URGENTE TRE DERRUBA INELEGIBILIDADE DE PABLO MARÇAL – H

Pois é, meu querido, o André Mendonça tem passado raiva na turma Lula Petista. Ou seja, a campanha de Lula, a A candidatura do Lula está furiosa com o André Mendonça. Não sei se estás sabendo, o André Mendonça não deu uma, deu duas. Tiveram duas decisões judiciais que impactam diretamente a campanha de Lula.

Uma delas tem a ver com o Vcaro e o banco Master. Vitória do Flávio Bolsonaro nas mãos do André Mendonça. A outra tem a ver com a Lulinha. Vitória novamente do Flávio Bolsonaro. Missão localizar Lulinha e decisão do tribunal favorável a Flávio Bolsonaro. Deu mau para o Lula. E parece que foi o dia do judiciário tomar jeito.

Será? Porque adivinhem quem conseguiu derrubar a inelegibilidade? Flávio Bolsonaro? Não, Pablo Marçal. Pois é, o Pablo Marçal teve mais uma inelegibilidade derrubada. E agora? Será que o Pablo O Marçal pode concorrer? Não pode concorrer? Calma que eu estou aqui para te explicar cada detalhe do mesmo. Então, sejam todos muito bem-vindos a mais um editorial desta quarta-feira abençoada.

Hoje, dia 26 de agosto de 2026. Este é o o nosso segundo editorial do dia. Muito obrigado pela confiança, pela credibilidade e temos hoje muita matéria para nós tratarmos aqui com vocês, beleza? Por isso não se esqueça de curtir, partilhar, envia o editorial para maior número de pessoas possível. Lembrando-vos, pessoal, este editorial aqui é patrocinado aqui pela Imigra Mais, na verdade, a minha empresa Imigra Mais.

E você que ainda não viu a necessidade, a importância de tirar uma residência no Uruguai, a hora é essa. Estás a ver a loucura que tá se tornando o Brasil. E se o Lula leva esta em outubro, não sabe como vai ficar o resultado. Nem sabe, porque tem o que mais está a haver hoje é imigração de brasileiros para fora. Assim, pode ser que mais cedo ou mais sde as porteiras se fechem, as portas se fechem.

Então entre em contacto com a imigra mais e perceber a importância de ter um plano B no Uruguai, está bom? Vem cá. André Mendonça manda derrubar deep fake contra Flávio Bolsonaro e identificar o responsável. Imagine-se se esse responsável vem da campanha da PT. Já pensou? Um vídeo criado com inteligência artificial simulava cenas existentes com Daniel Vorcaro e atribuí ao candidato suposto recebimento de dinheiro. Sim.

Ah, alguém determinou que fosse feito um vídeo suposto que parecia um flagrante do Vorcaro a dar dinheiro ao Flávio Bolsonaro e espalhou isso nas redes sociais como se fosse um vídeo-bomba do Vorcaro com o Flávio Bolsonaro a passar dinheiro e depois como se fosse um flagrante. Este chegou até às mãos do André Bendoncia, que mandou retirar uma montagem eleitoral tentou transformar cenas que nunca existiram em imagens com aparência de realidade.

André Mendonça mandou retirar do ar. O ministro do TSE determinou que o perfil responsável apague e não volte a publicar o vídeo produzido com inteligência artificial que associa Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcar e é suposto recebimento de rachadinha. A peça criava imagens realistas dos dois e apresentava uma música como se fosse cantada por Vorcaro, sem identificação exigida para o conteúdo sintético.

Ou seja, não informava, ó, isto aqui foi criado por IA. Numa análise preliminar, Mendon enquadrou o material como deep fake eleitoral, capaz de produzir falsas perceção de autenticidade e prejudicar a candidatura. A meta deverá fornecer os dados para identificar o responsável pelo perfil. A decisão foi limitada ao vídeo específico e não determinou remoção automática de todas as cópias, certo, evitando atingir conteúdos jornalísticos ou críticos [ressonar] legítimas.

Está aí a decisão do André Mendonç contra o governo Lula, não é, contra ah alguém contra o governo Lula, não, contra alguém que queria descredibilizar o Flávio Bolsonaro, mas que impacta diretamente a eleição do Lula, não é? E o Pablo Marçal, pois é, o Pablo Marçal conseguiu mais uma vitória agora no TSE, no TR São Paulo. Estranho, certo? Mas dá uma vista de olhos.

Marçal derruba mais um inelegibilidade, mas pode ainda disputar a presidência. Calma que eu te explico aqui. O TRE São Paulo reverteu a segunda condenação do empresário. Um processo continua a impedir ainda a candidatura. Vai ser decidido pelo TSE. Ou seja, não quer dizer que o Pablo Marçal possa concorrer, mas ele conseguiu agora uma reversão.

O Marçal conquistou uma vitória importante, mas ainda não recebeu o passaporte jurídico para disputar o Planalto. Por cinco votos a um, o TRE derrubou a condenação que tornava inelegível por críticas à justiça eleitoral. Vejam só, publicações nas redes e um site que incentivava eleitores a imprimir materiais de campanha.

A maioria entendeu que criticar o poder judicial, inclusive com termos duros como ditadura e censura, não constitui por si só uma ameaça para o funcionamento das instituições. Aprende morais, ok? Marçal acumulou três condenações de inelegibilidade em primeira instância. A primeira sobre apoio a candidatos a vereadores em troca de dádivas via PIC.

Foi revertida pelo TRE São Paulo em novembro de 2025, ou seja, já teve uma vitória já. A segunda ligado ao chamado concurso de cortes remunerados, foi mantida pelo tribunal em dezembro e continua a produzir inelegibilidade até 6 de outubro de 2032. Portanto, a primeira foi quando ele propôs, não é, fazer ali eh uma parceria com candidatos e depois os candidatos faziam donativo para a campanha dele.

Nessa ele conseguiu reverter. A segunda foi um concurso de corte, ó. Quem quem eh fizesse um corte, ele ia pagar, quem tivesse os melhores cortes, ia pagar. A terceira relacionada com as críticas ao sistema eleitoral e a impressão de propaganda foi agora afastada. Os casos podem ainda chegar ao TSE por recursos das partes.

E aí, o O Marcel pode concorrer? [ressonante] Olha, fez o registo da sua candidatura. Ele poôde registar a candidatura e em tese ele poderia estar a concorrer porque uma vez que é candidato lhe cabem os direitos de candidato. Essa era a regra numa democracia convencional. No entanto, o TSE permitiu que ele continuasse como candidato, porque ainda não apreciou o caso, mas retirou os direitos de candidato dele.

Ó, o TSE proibiu o recurso público, a rádio, televisão e o pior, participar em debate. Isto foi uma sacanagem sem tamanho, não é? Mas para disputar validamente, ele precisa agora de derrubar ou suspender as condenações que estão a correr lá no TRE, não é, do de São Paulo ou agora, não é, recorrendo para o TSE. Pois é, está aí.

Tre São Paulo reverte uma das decisões que tornaram Pablo Marçal inelegível e agora, não é, o Marçal pode concorrer. Pois é. E depois na sua opinião, coloca no comentário, acha que o Pablo Marçal vai conseguir reverter ou acha que é um jogo duro pário, está difícil de reverter? Coloca no comentário, quero saber a tua opinião.

Vamos lá, terceira matéria de hoje. Lulinha tenta retirar vídeo de Flávio Bolsonaro, mas a justiça manteve a publicação no ar. Pois é, dois dois dois duas demandas judiciais, um só dia e duas derrotas da esquerda. Agora uma foi para tirar um vídeo contra o Flávio, agora para manter um vídeo contra o Lulinha, logo atinge a campanha de Lula.

Ah, a juíza rejeitou a remoção imediata de missão localizar a Lulinha. Foi o vídeo que o Flávio Bolsonaro publicou, não é? E alerta para o risco de cerceamento da liberdade de expressão. Parabéns para esta juíza, não é? Ainda ainda existem juízes que a gente eh eh dá dá para dizer que há decisões coerentes, não é? A tentativa de retirar das redes o vídeo Missão Localizar Lulinha encontrou uma barreira na justiça.

A juíza Alessandra Lopes Santana de Melo do 41º Juízo Cívil de São Paulo, negou o pedido cautelar de Fábio Luiz Lula da Silva contra a publicação de Flávio Bolsonaro. Segundo a magistrada, os documentos apresentados ainda não permitem concluir que o conteúdo seja falso e uma remoção imediata poderia seciar indevidamente a a liberdade de expressão e o direito de crítica sobre factos de interesse público e político.

Lembremo-nos que não foi eh produzido apenas por IA, certo? A decisão não declara verdadeiras acusações do vídeo, nem encerra o processo. O pedido poderá ser revisto depois do contraditório. A justiça determinou ainda que as plataformas preservem de dados de alcance, partilhas e eventual publicidade paga. O recado desta primeira etapa é relevante para a campanha.

A sátira política não deve ser apagado por decisão urgente, sem prova suficiente. Mas quem atribui um crime a outra pessoa continuar sujeito a responder se a falsidade e o abuso forem demonstrados. Beleza? É isso mesmo, certo? Então a juíza deu a entender o seguinte, ó. Não vouci se a liberdade de expressão. Se depois se provar que o Flávio Bolsonaro realmente extrapolou, foi além dos limites, ele vai responder danos morais até por um eventual crime de injúria, calúnia, difamação, mas não vai retirar assim à primeira monta, até porque, aqui entre nós, a juíza

deve ter visto o arcabolso de provas que foram apresentados pela Polícia Federal. Então a juíza disse: “Mano, desculpa lá, mas isto aqui que vocês estão a falar não é nada que não tenha realmente assim o fumos boniures, não é? Ou seja, o fumo do bom direito. Ou seja, dá para sentir que a fruta não cai longe do pé e que o O Lulinha está meio assim, está meio enrolado com tudo isto que tá a acontecer.

Vamos lá, pessoal. Amanda Vetorazo da voz de prisão após gravar alegada oferta de R$ 200.000. Pois é, o que é que aconteceu? A Amanda Vetorazo, dentro do seu gabinete eh recebeu um indivíduo que se apresentava ali como, não é, membro de uma empresa ali ou uma ONG para fazer um acordo e receber fundos públicos.

E depois ele falou: “Não, nós fazemos isso aqui e depois para que eu possa fazer essa transação, apresentar-lhe, vai sobrar dinheiro e quero R$ 200.000 sobre isso.” Pelo menos supostamente é o que foi publicado nas redes da vereadora Amanda Vetorazo, que está ligada ao Partido Missão do MBL, certo? Vereador afirma ter sido procurado para influenciar contrato de câmaras corporais e chamou a polícia dentro do próprio gabinete.

Uma reunião que deveria tratar da segurança pública terminou com voz de detenção dentro da Câmara Municipal de São Paulo. A vereadora Amanda Vetorazo, coordenadora da campanha presidencial de Renan Santos, afirmou ter gravado um homem oferecendo R$ 200.000 R$ 1.000 como adiantamento para que ela ajudasse uma empresa a avançar com um contrato de câmaras corporais para a Guarda Civil Metropolitana.

Segundo o relato registado na Polícia Civil, a proposta envolveria uma comissão que poderia atingir R 6 milhões deais. Há muita gente aí que não percebe como é que o gajo gasta R 1 milhão deais numa candidatura para entrar como vereador e ter um salário mesmo em pequenos municípios às vezes de nossa, mas eu tenho um um salário ali de 8 10 igual ao salário em São Paulo acho que é 20 R$ 24.

000 [ressonante] Mas a conta não fecha. O gajo gastou 1 milhão de campanha para ter um salário de R$ 22.000. O porquê, certo? Aí a resposta é fácil de compreender. 6 milhões num contrato para si, não é, eh, influenciar a favor de uma empresa colocar câmaras corporais no no nos policiais. Enquanto isso, quem sofre a população. Amanda chamou a Guarda Civil e o homem foi levado para o primeiro distrito policial da Sé.

O caso foi registado como suspeita de corrupção mativa e ainda depende de investigação. A análise da gravação em contraditório, a voz de prisão não equivale a condenação. O episódio, porém, coloca a campanha de Renan Santos sobre os holofotes por uma razão em comum. A sua coordenadora afirmar ter transformado uma possível tentativa de compra de influência em prova para a polícia em vez de negociar nos bastidores. Pois é, está aí.

Amanda vetorço, matéria do metrópolis da voz de prisão a homem que terá cobrado suborno em contrato. Só que o para perguntar se talvez poderá ser talvez um incentivo algum coisa mais ou menos o áudio está um pouco baixo mesmo, está pessoal? assim do para da polícia seja se já tiver sim o contrato da polícia qual que eu sa não sei porquê mas posso perguntar para ele mas é para o Wilson para o Silva eu posso perguntar desta não tenho muito conhecimento, mas você aqui na Baía também jeito meio cas alguns estados aqui em S.

Paulo já tem a aparecer só a GCM aqui depois disse Não, precisamos estruturar as câmaras corporais para que seja colocada na polícia. Aqui em São Paulo já há quem o faça. Que que faltaria? Ah, e disseste que esse incentivo seria de quanto? Incentivo inicialmente poderia ser de 200. Depois ele pergunta aqui, ó.

E você falou que este incentivo para ela votar a favor disso seria de quanto? E aí ele diz, não é, que esse incentivo inicial seria no valor de 200.000$. E aí ele continua. Não vou não vou dar continuidade aqui não, que o áudio está bastante mau, mas às vezes agora começa-se a entender, ok? Então é eh são o os mais escabrosos cambalachos que possa imaginar, ok? que acontecem eh no no no âmbito, não é, da da vida pública.

É algo assim realmente que mostra porque é que a corrupção corre solta no Brasil, não é? Infelizmente, infelizmente é uma prática mais comum do que possa imaginar, tá? Infelizmente. Vamos lá, pessoal. Raposa Notícias, certo? Fox notícias debate se Trump pode mudar o jogo eleitoral e derrotar Lula.

Pois é, a estação americana trata a eleição brasileira como grande teste para o avanço conservador na América Latina, mas não apresenta prova de plano oficial, ok? Vamos deixar bem claro aqui. A gente trabalha sempre com a verdade evitando o risco jurídico também. Os meus advogados sempre me orientam, eles estão aqui dentro, ok? Então, eh, só para que fique claro, vamos observar.

Não não tem prova nenhuma de que existe um plano oficial de interferência, mas o próprio governo brasileiro tem esse medo e esse pavor. E até a Fox News já está a falar abertamente sobre o mesmo. A eleição brasileira ultrapassou as fronteiras e Lula vê agora o seu futuro político discutido perante o público americano.

Num programa exibido esta terça-feira na Fox Notícias, apresentou uma disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro como grande teste para guinada conservadora na América Latina. O debate destacou a dimensão internacional do pleito e o peso político de Donald Trump, que já partilhou o conteúdo classificando a eleição brasileira como um desafio decisivo no continente.

Com Lula e Flávio tecnicamente próximos, num levantamento recente, uma sinalização pública de Washington pode mobilizar a direita, ampliar a pressão sobre o governo PS e influenciar a agenda de campanha. Olha, é facto. O Trump e eh hoje têm vários instrumentos capazes de alterar o ambiente político aqui no Brasil.

Um exemplo que citei até no último editorial para vocês é uma possível delação do Maduro, uma uma possível declaração de que o Lula poderia ter ligações com organizações criminosas. Porque e aqui não estou afirmando que o Lula tem, estou a dizer o seguinte, o Trump ele não precisa de provas. Ele não precisa hoje, até hoje não foram apresentadas as provas de que o Maduro, literalmente era realmente líder do cartel de Losores. Provas contundentes.

Fala, não, está aqui, ó. Vamos ter um devido processo legal com provas aqui, ó. Não, realmente o Maduro foi condenado. Tem aqui provas suficientes, que é o líder do cartel dos Losoles. Não teve. Mas embora todos soubessem que, não é, a hipótese do envolvimento do narcotráfico com uma figura como Maduro era gigantesca.

Ora, nada impede que o Lula seja no mesmo caminho do do Maduro em relação ao Trump. E o Trump só olha para o Lula e diz: “Tu, tu, tu não quis autorizar PCC e Comando Vermelho como organização terrorista, então você faz parte, vou apanhá-lo”. O Trump faz isso, ok? Portanto, ele tem regras, eh, pontos que ele pode utilizar.

Imagina uma declaração oficial dos Estados Unidos que o Lula, por exemplo, é influenciado pelo narcotráfico, de que o o crime organizado não permite que o Flávio fazer campanha em determinadas regiões. Portanto, isto é uma bomba relógica que o Lula, que o Trump pode soltar, ok? Além das tarifas, que é o que já fez, restrições de vista, sanções, negociação comercial, discurso sobre a liberdade expressão, as bigtechs, não é? Segundo a Fox News, isto não dá liberdade pro Trump de decidir o destino brasileiro, mas entretanto, todavia, com

tudo, dá-lhe poder, não lhe dá o direito, mas dá-lhe poder para fazer isso, caso queira, ok? Brasil grande para Ó, vamos para o Brasil, que é o país maior, não é, da da América do Sul e está se preparando uma para um conflito presidencial que poderia colocar à prova o impulso conservador do Donald Trump na América Latina.

da Silva procura um quarto histórico mandato. O presidente de esquerda, Luís Inácio Lula da Silva, procura um quarto histórico mandato. Pá, a Constituição deveria proibir a repetição de candidatos. Eu sou absurdamente contra a reeleição, mas eu Sou totalmente contra a reeleição de deputado, de de de tudo, está bem? Mandar não deveria tornar-se carreira política.

Eu sei que não vai acontecer no Brasil porque é a própria classe política que escolhe, mas o dia em que tivéssemos gente com moral, a política não deve virar carreira. Não deveria virar carreira. Ninguém poderia exercer mais do que um mandato político, seja senador, seja deputado, vereador, presidente da câmara, o diabo quatro.

Para mim, não se deveria ter uma carreira política. Poderia até ter consultoria, dar apoio, mas exercer o mandato, exercer o cargo para que a democracia seja efetivada. prevand esqu vai enfrentar o principal candidato direita, que é o Flávio Bolsonar para quão difícil será essa luta, não é, essa prova de fogo para a direita e até onde o Donald Trump, o Donald Trump está respaldando, não é, essa direita Amá tipo impacto Estados Unidos liderazgo del presidente Trump y la nueva doctrina Monro han demostrado tener poder suficiente de inclinar la balan

debaixo da liderança do Donald Trump e com a aplicação da doutrina Mon Row que o Trump está a pôr agora, ele já mostrou que tem poder suficiente, como por exemplo o Equador em Perú, em Bolívia e incluído na Colômbia, Peru, Bolívia e agora a gente viu recentemente na Colbia esego que tres ocasiones hac uma oportunidade.

Sem dúvida que o Brasil é a prova de fogo para o Lula, que já ganhou três eleições e tenta agora a quarta oportunidade. Brasil gigante económico mais grande grande economia. É difícil, no entanto não é impossível, porque o Brasil é uma das maiores economias, não é? É a maior economia da da América. Latinoamérica tem um exército mais grande da América também.

com p de barro sem, ó, importante, hein? Sem bargos é um gigante, mas tem pés de barro, ou seja, pode cair a qualquer hora. O Lula tem uma dívida enorme no tema da segurança, segurança. Flávio Bolsonaro não conseguiu combater a criminalidade, o narcotráfico e esta é uma grande janela de oportunidade para o Flávio Bolsonaro que se mostrou firme e proactivo para que se mostrou muito mais firme e proactivo num tema que nós é fundamental a segurança do cidadão e o combate ao crime.

Aí a Fox News já aposta que o Flavito, não é, o Flávio vai levar essa. E aí, acham que esta vai para a mão do Lula ou vai para a mão do Flávio? Deus me livre ir para a mão do Lula, não é? Deus me livre mesmo. Vamos lá, pessoal. Quem aí achou esquisito, estranho o seguinte facto: prenderam o Bolsonaro, condenaram Ramagem, general e Heleno, enfim, Braga Neto.

Mas havia um general que, em teoria era muito mais próximo do Bolsonaro. Em tese, o mais próximo do Bolsonaro deveria ser quem? General Mourão. Pois é, o Mourão. Quem se lembra do Mourão? Agora, algo de estranho surge eh no horizonte. General Mourão, será que vai fazer campanha para o Lula? Será? Pois é.

Lula aproxima-se de Mourão e faz o pedido no QG do exército. Ex-vice de Bolsonaro revelou que o presidente pediu apoio do Senado ao projecto dos minerais críticos. Pois é. E está lá agora o Mourão prontinho para ajudar o Lula. A a conversa reservada entre Lula e Hamilton Mourão no palanque do dia do soldado suscitou especulações, mas o próprio senador revelou o assunto.

Durante a cerimónia no quartel-general do exército, em Brasília, o presidente pediu apoio do Senado ao projecto dos minerais críticos. Mourão afirmou que este foi o único tema tentado tratado no breve diálogo. O governador quer que o Senado aproveado pela Câmara. evitando novo regresso aos deputados.

A proposta alarga poderes do executivo. Vejam só, a proposta amplia poderes do executivo na regulamentação do setor e cria um conselho capaz de avaliar contratos e parcerias internacionais envolvendo minerais estratégicos. Então, deixa-me ver se eu entendi. O senhor general Mourão está querendo entregar os nossos minerais raros para que o Lula determine com quem ele vai fazer acordos e contratos eh livre, leve e solto por aí.

Então, se observarmos o histórico, não é, se observarmos o chassis do rapaz, vimos que as últimas negociações do Lula estão a ir sempre para o lado errado. É o Irão, é a Rússia. Pois, a China não costuma negociar muito com democracias, não é? Não é se não ser que percebeu, né? Portanto, eu acho que é meio loucura do general Mourão dar essa moral para o Lula.

Portanto, o encontro não comprova qualquer aliança política entre Lula e o ex-vice de Bolsonaro. Claro que não. Quem diria? Alto lá, companheiro, não é? Quem diria? Porque eh o que a que custo político seria um apoio a este nível, nesse nível sobre as terras raras? Ah, é entre nós, certo? Mostra, no entanto, que o Planalto procura votos até na oposição para controlar uma das áreas mais disputadas da nova geopolítica mundial.

É, entrega isso ao Lula, está certo? Está lá. Lula a discutir com o general Mourão ali, certo? Pensaram que ninguém ia ver. E aí vocês viram do lado de quem que está o general Mouran com todo o sorriso, com toda a alegria, com toda a risadinha, não é? O Gilmar Mendes, não é? Só para constar aqui no editorial, só gente boa.

Só gente boa. Vamos lá. Eduardo Bolsonaro cobra a reação do PL após deputado subir em palanque da PT. Pois é. Deputado do PL lá no Nordeste subiu ao palanque com Jerónimo. Subiu ao palanque, fez o L, pediu 13, mas é candidato do PL. Pois é. João Carlos Barcelou apoio à reeleição de Jerónimo Rodrigues e apareceu usando o autocolante 13 na Bahia.

Um deputado do PL subiu ao palanque petista, declarou apoio à reeleição do Jerónimo Rodrigues e apareceu a usar o número 13 e o Eduardo Bolsonaro decidiu não se silenciar. Tá certinho assina por baixo que o Eduardo Bolsonaro está a fazer. O episódio ocorreu em Ribeira do Pombal, na Baía, e colocou João Carlos Bacelar no centro de uma crise partidária.

Eduardo afirmou que não passaria pano para o correligionário e exigiu uma posição firme da legenda que integra a oposição ao governador. Está aqui, não é, o momento do Olá, malta de Quijing. Estamos aqui com Jerónimo, deputado João Barcelona, com com com o embleminha do 13. Firme e forte em nome de Lula, em nome de Jerónimo, com certeza a Baía e o Brasil no caminho certo.

Estamos juntos, Romero, um dos melhores governadores da da história da Baía, homem social, homem das infraestruturas e que participou muito gente. Estamos juntos comador. Valeu, João Romério. Olha, vem abraço ao povo de Xungue, a sede, aos distritos. Quero confirmar-vos, este time aqui é a equipa que vai cuidar, fortalecer a política de educação, de saúde, de estrada, de [música] cultura.

Pode confiar. Anda cá, ó. Vira aqui, gente. É o Lula. É a Jerónia. Pois é. Candidato do PL a gritar: “É Lula é” ou apoiando, não é? É Lula é Jerónimo. Pois é. Eu acho que eh o PL com por coerência e acho que ele não tem, desculpa, mas não gosto deste PL, não sou fã desse partido aí falta muita coerência neste PL, mas se tivesse coerência seria o caso, óbvio, de expulsão do partido, mas não não acredito que será não, até porque para eles, não é, o interesse agora é simplesmente eh procurar a reeleição, é procurar votos. Então c entre nós, eles

querem ter lá mais um candidato que dá fundo eleitoral que dá. Então desculpa lá, mas para quem acreditava que ia ser diferente, insisto em dizer que não é diferente, tão diferente assim, está bem? E dito isto, pessoal, obrigado pela confiança, pela credibilidade. A gente volta com mais um editorial.

Daqui a pouco, às 4 horas da tarde, temos mais conteúdo para vocês.

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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