E depois cai muita sujidade. Ó também este banheiro aqui tá precisando de Está sujo, né? Aqui está suja porque cai muita sujidade, certo? Pois, até rato dá também. Tem aqui uma pia. É, esta casa tem bastantes ratos, não tem? Há à noite anda rata até aqui também. É sim.

Às vezes quando vejo está sujo de coisa de rato. Qu ela que enche isto aqui. Depois quando eu quando eu Vejo que está com cocó de rato, quando eu deito fora a água, ela luta comigo, ela fica zangada. Meu Deus. É. Depois tem que ser assim stressa, ela é impacií. Por isso é que eu tenho vou com muita calma, porque tem de ser o que ela quer.

É uma missão que não ficou para todo o mundo. Não ficou só para mim, apenas os os escolhidos. É, mas é não é fácil. Depois tenho que est a fazer a vontade dela. Olha, é isso. Vamos finalizando esse vídeo aqui. Muito obrigado. Agradeço-vos também. Mostrei agora, estou mostrando a história às pessoas que acompanham-nos em várias partes do mundo.

E adoraria voltar aqui com boas notícias. Ai, adorava poder fazer um quartinho melhor para ela, mais seguro, para si também, porque merece, porque não e vai depender do pessoal que te está a assistindo. Eu queria que tu olhando para essa câmara pedisse o apoio das pessoas que estão nesse momento e acompanhando este caso. Gente, bom dia.

Que Deus abençoe cada um de vocês. Eu espero quando virem este vídeo, não é, os meninos aqui, o Eliseu, espero que abracem, tá? Espero que me ajudem, não é? Então eu conto convosco, primeiramente Deus, não é? Tenho que ter fé em Deus que tudo corra bem. Espero que vejam e se for uma possibilidade de vocês me ajudarem, eu agradeço-lhe muito, muito, muito de coração.

Que Deus vos abençoe. Obrigada. Ч.

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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