A “Verdade Sombria” Exposta: O Que os Filhos de Stevie Wonder Revelaram Sobre a Vida Secreta do Maior Génio da Música

Em plena era da informação digital, onde a atenção do público é implacavelmente disputada por manchetes escandalosas, títulos sensacionalistas e rumores virais desenfreados, um vídeo recente varreu as redes sociais como um autêntico furacão. O pretexto era absolutamente irresistível: manchetes gritavam que o filho de Stevie Wonder, ao atingir a maioridade, estaria prestes a revelar uma “verdade sombria” e inconfessável sobre o seu lendário pai. O mundo da música, infelizmente habituado a assistir à queda vertiginosa de inúmeros ídolos da cultura pop sob o peso impiedoso de segredos obscuros e vidas duplas, acorreu em massa para descobrir qual seria a mancha fatal na biografia imaculada de um dos artistas mais amados, respeitados e geniais da história da humanidade.

Contudo, quem ousou clicar esperando saciar a sua sede por um enredo obscuro de abandono familiar, vícios incontroláveis ou excentricidades destrutivas deparou-se com algo infinitamente mais profundo e impactante. A verdadeira essência daquilo que se desenrolava rigorosamente à porta fechada, longe dos palcos grandiosamente iluminados e das objetivas das câmaras, não era de todo uma narrativa de destruição, mas sim um testemunho avassalador de amor incondicional, resiliência inquebrável e de uma humanidade pura que supera, de forma estrondosa, qualquer tentativa de fofoca mediática. Para podermos compreender verdadeiramente a dimensão e o peso destas recentes e emocionantes revelações familiares protagonizadas pelos seus filhos, torna-se estritamente necessário recuar no tempo e revisitar ao pormenor a odisseia épica de uma criança invulgar que contrariou o destino, transformando a escuridão absoluta que lhe foi imposta num mar inesgotável de luz, ritmo e melodia.

Nascido a 13 de maio de 1950, na pacata cidade industrial de Saginaw, no estado do Michigan, Stevland Hardaway Judkins chegou ao mundo envolto em vulnerabilidade, com seis dramáticas semanas de antecedência em relação ao tempo previsto de gestação. Esta pressa obstinada em nascer cobrou-lhe, no entanto, um preço trágico e permanente. Devido à imaturidade do seu sistema ocular e aos níveis excessivamente elevados de oxigénio a que foi exposto no interior da incubadora que lhe salvou a vida, as suas frágeis retinas sofreram danos absolutamente irreversíveis. O pequeno menino estava assim, desde o seu primeiro choro, condenado a nunca poder vislumbrar a infinita paleta de cores do mundo, a nunca reparar nas feições dos seus próprios pais e a nunca testemunhar o brilho sereno das estrelas num céu noturno. Todavia, num capricho magistral entre a compensação divina e o supremo milagre biológico, a esmagadora maioria daquilo que o destino lhe roubou na visão, devolveu-lhe exponencial e multiplicadamente através de um ouvido absoluto e de uma sensibilidade tátil e auditiva que beirava o domínio do sobrenatural.

Por volta dos seus quatro anos de idade, a sua família procurou novos horizontes e mudou-se para Detroit, uma urbe metropolitana que fervilhava intensamente com a energia mecânica da indústria automóvel, mas que estava também secretamente prestes a converter-se no mais sagrado epicentro de toda a revolução musical afro-americana do século XX. A sua mãe, Lula Mae Hardaway, uma mulher dotada de uma fibra inquebrantável que criava e sustentava os seus filhos sozinha, no rescaldo doloroso de um processo de divórcio, apercebeu-se de forma fulminante de que o seu menino não era apenas invisual; ele era um portador de uma espécie raríssima de clarividência rítmica e sonora. Stevland não necessitava do auxílio de exaustivas partituras teóricas ou da complexa transcrição de pautas para o método braille para que conseguisse dissecar a estrutura emocional de uma melodia. Fiel frequentador da calorosa igreja batista do seu bairro, ele cantava no coro religioso com o fervor de um veterano e, de forma autodidata, quando atingiu os modestos nove anos, já dominava as teclas do piano com uma fluidez tão desconcertante que deixava qualquer professor de música académico num estado de total perplexidade. Aos onze anos, as suas mãos e pulmões já controlavam também a gaita de beiços e a bateria, tocando ambos os instrumentos com uma intimidade tal que pareciam prolongamentos naturais do seu próprio corpo. Para este garoto peculiar, a música não era meramente um passatempo ou um talento acidental; era a sua linguagem primária, o seu precioso idioma materno, o seu cristalino e incorruptível par de olhos através dos quais ele descodificava brilhantemente a vasta complexidade das emoções que habitam a alma humana.

Foi exatamente na tenra idade de onze anos que a vertiginosa trajetória deste miúdo prodígio se intersetou definitivamente com o plano das lendas musicais. Ronnie White, um proeminente membro do consagrado grupo The Miracles, teve o privilégio único de testemunhar ao vivo e a cores o formidável talento daquele jovem, não perdendo um único segundo a levá-lo à ilustre presença de Berry Gordy, o poderoso, mítico e astuto fundador da editora Motown Records. Gordy, um homem de negócios cujos ouvidos estavam calejados e habituados a avaliar e moldar diuturnamente os maiores gigantes vocais e instrumentais da América, ficou rendido e perfeitamente boquiaberto. Ao observar cautelosamente aquele rapazinho cego, de postura fisicamente frágil mas dotado de uma eletricidade interna que assemelhava-se a um vulcão prestes a explodir, que conseguia extrair arranjos do piano com uma precisão cirúrgica e uma dose brutal de paixão madura, Gordy assinou um contrato imediato com ele, ciente de que estava a deitar as mãos a ouro puro. Batizaram-no logo ali com a intemporal alcunha artística de “Little Stevie Wonder” – o diminutivo do inquestionável prodígio das maravilhas. E importa frisar que este grandiloquente epíteto não ostentava sequer um minúsculo grama de exagero promocional.

Ao longo dos vertiginosos anos que se seguiram a essa contratação histórica, Stevie Wonder imergiu a fundo no restrito e exigente ambiente dos estúdios da Motown, lançando sucessivos trabalhos discográficos, tais como “The Jazz Soul of Little Stevie”, bem como realizando profundas homenagens a ícones incontornáveis como Ray Charles, outro colosso invisual que para Stevie representava um farol supremo de coragem e esperança absoluta. Mas o derradeiro ponto de rutura e explosão global materializou-se sem aviso prévio em 1963. Durante uma intensíssima e calorosa gravação realizada ao vivo perante uma plateia entusiasmada no célebre Regal Theater, localizado em Chicago, o jovem rapaz, somando ainda uns escassos doze anos, imortalizou na fita magnética a avassaladora faixa “Fingertips (Pt. 2)”. A atmosfera caótica, selvagem, incrivelmente vibrante e instrumentalmente virtuosa que se pode escutar na gravação, empurrou de rompante o single diretamente para o tão ambicionado topo da lista Billboard Hot 100. Ao celebrar as suas meras treze primaveras de existência, Stevie firmava o seu nome nos livros de história ao coroar-se como o artista a solo mais precoce a conquistar o pico inatingível das tabelas e do panorama musical norte-americano. Na exata mesma altura em que a esmagadora maioria das crianças e adolescentes normais limitava as suas preocupações rotineiras aos recreios escolares ou aos jogos de fim de semana, este miúdo iluminado dominava inquestionavelmente o globo terrestre. As suas eletrizantes canções rasgavam sem clemência as pesadas fronteiras geopolíticas, inundando em pouco tempo as frequências de rádios europeias e brasileiras, e apoderando-se das vitrolas festivas um pouco por toda a parte.

Apesar da escalada fulgurante, o inevitável amadurecimento e a transição tortuosa da infância para a adolescência abrigam frequentemente fantasmas aterrorizadores no negócio implacável da música pop. À medida que a sua fisionomia se alterava e a sua angelical voz cristalina e agudíssima de soprano sofria os efeitos colaterais biológicos do crescimento, estabilizando-se e quebrando dolorosamente até se firmar num poderoso mas desconhecido timbre de tenor vibrante, o desespero e o alarme instalaram-se entre os engravatados e conservadores executivos que controlavam os destinos na Motown. Instalou-se uma onda aterradora de pessimismo nos bastidores e temeu-se vigorosamente que o invencível e carismático encanto comercial do antigo “miúdo prodígio” se tivesse simplesmente dissipado pelas frestas do tempo. Chegou a equacionar-se, de forma perfeitamente insana à luz dos dias de hoje, a hipótese real do seu inevitável descarte corporativo, num mercado sedento que apenas consumia artistas com moldes inalteráveis. Foi necessário intervir no processo a figura brilhante e salvadora da compositora Sylvia Moy, uma força da natureza criativa que travou um braço de ferro acérrimo com a cúpula da editora para que não o mandassem embora. Foi a união sagrada destes dois intelectos excecionais que engendrou a bombástica faixa de afirmação rítmica “Uptight (Everything’s Alright)”, uma machadada letal em todas as dúvidas que recaiam sobre o seu futuro. Esta canção provou cabal e inequivocamente que Stevie Wonder não seria, de modo algum, um breve fogo de artifício nostálgico, nem uma descartável e esquecida nota de rodapé esquecida nos anuários da soul e do rhythm and blues.

Stevie Wonder Plays at Madison Square Garden - The New York Times

Durante esta fase vitalícia e determinante de redescoberta do seu potencial identitário, o irrequieto adolescente absorveu sofregamente absolutamente tudo o que emanava das lendárias lides e recantos do estúdio “Hitsville U.S.A.”. Partilhou experiências íntimas e lições valiosas com lendas sagradas como Smokey Robinson, Diana Ross e o seu bom amigo e mentor Marvin Gaye. Aliás, seria com a profunda e incontornável influência analítica de Marvin Gaye que Stevie compreendeu finalmente a essência de um preceito ideológico irrevogável: uma canção estruturada no formato da música pop não estava condenada a ter um ciclo de vida efémero e de pendor meramente festivo, pois albergava no seu ventre melódico a força formidável de um autêntico hino e documento político vivo, plenamente apto a traduzir um clamor veemente e coletivo perante as injustiças das tensões bélicas, das crueldades do racismo e das persistentes desigualdades da vida nas artérias sombrias das cidades ocidentais.

E com as aprendizagens consolidadas, eis que no preciso momento em que apagava as suas vinte e uma velas celebratórias, cimentando assim a tão ansiada maturidade e emancipação jurídica, Stevie cometeu um corajoso, revolucionário e audaz ato de total rebelião contra a severa engrenagem e a roda dentada da indústria musical: no exato dia do termo legal e da caducidade do seu acordo discográfico vigente com a Motown, ele comunicou perentoriamente a recusa definitiva de qualquer renegociação e renovação caso não se verificasse o total atendimento da sua mais preciosa exigência: o absoluto, irrestrito e perpétuo controlo editorial, artístico, logístico e criativo de todas as suas composições. Barry Gordy, perspicaz e totalmente encurralado, admitindo para si próprio o valor imensurável de estar na iminência de se desvincular do mais prolífico e singular prodígio da sua brilhante escuderia, não vislumbrou qualquer outra saída sensata senão a sua rendição e rendimento diplomático. Emancipado e totalmente desligado das correntes estilísticas estandardizadas, submissão a produtores caprichosos e padronizações estéticas comerciais, Stevie encetou um dos mais espantosos casamentos conceptuais das eras discográficas: a sua imersão feérica nos recantos inexplorados do colossal instrumento polifónico e sintetizador T.O.N.T.O. (The Original New Timbral Orchestra). O contacto com os exímios técnicos engenheiros Malcolm Cecil e Robert Margouleff proporcionou as ferramentas, ao passo que a génese criativa operou por intermédio das suas mãos, levando-o a embrenhar-se profundamente na composição de ambientes rítmicos estratificados com teclados eletrónicos arrojados e revolucionários, dando corpo a arquiteturas futuristas onde a música mecanizada emergia imbuída de um carácter surpreendentemente transbordante da essência mais genuína do sopro orgânico e imensamente humano.

Na grandiosa e icónica década de setenta, a conversão metafísica concretizou-se a olhos vistos, altura essa em que aquele talentoso menino de Detroit ascendeu de forma inaudita à sacralidade divinal das estepes da composição fonográfica mundial. Com “Music of My Mind” e “Talking Book”, obras supremas datadas do magistral ano de 1972, abalaram-se as mais cimentadas pilastras fundadoras que sustentavam os alicerces estilísticos de toda a cultura urbana. As estrondosas vibrações provocadas pela imaculada execução de faixas lendárias como a monumental e magnética “Superstition” – cujo vibrante hipnotismo advém da inimitável, incisiva e rasgada introdução proporcionada pela cadência galopante do teclado clavinete clavinet, autêntica e prodigiosa impressão digital intemporal, bem como pela opulência sumptuosa da graciosidade amorosa que irradia na apaixonante e luminosa “You Are the Sunshine of My Life”, estabeleceram e demonstraram categoricamente a perícia com a qual o artista misturou habilmente, ao sabor dos seus instintos criadores infalíveis, a sofisticação exata do jazz clássico, os embalos frenéticos do funk enraizado, os refrões inesquecíveis da matriz pop radiofónica e, obviamente, todo um apuradíssimo e exímio fulgor advindo da tradição soul.

Na sua ascensão vertiginosa aos píncaros, Stevie produziu discos imortais que abordavam de forma dilacerante realidades dolorosas com dramaturgias avassaladoras: as denúncias sociais implícitas de álbuns tais como “Innervisions” (1973), de contornos cinematográficos em músicas tão desesperadas e pungentes como “Living for the City”, evidenciaram todas as dolorosas fraturas estruturais da sociedade face aos estigmas da exclusão e da segregação racial, catapultando as obras a múltiplos troféus no prémio Grammy da categoria suprema de Álbum do Ano, um assombro sem par na linhagem da academia de gravações. Sem pausas ou percalços assinaláveis, o epílogo desse pináculo sem paralelos na esfera mundial despontou e eternizou-se aquando da monumental compilação fonográfica dupla editada, “Songs in the Key of Life” (1976), consensualmente reverenciada nas listas infindáveis compiladas e publicadas pela imprensa e crítica especializada ao redor do globo, que, de modo retumbante, a elegem consecutiva e categoricamente como sendo, muito possivelmente, uma das joias criativas de maior excelência e pureza da história sonora contemporânea, um invólucro grandioso recheado e eximiamente composto por vinte e uma preciosidades despojadas absolutamente de preenchimentos banais ou comerciais ocos.

Foi precisamente inserido neste ápice avassalador que germinou e vicejou na sua intimidade pessoal a maior musa da sua jornada, a sua filha Aisha Morris. No arrebatamento total da mais sublime dedicação paternal provocada pelo primeiro fulgor do fôlego da recém-nascida fruto de uma união abençoada e apaixonada vivida com Yolanda Simmons, originou-se toda uma sublime manifestação afetiva canalizada fervorosamente em estúdio de gravação para o alinhamento da deslumbrante faixa de cariz antológico e título “Isn’t She Lovely”. E aqui residia o espelho imaculado de todo um coração aberto sem reservas, sem artifícios redutores de popularidade mercantil: cego em aparência fisiológica, mas lúcido e radioso em instintos instintivos de pai inveterado e babado que ele fez peremptória questão absoluta e deliberada de inserir em definitivo as faixas puras do som indescritível dos lamentos harmoniosos, dos choros recatados e até das exclamações sonoras aprazíveis emanadas pela sua adorável cria aquando de um simples banho afetuoso na tina, perenizando e convertendo num eterno retrato sónico, ao alcance de todas as idades para todo o sempre, a verdadeira dimensão universal dos instintos mais íntimos vivenciados na proteção irrevogável do lar de família e sagrando tal disco no marco impensável de atribuir ao génio mais um gramofone de outo correspondente à excelência de consagrar-se campeão, e alcançar sem rivais ao longo da eternidade, pela imbatível e impressionante ocasião correspondente a um terceiro consecutivo título de galardão honorífico ao cobiçado Grammy galáctico reservado, unicamente, às lendas maiores consagradas de Álbum do Ano.

Mas este compromisso de ordem íntima em que se traduzia uma dedicação infindável a Aisha propagou-se indistintamente na partilha plena de atenções que estendeu, ao longo dos longos capítulos da sua extensa vida cheia de vicissitudes da fama perante as sucessivas desavenças originadas pelas encruzilhadas maritais da qual germinou e semeou, gerando na árvore farta a extensão familiar a nove descendentes directos frutos de várias ligações da sua paixão avassaladora a figuras respeitáveis da música que variaram da imortal amizade gerada de um modesto casamento extinto e reerguido num carinho infindável entretanto cultivado com Syreeta Wright às passagens entre compromissos estabelecidos com o enlace que originou relacionamentos firmes vivenciados com Kai Millard entre e o duradouro laço perpetuado posteriormente com Tomeeka Robyn Bracy. Num mundo cínico, cruel, sedento vorazmente pelo escrutínio desapiedado e maléfico sobre a integridade psicológica e pessoal dos ícones intocáveis, começaram inevitavelmente por circular especulações mesquinhas da infindável comunicação mediática barata que enche as caixas e cabeçalhos escandalosos de boatos sugerindo inverdades terríveis que desenhavam perfis caluniosos ao conotarem covardemente aquele colossal inventor dos sucessos de vitrola na ignóbil faceta que traçava as contornos vergonhosos dum ser distante das prioridades familiares, encerrado para todo sempre na cúpula egoística exclusiva aos ídolos enlouquecidos pela grandeza cega, consumido nos palcos desvairados à margem absoluta daqueles laços do sangue desfavorecidos nos seus deveres na nobre responsabilidade das necessidades basilares da protecção aos miúdos desprovidos duma base pilar do encorajamento filial, caracterizando o clássico triste “falso tutor paterno materialista distante”.

Eis a exacta medida do brutal desfecho que desmontou este colossal mito hediondo quando, em contraciclo absoluto aos perversos e aguardados anseios sensacionalistas ansiados ardentemente pelos viciados caçadores das tragédias humanas de bastidor, surgiu à tona, qual fénix luminosa do fogo ardente da clareza inquestionável das redes da contemporaneidade global, um emotivo e revelador depoimento de inigualável serenidade partilhado ao mundo num vídeo intimista e viral liderado não por rancores destruidores da dignidade paterna do homem mas pelo próprio testemunho abençoado que a filha amada Aisha expressou num rasgo glorioso face às exigências sufocantes aterrorizadoras que constituíam obrigações impositivas geradas perante todo um imponente estigma paralisador adveniente dum peso monumental ao acartar perpétua responsabilidade assacada ao infindável desígnio cobrado a qualquer herdeiro submetido ao veredicto inatingível aos detentores natos de sobrenomes lendários em carreiras paralelas da pauta da composição e performance discográfica, momento exacto cuja declaração dilacerou estrondosamente e perante os aplausos emocionados das legiões a falsidade medíocre dessa falsa premissa e especulação odiosa de indiferença ao despojar o manto falso: na assumpção humilde partilhou que ele esteve visceral e eternamente debruçado sobre os desígnios tutelares que regiam incansavelmente com uma solidez inabalável de rocha a vida e o acompanhamento íntimo incondicional oferecido à prole numerosa, constituindo não meramente como um génio dotado do domínio e perícia musical mas simultaneamente da escuta afetuosa eximia da alma sensível orientadora amparando toda a estabilidade estrutural das infâncias nos lares pacificados, confirmando categoricamente a sabedoria eterna destilada através dum apaziguamento libertador de todas as obrigações mortíferas de superação que concedeu em plena fase existencial afirmando ao ouvidos sôfregos da primogénita o lema imortal e apaziguador que estipulava categoricamente: “tu nunca precisarás sequer almejar assemelhar-te aos reflexos idênticos àquilo que serei, bastar-te-á em suma para atingir toda a tua luz esplendorosa unicamente cingir todo os esforços com autenticidade irrepreensível no rumo maravilhoso na demanda incansável que aponta à afirmação insofismável ser e abraçar meramente tudo aquilo em si correspondente ao que verdadeiramente tu própria és.” Onde o impiedoso submundo procurava avidamente descortinar na miséria de fofocas rasas uma terrível nódoa pecaminosa sombria nos calabouços imaginários erguidos ao artista na tentativa tristonha no apagamento dum marco grandioso, este vídeo clarificador, imerso da maior veracidade afetuosa filial, esmagou definitivamente os críticos mal amados expondo aos raios ofuscantes perante o esplendor de pura transparência que na essência intrínseca na medula fundamental o titã lendário venerado fervorosamente por dezenas, centenas, dezenas de nações deslumbradas no encantamento das batidas da alegria dançante percussiva constituía tão unicamente a epítome formidável baseada duma retidão moral humanitária intocável perante deveres patriarcais absolutos, comprovando assim cabalmente a confirmação indubitável na máxima da prova empírica inabalável onde por trás do grandiloquente arquiteto harmonioso a espinha dorsal assenta numa integridade humana avassaladora de carater majestoso infindável.

Esta majestade comportamental ultrapassou aliás de há muito tempo a muralhas de betão domésticas ao engatar as cordas e acordes em simbioses políticas ativistas transformando o entretenimento num megafone implacável quando da sua corajosa e pertinaz campanha nos meandros arriscados, hostis e reacionários governamentais norte-americanos ocorridos das conturbadas esferas oitentistas pela demanda irrenunciável e batalha inesgotável para conseguir converter na instituição e ratificação sagrada imposta no estabelecimento irreversível pelo lamento melancólico da morte fatídica no estipulado reconhecimento honorífico num impensável feriado pátrio comemorado oitenta e três, assinalando heroicamente na homenagem nacional os desígnios justos celebrativos das datas festivas relativas aos nascimentos grandiosos devidos a reverenciados pilares como Martin Luther King Junior. Alicerçado nas métricas e palavras infalíveis redigidas propositadamente na composição incandescente denominada imortal “Happy Birthday”, organizou manifestações, ergueu vozes e confrontou com ímpeto incansável o Presidente de modo implacável até dobrar por completo o legislador da nação no sentido do reconhecimento cívico formal em plenos relvados palacianos assinado solenemente numa atestação monumental de bravura laureada por sua vez mais tarde devido aos sucessivos esforços nos campos humanitários filantrópicos meritórios do galardão civil concedido máxima ordem honrosa através insígnias presidenciais perante a condecoração ostentando orgulhoso Medalhas e atribuições cimeiras de Liberdade cívica. O impacto indelével, a herança imperecível e perfeitamente irrefutável e o testemunho majestoso revelado ao mundo desmitificam cabalmente por completo todas e quaisquer acusações, assombrando por completo a mente ao contemplarmos abismados as suas façanhas. O seu estandarte altivo, ancorado numa compaixão infindável sem limites ou fronteiras raciais e despojado de estigmas fisiológicos e de cegueiras, revela a humanidade no pináculo insuperável mostrando para memória vindoura aos séculos o que representam a superação dos dogmas obscuros ensinando eximiamente ao céticos incréus na beleza de, embora destituído duma pauta retiniana, Stevie se configurar indubitavelmente, até aos desígnios cósmicos de encerramento temporais da humanidade, um incomparável colosso incontornável o portador duma eximia sapiência celestial capaz em esplendor irradiante sem barreiras infundir e visualizar perpetuamente na clarividência infalível das harmonias profundas os milagres gloriosos insofismáveis contidos inteiramente ocultos na pureza incorruptível alojada em absoluto unicamente na profundeza cristalina resgatável vinda enaltecer a mais radiante e bela alma imortal inerente.

Disclaimer: This story is fictional and created for entertainment purposes only. Any names, characters, places, or events are fictitious or used fictitiously. No real person or organization is intended to be portrayed.

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